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Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – S05E14 – The Devil Complex

O nosso pior inimigo é aquele que tá dentro da gente.

Tem uma música do Dream Theater, uma banda que vocês super deveriam ouvir, que se chama The Enemy Inside, ou O Inimigo Interior, numa tradução direta. E eu tava vendo esse episódio e pensando que o maior inimigo de todo mundo nessa equipe não é o governo americano, ou a General Hale, ou a Aida, ou os Kree ou até mesmo o Ward e suas várias aparições; as pessoas que eles realmente temem são aquilo que eles guardam dentro de si, que escondem do resto do mundo. O Coulson tá ali, morrendo e agindo de forma cada vez mais destrutiva, além de não ter plena certeza se tá realmente vivo. A Daisy precisa lidar com o fato que, dentro dela, tem um poder que já/vai destruiu/destruir a Terra. A May tem toda a questão dos motivos pelos quais ficou conhecida como Cavalaria. E hoje a gente descobriu o que o Fitz guarda dentro dele: a pior versão dele, o Dr. Leopold.

Já que o aparelho que o Fitz projetou tinha prazo de validade e eles já tinha conseguido resgatar o gravitonium, a ideia era que uma forma mais permanente de controlar a fenda pra Dimensão do Medo surgisse logo logo. Mas, obviamente, nada é fácil pra essa equipe. O Fitz não conseguia comprimir o gravitonium da maneira necessária pra ativar o novo aparelho, então por enquanto eles iam ter que lidar com as ameaças à medida que elas fossem surgindo. E não demora muito pra elas começarem a surgir.

Nesse meio tempo, a gente tem o Deke lidando com essa coisa muito louca de descobrir quem são os avós dele e estar convivendo com eles enquanto eles eram recém casados. E não acho que qualquer um de nós estaria lidando com isso tudo de uma forma muito melhor. Afinal de contas, fotos não existiam então ele só tinha as lembranças do que a mãe dele contava pra ele sobre os pais dela. E, no fim das contas, ele tá sendo exatamente aquilo que eles precisam.

Miraculosamente, eles conseguem achar um sinal do celular da General Hale. Eu, daqui, senti que era uma armadilha, mas o Coulson achou que era de fato um deslize dela, então foi atrás dela e até capturou ela, usando a prática capacidade stealth do avião. E no carro tinha apenas ela e um motorista, aparentemente mais um daqueles robôs que eles vinham usando. O Coulson começa a interrogar ela, mas, de novo, as coisas não saem exatamente do jeito que ele gostaria, afinal de contas nada seria tão fácil assim. Ela deixou que localizassem ela, e obviamente não foi sozinha. Quem tava dirigindo o carro era o não tão querido Sr. Creel, o Homem-Absorvente.

Enquanto isso, o Dr. Leopold começa a agir, mostrando pro Fitz que tudo que ele tá fazendo é necessário, é apenas as coisas que ele deveria fazer mas não tinha a coragem de fazer. Ele já surge atacando o Deke, e insiste pro Fitz que é real, e que no final das contas eles são a mesma pessoa. Ele tá controlando os robôs, pra que eles ataquem o resto da equipe e mantenham eles distraídos, pra que o plano maligno dele dê certo.

Mas não é só Creel e Hale que vieram participar da festa. O Ivanov, na sua nova forma bastante não-humana, resolveu se juntar com esse pessoal bem legal, e a gente não sabe o motivo ainda, mas não vai vir nada muito bom dali. Mas quando a general convida o Coulson pra ir junto com ela, e ele decide ir em troca da segurança da equipe, mais uma vez o desejo de morrer dele aparece, e a May percebe isso. Mas provavelmente era a única solução, já que o Creel tava com uma bomba que tinha a capacidade de destruir tudo ali.

Reunido com a Simmons, com a Ioiô e o Mack, ferido, o Fitz percebe que sua versão maligna tá querendo a Daisy por algum motivo e vai atrás deles, tentando resgatar a amiga. Ao chegar lá, ele percebe que a Daisy tá amarrada numa cama e que o Leopold tá querendo remover aquele negócio que bloqueia os poderes dela, já que o poder dela é a única forma de transformar o gravitonium no que eles precisam pra impedir o crescimento da Dimensão do Medo. Só que isso implica em remover a única coisa que garante que a Tremor não vai voltar e destruir o planeta. E aí que começa a parte genial do episódio.

Enquanto o Leopold tá retirando o bloqueador o Fitz aparece lá, dizendo pra ele parar de fazer isso, e logo eles começam a discutir sobre ter a coragem de fazer o que é necessário, não importa o custo que isso traga. Aí, enquanto tá ali atada a cama, a Daisy pergunta ‘com quem você está falando?” e a gente acha que ela fala isso porque tá sob efeito dos remédios ou do trauma, e deixa isso passar batido num primeiro momento, já que a discussão entre os dois é mais importante. Mas daí a Jemma chega e a única pessoa lá o Fitz, com as luvas cirúrgicas e o bisturi na mão e a gente percebe do que a Daisy tava falando. Nunca houve um Leopold, só o Fitz enlouquecendo.

E mesmo com a Jemma lá, fazendo ele perceber isso, não tem muito o que fazer. Ele (entenda como quiser) programou os robôs pra impedir qualquer tentativa de impedir ele de terminar a operação, e até mesmo o Fitz percebe que esse é o único jeito de salvar as coisas, mesmo não sendo o jeito correto. E assim que ele começa a remover o negócio, tudo ali começa a tremer. E quando ele termina, a Daisy diz que nunca vai perdoar ele, e ele acrescenta dizendo que provavelmente ela não será a única. Em seguida, o aparelho pra fechar a dimensão é finalizado e já vão pra lá pra acabar de vez com esse problema.

Agora, com o Fitz em uma espécie de cela, ele e a Jemma tão conversando, e ele diz que tá ouvindo o Leopold desde quando eles saíram do Framework, mas que só agora passou a ver ele. Perdão é uma coisa que não sabe se vai ter, mas é uma coisa que sabe que não merece, mas que mesmo assim ainda acha que tomou a melhor decisão. E, de certa forma, a Jemma concorda, já que pra mudar a linha do tempo é preciso ações bem drásticas. Mas, ao mesmo tempo, isso mexeu bastante com o relacionamento deles.

Enquanto a Simmons tá ali sentada, lamentando a vida o Deke surge pra tentar acalmar as situações. E esse momento é bem fofinho, porque enquanto cara do futuro mostra que sabe muito mais da vida deles do que ele deveria saber, ela vai começando a perceber quem ele realmente é. E assim que rola a confirmação, ela vira pro lado e vomita. ACHOU QUE NÃO IA TER MAIS PLOT TWIST? ACHOU ERRADO, OTÁRIO.

Ah, e a Hidra tá bem viva ainda.

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.

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