“I finished my book. It’s a story about my sestras. I call it Orphan Black.” 

The Vampire Diaries ✔ … Bates Motel ✔ …. e agora Orphan Black! Meu terceiro series finale nesse 2017, só queria deixar claro que não está sendo fácil e esse foi o series finale que mais me doeu, me despedir desse mundo criado por John Fawcett e Graeme Manson e estrelado por Tatiana Maslany me trouxe sentimentos ambíguos, vi essa série canadense com uma proposta ousada crescer, diversos grupos nas redes sociais foram criados e o Clone Club se expandiu.

Torçemos de uma forma avassaladora nos Emmy’s de 2015 e 2016, quando todos se perguntavam quem é Tatiana Maslany? Nossa garota cresceu e conseguiu o mais almejado prêmio da televisão. Mas durante esses cinco anos o que mais me emocionou foi ver as pequenas mudanças que Cosima, Sarah, Helena, Alisson e Rachel passaram, sim todas interpretadas pela mesma atriz, mas cada uma com suas singelidades e características únicas, nossas seestras amadurecem e cresceram e o que todos queremos saber o que vai acontecer com cada uma delas?

O Series Finale nós levou ao fim dessa trama complexa, perplexa e louca que Orphan Black trouxe e chegou a hora de ver o que aconteceu… vamos começar enfim meu último review de Orphan Black! O episódio começa exatamente onde o anterior terminou, Sarah e Helena estão em apuros dentro das antigas instalações da Dyad, Helena começa a sentir as primeiras contrações e o parto dos babies terá que ser feito por ali mesmo de alguma forma.

Ao mesmo tempo que tudo isso ocorre vemos uma excelente jogada com cenas de Flashback onde Sarah encara a questão da gravidez e tem uma certa dúvida sobre cometer o aborto, ao seu lado está a magnífica Siobhan Sadler que deixou saudades. Sarah precisa ter calma e se mostrar segura para ajudar sua seestra e acaba tendo que deixar Helena para ir em busca de instrumentos médicos para o parto no meio de toda aquela loucura.

Assim sendo o clima de tensão estava instalado, semanas atrás Tatiana Maslany disse aos fãs: “não esperem um final feliz” e sinceramente eu vim para esse series finale esperando que alguma das minhas seestras passasse dessa pra melhor. E quando vi a rata demônio da Coady viva e plena, eu senti #MEDO.

 

A demônia da Virginia Coady tava viva e plena e ao lado do Dr. Abobrinhas Westmoreland estava pronta para matar nossas gêmeas e roubar material genético das crianças. Eu senti real medo e mesmo quando vi que Art levou sorte naquele confronto com aquela policial magra e charope eu sabia que algo poderia não acabar bem.

A sequência nós levou ao óbvio Virgínia encontrou Helena e em uma virada de mesa esteve com Art e Helena sob sua mira, mas com uma boa dose de teatro e uma boa artimanha de Rainha Helena, o jogo virou e a malditaaaaaaa da Coady finalmente morreu.

Quem também passou desça pra melhor foi o Westmoreland, o velho tava fraco e sem forças, sua idade avançada combinada com alguma doença acabou deixando ele como um alvo fácil para Sarah Manning que quase morreu e acabou usando da melhor forma possível aquela espécie de extintor! AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH

Nesse momento eu tava pleno e gritando na minha cama em silêncio, os dois maiores demônios dessa série estavam eliminados para sempre e tínhamos cerca de 15-20 minutos de episódio só, ou seja, muito tempo para se trabalhar no futuro das seestras. Westmoreland e Coady mortos, os chefões da Neo sendo caçados ou se matando… os elementos para um final feliz para nossas seestras estavam postos sobre a mesa apesar de todas as merdas que aconteceram e será que tivemos um final feliz?

O primeiro momento de felicidade foi o parto de Helena, uma das cenas mais lindas de todas as séries que vi, Helena e Sarah em um momento único de compaixão e compreensão, como duas irmãs, Sarah fez o papel de mãe, irmã, companheiro de Helena naquele momento tão assustador e com a ajuda de Art vimos os lindinhos Orange e Purple virem ao mundo.

Purple e Orange chegaram ao mundo com tudo e com a mãe mais dedicada que poderiam ter para ser sincero. Enfim, depois no nascimento dos babies não temos muito mais informações sobre o que aconteceu com a Dyad, aquela policial filha da puta, os corpos ou qualquer coisa, pulamos para um futuro próximo onde vemos Sarah tentando encontrar alguma espécie de futuro.

Sarah está triste, na bad e ainda abalada pela perda de Mrs. S., ela tenta agora voltar a estudar para conseguir um bom emprego e dar um bom exemplo para Kyra. Mas como esperado, Sarah falha rudemente em sua missão e chegamos então ao encontro de todas as seestras, o chá de bebê dos gêmeos de Helena.

Aqui vemos que todas de certa forma seguiram em frente com exceção de Sarah. Sarah Manning perdeu Paul, perdeu Siobhan, perdeu parte de sua alma nessa empreitada dos Neos e dos LEDA, ela perdeu tanto que fica difícil pensar em uma Sarah totalmente feliz ou completa novamente. Os dialogos com Helena pelo telefone e com Félix deixaram isso claro.

Como esperado a reunião das Seestras teve de tudo, inclusive uma torta de climão causada por Alisson ao questionar Sarah sobre a venda da casa e vemos que é uma maneira de Sarah fugir das péssimas lembranças, da casa onde Siobhan acabou sendo morta. Até esse momento eu não tive a capacidade de pensar nesse ponto e eu realmente me senti frio e me senti como Alisson, como Félix não tinha visto como aquilo era cruel e difícil para Sarah.

Falando em cruel e difícil finalmente vemos o retorno da bicha má que mais amamos odiar Rachel Duncan! Ela entrega a Félix um presente e parte para viver sua vida solitária. Amei o momento que Félix confunde o motorista do Uber com o novo capacho dela! haahhaha

Adios Rachel Duncan, eu te veneroooO!

Depois disso chegamos a uma reunião das seestras. Todas reunidas na varanda, sentadas na poltrona e Helena no chão e vemos um momento onde Sarah finalmente consegue abrir seu coração e falar sobre seus medos, tudo acaba sendo levado da melhor maneira possível graças a capacidade de sensibilidade de todas as outras e vemos uma das cenas mais lindas de todos os tempos.

A sequencia ainda melhora quando Félix traz uma lista que contém os dados de 274 LEDAs espalhadas por todo mundo, inclusive no Brasil. Por fim aquela última cena entre todas as seestras não foi uma dança magnífica mas foi o momento onde Helena começa a ler seu livro em ucraniano sobre todas elas, esse livro que é chamado de Orphan Black.

Aqui tudo estava terminado e acabado, nossas seestras de alguma maneira viveriam suas vidas cada uma a sua maneira e seriam aquele ponto de apoio uma a outra. Mas não acabou ai, os produtores nós deram mais uma cena de cada uma das 4 protagonistas e vamos falar um pouquinho do aconteceu com cada uma….

Alisson tem seus dois filhos para cuidar, uma irmã que mora no porão e ultimamente despertou um certo talento para a música. Donnie conseguiu um bom emprego e os dois seguem vivendo sua vida da maneira mais brega e feliz possível, morri de rir com esse strip do Donnie para ela! SOCORRRO! hahahaha

Cosima também tem um grande amor e ao lado de Delphine ela vem espalhando uma cura genética para todas as LEDAS, tivemos a oportunidade de conhecer a simpática Camila Torres da Colombia nesse último episódio e ainda ficamos na promessa de Cophine no Brasil para curar 14 clones, ou seja, seria uma tour completaaa meus amores, podem vir rainhas!

Helena segue cuidando de seus dois filhos que amam comer areia e ela finalmente resolver dar nomes para eles, em homenagem talvez aos dois homens que mais ajudaram ela em toda série, vemos os pequenos Art e Donnie surgirem! AMEI <3

Acredito ainda que Helena viverá em função de seus filhos e quem sabe quando eles tiverem maiores ela não resolve procurar o pai das kids? Seria meu sonho?

Sarah ainda segue no mesmo endereço e tentando encarar a vida da melhor forma possível e isso claramente inclui um dia na praia com seus amores e uma caixa de cervejas, isso mesmo Sarah você precisa espareicer e seguir em frente como todos esperamos da mais guerreira de todas as seestras.

Sendo assim me despeço de Orphan Black por aqui e de você querido leitor que tirou um tempinho para vir nossas críticas e comenter quando pode! Se quiser deixar algum sugestão, crítica ou quiser discutir algo sobre a série basta apenas comentar abaixo que assim que possível responderei a todos! Bye #CloneClub

 

Lindomar Albuquerque
Lindomar Albuquerque

Canceriano com ascendente em Sagitário, ou seja UMA ÓTIMA PESSOA! Atualmente um louco que faz Doutorado e que já se formou em Química. Viciado em The Voice, séries e Indie Rock. Gosta de gastar o tempo que não tem para escrever sobre The Voice, The Flash, Bates Motel, Orphan Black, The Vampire Diaries e Westworld.
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