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The Last Ship – S02E05 – Achilles

Entreguem vários prêmios para essa série: 

Eu não me canso de elogiar essa temporada de The Last Ship, não pelo fato da primeira ter sido fraca, o que não foi, mas sim pelo fato da qualidade do texto, da técnica e de tudo que está sendo mostrado nessa temporada, pois houve uma evolução muito interessante. A história em si está me criando várias expectativas, curiosidades, teorias e muitos pensamentos, ainda mais depois de vimos que um dos inimigos do nosso Uss Nathan James tem um submarino, não que eu entenda de marinha, mas um submarino é uma força e tanta, pois é quase um inimigo invisível.

O episódio já começou nos tirando quem realmente são os inimigos, e não são os russos como deduzimos, e sim algumas pessoas imunes ao vírus que querem mostrar o quão poderosas são, mas essas pessoas são mais sortudas que competentes, pois elas simplesmente conseguiram um submarino, porque todos os tripulantes tinham sido atacados pelo vírus, e vimos que elas utilizariam o Niels para conseguir a cura no Uss Nathan James.

Dentro do Uss Nathan James todos estavam procurando o submarino, mas não achava ele no sonar, e o Tom diz o Mike para tentar descobrir sobre o submarino com o prisioneiro deles. E gostei do Tom ao dizer que está tanto caçando quanto evitando o submarino. Dentro do submarino o Niels nos respondeu uma grande duvida sobre ele, pois ele revelou que era um dos russos que estavam no navio que os americanos derrubaram, e ele ainda disse algumas informações internar sobre o Uss Nathan James.  Dentro do navio, o Mike foi interrogar o prisioneiro, e ele pouco sabia, mas disse que tinha sido recrutado na Espanha, e que os lunáticos que comandavam a equipe deles estavam procurando a cura, mas ele não sabia que eles matariam vários no navio-hospital, e que ele era inocente e ainda pediu um asilo político. Nessa hora eu particularmente acreditei nele, pois pareceu ser sincero.  O Mason é o responsável pelo sonar do navio, mas ele não tem muita experiência e não sabe dizer as coisas muito precisas e com firmeza, algo que pode atrapalhar bastante.

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O Submarino localizou algo no sonar deles, e o ‘comandante’ deles mandou preparar um torpedo, e eu tranquei o c*.  Dentro do navio eles estavam olhando no confuso sonar do Mason, mas estavam confiando nele e eles estavam indo em direção ao possível submarino para eles, e ainda tinham que pensar em um possível disparo de torpedos deles, mas tinham a esperança de não serem atacados, pois eles queriam a cura. No submarino o comandante diz que eles devem resgatar o Juan Carlos dentro do Uss Nathan James, mas já dentro do navio o Juan diz que eles pouco se importam com ele e que ele dirá tudo, mas queria que o amarrassem do lado de fora do navio, e nessa hora vi que ele e os outros estavam armando algo grande. O comandante Tom diz que o navio entra em estagio de silêncio 2, que é uma espécie de alerta de guerra e ficam parados esperando o inimigo pelo o que entendi.

Achei fantástico o que é o silêncio 2, pois é um silêncio total, onde o navio não pode fazer nenhum barulho, nem conversar.  O Submarino percebeu que eles silenciaram, pois desapareceram do sonar, e bolaram um plano para pegarem eles, mesmo com o Ned um pouco exaltado com seu irmão que é o comandante. Continuando no submarino, o comandante já tem o plano em mente para afundar o navio.  O Juan Carlos era um prisioneiro plantado dentro do Uss Nathan James para saberem a localização dele, pois ele tinha um rastreador nele, e por isso que ele passava tanto mal, e ainda disse que a ‘turma’ dele já tinham tomado a Europa. A Equipe do navio decide fazer uma cirurgia e tirar o rastreador dele e a responsável seria a até então apagada Dr. Scott, mesmo sem ser a vontade dela.

MEU DEUS O QUE FOI AQUILO QUANDO O SUBMARINO ATIVOU O SONAR ATIVO? Eu nem sei o que quer dizer sonar ativo, mas fiquei arrepiado demais, quando tanto o Uss Nathan James, quanto o Submarino começaram  a atirar os torpedos, fiquei todo arrepiado com tudo que estava acontecendo. Aquela cena onde o submarino mergulha para desviar do torpedo foi demais, e merece aplausos de pé, mas não fica nem um pouco atrás da emoção que tivemos quando o Uss Nathan James desvia de três torpedos que passam muito perto deles. Parabéns TNT por essa cena maravilhosa que me proporcionou.

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No Nathan James eles tinham uma duvida sobre o submarino, pois sabiam que não tinham o acertado, mas não sabiam para onde ele tinha ido.  O Submarino tinha mergulhado e estava bem fundo e estava encostando-se às paredes rochosas embaixo d’água, mas eles mostravam coragem. Dentro do Juan Carlos não tinha um rastreador, mas sim um pen-drive, mas estava codificado e os marinheiros da informática iriam tentar decodificar. O Niels foi útil finalmente para o pessoal do submarino ao dizer que o Dr. Hunter saberia a localização deles exata.

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Dentro do Nathan James ao decodificar o pen-drive descobriram que era a localização dos laboratórios e deduziram que eles queriam chegar aos laboratórios para controlarem toda a cura. Vou ser bem sincero naquela cena dos mísseis em direção aos laboratórios, pois não entendi muito bem, como que o Submarino, ou seja lá, o que for atirou em direção aos laboratórios? A Dr. Scott estava com o meus pensamentos na cabeça, pois eu tava estava me perguntando porque eles atirariam nos laboratórios. Gostei do Mike ao perceber que o Juan( que não resistiu e morreu) sempre falava que todos eles eram iguais e a Dr. Scott ficou intrigada com isso. Quando o Tom estava falando com sua família, a Dr. Scott chegou até ele para soltar uma bomba para ele, que todos do navio são imunes naturais e ele deduz que eles querem matar todos e serem únicos, mas ainda não sabiam como tinham conseguido a localização. E isso logo é explicado para nós ao mostrar o Niels comemorando que ele tinha conseguido as localizações, e o ‘comandante’ do submarino dizendo que eles não iriam dominar o Uss Nathan James e sim os Estados Unidos.

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Galera, eu não sei o que dizer, só sentir. Na verdade sei o que dizer sim, que a TNT está de parabéns por essa série maravilhosa que nos proporciona semanalmente, pois não é uma simples série apocalíptica, é algo que vai, além disso, pois foge do clichê das outras, pois aqui tem um navio maravilhoso, pessoas treinadas e um grande trabalho em equipe. Posso está sendo exagerado ao dizer isso, no calor da emoção do episódio, mas a considero a melhor série apocalíptica que já vi em meus vários anos de telespectador de séries.

Eu queria saber a opinião de vocês a respeito dessa série maravilhosa e me dizer que não estou iludido e que ela é realmente isso tudo que digo. Um beijo e abraços a todos e até mais marinheiros e paneleiros.

phelipe

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Autor

Phelipe

Bacharel em Direito, Cruzeirense, polêmico quando deve ser, além de muito confuso, autêntico e um pouco louco. Começou o seu amor por série com Prision Break e depois disso virou vício.


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