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The Voice AU – S06E07 – The Blind Auditions 07

Seal baixa bola, pfv!

Leitores tão queridos, eu Michel Furtado Araújo, aquele que está sempre disposto a fazer as substituições de última hora, bem a Ana Furtado do Panela de séries hahaha. Já estava morrendo de saudades de comentar aqui com vocês, sempre é um prazer imenso participar das reviews da franquia que mais amo do meu programa de TV favorito, muito amor envolvido nessa review <3. Já aviso antemão, que tenho gostado muito de ver que o empenho dos coaches em conseguir um bom time e o quão diversificada essa temporada está de talentos. Gosto de vários acts, mas ainda não tenho nenhuma torcida definida, apenas expectativas para vê-los novamente no palco.

Uma coisa que não posso deixar de comentar é o quanto estou detestando o Seal nessa fase do programa, sua arrogância e falta de sensibilidade com os acts e até com seus próprios parceiros de bancada, tem me irritado bastante. É nítido, principalmente nesse episódio, perceber que suas duas vitórias consecutivas fez com que o estrelismo subisse a sua cabeça, mas o que ele não esperava é que dessa vez ele teria alguém para confrontá-lo. Já pela participação do Boy George na franquia britânica, sabíamos que ele é bastante polêmico e tem um difícil convívio com os demais coaches, porém diferente no UK que achei que várias vezes ele foi desnecessário com provocações a doce Paloma Faith, no AU tenho gostado muito da sua rixa com Seal, uma vez que seus comentários ao Seal tem representado bastante o que penso também. A única coisa que não tenho gostado é a edição do programa está focando mais neles, do que nos próprios acts, além de colocar os verdadeiros protagonistas em segundo plano, tem deixado as maravilhosas Delta e Kelly apagadas na competição, espero muito que na próxima fase essa rixa sim fique em segundo plano.

Dito isso, posso dizer que a temporada apesar de ainda não ter me surpreendido como as passadas pela falta de uma blind marcante, tem apresentado vários candidatos promissores e assim tornando a competição ainda mais acirrada do que já era. Para os comentários desse episódio, contaremos com Tati (a fofíssima panela novata) e o nosso solícito seguidor Lucas Salles, desde já agradeço aos dois pela colaboração.

Ruby Jo – “Scars To Your Beautiful” by Alessia Cara #TeamSeal

Michel: Eu gostei bastante do timbre dela, me lembra um pouco o maravilhoso timbre da Birdy, a escolha da música foi mais que acertada, eu gostei da sua performance, porém ficou faltando algo. Talvez pelo seu nervosismo, acredito que ela podia ter oferecido muito mais pra música, faltou um pouquinho de força em sua voz, principalmente no refrão. Quando ele revelou sua idade, de apenas 15 anos, aí sim eu compreendi que te faltava mais experiência, maturidade vocal, com um timbre tão peculiar que ela tem, precisa ser bem trabalhado.  A Ruby é novinha, ainda é um produto bruto, mas se for bem lapidada por seu coach, pode render muito ao programa, porque só de ter um timbre bonito já é meio caminho andado.

Lucas: Eu não me aguento com esses tipos de vozes, meu povo. À menina estava um poço de nervosismo, mas não titubiou em momento algum (pelo menos para mim rs)! Ela tem uma certa estranheza que me encanta, e já quero ouvir mais dela na competição!

Tati: Cantou essa música e eu já viro meia cadeira. Mas algo estava fora do lugar na audição do Ruby, o timbre dela me soou meio forçado, eu senti ela um pouco desconectada no início, achei nervosa e a voz me soou trêmula em muitos momentos. De qualquer forma, ela não é ruim e tem potencial, mas precisarei ver mais dela pra saber se vai ter futuro ou não.

Lyn Bowtell – “Fields of Gold” by Sting #TeamGeorge

Michel: É indiscutível aqui que foi uma belíssima execução vocal, a Lyn ofereceu para a canção o melhor que podia e resultou numa performance muito linda de se ouvir. A música é linda, a escolha da Lyn em cantar ela só com o violão tornou sua performance ainda melhor, a melodia do violão com seu timbre suave foi uma combinação maravilhosa. O que mais gostei nessa performance, é que apesar de ter sido tão suave, não foi nem um pouco linear, ao contrário, ela conseguiu mostrar tanta técnica, controle e uma conexão com a música invejável. Pelo que vi dela em sua apresentação, ela tende mais para o estilo country, assim não sei muito o que esperar dela futuramente no programa, mas julgando pela primeira impressão, ela me deixou com fortes expectativas.

Lucas: DESTE JEITO EU MORRO!!! Como eu amei a audição da Lyn. Quanta maestria. A mulher abriu a boca e meus pelinhos subiram, fiquei todo arrepiado! Lyn conseguiu realmente me tocar e eu espero vê-la sendo bem trabalhada dentro do programa!

Tati: Desde a primeira nota eu sabia que a performance da Lyn me levaria para outro lugar: que coisa mais suave, intimista, leve e gostosa de ouvir. Aquele tipo de apresentação que você só quer fechar os olhos e esquecer que tem boleto pra pagar. Um arroz com feijão mega bem feito, que permitiu que a gente enxergasse a identidade musical de Lyn. Adorei a performance.

Lewis Ciavarella – “Billie Jean” by Michael Jackson #TeamKelly

Michel: Aqui é aquela caso que a ideia foi muito boa, mas a execução dela não foi muito boa. O Lewis escolheu uma música perigosa, uma vez que é um clássico e tem diversas versões por aí, então as expectativas com essa música seria muito alta. O arranjo mais puxado para rock eu curti bastante, o solinho inicial no violão eu amei, mas quando o Lewis começou a cantar, senti que durante a performance toda ele ficou abaixo do excelente arranjo. Outra crítica que faria é que a performance me soou muito linear, sem impacto nenhum. Ele parece ser um act interessante, mas julgando por essa performance, não achei digna de avançar para a próxima fase não, mas mesmo assim acredito que ele tem muito potencial para mostrar.

Lucas: Lewis fez uma audição super correta. Gostei de seu timbre, gostei de seus drives, e essa voz se for bem cozinhada pode dar um caldo, viu? Espero que Kelly trabalhe muito bem com o boy, pois ele me parece ter muito potencial!

Tati: Gente que versão e vozes mais esquisitas, credo! E quer saber? Eu amei muito ahaha! Muito esquisito e intenso como a Deltinha disse. A voz dele é peculiar e ele demonstrou ter uma personalidade bem diferente, não sei se vai ter futuro nessa competição, acredito que não. Mas gostei pela originalidade e por isso acredito que pode sair coisa boa daí. 🙂

Taylor Pfeiffer – “He Taught Me To Yodel” by Margo Smith

Michel: Nossa, muita coragem cantar essa música no programa, porque apesar de ser animadinha e bem conhecida, a música é no máximo divertida, mas sem impacto nenhum. Além da escolha errada da música, a voz da Taylor é bem normalzinha, sem nenhum diferencial, sendo assim ficou bem difícil de torcer por ela com essa performance. As únicas coisas positivas em suas performances, foi que ela trouxe o banjo para sua performance e tudo foi muito animadinho de se ver e ouvir, mas apesar de tudo isso, vocalmente ela ficou devendo bastante.

Lucas: Taylor fez a audição mais bacana de hoje hahaha! Adorei seu estilo, e as coisas que ela fez com a voz kkkkk, ela me arrancou vários e belos sorrisos. Porém, acho que ela não cabia dentro da competição (pelo menos agora)!

Tati: Mais um country, gente? Estaria a máfia country invadindo a Austrália? Não foi ruim, eu adoro yodel e amo essa música, mas não vi nada de excepcional na menina, apesar de não ter sido nada catastrófico.

Jesse Dutlow – “Tonight Again” by Guy Sebastian #TeamGeorge

Michel: Não conheço essa música do Guy, pode ser até legal, mas na voz do Jesse não rolou pra mim não. A música não o favoreceu em nada, achei ela um pouquinho animada demais e por várias vezes sentir falta de mais ritmo e força na apresentação. Vocalmente ele teve diversos problemas, seja de respiração ou até mesmo de afinação, mas também posso dizer que não curti muito o timbre dele, me soou bastante chato em alguns versos, talvez tenha sido por conta da escolha musical. No geral, não gostei de nada, mas como o Boy George, eu acho que ele pode melhorar bastante e surpreender nas próximas rodadas, aliás vai precisar mesmo pra superar seus adversários do forte time George.

Lucas: A voz do Jesse me pareceu trêmula em vários momentos, porém… O cara tem presença, tem atitude e eu adorei sua performance. O menino pode crescer e muito durante a season, graças aos deuses da música Boy George virou!

Tati: Jesse começou bem, mas depois que bagunça foi essa, minha gente? Mas acho que foi a song choice, viu? Favoreceu nadinha e eu tenho certeza que Boy virou para ele muito mais pela energia do que pelos recursos vocais que foram falhos. Eu gostei dele, mas tem muita coisa pra melhorar nesse menino. Boa sorte, kingboy.

Rianna Corcoran – “Mad World” by Tears for Fears

Michel: Ela tem um timbre bem lindinho, me lembrou até a Holly Henry do TVUS, mas o problema é que a Rianna tem um timbre suave demais, muito meloso, principalmente pra uma música com uma letra tão forte dessa. Fiquei muito dividido com essa performance, porque eu curti seu timbre, mas ao mesmo tempo eu sentir falta de maturidade na sua voz, até parecia uma criança cantando. Acredito que Rianna ainda precisa trabalhar melhor seu timbre, talvez numa próxima temporada, com uma outra música, ela possa fazer uma performance mais consistente.

Lucas: Que coisa maia fofa, meu Deus… Apesar de toda fofura, era nítido seu nervosismo. Adorei o jeito introspecto com o qual ela cantou, portanto, não sei se realmente ela merecia uma vaga dentro da competição, temos várias vozes parecidas. Espero que ela amadureça e retorne numa próxima season!

Tati: Quando eu vi o nome e a songchoice eu já imaginei que a quase Riri iria arrebentar com uma das músicas mais lindas que já fizeram nesse mundo. Mas minha gente, trouxeram essa menina direto do primário, foi? Parecia minha sobrinha de 7 anos cantando. Não consegui gostar de nadinha, tudo muito verde, despreparado. Ainda bem que ninguém virou, pois The Voice kids é em outro horário, mas no fundo eu vi um timbre que pode render quando estiver mais amadurecido, quem sabe daqui uns 5 anos. Next.

Rennie Adams – “Tiny Dancer” by Elton John #TeamSeal

Michel: A escolha da música foi mais que acertada, a execução foi ótima, mas sentir mais falta de mais emoção, talvez uma versão mais intimista me faria gostar muito mais. Como já disse, ele fez uma performance muito boa, mas achei exagero ter virado quatro cadeiras e ter sido o act que causou uma discussão acalorada entre Seal e George, mas falarei disso mais abaixo. Focando no candidato, ele foi super correto na performance, escolheu uma música que casou bem com seu timbre, mas tirando isso, achei ele bem ok e sua performance pra mim foi apenas um karaokê muito bem executado e isso não é uma crítica, apenas uma observação que ele precisa tornar a música mais sua.

Lucas: Aí como eu amo o The Voice Au! Rennie não fez nada extraordinário ou diferente, mas eu amo vozes como as dele e eu fiquei super envolvido com sua performance! Creio que o boy aqui vai longe, viu?!

Tati: Outra song choice deliciosa! Mas achei que os coaches viraram no ínicio pela música, viu? Não achei o início do Rennie excelente e, assim como toda sua apresentação, ele fez apenas o básico, entregando vocais just ok. No geral, eu gostei da apresentação e ele merecia uma cadeira ou outra sim.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Já vou começar aqui explicando a treta maior entre Seal e George, até porque com o episódio sem poucos acts com destaque, a briga entre eles acabou sendo o maior protagonismo desse sétimo episódio. O que aconteceu, foi que como sempre na hora de brigar pelo act, um ficou alfinetando o outro, mas o ápice chegou no momento que Seal enquanto se endeusava para o act, George o retrucou e ele mandou George procurar no google e ver que ele já ganhou aquilo duas vezes, porém George como sempre debochado como sempre, respondeu de forma bem sarcástica a afirmação. Nessa troca de farpas, o Seal acabou levando o act, comemorou e debochou do George e quando o George lhe deu a mão para aperta, o escroto do Seal apertou e mandou ele tomar cuidado. Tipo, oi? Foi uma ameaça? É sério que o Seal falou isso? Seja uma ameaça ou apenas uma provocação, achei escrota a atitude e desnecessária, George também não gostou nem um pouco e não deixou por menos e falou um monte, se queixando em seus comentários após o ocorrido.

Bem, treta explicada, vou aqui resumir como anda o jogo até aqui. Restam ainda 9 vagas distribuídas em todos os times, até o momento podemos dizer que os times do Seal e George são os melhores até então, ambos estão cheios de 4 chairs e tem nos seus times vários destaques dessa fase, porém os times das garotas estão equilibrados também e sabemos bem que as próximas duas fases são essenciais, uma vez que eliminações injustas e steals bem feitos, fazem toda diferença.

#TeamSeal: (9) Berni Harrison, Arthur Bristowe, Annalisse Walker, Brooke Schubert, Sam Halle, Lucy Sugerman , Russel Francis, Ruby Jo e Rennie Adams.

Para minha tristeza, tenho que dizer que está muito difícil não torcer para um time tão bom como esse. Seal tem sido bem cauteloso nas suas escolhas e conseguido com maestria conquistar bons acts para seu time. Os meus favoritos nesse time é a Berni Harrison e a Lucy Sugerman, ambas consigo ver chegando longe e são donas de blinds impecáveis dessa temporada.

#TeamKelly: (8) Bojesse Pigram, Jemma Lion, Camryn Jordans, Michelle Mutyora, Tommy Harris, Jasmin Khan, Spencer Jones e Lewis Ciavarella. 

O team Kelly pra mim é o mais fraco entre os quatro demais, não vejo nenhum de seus acts favoritos na competição até o momento. Por gosto pessoal, eu amei muito a Camryn, porém até o momento não acho que ela tenha algum  favoritismo na competição.

#TeamGeorge:  (8) Robin Johnson, Hoseah Partsch, Benjamin Caldwell, Sally Shelton, Brittania Clifford-Pugh , Sarah Stone, Lyn Bowtell e Jesse Dutlow.

Pense num outro timão. Assim como Seal, o George tem sido bem seletivo nas escolhas de seus acts e também tem conquistado bem vários destaques das blinds. Para mim Lyn, Sarah e Sally são os melhores no seu time, uma vez que o time conta com muito participantes promissores.

#TeamDelta: (10) Claire Howell, Tim Conlon, Fasika Ayallew, Sean & Molly, Joel & Leroy, Kelly Read, Judah Kelly, Grace Laing, Anthony Sharpe e Nathan Kneen.

Aqui temos um time muito equilibrado, Delta tem um time bem diversificado e sofreu um pouco na hora de conseguir acts para seu time. Faltando apenas mais dois acts para formar o seu time, talvez ela tenha se precipitado e gastado suas preciosas vagas com acts não muito bons. Os grandes destaques do seu time é a retornante Claire e o emocionante Judah, porém como ele formou um time bem diversificado de estilos, surja daqui grandes surpresas.

Peço desculpas novamente pela demora, mas está cada vez mais complicado para a gente conseguir os vídeos e o episódio completo em um tempo menor. Para vocês que curtem ver o episódio completo, aliás nesse vale muito a pena para acompanhar com detalhes a treta do episódio, segue o link abaixo.

CLIQUE AQUI PARA VER  O BARRACO EPISÓDIO COMPLETO

Então pessoal, fico por aqui. Espero que vocês tenham curtido mais essa review e como sempre digo, estejam sempre a vontade para deixar aqui pra gente seus comentário. Um abraço a todos e até uma próxima!

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Michel Araujo

Baiano perdido em Aracaju, fã de realities show musicais e séries. Uma personalidade misturada a humor, sarcasmo e uma leve ousadia.


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