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Especial – The Voice US: O Melhor e o Pior da Season 14

O lado bom e o lado ruim…

Fala meu povo! A 14ª Temporada de The Voice US acabou (amém!) e a gente resolveu fazer um balanço dessa temporada, que foi tão criticada por diversos motivos. Nesse nosso balanço, vou estar falando das nossas apresentações preferidas e odiadas na temporada. E quando digo “nossas” é porque tô incluindo a opinião da galera que sempre ajuda aqui nas reviews, que é a Clarice, a Luana, o Dam e o Lindomar.

Antes de falar das melhores e piores performances, eu quero destacar Kelly como um grande ponto positivo nessa temporada. Ela é um poço de carisma, muito espontânea, esforçada, consegue entender os sentimentos dos candidatos e fez um trabalho muito bacana, coroado com a vitória de Brynn na temporada.

Por outro lado, o ponto negativo nessa temporada rolou aqui no blog, com as questões de divergências de opiniões e tal. Acabou que a coisa saiu do controle, tanto da nossa parte quanto da parte de alguns leitores, e o resultado foi falta de educação nos dois lados. Aliás, peço desculpas e já reitero que estamos trabalhando pra melhorar isso na próxima temporada.

Pois bem, sem mais enrolação, vamos falar o que a gente mais gostou e mais odiou em cada fase.

BLIND AUDITIONS

Bom, nas Blinds não teve nada absurdamente ruim, no ponto de vista das apresentações. O maior problema foi o Block mesmo, que esperamos que não se repita. Falando de coisa boa, impossível deixar de destacar a Blind de Britton né! Ele cantou “Trouble” e fez uma das melhores audições da temporada, sendo inclusive cobrado nas outras fases por não repetir o desempenho. A apresentação foi bem madura, com notas bem colocadas, muita emoção nas palavras cantadas. Com isso conseguiu virar 3 cadeiras e foi o primeiro block da temporada.

BATTLE ROUNDS

Essa fase rendeu duas apresentações bem bacanas e duas muito ruins. Vamos começar falando do que foi ruim. E não tem como deixar aquele desastre com “…Ready for it” de fora né. A Battle entre Dylan e Brynn foi um festival de horrores que já começou com o arranjo péssimo! Dylan foi horrível, com notas muito ruins, todo exagerado, enquanto Brynn acabou fazendo uma apresentação bem mais ou menos. O outro desastre dessa fase foi a Battle entre JessLee e Kyla, que cantaram “One Last Time”. Engraçado que tanto Kyla quanto Brynn chegaram até a final hahahaha. Enfim, o problema aqui foi a total falta de senso na escolha da música, que não combinava nada com nenhuma das duas. Ambas abusaram dos agudos, das notas altas, descaracterizaram a música e entregaram o segundo desastre da nossa lista.

Mas nem tudo é ruim! Vamos falar de Battle boa, como a de Rayshun e Tish, que cantaram “Sweet Thing”. Foi uma batalha tão gostosinha, que os dois se respeitaram bastante, entregaram vocais consistentes demais, uma ótima harmonia e todo um gingado. O mais bacana aqui é que nenhum dos dois precisou exagerar pra entregar algo muito bom! Foram na medida! A outra batalha também é do Team Adam, dessa vez entre Drew e Miya, com “Knockin’ On Heaven’s Door”. Segue a mesma linha do menos é mais, com uma parceria muito gostosa de ouvir, cheia de sentimento, notas bem colocadas, boas harmonias. Em diversos momentos a voz de Miya me lembrava Mary J. Blige e aí penso logo no dueto de “One”, entre U2 e a própria. Um hino de performance!

KNOCKOUTS

Nos KOs a gente também só tem coisa boa pra falar. Além da novidade do Save, que ajudou os coaches a salvarem um perdedor da sua equipe nessa etapa, também tivemos duas apresentações que nos pegaram de jeito, nos surpreenderam mesmo. Primeiro teve Mia com “Wade in the Water”, que fez uma apresentação super segura, com vocais consistentes e a atitude que a música pedia. Surpreendeu Adam e os outros coaches, e garantiu a vitória no embate contra Jackie Foster. A segunda surpresa foi Brynn, pelo Team Kelly, que cantou “Here Comes Goodbye”. Mesmo sendo a mais nova da temporada, Brynn mostrou toda sua capacidade de se conectar com a música aqui. Entregou vocais seguros, mas que também passavam a sensibilidade que a música pedia. Foi uma interpretação e tanto, que garantiu seu status de favorita!

PLAYOFFS

Só foi chegar no ao vivo que as merdas começaram a aparecer. Já não bastasse o formato horrível dos playoffs, ainda tivemos 3 candidatas que acabaram com nossas esperanças. Primeiro teve Brynn, que estava super no hype depois do KO, mas acabou derrotada por “Unstoppable”. Foi um festival de notas semitonadas, de escolhas equivocadas para a apresentação, incluindo o teclado. Outra que estava muito bem e nos deu uma rasteira foi Mia, que decidiu cantar country. Com “Either Way”, ela viu suas esperanças de seguir na competição se esvaírem. Faltou potência na voz, faltou cuidado em acertar as notas e faltou entrar no ritmo né. Ela estava conectada, passando a emoção da música, mas a voz foi veio muito ruim. Por último, impossível deixar de criticar a monstruosidade que Christiana fez com “Hey Ya!”. A música é um hino, maravilhosamente exala felicidade, alegria, e ela conseguiu transformar em música de velório. Arranjo horrível, interpretação péssima, mas vocais consistentes, como sempre.

LIVE SHOWS

Assim como aconteceu nos Playoffs, os Live Shows foram repletos de desastres. Logo no Top 12 já dá pra citar Jackie Foster e D.R. King, que estragaram duas músicas maravilhosas. Foster quis transformar “Toxic” em rock e foi puramente vergonha alheia! Ela quis sensualizar, tentou passar a vibe rocker, mas não pegou. DR também foi longe, e estragou o hino “White Flag”, da Dido. Ele era o pior desse Top 12, mas não bastasse ter vindo até aqui arrastado, ainda quis cagar com essa música. Foi ruim de maneiras que eu nem consigo expressar.

O Top12 não foi de todo ruim não. Teve Christiana se redimindo, com “Say Something”. Pra mim, esse é o melhor momento dela na competição, pois ela conseguiu interpretar a música do jeito que a música é, mas colocando sua personalidade também. Ela conseguiu dar muita profundidade e emoção pra música! Eu achei lindíssimo!

Antes da semifinal e da final, tivemos Sharane destruindo o hino “Hero”, de Mariah Carey. Faltou voz, faltou vontade. Sharane parecia estar alguns tons abaixo da música, e só conseguiu entregar uma apresentação difícil de ver até o fim. Por outro lado, teve também Spensha arrasando com “Red”, no Top 10. Foi uma apresentação muito bem feita, no ponto pra não prejudicar a voz de Spensha. O legal foi o arranjo, que conseguiu manter Spensha no country, mas deu umas pinceladas de soul. Ficou bem bacana.

Na reta final da temporada, ainda deu tempo pra Jackie Foster entregar mais uma apresentação duvidosa. Com “Here I Go Again” ela sofreu do mesmo mal de Amanda Brown, não conseguiu segurar a música quando o ritmo aumentou. Com isso, acabou eliminada antes da final.

Do outro lado, Kyla foi um destaque na reta final, apesar de não ter ficado com o título. Com “Let It Be” ela garantiu seu lugar na final de maneira belíssima! Foi dosado, foi bem construído, e com vocais muito bons. Kyla é uma exímia vocalista e deixou isso bem claro ao longo da competição. Outro momento dela que merece destaque aqui é o dueto com JHud. Aí vemos a parceria das duas, já que Kyla era backing de Jennifer. Foi surra de notão, muita atitude, interpretação e harmonias bem feitas.

Fato é que a S14 teve altos e baixos. Tivemos candidatos que oscilaram muito, apresentações que preferimos esquecer, mas também tivemos ótimos momentos. Agora que a gente deu nossa opinião, conta pra gente a sua! Quais foram os melhores e os piores momentos da temporada? Algo que vale a pena lembrar no futuro?

No mais, espero que tenham gostado do nosso resumo! Nos vemos no próximo especial!

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Gerson Elesbão

Um @gerson incomoda muita gente, um @gersonrealoficial incomoda incomoda incomoda muito mais! É DC, é Marvel, é Netflix, é reality. Se a série for boa, chama no probleminha, bebê!

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