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Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D – S05E19 – Option Two

Aí sim, fomos surpreendidos novamente.

O clima na equipe não tá bom. Tipo, não tá bom mesmo. A Ioiô matou a Ruby, o Coulson tá morrendo, a Daisy não tá sendo a melhor das líderes. E isso tudo causa brigas. Logo no começo do episódio, rola uma discussão generalizada porque a Daisy tá muito pistola com a Ioiô pelo assassinato, a Ioiô tá muito irritada porque sente que fez a melhor decisão pra evitar a destruição da Terra E considera que a Daisy é uma péssima líder e se ofende porque ninguém segue as ordens dela. A May e a Daisy tem um plano pra curar o Coulson, então elas precisam ir atrás do Candyman, que ficou de conseguir algo relacionado com o Projeto Deathlok. Então, depois de todo mundo se xingar, já que o Fitz e a Simmons também tavam lá e não tinha tido as atitudes mais corretas nos últimos tempos, o Coulson assume e diz que vai tomar as decisões a partir de agora e, como todo mundo sabe o que tem que fazer, é bom ir fazer.

Enquanto a Daisy vai pra essa missão secreta dela, a parte científica da equipe cuida de resolver a situação do gravitonium, já que o plano é utilizar a Zephyr pra mandar o elemento pro Sol e acabar com a possibilidade de dar qualquer coisa errada. O Deke vai levar o negócio do laboratório até o hangar e o Coulson vai ir falar com o Talbot, que tá balbuciando uns números desde o começo do episódio e agora percebeu o que esses números querem dizer: a localização da base. E sabe aqueles aliens que a Hale conversava? Eles vieram buscar o gravitonium.

Aí surge o holograma guia do Farol, que sempre surge nessas horas de perigo. Ele sentiu um problema de nível apocalíptico e o Coulson precisa decidir uma entre as opções: se o Farol tiver passando por um evento climático extremo, pressione 1; se tiver passando por ataque nuclear, pressione 2. Sem pensar muito, ele aperta o dois, mas assim que ele faz isso aparece a opção “para uma invasão alienígena, aperte 3”. Dessa forma, o Farol vai se fechar durante aproximadamente 15 anos pra proteger aqueles que tão lá dentro da radiação. E o que a gente aprende disso tudo? Sempre ouvir todas as instruções, até o final.

Depois do vilão alienígena malvadão se apresentar e dizer que quer o gravitonium, o Coulson dá todo um discurso que a base tá selada, que eles tem alimento, água e ar por muito tempo e que eventualmente alguém ia acabar lançando uns mísseis em uma nave espacial. Depois que ele desliga, o pessoal começa a se preparar pra achar formas de desativar essa quarentena e de se defender dos aliens. Num primeiro momento, nem tem como eles entrarem né, já que também é impossível sair. Mas aí o Coulson percebe o óbvio: eles têm um dispositivo de teletransporte. Então, eles precisam formar uma defesa.

Uma coisa que a Ioiô faz é ir e voltar, então ela devia saber que toda ação tem uma reação, que tudo que vai volta. Quando ela vai conversar com o Mack, ele tá completamente frio com ela. Por mais que ele também quisesse matar a Ruby por causa do que ela fez com ela, não é dessa forma que a S.H.I.E.L.D. age, não é matando as pessoas. Ela disse que fez pra evitar uma situação pior, e que ninguém julgou a May quando ela precisou tomar uma decisão parecida pra salvar as outras pessoas. O Mack responde que, por mais que ela tenha feito algo pra tentar mudar o futuro, ele não sabe se vai tá lá esperando ela quando ela voltar. Se isso não fosse o suficiente, ela precisa contar pro Coulson e pra May que ele precisa morrer, que ele não deve ser salvo. Obviamente, os dois discordam. Mas os aliens começam a chegar.

Aí, começa a invasão. Os Remorath são, em um bom resumo, uns aliens que fazem parkour e tem umas garras imensas e conseguem fazer com que toda a luz do ambiente em que eles estão suma. E não é só luz, mas energia elétrica. Então, nada de armas tecnológicas. E, obviamente, as coisas não tão dando muito certo. Todos aqueles coadjuvantes outros agentes começaram a morrer, e os grupos tavam separados pra conseguir organizar uma resistência. A Ioiô tinha que ir buscar o Talbot, Fitz-Simmons tavam no laboratório e a Daisy tava do lado de fora. Pelo menos, boas notícias: tem uma forma de desativar o confinamento, então nem tudo tá perdido.

Lá fora, Daisy encontra o Candyman e ele fala sobre o John Garrett e como ele continuava vivo, com um coquetel cheio de elementos, mas que esse que ele conseguiu é o último disponível, então é bom usar de um jeito certo. Além disso, temo elemento curativo nesse coquetel, que foi desenvolvido por nazistas, então é algo bem perdido.

Vamos então ao personagem desse episódio. O Talbot tá querendo ajudar, de todas as formas, já que foi ele quem trouxe os aliens pra base. Enquanto tudo começa a dar errado, inclusive o plano de fugir, já que o lugar onde o confinamento seria desativado foi destruído pelos Remorath. Aí, quando tá todo mundo quase morrendo, ele dá um tiro com a arma tranquilizante na Simmons e ativa a máquina, aquela do gravitonium e ele entra lá, se tornando o tal Destruidor de Mundos. E, em um primeiro momento, ele aparenta não sofrer do problema das vozes dentro da mente dele. Até porque, uma a mais, uma a menos…

E quando tudo tá quase perdido, com a sala de comando sendo invadida, surge o Talbot, utilizando a gravidade pra controlar a situação e transformar os aliens em bolas. É uma cena bem forte, na real. E ele segue usando os poderes, mas agora pra elevar a parte onde ele e o Coulson tão em direção aos céus.

Sem nem fazer ideia do que tava rolando, a Daisy vai atrás do tal elemento, já que ele sabe onde encontrar. E ela termina o episódio desenterrando o cadáver da mamãe Jiaying.

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.

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