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Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – S05E12 – The Real Deal

MAoS é uma série espetacular e quem discorda é clubista.

Depois da explosão do sinalizador, algo começa a dar errado, bem errado. Aqueles três monólitos que tavam lá, um do lado do outro, quando destruídos juntos, criaram uma coisa meio estranha, meio diferente, que consegue entrar na mente das pessoas e trazer pro mundo real o maior medo delas. E logo de começo a gente já vê o Lash, maior medo da May, dando o ar da graça.

(btw, gostei dessa abertura, juntando todas as outras aberturas numa coisa só)

E não para por aí. Surge uma floresta, com nuvens e tudo o mais, que a gente descobre ser o maior medo do Deke, o que é bem óbvio, levando em conta que ele viveu em um lugar que nem árvores tinha. Basicamente, a explosão criou um portal no tempo-espaço e fez com que outra dimensão entrasse em contato com a nossa, a Dimensão do Medo. Divertido né?

Enquanto isso tudo rola, tem a situação da Ioiô rolando. Perder os braços deve ser um negócio péssimo, e é bem interessante que a série tá mostrando esse processo, tá mostrando como a personagem reage quando, além de tudo, tudo que ela ouviu sobre o futuro tá começando a acontecer por ela. E ainda tem o Mack, tá também tá passando por esse processo, da forma dele, mas tá sempre ali dando todo o apoio que ela precisa.

Daí, o Deke tá naquele processo de descoberta do mundo e das coisas que existem, o que é particularmente fofo, e ao mesmo tempo ajudando a Daisy a procurar medicamentos e outras coisas que possam ajudar no tratamento da Ioiô, quando surge um Kree atacando eles, do nada. E é um Kree sólido, que chega relativamente perto de matar o Deke, mas que some assim que leva um tiro.

O Fitz até chega a uma conclusão sobre uma forma de resolver o problema da dimensão invasora, mas não é algo exatamente prático. Alguém teria que ir lá levar o dispositivo, o que provavelmente seria um caminho sem volta. E o Coulson decide que vai resolver esse problema. Só que, naturalmente, ninguém quer que ele vá. E a Daisy é mais afetada por essa decisão, já que desde o primeiro momento ele foi como um pai pra ela – e ela até tenta usar de argumentos mais práticos, como a questão de nunca mandar o general pra batalha. Mas quando a praticidade não funciona, ela começa a apelar pra aspectos mais emocionais: por mais que ele diga que ela é o futuro da S.H.I.E.L.D., a organização já nem existe mais; a May provavelmente nunca vai se curar plenamente dos ferimentos, o Mack tá pra se demitir pra cuidar da Ioiô, que acabou de perder os membros superiores, a Piper acabou de trair eles e o Fitz e a Simmons tão finalmente juntos e ninguém quer arriscar isso. E quando o Coulson começa a se explicar, a voz dele começa a falhar, a visão começa a nublar e ele desaba.

Já mais recuperado, o Coulson dá uma missão pro Deke. Ele tem que ir buscar algumas coisas, já que ele é o único que pode sair sem ser perseguido pela polícia. E na sala de comando, tá todo mundo esperando o Coulson voltar, pra falar sobre o resultado dos exames dele. E a Simmons já chega dizendo que as notícias não são boas. Num resumo, ele tá com os dias contados, só esperando o pior acontecer. E ele já sabia, o que é muito pior. Tem alguma relação com o Motoqueiro Fantasma, e desde então as coisas só foram piorando. E essa parte do episódio é pesada, é tensa, mostrando a fundo como a Daisy sente esse baque, sentindo que não tem muita coisa pra fazer.

Enquanto a Ioiô é atacada pelo medo dela, a gente descobre que a fenda dimensional tá aumentando. E, lá fora, o Deke descobre que o exército tá em peso na cidade, já que os policiais avisaram que podem ter visto a Daisy Johnson por lá.  Aí ele faz uma ligação, naquele esquema de agência secreta, e a General Hale começa a buscar mais informações sobre esse fantasma, que não tem nenhum registro no sistema.

Decidido que o Coulson vai ir lá fechar a fenda, ele pega o elevador e vai pra lá, pronto pra enfrentar seu maior medo. Estranhamente, o maior medo se apresenta na forma do Mike Peterson, mas não é exatamente disso que o Coulson tem medo. O lance aqui é muito mais profundo, uma possibilidade muito louca, na real. O Mike surge com a possibilidade de que tudo isso não é real, que tá tudo acontecendo na cabeça dele, enquanto os médicos tentam ressuscitar ele depois que o Loki matou ele, láááááá em Vingadores. Ou seja, o maior medo de um cara que já morreu é morrer.

Aí, enquanto ninguém tem sinal do Coulson, uma aeronave chega no Farol. Um Quinjet, cheio de agentes da S.H.I.E.L.D. que tavam por aí, sem rumo, e, pra aproveitar o personagem, o Deathlok. E no fim das contas, ele ajuda o Coulson a derrotar as projeções do medo e a fechar a fenda.

Depois de tudo resolvido, tá o Coulson, o Deke e o Fitz no elevador, agindo como se fosse apenas mais um dia normal. Mas a gente é pego de surpresa por algo que já deveria ter acontecido há muito tempo: O CASAMENTO DO FITZ E DA SIMMONS. VOU ESCREVER DE CAPS LOCK PORQUE TÔ MUITO EMPOLGADO E FELIZ POR ELES, NOSSA. DEPOIS DE TUDO QUE ELES PASSARAM, FINALMENTE VÃO FICAR JUNTOS. É LINDO DEMAIS. Mas enfim, não bastasse o casamento, que é bem lindo, ainda tem mais. Enquanto o Deke e o Deathlok conversam sobre como foi difícil arranjar as alianças, o carinha do futuro diz que achou um anel muito parecido com aquele que a mãe dele costumava usar, que era da avó dele. Aí, lá na prisão, a General Hale descobre que, mesmo sem ter nenhum registro, ele tem ligação genética com duas pessoas: Leopold Fitz e Jemma Simmons.

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.


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