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Panelaço: Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher é o momento para exaltar todas aquelas que passam por nossas vidas e são responsáveis por nos emocionar, nos inspirar e também nos ensinar. As mulheres da ficção são capazes de trazer a tona assuntos que podem ser tabu para algumas pessoas ou falar sobre determinados temas que não são devidamente debatidos. As mulheres são poderosas, elas tem uma força bruta e quase imensurável que vem de dentro, que as tornam capazes de fazer o que quiserem, basta que tomem conhecimento disso. Para comemorar a data, trouxemos uma lista (imensa) de personagens que a sua maneira são exemplos de mulheres que nos inspiram e emocionam. Vamos à lista?

 

 

Claire Beauchamp (Outlander)
Se hoje, no ano de 2018, no século XXI, matamos vários leões por dia simplesmente pelo fato de ser mulher, imaginem viver não apenas em um século, mas em 2 totalmente diferentes e ter que provar por x + y, o seu verdadeiro valor independente de ser mulher? Pois foi isso que Claire Beauchamp/Randall/Fraser viveu e ainda vive nas temporadas de Outlander. Ela teve que provar que era tão capaz quanto qualquer homem de fazer uma faculdade de Medicina e se tornar uma excelente médica. Ela enfrentou os comentários maldosos por ser uma mulher separada no século XX. Mostrou e continua mostrando que nos anos 1700, no século XVIII, ser uma mulher casada, não a torna um simples complemento ao marido. Ao longo dos episódios e temporadas, Claire trava batalhas internas e externas provando que ser mulher não é um fardo que tem que carregar diariamente, muito pelo contrário. Por ser mulher, é que ela é capaz de enfrentar tantos desafios e prova que em diversos momentos, o “macho alfa” (Jamie Fraser) da série não seria nada sem essa mulher incrivelmente batalhadora e corajosa. Coragem é o nome e sobrenome de Claire Beauchamp.

Texto por Caroline Azevedo
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Lagertha (Vikings)
Qual é o lugar de uma mulher nesse mundo? É ser dócil, complacente ou simplesmente silenciosa? NÃO! Os deuses tem grandes planos para você, isso eu juro. Você é corajosa. Você é forte. Você é astuta. Você é sábia. Você é perspicaz por observar constantemente. Você é poderosa por fazer sua voz ser ouvida. Seu lugar pode ser como uma guerreira, ou como uma rainha. Mas apenas você segura as rédeas para este destino. Então, seja corajosa. E os deuses irão carregá-la para a grandeza, sem ninguém forte o suficiente para pará-la.” Frase da própria Lagertha em um dos comerciais de divulgação da série Vikings, e esse pequeno trecho mostra tudo o que essa mulher passou entre sua caminhada entre uma simples camponesa para uma das maiores guerreiras e rainhas dos Vikings!

Texto por Lindomar Albuquerque
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Octavia Blake (The 100)
Octavia Blake é um grande exemplo de superação e de autoafirmação. Aquela personagem que era apagada, mas que no decorrer da série começou um relacionamento com um Terrestre, considerados inimigos, mesmo indo contra todos que conhecia. Se tornou uma guerreira sob os conselhos de Indra. Não fraquejou ao ver seu namorado ser morto com um tiro na cabeça, continuou a treinar, ficou conhecida como Skairipa, ou morte que veio do céu. Não satisfeita, venceu um representante de cada clã, se tornando a comande de todas as tribos. Sem sombra de dúvidas, a jovem é um grande exemplo de uma mulher corajosa, que enfrentou família, romance, e até mesmo divisão de raças, chegando no ápice da série apenas com sua bravura.

Texto por João Pedro Avelino
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Alex Parrish (Quantico)
Alex Parrish é um grande exemplo de persistência por todos os seus feitos em Quantico. Conseguindo ganhar a confiança de homens poderosos, ela se tornou destaque no FBI por solucionar um dos maiores ataques terroristas após o onze de setembro. Ela chegou praticamente a lutar sozinha, pois todos desacreditavam dela. Sua inteligência é excepcional, com uma ótima visão analítica nas situações mais adversas ela sempre consegue achar um ponto solto que resultará na solução do problema. Além disso, ela possui objetivos sempre bem definidos e uma motivação avassaladora, que demonstra sua persistência e a consagra como essa grande e poderosa personagem.

 Texto por Ricardo Souza
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Daenerys Targaryan (Game Of Thrones)
É e claro que para falar de mulheres persistentes não podemos deixar de fora nossa Targaryen preferida, não é mesmo? Não é de hoje que GoT é reconhecido como uma das séries mais empoderadas da atualidade trazendo personagens marcantes e histórias brilhantes adaptadas da saga Crônicas de Gelo e Fogo criada por George R. Martin. Mas vamos ser sinceros, quer mulher mais icônica, guerreira e poderosa do que Daenerys Targaryen, vulgo Khaleesi do povo Dothraki, vulgo Mother of Dragons? Mãe solteira de Três dragões, a personagem passou de uma menina fraca, submissa e sem confiança, para uma líder destinada a comandar os Sete Reinos, pregando liberdade, sendo piedosa e justa. Dany é um dos maiores exemplos de superação e um tapa na cara dos machistas. Após ser abusada, maltrata por seu próprio irmão, vendida como um animal, ela consegue tomar o controle em um mundo comandado por homens e se tornar um exemplo de soberania e sabedoria. E para finalizar essa homenagem, uma pequena fala épica da personagem que explica porque escolhemos ela como uma das nossas mulheres persistentes.
“Sabe o que me manteve viva durante todos esses anos no exílio? A fé. Não em algum deus, não em mitos e lendas. Em mim mesma. Em Daenerys Targaryen”.

 Texto por Carlos Veiga
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Quinn King (UnReal)
Quinn é um retrato fiel da realidade de várias mulheres. Ela tem o trabalho como o seu principal pilar, realmente se destaca no que faz e segura o mundo nas costas na pontinha do salto e com toda a eloquência. Mas mesmo sendo uma mulher extremamente independente, que não precisa se apoiar em ninguém, Quinn é subestimada. Fica na sombra de um homem que suga tudo dela e ainda sai com o crédito. E embora ela não se curve para injustiças, ela é obrigada a jogar esse jogo, pois não tem outra saída. Ela trabalha 2, 3, 4, 100x mais que qualquer um dos outros homens em seu patamar, e mesmo assim não tem o mesmo reconhecimento. Não falta confiança e eficiência em Quinn, o que falta é igualdade. E ela luta diariamente por seu espaço, assim como tantas outras mulheres aqui na vida real. Não abaixa a cabeça pra ninguém, mas sabe que ainda tem um longo caminho a percorrer para alcançar seus objetivos; um caminho duro e desigual, mas isso não põe medo nela, só a impulsiona a voar mais e mais alto. E não é exatamente isso que todas nós fazemos todos os dias?

Texto por Luana Medeiros
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Kara Danvers (Supergirl)
“Woman Power”! AAHHH uma lista dessas não poderia deixar de fora nossa amada Kara Denvers que representa muito todas as mulheres de Supergirl. Kara é poderosa de tantas formas que não sei se vou conseguir expressar em tão poucas palavras, mas seu poder vai muito mais da super força, do sopro congelante, da visão de calor ou da capacidade de voar, sua força vai na habilidade de trazer o melhor das outros para fora, de ser um exemplo a ser seguido, de ser uma hábil repórter, uma irmã magnífica, de proteger a todos custe o que custar. Supergirl é uma série feminista, coloca as mulheres como líderes de grandes empresas, como chefes de agência do governo e mostra que ela são tão capazes quando senão mais que os homens!

Texto por Lindomar Albuquerque
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Melinda May (Agentes da S.H.I.E.L.D.)
Base do funcionamento da equipe de Agents of S.H.I.E.L.D., Melinda May é uma das personagens mais fortes que a gente viu na TV nos últimos tempos. Independente, destemida e capaz de derrotar qualquer adversário em um confronto corpo a corpo. Conhecida como “Cavalaria”, é aquela que todos chamam quando a situação é complicada demais pra resolver das formas tradicionais. Mas a Agente May é mais do que isso, muito mais cheia de nuances, e à medida que a série vai se desenrolando vamos entendendo suas motivações, suas falhas e seus méritos, e percebendo que ela é uma das melhores personagens da série.

Texto por Rafael Augusto
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Sara Lance (Arrow/Legends Of Tomorrow)
Cansamos de vê a Sarah ressuscitar, mas a maior conquista dela foi a grande evolução que ela teve como ser humano, deixando de ser uma menina mimada em Arrow, para se tornar a Líder dos “Legends Of Tomorrow”, tomando a série para si, seguindo os ideais de lealdade da Liga dos Assassinos e aplicando-os para o bem ao tentar resolver todos os problemas que seus companheiros a metem e se metem em vários períodos diferentes dos anos. Sarah não tem poder, mas sim força, determinação, coragem e o principal, uma liderança nata, que poucas pessoas tem, provando ser a mulher ideal para liderar esse grupo. Além desse espirito de liderança, vemos em Legends uma mulher bonita, inteligente e o mais importante, sendo feminista e provando que não de homem para NADA, tanto que ela está muito bem solteira e conhecendo garotas, que cada vez shippamos com uma diferente. Sarah, muito obrigado por dar um gás ou uma vida dependendo do ponto de vista a “Legends Of Tomorrow”, porque você realmente salvou essa série, que é a melhor da parceria DC/CW.

Texto por Phelipe Tylin
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Joyce Byers (Stranger Things)
Até onde uma mãe pode ir para proteger seu filho? Joyce vai até o mundo invertido, conversa com luzes da natal, ela passa noites em claro para ter certeza que seus filhos estão a salvos. Will é um personagem que está sempre em perigo em Stranger Things, como se houvesse uma aura de sofrimento ao seu redor. E quem está com ele em todos esses momentos? Quem acreditou fielmente que ele estava vivo, mesmo tendo um corpo idêntico ao dele bem a sua frente? Quem estava disposta a ir até as últimas consequências para tirar, o que quer que fosse, que estivesse dentro do seu menino? Ela não desiste, mesmo diante de qualquer obstáculo, seja lá o tamanho dele. Joyce não é apenas uma mãe incrível. Ela é uma mulher incrível.

Texto por Thais Pereira
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Olivia Baker (13 Reasons Why)
Perder um filho deve ser a maior dor que uma mãe pode sentir. É a inversão dos fatos, da ordem natural das coisas. Perder um filho quando ele mesmo tirou a própria vida e ainda encontrá-lo nessa situação, deve ser algo que você nunca mais vai esquecer na vida. Olivia Baker pode até se sentir culpada por não ter enxergado os sinais de Hannah, mas o que ela poderia fazer? Não é sua culpa. Agora ela vive com o sentimento de não ter conseguido proteger aquilo que era mais importante em sua vida. Mas isso não diminui a sua importância nessa lista. Pois assim que descobriu o que realmente aconteceu com sua filha, ela foi atrás de justiça, foi em busca de punir os culpados. Uma forma de proteger a sua menina tardiamente, mas ainda assim proteger, como qualquer mãe faria.

Texto por Thais Pereira
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Rebecca Pearson (This Is Us)
O que falar de Rebecca? Uma mulherão desses que sempre fez de tudo para proteger aqueles que mais amava, mesmo que isso significasse muitas vezes sacrificar seus objetivos de vida ou seu próprio orgulho. A Rebecca retratada na série é o retrato de tantas mulheres na nossa sociedade, ela sempre esteve ali cuidando do big three enquanto Jack trabalhava muito fora de casa, muitas vezes cabia a ela impor regras, ser a “malvada” da situação e vemos isso sendo refletido na série. E ser “protetora” é exatamente isso, nem sempre fazer o que todos querem é proteger, vai muito mais além disso. Rebecca sempre protegeu seus filhos custe o que custasse e tenho a plena certeza que se pudesse trocar de lugar com Jack quando aquela fatalidade aconteceu ela faria sem ao menos pensar duas vezes.

Texto por Lindomar Albuquerque
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Annalise Keating (How To Get Away With Murder)
Annalise é uma advogada extremamente capaz, bem sucedida e respeitada. Mas o caminho até o seu sucesso profissional não foi fácil, longe disso, como toda mulher, ela foi desacreditada, diminuída e questionada por toda a vida. Além de toda a questão do machismo sofrido pela mulher no ambiente profissional, Annalise sofreu com abusos por parte do tio durante da infância e juventude, e isso influenciou demais a forma com que ela vê e é vista pelo mundo. Suas experiências a fizeram mais firme, dura como uma rocha. Só que sua vontade de crescer, de ser alguém além daquilo que esperavam dela, a fez vencer. Problemas acontecem? Sempre. “Efeitos colaterais”? Também, porque ninguém é de ferro, nem mesmo Annalise Keating. Mas num tribunal, diante de qualquer caso, ninguém pode e nem deve duvidar da capacidade dessa mulher de enfrentar problemas, crises e vencer tudo e qualquer coisa que aparecer.

Texto por Thais Pereira
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Cristina Yang (Grey’s Anatomy)
Quem assistiu Grey’s Anatomy sabe que Yang é uma verdadeira rainha. Assim como Meredith, Bailey, Izzy e basicamente todas as mulheres da série, ela passou por MUITA coisa na vida. Perdeu uma tuba uterina por causa de uma gravidez que ela nunca quis, quase foi forçada a um casamento e uma vida que ela jamais quis, abandonada no altar (sem as sobrancelhas), passou por um acidente horrível de avião, perdeu um importante prêmio da medicina mesmo sendo a mais votada e mais competente competidora, entre MUITAS outras coisas. E no final, ela sempre se manteve firme e focada em seu objetivo maior, que era ser uma das melhores médicas do mundo e pioneira nos seus estudos avançados sobre cirurgia cardiotorácica. Cristina Yang nunca se dobrou a homem algum, militou desde a primeira temporada da série, e por isso merece um lugar de muita honra na nossa lista.

Texto por Isabella Oliveira
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June Osborne/Offred (The Handmaid’s Tale)
Num mundo onde as mulheres perderam todos os seus direitos, sendo reduzidas a esposas, empregadas ou apenas “responsáveis por gerar filhos”, June se mantém firme no seu ideal de reencontrar sua filha e se conseguir lutar contra o regime arcaico que foi imposto pela sociedade. Tudo o que lhe foi tirado poderia ser motivo suficiente para que ela perdesse completamente a força de vontade de continuar, mas ela continua de pé, tendo Hannah em mente. Se mostra resiliente no sentido mais amplo da palavra, pois consegue enfrentar os problemas, toda a situação de crise, os abusos físicos e psicológicos diários, sem perder o foco, a tenacidade, a obstinação.

Texto por Thais Pereira
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Celeste Wright (Big Little Lies)
Em um primeiro olhar, Celeste parece uma mulher feliz no casamento, com um marido bonito e rico, 2 filhos bem-criados e uma casa de dar inveja. Mas as aparências enganam. Por baixo de toda essa “felicidade”, Celeste sofria abuso e agressão do marido, que não sabe lidar com o fato de a esposa ter uma vida fora do casamento, incluindo suas amigas. E graças a essas amigas, Celeste é capaz de se reinventar, de se reconstruir. Com o apoio das maravilhosas Madeline, Jane, Renata e Bonnie, Celeste consegue mostrar que é uma mulher que não aceita os abusos sofridos dentro de casa, e sobretudo não aceita que seus filhos tenham este exemplo. Mais do que uma vítima de agressão doméstica, Celeste é uma mãe preocupada com o futuro de seus filhos, para que não venham a tornar-se agressores e alimentarem este ciclo de abusos. Uma mulher que sobreviveu ao inferno, mas pôde dar a volta por cima para ser exemplo para outras mulheres e gerações futuras.

Texto por Gerson Elesbão
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Jessica Jones (Marvel’s Jessica Jones)
Jessica vai além dos super-poderes, porque para consegui-los, ela precisou, literalmente, sobreviver. Sua família morreu num acidente de carro e ela foi a única que conseguiu sair com vida. Após isso, ela ainda passou por um período sob a influência de um dos vilões mais perigosos de que já se ouviu falar. Não, o Homem-Púrpura não tem a força do Superman ou algo assim, seu super é manipulação mental. Se estar num relacionamento abusivo com um homem comum já é uma situação horrível, pela qual nenhuma mulher deveria passar, imaginem estar num relacionamento com um que consegue controlar a sua mente. Ela foi psicologicamente torturada e forçada a fazer coisas que não queria, como participar dos esquemas criminosos de Killgrave e até mesmo matar pessoas. Seus super-poderes não foram capazes de protegê-la, mas ela conseguiu se salvar, ela conseguiu se libertar, conseguiu sobreviver.

Texto por Thais Pereira
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Nomi Marks (Sense8)
Se tivéssemos que eleger uma única representante em cada categoria de mulheres, entre as sobreviventes, com certeza, seria a Nomi. Ela está aqui não apenas representando todas as mulheres fortes dessa série maravilhosa chamada Sense8. Ela está representando todas as mulheres que se reconhecem mulheres, que vai além do apenas nascer. Porque nascer é uma coisa, ser e sentir, é algo totalmente diferente. E passar a vida inteira tendo que lidar com as consequências de uma escolha que na verdade nem era uma escolha, já a faz uma sobrevivente. Nomi teve que enfrentar o preconceito e o questionamento da família, que não a aceitava. Teve que enfrentar as pequenas e as grandes agressões do mundo, que não está preparado para aceitar as pessoas como elas realmente são. Teve que enfrentar a si mesma também, porque passar pelo turbilhão de emoções, até entender o que estava acontecendo, não deve ser fácil. Mas ela se encontrou. E o mais importante: ela se salvou.

Texto por Thais Pereira
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Menção Honrosa

Donatella Versace (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story)
Vocês pensaram que Donatella Versace não iria entrar na lista? Claro que não. Afinal de contas ela faz parte do rol das “mulheres reais”e é pura emoção – isso mesmo. Caso você não saiba, Donatella amava seu irmão incondicionalmente e jamais aceitava que alguém entrasse em sua vida para machuca-lo. Prova disso é a sua rixa com Antonio D’Aminco, o companheiro de Gianni Versace. A loira não acreditava nos verdadeiros sentimentos de seu genro, ao ponto de considera-lo um usurpador. Um assunto delicado e que ninguém deve opinar, porque não estivemos lá para comprovar. Engana-se que o empoderamento de Donatella foi noite para o dia – nem ela mesmo sabia que tinha um perfil de líder em suas veias. Logo que o irmão afastou-se para tratar-se de câncer, a loira teve que assumir o império Versace, sem direito de escolha. Porém esta grande responsabilidade possibilitou no crescimento dos negócios, tornando-a mais respeitada que Gianni Versace. Inclusive o irmão sentiu-se um pouco desconfortável com o crescimento da irmã. Mal sabia que tudo que ela queria, era apenas garantir a integridade da família. Donatella foi a que mais foi afetada com o assassinato do irmão, tendo seus altos e baixos. Mas conseguiu superá-las toda e voltou mais empoderada do que nunca. O seu prestígio é tão elevado, que só uma atriz com o mesmo patamar deveria interpretá-la nas TV. Estou falando de Penélope Cruz, que desde primeiro episódio, fez jus ao papel que estava assumindo e transpareceu todo sua emoção glamorosa em American Crime Story – The Assassination of Gianni Versace. #SomosTodosVersace

Texto por Dandy Souza
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Marcia Clark (American Crime Story: The People v. O. J. Simpson)
O que dizer de Marcia Clark? Acho que para muitos essa mulher é um referencial de garra e de superação, em um mundo onde homens eram predominantes quando o assunto se tratava de lei, ter uma mulher que batesse de frente e até mesmo se mostrasse mais competentes que eles é de fato algo muito excitante. Marcia nunca foi e nunca quis ser um referencial de beleza, mas sim de muito caráter e Pulso firme, ela fazia questão de se mostrar fria e rigorosa, pois, sem isso restaria uma Marcia sensível e vulnerável que não seria respeitada pelos demais. Apesar de tudo isso, Marcia no final do dia era mãe, namorada, amiga. E seus sentimentos ainda estavam ali, não importa o quão difícil tenha sido o seu dia, no fim Márcia continua a sua vida aprendendo a se adaptar ainda mais as pessoas.

Texto por Dam Souza
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Rainha Elizabeth (The Crowd)
Lá em 1952, na Inglaterra, subia ao trono a jovem princesa Elizabeth, que então tornou-se Rainha Elizabeth II. Cheia de dúvidas, com um casamento conturbado, muita desconfiança do povo e outros governantes, Elizabeth se viu na tarefa de enfrentar os problemas familiares, renovar e restabelecer a confiança do povo na Coroa, e ainda lidar com o machismo presente no seu governo. E tudo isso lhe rendem o título de monarca a mais tempo no poder da Inglaterra, ultrapassando 65 anos! Tá bom ou quer mais? Como vemos em The Crown, Elizabeth é uma mulher de pulso, firme, mas que tem suas fraquezas. E, claro, sabe lidar com elas muito bem, tirando proveito e evoluindo, até se tornar a figura carismática que conhecemos atualmente: uma mulher de carne e osso, feliz por servir seu país e por inspirar tantas outras mulheres.

Texto por Gerson Elesbão
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Um feliz Dia Internacional da Mulher para todas aquelas que nascerem, cresceram, se tornaram e se descobriram mulheres. Ser uma mulher no mundo e sociedade em que vivemos é uma tarefa árdua e difícil, uma luta diária. E o simples fato de conseguirmos já nos torna vencedoras.

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Thais Pereira

Feminista, leonina com ascendente em gêmeos e lua em virgem, viciada em memes, em Friends e problematizar na internet. Formada em História da Arte, mas consciente que nunca vai trabalhar com isso na vida. Normalmente eu escrevo e falo mais do que deveria. Eu mesma, Thais Mello.


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