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Marvels Agents of S.H.I.E.L.D. – S05E15 – Rise and Shine

“Por que a gente ainda tá lutando contra nazistas?’

Um episódio que começa com um flashback quando rolou um absurdo de coisas no último tem tudo pra ser chato, pra ser um filler e dar todos os motivos pra gente reclamar. Mas MAoS tá aí pra mostrar que, quando é feito por um motivo, o flashback funciona.

Esse mesmo lugar onde a Ruby e a Hale vivem, além de todos os outros capturados ou aliados, foi, há anos atrás, uma espécie de escola da Hidra, onde os jovens estudam os ideais da organização e descobrem quais vão ser seus futuros postos de trabalho. E tá todo mundo lá: a própria Hale, o Jasper Sitwell e até mesmo o futuro Barão Von Strucker – e o convidado pra ir lá dar uma palestra sobre outra possibilidade de caminho a seguir no futuro é o Daniel Whitehall, que não envelhece né.

Já é possível ver que existe um clima de desavença entre a Hale e o Strucker, mas todo mundo lá sabe que ele vai ser o futuro líder da Hidra, então quando o clima vira de fato uma briga (com o Stucker apanhando feio), ela sente que perdeu todas as possibilidades de ir atrás do que realmente queria. E, de certa forma, é isso que acontece. Enquanto o Sitwell é mandado pra trabalhar na S.H.I.E.L.D. – e a gente já sabe como essa história termina – a Hale vai trabalhar na força aérea como sempre quis, mas cabe a ela uma tarefa bem ingrata.  Depois do Steve Rogers e o sucesso do soo do super soldado, a Hidra queria um ser super poderoso pra chamar de seu. Eles até tavam no caminho (o Bucky e tudo o mais, mas eles pensavam de um jeito diferente, querendo colocar um cara numa máquina que irradia partículas e tudo o mais. E, qual seria o papel da Hale nisso tudo? Ela cederia o útero pra gerar esse ser perfeito, que seria depois irradiado e viraria o ser perfeito. Em um primeiro momento ela até tenta negar, perguntando se tem algo a ver com a briga com o Strucker, mas o Whitehall é bem intransigente e ela acaba aceitando.

De volta pro presente, com a gente já sabendo que a Ruby foi criada pra ser a pessoa perfeita, a arma perfeita da Hidra, algumas coisas começam a ser explicadas. Na verdade, o Talbot não morreu, inclusive sobreviveu ao tiro mas o cérebro dele já não era mais o mesmo. Em uns rompantes de agressividade, ele não podia ficar perto da família e nem podia voltar a ocupar o antigo cargo, então ele acabou sendo levado pra um lugar onde poderia se recuperar melhor. Adivinha onde?

E aí começa o pulo do gato. Aquele negócio do último episódio, aquele ‘lugar’ onde a Hale esteve é o motivo pelo qual o Coulson foi trazido pra cá. Depois da quase invasão dos chitauri, o pessoal da Hidra achou que era uma boa ideia entrar em contato com vidas e seres fora do sistema solar. Quem respondeu mandou uma máquina, um transporte pra que o encontro entre todo esse pessoal legal acontecesse. Só que não foi um simples contato que rolou. O pessoal que veio antes da Hale nessa função acabou fazendo um trato com os caras, pra que a Terra fosse protegida da guerra que tá se aproximando. EU OUVI DIZER GUERRA INFINITA? EU OUVI ALGUÉM GRITANDO THANOS LÁ NO FUNDO?

Basicamente, ela quer que todo mundo se una, S.H.I.E.L.D. e Hidra, pra evitar a iminente destruição da Terra, já que até ela sabe que ficar dependendo de outros não dá muito certo. E qual a ideia genial dela? Utilizar a tal máquina desenvolvida nos tempos do Whitehall pra fazer com que o planeta tenha um campeão, alguém capaz de derrotar qualquer que seja a ameaça. Naturalmente, a gente pensa que a filha dela seria a pessoa ideal, mas até ela sabe que o temperamento da menina não é o melhor pra algo tão importante. E aí que entra o Coulson. Ela quer utilizar o gravitonium pra potencializar os poderes da Daisy e fazer ela essa campeã. Só que, obviamente, isso fez o líder da S.H.I.E.L.D. pensar. Atualmente, a Tremor não tem todo esse poder pra destruir a Terra, mas com um boost de gravitonium ou até mesmo com alguma coisa dando errado, ela talvez teria. Então, obviamente, ele diz que não vai rolar. Mas aí, entra na sala um Talbot com evidentes sinais de tortura, falando que resistiu o máximo que pode, mas que ele acabou contando todos os segredos que sabia.

Aí, lá na base da S.H.I.E.L.D., o pessoal tá tentando ser o mais pragmático possível. Eles não tão indo muito bem na tarefa de achar o Coulson, então a May acha que a melhor opção é deixar o vilão de estimação deles, o Fitz, usar a genialidade sem moral pra descobrir alguma coisa. Não há nenhuma dúvida que a Daisy foi contra, inclusive atacando ele em um momento, então esse plano foi afastado. Mas daí a Daisy decide ir atrás da Robin, pra ver o que ela anda desenhando.

Aí, a Simmons decide ir mostrar um negócio pro Fitz. Agora que ela já sabe que o Deke é o neto deles, ela acha que é um bom momento pra contar isso pra ele. E ela faz mostrando um equipamento que ele tinha, que só podia ser dele. E ele reconhece, contando a história daquilo. Aí, ela mostra o que é realmente dele, falando que esse outro é do Deke, que era do avô dele. E ela chega a uma conclusão meio perigosa, baseada em uma coisa que a Ioiô tá pensando. Lá no futuro, ela encontrou a versão dela sem braços, mas ainda assim, viva – o que indica que ela ainda tá viva. Aí, como ainda existe um Deke e a filha deles cria o guri, eles naturalmente vão durar como casal até lá. Então, como ela mesma diz, eles são invencíveis.

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.


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