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Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – S05E13 – Principia

MAoS é, sem nenhuma sombra de dúvida, a melhor coisa da Marvel fora do cinema.

MAoS é uma série interessante. É bem feita, com um roteiro bem acertadinho e que alterna o ritmo dentro do episódio, e porquê não da temporada?, de um jeito tão lindo que a gente nem fica brabo em ter um episódio mais lento depois de um mais acelerado. E é lindo como eles trazem personagens antigos de volta, trazendo eles pra fazer parte de uma história que já tá sendo contada há muito tempo.

E quem dá o ar da graça de novo é o filho do Barão von Strucker, o Werner, ou Alex. Depois de ter passado por toda aquela merda que ele passou, ele mostra que tá tão ou mais cruel e maligno quanto o querido pai. A primeira vítima é o psiquiatra que tentava ajudar ele, mas a gente sente que foi só começo. Além disso, fica bem difícil derrotar alguém que lembra de tudo, absolutamente tudo. E depois de algum tempo, ele acorda numa base militar que aparenta estar muito vazia, com exceção da Ruby que tá lá dando 0 bolas pra ele – o que, naturalmente, faz com que ele queira toda a atenção dela.

A Ioiô tá de cama ainda, aparentemente melhorado, mas tá sendo legal ver o relacionamento dela com o Mack criando novos laços. É tudo bem sutil, tudo muito suave, sem exageros nem nada que a faça a gente criar ranço deles. E é quase que ao redor do Mack que esse episódio gira.

Depois de tentar resolver a situação com o gravitonium que tinha no cinto do Deke, o Fitz percebe que vai faltar e que eles precisam de mais. Porém, nesse tempo, é um negócio bastante difícil de achar e só uma empresa tem a quantidade suficiente pra arrumar as coisas. E como todo mundo envolvido na empresa deu uma morrida nos últimos dois anos e o atestado de óbito foi assinado pelo mesmo cara, investigar parece uma ideia interessante.  Chegando lá, descobre-se que o cara é na verdade um ex-colega da Academia da S.H.I.E.L.D. do Mack e que, sabendo disso, vai ajudar a equipe de todos os jeitos que conseguir.

Mas nem tudo é ação. Tem a Ioiô lidando com o fato de não ter mais os braços e com medo que isso afete a relação dela com o Mack; além disso, tem a Daisy e a May não aceitando a iminente morte do Coulson e entendendo que vão precisar fazer de tudo pra salvar ele, inclusive coisas com as quais ele não concorde, afinal de contas ele não perguntou a opinião delas quando tomou as decisões que tomou em nome delas.

O Alex tem todo aquele ar de psicopata jovem absolutamente mimado que a gente até acha interessante ver em uns filmes, então a próxima atitude dele é ameaçar a Ruby pra falar com alguém que tem o real poder, a mãe dela. Como eles cresceram juntos, todo mundo se conhece, então rola um clima de reencontro entre pessoas que nunca se suportaram e que tão ali precisando umas das outras pra chegar a algum lugar. Mas essa parte é bastante óbvia e a gente já sabe o que vai acontecer desde o primeiro momento: vão deixar o Alex ir embora mas só no dia seguinte, aí antes dele ir embora a Ruby vai lá e ganha a confiança dele e convence ele a ficar. A parte não exatamente óbvia é que ela tem um plano de se voltar contra a mãe, então temos algo que pode ficar interessante.

O amigo do Mack marca o encontro com o cientista que teve acesso ao gravitonium, mas ele diz que não tem muito o que fazer, já que tudo que eles tinham tava em um barco e o barco desapareceu em ponto do mar. Numa busca por radar, não se acha nada lá no fundo, então presume-se que alguém levou tudo pra algum lugar e que vai dar merda. Mas, mostrando que herdou alguma inteligência do vovô e da vovó, o Deke chega a conclusão de que, com gravidade envolvida, esse negócio de em cima e embaixo não existe, então o navio pode muito bem estar flutuando por aí.

Vão pro navio a Daisy, o Coulson e o Mack e eles até encontram alguma resistência lá (aqueles robôs estranhos da Hale), mas mesmo com uma cena um pouco dramática dá tudo certo no fim. Tem gravitonium suficiente pra dar e vender agora. E indo na vibe das descobertas familiares de fim de capítulo, o Deke escuta a Simmons falando uma coisa que a mãe dele dizia que era a avó dele quem fala. Então, ele ligou os pontos…

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.


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