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The Voice AU – S04E08 – The Blind Auditions, Part 8

Times quase lotados, coaches mais criteriosos, esse é o penúltimo episódio de Blinds Auditions do The Voice Austrália.

Sejam bem-vindos a mais uma rewiew do The Voice AU, eu sou o Michel Araújo e hoje faço minha estreia como paneleiro, sendo para mim uma grande honra fazer parte desse time, como dizem: “ a primeira vez a gente nunca esquece”, então venham junto comigo compartilhar desse momento.

Bem, estamos no penúltimo episódio das Blinds Auditions e hoje tivemos um episódio bem morno, porém finalmente todos nós conhecemos a tão aguardada garota que cantou Royals em capela.

Os times estão quase formados, restando 3 vagas nos times da Jessie J, Ricky e Madden e apenas 2 vagas no time da Delta. Jessie continua bem criteriosa na escolha dos seus candidatos o oposto da Delta que vem virando bastante sua cadeira para candidatos bem medianos, o que é compreensível ao vermos a dificuldade que Delta vem tendo de conseguir os bons candidatos ao disputa-los com outros coaches.

Vamos começar os trabalhos, hoje teremos os comentários do nosso amigo paneleiro Lucas Prata.

James Sieff, You’ve Got A Friend In Me

Para ver a performance inteira clique aqui

Com uma escolha de música bem inusitada, tema do querido filme infantil Toy Story, James é um tipo de cantor de jazz que sempre costuma aparecer nas franquias do The Voice, como o Lowell da última temporada do TVUSA. James fez uma apresentação correta, afinada e divertida, porém como já vemos o jazz dificilmente chega longe no The Voice, que eu me recordo que mais rendeu foi a excelente Sophia May do TVUK. Ele mereceu as cadeiras viradas, porém acho que Delta deveria poupar mais e deixa-lo para os brothers, já que seu time tem poucos artistas impactantes e surpreendentes, sendo assim acho que ela poderia optar por artistas com apelo mais sentimental ou explosivo.

LUCASDelícia de música, delícia de apresentação. Claro que quem não é fã do estilo vai achar chato, sem sal e tudo mais, até porque James não é um cantor incrível, mas tem presença de palco, é adorável (bastava ver a platéia implorando para virarem pra ele) e fez uma apresentação correta. O melhor foi ver a reação dele quando percebeu que mais uma cadeira tinha virado haha. Foi pro time certo e espero que cerca durante a temporada.

Renee Pounsett, Ghost

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Cantando uma música da excelente Ella Henderson, cantora revelada no reality concorrente TXFUK, Renee apresentou vocais fortes e foi melhorando à medida que ia cantando. No início da música percebemos que seu nervosismo a atrapalhou na execução dos graves, que por algumas vezes saíram trêmulos, mas do refrão em diante ela tirou de letra e fez bonito nos agudos. Gostei muita da Renee, não foi excepcional, porém ela me deixou com um gostinho de querer ver o que mais ela tem a oferecer. Torci para ir para o team Delta, seria bom para ela pela concorrência fraca e também para Delta que adicionaria uma artista promissora em sua equipe, mais infelizmente ou não foi com o team Madden e ela que se prepare, porque lá as battles prometem serem verdadeiras batalhas de titãs.

LUCAS:  Renee dividiu meus sentimentos durante toda sua performance. A música é ótima pra uma audição, pois é divertida, contagiante e ainda da pra mostrar versatilidade vocal. No começo não gostei, mas depois fui começando a gostar e querendo ver mais dela. Acho que ela poderia ter feito muito mais que isso, ainda mais quando percebemos sua presença de palco, que foi nula.

Paul Crowder, Say Something

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Foi feito o maior suspense na audition dele, eu jurava que ele viria com uma música country bem clássica, mas me surpreendeu vindo com essa escolha. A escolha musical foi boa, ela sempre costuma funcionar bem nos realities por ter um apelo emocional forte, porém o que o derrubou foi a forma que resolveu cantá-la. Eu fiquei com a sensação que ele estava declamando a música e não cantando, isso me incomodou bastante, sem falar que ele enfeitou demais a música que exige uma interpretação simples e intimista. Joel tentou até virar, mas Benji com toda razão não permitiu que ele apertasse o botão.

LUCAS: Foi sofrível. Sofrível não, foi pior que isso. Música que já foi muito cantada em reality e que faz ser necessária uma bela voz a interpretando. Eu não estaca aguentando aquela voz country anasalada desafiando e se esforçando ainda por cima. Fiquei com pena de Paul e ao mesmo tempo com ódio do Joel querendo virar. Foi tudo muito ruim.

Kate Whelan, Bring Me Some Water/ Ben Marks, Rock Dj/ Nikki Lee, I’m Outta Love

Tivemos esses 3 candidatos que não viraram nenhuma cadeira combados, o pouco que vi nenhum deles realmente mereciam uma cadeira, porém fiquei curioso para ver a blind da desafinada Nikki Lee, que fez uma performance toda cheia de atitude, mas com vocais totalmente desafinados.

Adam Spain-Mostina, Kiss Me

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Escolheu muito bem a música do excelente Ed Sheeran, gostei muito do Adam tem um timbre muito bom de se ouvir, soube conduzir bem toda a música entre os graves e agudos. Acho que ele pode ir muito bem no programa seguindo esse estilo mais pop romântico. A única crítica é que achei que no início ele foi engolido pela banda, a sua voz soou baixa para mim, mas no geral foi bem, apesar desse ano ter muita gente boa nesse mesmo segmento musical dele. Infelizmente, a linda Delta perde mais um bom candidato e ela vai com o Rick. Eu acredito que ele se daria bem nos dois times, porém não achei o Rick muito entusiasmado com ele como ele mostrou-se entusiasmado pelo os demais do seu time.

LUCAS: Começou bem baixo, super interessante e eu doido pra ele subir na música. Quando era pra ser “o momento” eu me decepcionei, pois percebi que era mais um cantor comum ali no palco. 18 anos, pinta de cantor pop playboy… se eu fosse ele, teria ido pro x factor tentar entrar numa boyband, porque não acho que terá vida fácil no The Voice.

Rene McGovern, The Rose

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Com um estilo excêntrico e mãe do participante da season 3, Isaac McGovern, Rene apresentou vocais que em nada nos remetem a sua aparência exótica. Eu achei a apresentação da Rene muito morna, apresentou vocais bons, porém não se arriscou em nada, foi uma apresentação muito linear e nada empolgante para mim. Rick por algum motivo maior, desde que ela começou a cantar se encantou pela voz doce da mãezona radical, sendo ele o único a virar. Desde já aposto na possível battle Rene vs Gail, o que para mim seria uma battle muito justa.

LUCAS: Só de ser mãe de Isaac eu já esperava algo legal. Assim, tem uma voz boa, foi muito bem nas partes suaves e ainda é super simpática, mas dá pra perceber que tem limitações vocais. Pra ela continuar na competição, terá de apresentar originalidade, tanto nas escolhas musicais quanto em suas performances.

A nível de curiosidade, o Isaac McGovern era team Joel e chegou bem longe na competição, chegando até a terceira semana dos Lives Shows. Abaixo está sua blind maravilhosa que virou as quatro cadeiras.

Eleea Navarro, Me And Bobby McGee

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Achei ela muito comum, na música toda eu achava que ela teria aquele momento “boom”, mas isso não aconteceu, o máximo que tivemos foi uma nota mais alta no fim da música, mas nada suficiente para convencer os coachs que agora preenchem as últimas vagas em seus respectivos times. Ela tem um timbre legal, só acho que ele precisa ousar mais durante a música para não parecer mais do mesmo.

LUCAS: Eleea me parece que tem potencial, mas para por aí. Ela começou mal, desafinou e ainda não teve o sucesso que eu esperava nas notas altas. De candidatos com potencial essa temporada está cheia, então, não fará muita falta pra mim.

Claudia Migliaccio – How Come You Don’t Call Me

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Com um timbre forte e arriscando-se em toda canção com notas altas, firulas e falsetes, que muito lembram o estilo da excelente Christina Aguilera, assim foi a apresentação de Claudia. Como sabemos Christina é uma das melhores vocalistas que conhecemos e usa todo esses “apetrechos”, porém acho que a Claudia poderia ter moderado mais, algumas vezes seu rosnado me soou forçado ou mal executado, chegando a ser irritante de se ouvir. No mais, a acho uma boa candidata, porém não sei se os Brothers vão saber trabalhar bem com ela e ainda tem que o time está muito forte e das mulheres do time a acho a menos preparada. Fiquei torcendo pra JJ virar pra ela, porque ela teria mais propriedade e técnica para trabalhar com a Cláudia. Prevejo Claudia vs Peta nas battles, o que acho o mais sensato.

LUCAS: Tem todos os recursos pra ser uma grande cantora: tem  potência, extensão vocal, é nova e com uma voz que consegue fazer muitas coisas. O que falta pra Cláudia é ter personalidade, porque cantora como ela não é muito difícil de achar. Ela é nova e pode surpreender na competição e arrasar numa performance. Estão na mão dos melhores coaches, mas infelizmente não eram os certos pra ela.

Ellie Drennan, Take It All

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E finalmente chegamos a ela, a tão aguardada “garota do Royals” que todos estavam ansiosos para ver depois que viu um trechinho de sua apresentação. Diferente do que todos pensávamos, Royals não foi sua blind e sim uma “canja” que foi solicitada pela Jessie J. Obrigado JJ, ela cantando à capela pudemos ouvir melhor sua voz suave, madura e cheia de nuances digna de aplausos e admiração. Quanto a blind, eu não curtir tanto, primeiro porque acho essa uma música difícil demais, pois Adele imprimiu muito dela na música, com muitas firulas, falsetes que só a Adele pode nos proporcionar, entretanto não há como não virar para um timbre tão angelical, diferente e instigante. Com Royals, eu posso reafirmar que ela era muito melhor do que a performance da blind nos mostrou e por Royals é que ela se torna uma das front runner da temporada. Só JJ e os Madden’s viraram pra Ellie e ela escolhe o team Jessie J, uma ótima adição a um time com ótimos e promissores candidatos.

LUCAS: Gente, essa menina é demais! Passou longe de ser algo memorável, mas eu gostei, porque ela tem um timbre lindo, possui versatilidade em sua voz e ainda tem 16 anos. Pensei que cantaria Royals na audição (era pra ter cantado), me decepcionei nesse ponto, mas tudo bem, amei essa garota e já tem minha torcida pra próxima fase.

Amanhã teremos o último dia de Blinds Auditions e por enquanto os times estão assim:

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Restando duas vagas, Jessie J vem construindo um time com cantores de destaque, na maioria das vezes ela obteve êxito nas conquistas pelos candidatos. Os grandes destaques do time Jessie J é Ellie, Stewart e Chris, também tem candidatos promissores e carismáticos como Cath e Paris.

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Só falta mais um integrante no team Madden, para mim o team Jessie J é o melhor porque tem mais candidatos com potencial, porém os Brothers tem uma arma secreta chamada Amber, que nos presenteou com a melhor blind dessa temporada, até agora, tendo também o carismático, talentoso e criativo Nathan.

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O time Rick apesar de ser um time bom, não vejo nenhum grande nome em seu time. O time Rick é o time mais equilibrado para mim, sendo ele o time que menos tenho ideia de quem possa seguir a diante após a battle. Meus favoritos são Adam e Naomi, mas vejo bastante potencial na Deanna que pode vir a nos surpreender bastante.

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Delta tem o time mais fraco da temporada, deixando claro que Deltinha lutou muito por um time bom, apertou o botão para ótimos candidatos, porém teve pouco êxito na hora de convencer os candidatos a irem pro seu time. Mesmo sendo o time mais fraco, Delta tem a jovem, doce e carismática Grace, que acredito ser o maior nome do seu time e que formará uma pela parceria com a bela Delta. Porém vejo muito potencial na dupla Aviida, Jake e Lyndall.

A temporada apesar de ainda está sendo morna, abaixo das temporadas passadas, principalmente a 1 e 2, percebemos que ela tem muitos candidatos promissores e que sabemos que tem potencial para irem mais longe.

Bem termino aqui a rewiew, espero que vocês tenham gostado. Deixem aqui seus comentários e feedbacks, façam suas apostas e me digam se compartilham ou não das minhas opiniões. Tchau, continue acompanhando nossas rewiews e venham sempre prestigiar nosso blog.

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  • Passando pra comentar apenas sobre a escolha inusitada de cantar a música de “Toy Story”, tem minha torcida apenas por isso! <3 hahahaha

    Adorei sua review de estréia Michel, ótimos comentários e seja bem vindo a Panelas! o/

Michel Araujo

Baiano perdido em Aracaju, fã de realities show musicais e séries. Uma personalidade misturada a humor, sarcasmo e uma leve ousadia.


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