Olhe, Annalise Keating pode até não ser uma assassina, mas que a bicha é danada, isso é viu! Após o final mais do que angustiante do episódio 1×11 – Best Christmas Ever, o episódio 1×12 – She’s a Murderer de HTGAWM veio carregado de expectativas. Afinal de contas, o que viria a acontecer com o nosso amado quarteto de assassinos, já que os restos mortais de Sam Keating haviam sido encontrado e identificado?

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Sabe aquela pedrinha no seu sapato, que fica te espinhando enquanto você anda, e quanto mais você chacoalha tentando tirar, mais ela incomoda? Essa poderia ser a definição perfeita para Hannah Keating, a irmã (segundo Annalise, obcecada pelo irmão) de Sam Keating. Porque ôh mulherzinha intragável, sinceramente. Neste episódio ela fez de tudo para tentar incriminar Annalise pelo assassinato de Sam.

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Sendo suspeita pelo assassinato do marido, um dos clientes de Annalise quer afasta-la de seu caso, por medo de condição da advogada vir a atrapalhar seu caso, que venhamos e convenhamos, parecia bastante sem solução (mas nada é impossível para a super Annalise!). Como defender alguém que foi pego com um container cheio de heroína e agora está sendo acusado pelo FBI? Simples, seja Annalise fucking Keating e conte com a ajudinha espetacular de uma linda: Laurel Castillo. Segundo passo: encontre um meio de desfundar a acusação. Como? Prove que o FBI também pode ser bastante corrupto. Terceiro e último passo: Mostre que com a máfia não se brinca. E pronto, causa ganha.

Agora vamos ao que interessa, o desfecho do suspense “MAS ELES VÃO SER PEGOS MESMO?”. Admito que tive que prender a respiração por pelo menos 5 vezes nesse episódio e morri no mínimo 2 vezes. Por causa da demoníaca irmã Keating, a casa da advogada teve que ser inspecionada. Pense numa pessoa a beira de um ataque nervoso: eu. A inspeção foi bastante tensa, mas aparentemente Annalise fez um trabalho mais do que excepcional limpando a sujeira deixada pelos garotos, nem o luminol foi capaz de encontrar qualquer vestígio de sangue na casa, ufa!

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Com Annelise evitando a polícia e agindo normalmente, Connor não conseguia parar com a paranoia, Annalise acabou percebendo, claro, e o convidou para uma visitinha ao seu escritório. Lá, Annalise com sua postura de mãe (no, don’t look away, Connor) tentou mostrar ao rapaz que estava realmente disposta a ajuda-los, mas para isso, ele deveria diminuir a paranoia e confiar nela, afinal de conta, ela é sua única chance de uma possível liberdade.

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Desde o começo disso tudo, Bonnie vinha se esgueirando, escutando conversas, observando movimentações esquisitas… Até que tudo culminou em uma coisa: Ela finalmente juntou as peças e descobriu a verdade, sem perder tempo ela foi confrontar Annalise. Quando eu pensava que a loirinha iria finalmente virar-se contra Annalise, acabei me enganando mais uma vez. Ela apenas aconselhou Annalise a parar de evitar a polícia, se ela realmente quisesse se safar desta.

E dentre tantas emoções fortes, a cereja do topo: Nate sendo preso pelo assassinato de Sam, num movimento mais do que incrível de Annalise para cuidar de seus meninos, e que eu não poderia prever nem em mil anos! Lembra que Wes entregou a aliança de Sam para Annalise na noite do assassinato, e ela depois entrego-a a Frank? Pois bem, o fiel escudeiro de Annalise tratou de colocar a digital de Nate na aliança e colocá-la na mata, onde o corpo de Sam foi queimado, assim como quando ele implantou o celular de Lila no carro de seu ex-namorado, para incrimina-lo. E eu só posso dizer uma coisa: Preciso da backstory de Annalise Keating e Frank Delfino pra já!

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Mas a pergunta que não quer calar: Nate sabia do plano de Annalise ou ele foi enganado mais uma vez pela advogada?

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Luana Medeiros
Luana Medeiros

Imagine só que um dia me foi perguntado quem eu era, e juro, até hoje não sei responder. Mas os fatos são: tenho 21 anos; sou de escorpião; amo meu cachorro e meu gato mais que tudo; estudo Rádio/TV/Internet, ouço Maroon 5; piro no Adam Levine; consigo colocar os pés atrás da cabeça; e - contraditoriamente - por fim, nasci de 7 meses.
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