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American Idol – S16E17 – Top 5 Performances & Results

Que hino de programa, minha gente!

Fala, minha gente! O programa ainda não foi ao ar, mas já estou começando a escrever essa review com uma dorzinha no coração, pois, independente do resultado de hoje, vou lamentar de qualquer forma. Tenho duas favoritas supremas, Gabby e Maddie, mas gosto muito do Caleb e Michael.  Ou seja, certeza de que não vai ser fácil.

Mas é melhor assim, não é? É muito ruim quando você precisa fazer um esforço imenso para encontrar qualidades nos finalistas de uma season e eu consigo facilmente ver pontos positivos em todos eles. Mas indo direto ao ponto, dos cinco, quero muito que o Top 3 seja formado por Maddie, Gabby e Michael (ou Caleb). Espero não ser tombada, AMÉM!

Falando diretamente sobre o programa de hoje, seguimos com os lives temáticos e hoje tivemos homenagens às mamães dos candidatos e à mentora da semana, a.k.a uma das rainhas do country recente, Carrie Underwood. Ou seja, teremos muuuuuuuuuito country nessa noite e como amo Gabby e Caleb, nessa final eu estou assim e nada mais:

Que hino essa mulher no programa, minha gente! Queria mesmo é vê-la como jurada em algum reality, mas como isso não acontece, ficamos só com essa pequena amostra. Para comentar o programa hoje comigo, trago o maior fã brasileiro da Carrie que você respeita, meu amigo Doug, e a nossa querida paneleira Luana. Bora começar, então? 😀

Mas antes, vejam essa gracinha de apresentação do Top 5, junto com a Carrie!

Michael J. Woodard – “Flat on the Floor” by Carrie Underwood

Tati: Ai, Michael! Você expressa bem a palavra “evolução”. Quem era você na fila do pão em sua primeira audição?  Eu mesma Tati Drummond de Andrade pra comentar essa primeira apresentação, pois fiquei satisfeita demais, viu? Essa música é fora da caixinha demais pra ele, minha gente! E ele foi lá e foi muito bem dentro das suas limitações, com uma energia incrível e performance bastante convincente. Michael é a trajetória que mais me impressionou nesse programa, pelo simples fato dele vir melhorando rodada após rodada. É o melhor? Não! Mas prova que é possível crescer em competições curtas e essa apresentação é prova disso.

Luana: Era fato que o tema “Carrie Underwood” não favorecia Michael em nada, e fiquei ainda mais surpresa quando vi a música que ele pegou. Porque, pelo óbvio, eu estava apostando que ele viria com algo mais calmo, que pudesse imprimir sua marca de forma mais evidente. Mas não, viu. Ele decidiu se jogar de cabeça no country e dar o melhor de si num gênero que parecia ser tão distante do que ele faz. E olha… Não foi ruim não. Claro que não foi sua melhor apresentação, e talvez, nessa fase não tenha sido a melhor estratégia, pois pode ter feito os fãs estranharem um pouco. Contudo, Michael é um vocalista incrível e cumpriu com seu dever muito bem.

Doug: O Michael é um ótimo vocalista, é um artista excelente assim como todo esse tipo 5, porém acho que o estilo da música não combinou muito com ele. Foi super animado, teve uma ótima presença, fez movimentos engraçados, foi animado, mas acho que uma música mais lenta da Carrie combinaria mais com ele e ele poderia colocar mais a sua cara na canção.

     

Gabby Barrett – “Last Name” by Carrie Underwood

Tati: Que felicidade ver Gabby tão alegrinha por ver a rainha dela. Sou eu todinha se eu estivesse no lugar dela. Eu esperei muito por esse encontro, pois eu vejo muito da Carrie na Gabby. Confesso que esperava que ela fosse vir com algum outro hino de “Blown Away” ou algo assim, mas felizmente ela me surpreendeu com a escolha e simplesmente arrebentou com “Last Name”. Já disse aqui que a voz da Gabby não é minha preferida da competição, mas ela ganha em todo o resto. Uma presença de palco incrível, uma alegria no palco que me contagia toda vez que eu vejo. Nessa performance eu só queria colocar minha botinha e fingir que estava em um show dela.

Luana: GABBY, QUE PISÃO, AAAAAAAAAA! Ai gente, tão arrependida de ter passado mais da metade da temporada sem gostar da Gabby. Hoje, sou muito fã! Que pisão maravilhoso! Ela tem uma potência muito maravilhosa na voz e a parte áspera é a coisa mais linda desse timbre tão distinto. Estava preocupada por ela ter escolhido uma música agitada, mas ela subiu nesse palco e me provou que não importa o “tempo” da música… Ela só precisa estar confortável para PISAR NA CARA DE TODOS. E foi o que aconteceu aqui!

Doug: É lacre que você quer @? Eita mulher que poder eihn! Gabby pisou demais, eu confesso que fiquei com medo dela tentar ser uma cópia da Carrie cantando a música visto que ela é uma fã, mas ela me surpreendeu. Ela colocou sua alma, imprimiu a Gabby na música. Eu amo demais essa song e Gabby me fez amar mais ainda, com atitude, vocais poderosos e puro lacre. Essa menina merece muito ganhar esse programa!!

 


Cade Foehner –  “Undo It” by Carrie Underwood

Tati: Sabe aquele boy que você vê pela primeira vez e pensa “QUE HINOOOOOOO” é o amor da minha vida!”, mas vai passando o tempo e ele vai fazendo coisas que só faz você pensar “aaaaah não, que preguiça desse ser”? Então, é exatamente assim que me sinto com Cade. No começo era meu roqueiro da vida, só queria ele vencendo e ponto. Mas ele foi ficando na mesmice, semana após semana abusando dos drivers, se escorando na guitarra e cada vez eu fui me cansando. Ele é ruim? Não, o cara canta bem e é um senhor vocalista, mas pra esse formato, faltou inovar. Eu até gostei do início da performance, mas no final já estava exausta dos gritos que ele sempre dá e que muitas vezes me soam forçados.

Luana: Queria começar dizendo que me surpreende muito ter sido a Gabby a primeira a danificar as cordas vocais na competição, e não o Cade, porque olha… Esse aqui é especialista em puxar a voz para além do limite saúdavel dela. Novamente, Cade teve problemas pra se manter no tom… Mas até passando por cima disso, não foi uma boa performance. Não sei o que estavam pensando quando decidiram que todos os 5 teriam que cantar músicas da Carrie, ninguém (além da Gabby) estava confortável com isso. Cade foi até o que mais conseguiu desenvolver algo legal com o que tinha, mas mesmo assim não ficou legal. Mas sei lá, foi até melhor que “Simple Man”.

Doug: Migo, para que tá feio! Gente que negócio horrível, a música não combinou nem um pouco com ele, ele se perdeu no meio, o refrão foi horrível com aqueles gritos. Eu adoro o Cade, mas dessa vez não deu pra defender não. Volta pro rock que voce fica melhor lá meu filho.

 

 

Caleb Lee Hutchinson – “So Small” by Carrie Underwood

Tati: Eu amo tanto essa música, amo muito. E estava super empolgada com essa performance do Caleb, pois convenhamos, né? É uma música que não exige tantos vocais e não existe aquela desculpa besta de que a pessoa se dedicou vocalmente apenas. Nem vou falar da voz do Caleb pra não ser repetitiva, mas em termos de conexão ele ficou devendo um pouco e me deixou decepcionada, pois nem acho uma música tão difícil assim e ele fez bem mais com uma canção mais emblemática na semana passada. Enfim, achei uma performance bem ok e ele pode fazer mais do que isso no programa.

Luana: Que engraçado… Semana passada eu achei que Caleb mandou MUITO bem com a música do Prince, algo totalmente fora de sua zona de conforto. Daí hoje, que pensei que ele arrasaria com “So Small”, ele foi bem qualquer coisa. Não sei, me parece que tanto ele, quanto a Gabby se saem melhor quando são desafiados, viu. Enfim, foi uma performance bem básica e bonitinha, mas eu estava esperando bem mais do Caleb.

Doug: Eu amo o Caleb como artista, é muito difícil eu gostar de um act country masculino, mas ele me veio me conquistando durante a temporada, porém ele deixou um pouco a desejar nessa performance. So Small é uma música que exige entrega, cheia de emoções, e vocais poderosos, eu não senti essa entrega no Caleb. Eu sou muito exigente com as músicas da Carrie e acho que ele podia ter se entregado um pouco mais.

Maddie Poppe- “I Told You So” by Carrie Underwood

Tati: Deusa Indie maravilhosa, que arrasa no country também e torna angelical tudo aquilo que canta. Que coisa maravilhosa foi essa, minha gente? Que combinação perfeita entre country e uma alma indie e tudo ficou tão bonito de se ver. Maddie imergiu demais na canção, mostrando que sabe muito bem passar a mensagem de uma música. O finalzinho foi bem tocante pra mim, apesar dela ter desafinado um pouquinho no final, mas não me incomodou em nadinha. Enfim, lindíssima canção pra voz dela.

Luana: Oh, que princesinha! Continuo achando que “Carrie” não foi um bom tema, no máximo, era legal pra Gabby. Mas sei que todo mundo aqui fez o melhor que pôde com o que tinha em mãos. Mas até o “melhor que dá” da Maddie é angelical e precioso! Nem de longe foi uma de suas melhores performances, mas foi tão tocante e sentimental quanto qualquer outra. Maddie passa muita paz quando canta e isso independe de técnica vocal. Alguns cantores são tecnicamente perfeitos, mas podem apenas sonhar em ter essa conexão entre sua alma e palavras. Maddie é um desses achados que o universo põe por aí, na esperança da humanidade encontrar e acalmar um pouco suas vidas tão conturbadas. Obrigada, Maddie!

Doug: Eu não curtia muito a Maddie, mas ela veio me conquistando de uns dias pra cá e com essa performance ela pegou meu coração de vez. Que coisa linda que ela menina fez com essa canção. Ela se envolveu e fez todos que estavam alí se envolverem. Seu timbre e a música encaixaram de tal forma que parecia que essa música foi feita apenas pra ela. Foi linda demais, e aquele falsete no final deu aquele toque que me fez querer ouvir ela várias e várias vezes.

 

No meio do programa, tivemos nossa mentora da semana ARREBENTANDO com um dos seus grandes hinos e eu estou simplesmente apaixonada por essa performance. Carrie, POR QUE VOCÊ É TÃO MARAVILHOSA?

Uma licença para dar alguns selos para essa maravilhosa!

Gabby Barrett – “I Have Nothing” by Whitney Houston

Tati: Eu fiquei um pouco confusa sobre essa escolha da Gabby, mas tudo se justificou na hora que ela estava conversando com a mamys dela e deu pra perceber que ela gosta muito dessa música. Confesso que fiquei com um pezinho atrás quando vi essa música pra ela, pela simples razão de ser um hino que, apesar de ter tantos covers, dificilmente alguém consegue executá-lo à altura que essa música merece. Não vou ser clubista ao ponto de dizer que foi incrível, mas foi um trabalho muito decente e ela fez o mínimo que a performance pedia: boa conexão, bons vocais e uma presença que poucos nessa season possuem.

Luana: Vou aplaudir por respeito à tarefa quase-impossível que é cantar Whitney, mas não vou gritar “QUE HINO” hoje não. Assim, Gabby é uma ótima vocalista e disso nós já sabemos e sei também que ela estava doente a semana toda, então né… Ainda tem isso. Mas acho que ela quis calçar sapatos grandes demais aqui. A voz soou anasalada e irritante quase que o tempo todo, e ela não fez nada que a destacasse das outras 684564454 versões dessa música. Continuo achando que ela é muito mais cantora de soul/r&b que de country, mas hoje ela se saiu bem melhor no country.

Doug: Como eu tive medo dessa performance. O Have Nothing é uma música que já foi cantando em realities milhões de vezes, e com certeza as pessoas vão comparar ela com outras, mas a Gabby fez um trabalho excelente, na verdade, ela pisou muito. Foi lindo ver ela cantando essa música pra sua mãe, eu me emocionei. Gabby tem um poder, um espírito de artista, ela pegou a música é imprimiu sua emoção, sua forma de cantar. Seu poder vocal foi mostrado da forma mais bela, com aqueles rasgados e aquelas High Notes no final. Eu amei demais e acho que essa é uma das melhores performances dessa música em realities.

Cade Foehner – “Simple Man” by Lynyrd Skynyrd

Tati: Ok, o ranço que eu desenhei pra Cade na primeira apresentação foi um pouquinho desfeito após essa apresentação, pois ele se recuperou aqui, em minha opinião. Adorei o começo mais lento e emocional, em que ele não precisou se esgoelar e abusar dos graves pra tentar vender sua identidade. Tudo pareceu tão natural e genuíno, que a rouquidão natural da sua voz não me irritou em nadinha. Foi algo bem simples, nada “uau”, mas bem feito e, acima de tudo, emocional. Dava pra perceber que tudo ali tinha significado pra ele e isso pra mim importa bastante. Ainda acho o Cade, dentre os cinco semi-finalistas, o que menos merece passar, mas mesmo assim vejo qualidades nele e deu pra perceber nessa apresentação.

Luana: Essa foi a música que Cade dedicou pra mamãe, e realmente, é uma das canções mais singelas e bonitas dos catálogos dos realities musicais. E por esse mesmo motivo, é uma música bem batida também. Eu serei sincera: não gostei não. Cade teve muita dificuldade de se manter no tom, o que ficou bem evidenciado pelo arranjo mais calmo. E o excesso de rouquidão da sua voz acabou tirando a coisa mais linda da música, o sentimento simples. Achei uma linda homenagem, mas o tempo do Cade no programa já deu mesmo.

Doug: Eu adoro a voz do Cadê, mas de uns tempos pra cá eu tenho achado que ele tem ficado na mesmice. Essa performance foi boa, mas ele ficou naquela zona de conforto, não mostrando diferencial no estilo que ele canta.

Michael J. Woodard – “Still I Rise” by Yolanda Adams

Tati: Elogiei tanto Michael na outra performance, mas essa foi meio que um balde de água fria, mas pela única razão de que eu estava com as expectativas altíssimas. O começo foi muito bom, eu sou todinha a Katy (quem me dera) encantada com as primeiras nuances e notas apresentadas por ele, mas depois achei que ele foi perdendo a força e cheguei a achar a apresentação dele um pouquinho linear, apesar de ele parecer bastante conectado com a canção. Lá pro finalzinho, ele se recuperou e achei o saldo da apresentação muito positivo. Aliás, essa minha última frase representa muito bem Michael nessa competição, sempre que eu achei que tinha dado pra ele, ele deu um jeitinho e se recuperou, apesar de todas as suas limitações vocais. Não tem como curtir um cara assim.

Luana: Ain, que lindo! Eu amei essas dedicações pras mães, deu pra perceber que todos tinham uma forte conexão com o que cantavam, pois estavam dando tudo de si por suas mãezinhas! Michael foi muito bem e a música é muito linda. Ele cresceu muito na competição, e não é mais loucura dizer que ele merecia uma vaga na final. Mesmo eu tendo meu Top 3 pessoal muito bem definido, e Michael não estando nele, eu não acharia injusto se ele conseguisse quebrar mais essa barreira e avançar, viu.

Doug: Esse sim é o Michael! Diferente da sua performance anterior, essa foi totalmente a cara dele. Desse top 5 ele é um dos que menos gosto, mas confesso que ele mandou muito bem agora. Ele veio com lindos vocais, uma bela conexão. Foi lindo ver ele emocionando a sua mãe e a plateia.

Caleb Lee Hutchinson – “Stars in Alabama” by Jamey Johnson

Tati: Eu fico até um pouco constrangida em defender tanto o Caleb, pois ele é o tipo de artista a quem eu geralmente critico bastante, afinal, seu grande ponto forte está em sua voz e em muitos outros momentos ele fica devendo em outros quesitos, como presença de palco e conexão. Só que meu apreço por Caleb é tão grande que basta ele acertar nesses outros aspectos, um pouquinho que seja, que já fico bem satisfeita, pois sua voz, pra mim, preenche essas lacunas. Eu sou completamente apaixonada pelo timbre desse moço e ele ficou tão bonito e puro nessa apresentação que, ao final de tudo, eu só consegui amar, apesar dele apresentar alguns problemas corriqueiros, que, a mim, não chegaram a incomodar tanto. Amo mesmo e se reclamar, amo duas vezes.

Luana: Ai Jesus, meu coração! Tô escrevendo esse comentário com as lágrimas já caindo, que coisa mais linda da vida! Isso que é uma apelação bem feita (e muito sincera, diga-se de passagem), viu gente. Achei tudo muito lindo aqui, muito lindo mesmo. Caleb cantou com os olhos marejados e sua mãezinha acompanhou cada palavra, igualmente emocionada. O palco estava lindo, a emoção transbordando… Muito maravilhoso. Toda vez que eu ouso pensar “ai, Caleb vai passar SÓ porque é country”, o Caleb vem e entrega uma perfromance cativante assim. Foi assim semana passada com “When Doves Cry”, e foi agora de novo com “Stars In Alabama”. É gente, não tem jeito… Muito meu bebê sim.

Doug: Esse sim é o Caleb que pegou meu coração. Ele veio mostrando a verdadeira essência do country, com aquela performance simples, mas ainda sim completa. Carregado de emoção, com o seu timbre mais grave, ele entregou uma apresentação bela, e singela. Eu gostei do início ao fim e olha que é bem difícil eu gostar de performances de country masculino assim em reality.

Maddie Poppe- “God Only Knows” by The Beach Boys

Tati: Essa música é muito especial pra mim, pois me lembra um anjinho de outro reality musical que eu amo muito. Daí quando vi que o meu anjinho dessa temporada iria cantar essa música, eu só fiquei esperando o melhor. E não precisava de muito não, viu? Bastava só ela, voz e violão e estava tudo certo. Mas ela veio sem ele, ficou ali paradinha no centro do palco e nos entregou uma coisa TÃO lindinha e genuína, que só me fez ter certeza do quão especial essa menina é. A voz de Maddie quase sempre me leva pra outra dimensão, é daquelas que só quero fechar os olhos e ficar pensando em coisas boas, pois é isso que sua presença traz, sempre que ela resolve cantar. Ela causa em mim, o mesmo que Caleb causa, a diferença é que ela é muito mais preparada que ele e ocupa um espaço maiorzinho no meu coração. Performance lindinha demais!

Luana: Que dia, Brasil! Chorei demais com todos meus bbs, no TVAU e aqui. Nem deu tempo de enxugar as lágrimas que o Caleb me trouxe, porque assim que a Maddie começou eu já engatei a segunda rodada de choro, haha. Ai gente, que cristal precioso! Maddie canta com tanta paz, com tanto sentimento. Agora imagina esse anjo dedicando uma música dessas pra mãe… Não poderia ter sido mais perfeito. A emoção do final foi só a cereja no topo do bolo que ela construiu desde a primeira nota. Assim como Caleb, foi extremamente singelo, simples e SINCERO. Pra mim essas 2 performances ganharam a noite por muito e mais do que certo, devem garantir suas vagas – mais que merecidas – na final!

Doug: Eu confesso que antes eu achava a Maddie um pouco chata, mas se eu ainda tinha algum ranço dela, ele foi tirado total hoje. Essa menina foi linda demais. Ela não precisou de grandes vocais, ou técnicas exageradas. Ela estava alí no meio do palco, mostrando suas emoções, seu íntimo amor. Foi uma performance ao mesmo tempo simples é linda. É aquele final dela olhando pra mãe, eu só pude sorrir que nem um bobo emocionado.

 

E esse foi o Top 5, pessoal! Eu achei que tivemos um programa com um nível muito bom, pois as duas melhores da competição não decepcionaram. Caleb e Michael ficaram devendo em uma das performances, mas ao menos foram decentes e Cade, mais uma vez, fez um dos trabalhos menos interessantes da noite. A presença de Carrie foi muito significativa pra mim, apesar de eu ter achado que nem todos eles estavam confortáveis com a canção. Mas ela deu bons conselhos e foi uma boa mentora. Fiquei um pouco triste com as song choices no início, mas no final achei bacana eles tentarem cantar músicas que não fossem os grandes sucessos dela.

Mas é hora de conhecermos os nomes escolhidos e eles foram anunciados nessa ordem:

Caleb Lee

Gabby Barret


Maddie Poppe

ELIMINADOS
Michael J. 
Cade Foehner

Sobre o resultado, os GIF’s já falaram por mim. Amo Maddie e Gabby e estava bem em dúvida entre Michael e Caleb e acabei ficando contente com o Caleb passando. Sinto por Michael, mas fico muito mais orgulhosa, pois o bichinho fez tudo que podia pra chegar até aqui e foi bastante digno. Cade fez hora extra e não sentirei falta, não! Deu no que tinha que dar.

Gostaria de falar um pouco sobre cada finalista aqui, antes de finalizar a review:

 

Caleb Lee

Como já disse nos comentários, gosto do Caleb quase de graça. Ele tem uma voz lindíssima e algo na essência dele me faz facilmente comprá-lo como artista. Dos três finalistas, ele é o que é menos preparado ao meu ver, mas eu vejo um futuro brilhante pra ele (dentro do possível, é claro), assim como vejo para as meninas. Está certo que esse caminho vai ser árduo, pois ele precisa melhorar muito, mas ele tem um talento genuíno e não poderia estar mais feliz em vê-lo na final.

Gabby Barret

Odeio ficar em cima do muro, por isso vou dizer na real, pois que já que é pra escolher uma campeã, com muita dor no coração por deixar a Maddie em segundo, eu escolho a Gabby. Ela é incrível e tem um star quality que há muito não via em realities. Ela é aquele tipo de artista que você imagina fazendo shows e arrasando por aí, com muita facilidade. Eu tenho umas cinco performances dela que acho incríveis, fora as outras que são muito boas. Uma pena programas como o Idol não darem tanta visibilidade aos participantes como antes, pois queria muito que ela tivesse tanto sucesso quanto outros artistas que já passaram por ali.

Maddie Poppe

Minha anjinha da temporada, com o timbre mais lindo e a personalidade mais pura. Maddie é meu amorzinho e se ela vencesse ficaria muito feliz, apesar de preferir Gabby um pouquinho a mais. Mas é um cadinho, viu? Pois Maddie também sempre entregou performances sólidas e soube evoluir no programa, sem perder sua essência maravilhosa. Um presente da season e eu estou muito feliz em vê-la na final.

 

Então é isso, pessoal! Finalizo minha review por aqui. O que acharam do programa? Gostaram dos resultados? Não deixem de votar na enquete! Um beijo a todos! 🙂

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Tatiane Silva

Sou uma Social Media e Community Manager que ama tanto o que faz, que acaba fazendo isso quase que o tempo todo. Eu moro na internet, por isso acrescento doses diárias de cultura inútil e memes que é pra eu não me entendiar. Amo realities musicais, gasto horas em grupos de discussão e sou viciada em coisas que me fazem dar boas risadas e esquecer da minha conta bancária negativada.

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