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How To Get Away With Murder – S05E02 – Whose Blood is That?

“Bonnie, de quem é esse sangue?”

Com a volta dos casos diferentes por episódio, nós temos um desenrolar menos lentos das coisas, porque elas são mescladas com assuntos novos a cada episódio e isso fez muita falta nas últimas temporadas. Fora que podemos ver Annalise Keating em toda sua glória nos tribunais. Eu VIVO para ver esse show de interpretação da Viola, que podemos tomar como exemplo a parte onde ela arranca uma confissão do racista, xenófobo e, bolsominion se fosse brasileiro, que estava incomodado com a presença de uma muçulmana em sua casa. Esse ódio inexplicável causou uma tragédia, seguida de uma injustiça: ele acabou matando sua mãe, por engano, mas conseguiu jogar toda a culpa em sua madrasta. Quando juntamos um povo preconceituoso, com uma justiça falha, casos assim não são difíceis de encontrar. Se são comuns nos Estados Unidos, imagina no Brasil? Aqui em nosso país tivemos alguns casos que vieram a público de pessoas que foram presas injustamente e, coincidentemente, todas em negras. Não havia nenhuma prova contra nenhuma dessas pessoas, mas mesmo assim foram presas e mantidas na cadeia, ainda que sua inocência já tivesse sido comprovada. Isso só mostra como o preconceito institucionalizado é geral, não é um problema local, um problema brasileiro. Mas se não tivermos medidas públicas para diminuir esses casos, isso nunca vai acabar.

Bonnie sempre se mete em confusões, não é mesmo? Agora, além de escolher permanecer do lado oposto de Annalise – já que estando na promotoria, está diretamente ligada ao governo que quer acabar com a carreira dela – também está tendo um caso com o seu chefe, futuro substituto do Denver. Não sei como isso pode ser bom, ainda mais com o histórico que ela tem de ser envolver com caras errados. Fora que se ele descobrir qualquer coisa sobre o passado dos Keating Five, será que ele faria algo contra? Será que eles teriam que fazer alguma coisa com ele? E além de Bonnie, agora é Asher que está envolvido “do outro lado”, depois que Annalise o deixou de fora de sua clínica. Pobre Asher, foi o único jogado para escanteio, mas, pelo menos, ele conseguiu fazer alguma coisa por ele mesmo.

Já Gabriel Madoxx me causa estranheza, porque tem alguma coisa estranha nele, parece que está escondendo algo e isso nunca em bom em séries assim. Frank sabe algo a seu respeito e conversa com alguém misterioso sobre o rapaz constantemente, inclusive sobre matá-lo, afinal, não podemos esperar muitas mudanças vindo do Frank, né? Agora que ele conseguiu colocar uma câmera para vigiar o rapaz, será que vamos conseguir descobrir mais alguma coisa sobre ele? Acho difícil que ele seja o filho da Bonnie, porque seria muito previsível e essa série nunca escolhe os caminhos fáceis. Agora são muitas questões: Quem é o Gabriel? Quem é a pessoa que fala com Frank no telefone? Quem é o filho da Bonnie?

E sobre a nova morte, eu só tenho algo a dizer: não mexam com o meu casal Coliver.
Sério, se eles tiverem coragem de matar um deles durante a festa do casamento, eu paro com essa série! Mas pela forma que a Bonnie reagiu quando “encontrou” o corpo, há algum vínculo entre ela e a pessoa que morreu, então podemos começar e pensar as opções: será o novo promotor? Muito simples, talvez. O Asher, por acabar encontrando alguma informação enquanto é estagiário da promotoria? O Nate, por descobrir alguma coisa que ela queria manter em seu passado? Anyway, muitas possibilidades e, provavelmente, mais uns seis episódios para descobrirmos. ANSIOSA!!!

Será que já podemos nos apressar e dizer que How To Get Away With Murder está voltando as suas origens? Com um flashforward que nos deixa apreensivos e com uma história que parece ser bem previsível, mas que eu tenho quase certeza que será totalmente diferente do que esperamos. Principalmente se pensarmos no Gabriel Madoxx, nas suas intenções e em quem ele realmente é. Porque seria muito simples ele ser filho da Bonnie, não é? Tudo leva a crer isso e eu ficarei extremamente desapontada se acabar sendo isso, porém, vamos aos fatos: essa temporada parece interessante. Bem que o meu migo paneleiro Michel disse que teve season 1 vibes, estou animadíssima.

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Thais Pereira

Feminista, leonina com ascendente em gêmeos e lua em virgem, viciada em memes, em Friends e problematizar na internet. Formada em História da Arte, mas consciente que nunca vai trabalhar com isso na vida. Normalmente eu escrevo e falo mais do que deveria. Eu mesma, Thais Mello.

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