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The Voice AU – S06E13 – The Knockouts 03

Sobre a importância de investir.

Quando anunciaram os knockouts antes das battles, eu admito que fiquei ansioso para ver como ficaria esse novo cronograma. Parecia empolgante a ideia de dar mais uma etapa para cada um se mostrar individualmente como artista antes de colocá-los para se combater de maneira direta cantando a mesma música. Infelizmente, essa empolgação foi por água abaixo logo no primeiro episódio de knockouts e permaneceu até agora.

Além do fato de os knockouts serem nada menos que as Super Battles com outro nome e de o número de eliminados nos impedir de conhecer bem perfis interessantes, essa fase fez justamente o oposto de nos dar mais uma etapa para conhecer bem cada candidato. Ao dar a cada participante menos de um minuto para trabalhar com a música, a fase exige que eles construam em pouco tempo uma performance que explore bem a música escolhida, que mostre o valor de cada um como artista e que justifique o avanço de fase.

Isso é uma faca de dois gumes. Se por um lado torna a peneira mais seleta e diminui o eventual risco de alguém passar por “sorte”, por outro, causa uma sensação de incompletude e de interrupção que reduz o brilho das performances e nos impede de realmente aproveitar os candidatos como deveríamos. É como se, além de exigir um investimento interpretativo e vocal acima do comum dos artistas, essa fase também exige um investimento anormal por parte do espectador para que ele releve toda a parte problemática desses knockouts a fim de embarcar em cada apresentação.

Levando em consideração o meu investimento e os de alguns participantes, posso dizer que, problemático ou não, o saldo dos knockouts trouxe mais coisas positivas do que negativas. Tanto nos dois primeiros dias de knockouts quanto neste último, pudemos ver um punhado de performances onde a alma dos participantes transbordava de tanta intensidade envolvida nelas, o que deixa o prognóstico das battles (essa fase sim com tempo para criar uma grande performance) realmente empolgante.

Mas acho que já é hora de parar de introdução e falar de cada uma dessas performances! Desta vez na companhia do Lindomar e do Lucas.

 

Team Seal

Lara Nakhle – People Help the People (Cherry Ghost [Birdy version]) vs. Russell Francis – Shape of You (Ed Sheeran) vs. Annalisse Walker – Clown (Emeli Sandé)

TEMA: Cantores britânicos

Esse knockout passou longe de ser uma decisão difícil, mas ainda assim foi doloroso terminar de assisti-lo sabendo que algum desses três iria dar adeus e isso porque cada um brilhou à sua maneira e conseguiu visivelmente absorver cada conselho de Seal para evoluir e apresentar uma performance para ninguém colocar defeito.

Começando por Lara, People Help the People caiu como uma luva em sua voz e ao deixar o belt de lado, ela conseguiu explorar muito bem cada nuance da música. Ao invés de atacar a canção como uma metralhadora, Lara levou o conselho de Seal a sério e inseriu em cada palavra cantada um misto de delicadeza e paixão que não só afagou nossos ouvidos como também derreteu nossos corações. Russell também não ficou atrás no quesito evolução e conferiu à Shape of You uma identidade toda sua sem ferir a original. Brincando com o ritmo e a cadência da música, ele entregou-se completamente ao que fez naquele palco, mostrando um trabalho sólido e admirável, ainda que menos expressivo que o de suas concorrentes.

Porém, nenhum desses trabalhos, por melhores que fossem (e foram ótimos), chegou perto do que Annalisse fez. Usando o controle vocal a seu favor como havia feito na blind, ela criava camadas de profundidade na música ao mesmo tempo em que se portava como uma senhora vocalista. Ao começar e estabelecer o início da performance numa região baixa e depois transitar entre a explosão e a confissão, Annalisse intensificou toda a dor, a revolta e o conformismo do eu lírico da música de uma maneira que foi linda de se ver naquela que talvez tenha sido a performance mais completa desses knockouts. Não havia como dar a vitória para outra pessoa que não fosse ela. Vencedor: Annalisse

LindomarLara começou os trabalhos e que evolução minha gente, ela estava meio perdida e sem uma conexão, mas os conselhos de Seal lhe caíram muito bem, ela conseguiu criar uma magia em torno de si, se mostrar vulnerável e se entregar, creio que suas limitações não lhe deixaram totalmente confiante, ela estava nervosa e por isso acabou não sendo perfeito, mas foi muitoooo bom! Amém Birdy! Russel chegou com a música mais difícil entre os três, Shape Of You é cheia de armadilhas e exige uma respiração apurada para conseguir dar conta, Russel fugiu dos momentos mais difíceis onde um crescimento seria bem-vindo e fez um trabalho básico e consistente, enfim não foi uma boa song para ele. Annalisse tinha um lindo hino de Emile Sandé para convencer a todos e ela convenceu, que interpretação linda e profunda foi essa minha gente, amei muito, cheia de personalidade e emoção. Vencedor: Annalisse

Lucas: Que performance linda da Lara! Ela colocou toda sua emoção ali no palco e sem inventar muito, fez uma performance vocal correta carrega de sentimentos. O Russell pegou um hit e entregou uma performance onde ele bem que tentou se destacar, mas ficou abaixo da original e da performance apresentada no The Voice UK, logo, não consegui me animar com sua performance. Annalisse usou o que tem de mais bonito na sua voz, sua suavidade com controle vocal, sabendo seus limites. Portanto, a vencedora realmente foi Annalisse, mas se alguém desse parlamento fosse receber steal, esse alguém não deveria ser Russell. Vencedor: Annalise

Vencedora: Annalise Walker

Steal: Russel Francis (Boy George)

Eliminada: Lara Nakhle

Team Boy George

Taylah Harrington – Here Comes the Sun (The Beatles) vs. Benjamin James Caldwell – Jealous Guy (John Lennon) vs. Lyn Bowtell – Let It Be (The Beatles)

TEMA: The Beatles

Imaginem cada uma das song choices como um nível que vai de 1 a 100. Taylah recebeu uma song choice com nível de dificuldade 3 e com uma baixa capacidade de impacto. Benjamin recebeu uma com nível de dificuldade 30 e uma capacidade de impacto acima da média. Lyn recebeu uma música com nível de dificuldade 90 e com nível de impacto altíssimo. Após isso, será se dá pra compreender o meu problema com esse knockout?

Taylah foi sabotadíssima na escolha e não tinha muito o que fazer, no entanto ela explorou ao máximo o que poderia. Usou a vibe da música a seu favor, suprimiu um trecho bem característico da música, quase como se nos convidasse a completar a música por ela, e ainda por cima pontuou a performance com inflexões acertadas. O impacto gerado foi mínimo, mas foi uma apresentação onde podemos reconhecer alguns aspectos que ofereciam um espaço considerável para um melhoramento, o que é bem mais do que se pode esperar com essa música. Benjamin fez um feijão com arroz bonito, deixou o timbre gostoso de se ouvir ganhar espaço, entretanto em momento algum ele realmente utilizou tudo o que podia e a minha sensação ao final da performance foi de um bom desapontamento. Já Lyn simplesmente mostrou-se incapaz de compreender o peso ou a mensagem da música que cantava e achou que a música se tratava de vocais impressivos e acabou por destruir o clássico com o excesso apresentado. Eu daria a vitória pra Taylah sem nem pensar muito, pois foi a que melhor conseguiu compreender o repertório e mesmo que não escolhesse ela, Benjamin teria sido a escolha mais sensata. George mandou muito mal escolhendo Lyn. Vencedor: Taylah

Lindomar:  Creio que aqui veio uma derrapada dos KOs de Boy George, ele vinha com ótimos trios e ótimas songs choices mas aqui nada funcionou muito bem. Taylah tinha a música mais fraca entre os três e era a candidata mais fraca entre os três, mas curiosamente foi a que entregou um trabalho consistente e fez uma boa performance. Benjamin que fez uma linda audição parecia extremamente perdido, não consegui sentir ele entrando na vibe da música e se entregando, por fim Lyn que é uma das favoritas e bem subestimadas para ser sincero fez uma performance apenas ok, muito ok alias, não curtiu os vocais, não achei que ela estava emocionada e conectada com a música, enfim, foi ok! Fica até difícil escolher aqui, porque Taylah foi melhor mas é a mais fraca, não levaria ela a próxima fase, entre Benjamin e Lyn, ficaria com ele por ter feito um trabalho com conexão, apesar dos vocais não estarem em um bom dia. Vencedor: Benjamin.

LucasTaylah teve a performance mais ok que eu vi nessa fase. Com uma música que não favorecia nada a pobre coitada, ela fez o possível, mas soou tudo tão genérico, com vocais que mesmo não sendo ruins, não surpreenderam e não me entreteram em momento algum. Ao contrário de Benjamin, que soou interessante e pôde mostrar o seu timbre que é lindo, cantando sempre na voz de peito, com uma voz limpa e segura. Lyn começou extremamente chata e fraca, mas teve uma melhora no fim, onde resolveu fazer algo para se destacar. Eu escolheria Benjamin, pois além de ter tido a melhor performance entre os três, artisticamente é o mais interessante. Vencedor: Benjamin

Vencedora: Lyn Botwell

Eliminados: Benjamin James Caldwell e Taylan Harrington

 

Team Kelly Rowland

Tommy Harris – Drunk In Love (Beyoncé) vs. Michelle Mutyora – Halo (Beyoncé) vs. Russ Walker – 1 + 1 (Beyoncé)

TEMA: Beyoncé

Eu realmente não tenho muito o que falar de cada performance separadamente aqui. Ainda que todas tenham sido boas, nenhuma passou perto de sequer me fazer pensar em algo melhor que “bom trabalho”. Tommy trouxe aquela forte identidade que me conquistou nas blinds, assim como os vocais imperfeitos. Michelle trouxe a competência vocal esperada, mas pareceu mais um karaokê tecnicamente irrepreensível do que qualquer outra coisa. Russ melhorou de sua blind superestimada e foi o que entregou a performance mais consistente dentre os três aqui, embora seja o perfil que eu considere o menos interessante pra seguir em frente. Minha escolha seria provavelmente Tommy, porém compreendo perfeitamente a decisão de Kelly em avançar com Russ aqui. Vencedor: Tommy

Lindomar: Tommy começou com uma pegada diferente quis levar Drunk In Love para uma outra atmosfera e fez isso com muita personalidade, amei a sua versão e a sua conexão com a música, Tommy poderia realmente ser um grande artista com um bom trabalho na próxima fase. Michelle é a que mais me chamou atenção nesse trio, ela mostrou tanto potencial em sua audição, uma capacidade imensa de atingir notas enormes e um vozeirão guardado nessa garota pequenina, enfim vim com altas expectativas e elas foram parcialmente atendidas, esperava mais explosão e mais alcance em alguns momentos, ela optou por não se arriscar e entregar algo sólido, foi legal, mas sem impacto. Russ surgiu da onde com essa voz tão afiada e poderosa? É o artista que menos gosto do trio, mas sejamos sinceros ele mandou bem do início e causou impacto, muito mais que Michelle e Tommy, do meio pro final ele decaiu horrores e mostrou o que ele é na verdade, enfim, Kelly tinha uma escolha a fazer entre Tommy e Michelle, mas deu close errado. Vencedor: Tommy

Lucas: É, Tommy e Michelle fizeram performances, ao meu ver, em um mesmo nível. O rapaz explorou seu timbre, conhecendo suas limitações e arriscando até onde podia numa, música que já tem suas versões acústicas, enquanto a garota foi bem segura, como na sua blind, mas não chegou a alcançar ou segurar uma nota capaz de surpreender numa música que já foi tão bem interpretada. O vencedor claramente foi o Russ, surpreendendo muito com a dinâmica que imprimiu na performance, executando tudo com certa facilidade, além de que esteve ótimo no palco. Vencedor: Russ

Vencedor: Russ Walker

Eliminados: Tommy Harris e Michelle Mutyora

 

Team Delta Goodrem

Anthony Sharpe – Sweet Disposition (The Temper Trap) vs. Kelsie Rimmer – The Day You Went Away (Wendy Matthews) vs. Nathan Kneen – Burn For You (John Farnham)

TEMA: QUE HINO! (Versão Australiana)

Eu tinha gostado bem de Anthony na blind, achado bem divertido e cheio de energia e estava com boas expectativas para sua versão de Sweet Disposition. Infelizmente, Sweet Disposition é uma música apoiada em uma construção rítmica gradual que em um minuto é impossível de se fazer, e a prova disso é o quão apática foi essa performance, mesmo com todo o esforço que Anthony fez. Nathan foi tão competente vocalmente quando poderia se esperar dele, e isso infelizmente foi o que diminuiu consideravelmente o impacto de sua performance. Sua polidez vocal implicou em uma esterilidade emocional que tornou a performance vazia de alma, ausente de qualquer capacidade de comover quem assiste. Capacidade essa que a combatente dele esbanjou na sua apresentação.

Kelsie… Ah, Kelsie. Como falar de você sem esgotar todo o vocabulário que possuo? É como se cada inflexão dela simplesmente funcionasse técnica e interpretativamente. É como se cada pequena mudança que ela faz na música, ao invés de apenas injetar a versão de personalidade, enriquecesse toda a letra da música de significados e aqui com The Day You Went Away, isso não foi diferente. Só o trecho “cause you’re leaving me behind” já é o suficiente para atestar o quão única e especial essa mulher é e claro que não havia outra escolha pra vitória se não ela. Vencedor: Kelsie

Lindomar: Delta montou um trio diversificado, uma garota indie/folk, um roqueiro e um cantor de opera, que trio foi esse mlr? Isso que dá montar uma equipe diversificada. Anthony pisou no freio e começou de forma mais suave e mostrando porque é um rockstar, que energia, que presença de palco, que voz linda é essa… senti que só que ele podia ter ido com mais potência em alguns trechos, foi crescendo, crescendo e acabou sem terminar de crescer. Mas logo esqueci dele quando Kelsie apareceu, que performance foi essa minha gente, que voz, que entrega, que timbre magnificio, fiquei totalmente imerso e apaixonado. Nathan tem um puta vozeirão e contrasta demais com a sutilidade de Kelsie, ficou legal até de certa forma, ele realmente estava conectado e soube explorar os vocais, apesar de mais uma vez achar que a falta de tempo para crescer impediu que ele, Kelsie e Anthony fizessem algo uauuu! Enfim, a escolha é fácil minha gente, não existe desculpa para acabar com a trajetória de rainha Kelsie aqui. Vencedora: Kelsie

Lucas: A música do Anthony exige uma grande voz, coisa que ele não tem. Logo no começo, a execução do falsete não ficou boa, e no decorrer da música, era necessária mais potência vocal, era preciso que ele crescesse junto com o arranjo, coisa que não aconteceu. Por outro lado, por favor, Kelsie é boa demais! A menina soube usar a voz de cabeça de uma maneira incrível, super conectada com o que tava cantando, fazendo uma das melhores performances da fase. Já o Nathan, teve uma performance até boa, mas não o senti conectado com a música suficientemente (ainda mais pra quem viu essa música ser interpretada por Robbie Balmer, da season 3). Nessa, Kelsie levou fácil. Vencedor: Kelsie

Vencedora: Kelsie Rimmer

Steal: Nathan Kneen (Boy George)

Eliminado: Anthony Sharpe

 

Team Seal

Ruby Jo – This Is What You Came For (Calvin Harris ft. Rihanna) vs. Sam Hale – FourFiveSeconds (Rihanna, Kanye West & Paul McCartney) vs. Berni Harrison – Love on the Brain (Rihanna)

TEMA: Rihanna

Pra começar, que tema ótimo! Rihanna é uma artista que pode oferecer uma variedade de música melhor que grande parte dos artistas pop atuais, então é uma escolha de tema excelente para três candidatos tão diferentes. Dito isso, devo dizer que foi decepcionante ver esse knockout com todas as performances sendo, no máximo “ok”.

Ruby foi vocalmente digna em toda a sua This Is What You Came For, mas essa música possui uma sensualidade inerente tão forte que ver a performance puramente técnica de Ruby foi como comer um sanduíche sem o pão: ficou faltando algo. Sam foi melhor do que eu esperava, mas isso significa que ele foi decente e cantou bem, não foi apenas um alívio cômico. Berni tentou inserir demais sua identidade em Love On the Brain e acabou descaracterizando a música, o que me deixou triste, já que ela foi uma das minhas favoritas da blind. Dentre os males, o menor foi o de Ruby, mas não tenho como reclamar da escolha de Seal quando cada um teve problemas consideráveis. Vencedora: Ruby Jo

Lindomar: RIHANNAAAAAA AHHHHH, amei o tema do #TeamSeal! Ruby Jo saiu da concha onde ela estava e arrasou, tomou a música e deu uma nova roupagem, veio abusada e com confiança, que postura madura para alguém de 15 anos, adorei muitooooo! SOCORRROOO! Na sequência veio Sam, uma das maiores figuras que já passou pelo programa, amei as caras e bocas dele no ensaio e vimos uma grande evolução do garoto que tem uma voz de Nashville kkkkk, ele mandou bem e se entregou, foi legal ver tudo isso, mas next.. Fechando os KOs veio a linda Berni com uma música fodásticaaaaa Love On The Brain em sua versão gótica suave, e ao contrário do que aconteceu com Ruby, senti que ela decaiu dos ensaios até a versão nos KOs, forçou demais o seu timbre no refrão, enfim, não consegui gostar não, a escolha aqui pra mim era óbvia, Ruby Jo, pena que foi injustiçada. Vencedora: Ruby Jo

Lucas: Primeiramente, nunca havia ouvido essa versão da música e achei ótima. Sobre os vocais de Ruby, eu gostei bastante, pois ela soube executar a música na voz mista do começo ao fim sem derrapar. O nível de dificuldade da interpretação de Ruby foi consideravelmente alto e ela se saiu muito bem. Sam me surpreendeu, pois a construção da sua performance foi muito boa. Primeiro destacou o seu timbre, depois colocou mais potência na voz e suavizou com o falsete, mandando muito bem e soando muito original. Já a Berni, tem uma voz bem peculiar e se apoiou nisso na sua performance, não fazendo algo incrível, mas também sem grandes decepções. Gosto da forma como Berni canta, adorei como executou o final, mas realmente esperava-se mais dela depois das blinds. Trio muito equilibrado, onde Ruby teve uma ligeira vantagem. Vencedor: Ruby

Vencedora: Berni Harrison

Eliminado: Sam Hale e Ruby Jo

 

Fim dos knockouts e os times estão assim:

#TeamSeal: Annelisse Waker, Berni Harrison, Camryn Jordans, Lucy Sugerman, Rennie Adams e Ruva Ngwenya.

#TeamDelta: Claire Howell, Ellis Hall, James Banks, Judah Kelly, Kelsie Rimmer e Tim Conlon.

#TeamKelly: Bojese Pigram, Fasika Ayallew, Gemma Lyon, Russ Walker, Sally Skelton e Spencer Jones.

#TeamBoyGeorge: Hoseah Partsch, Lyn Bowtell, Nathan Kneen, Robin Johnson, Russell Francis e Sarah Stone.

Curioso como os times de Delta e Seal possuem os melhores nomes e mesmo os piores poderiam vencer esse programa tranquilamente. O mesmo não pode ser dito dos times de Kelly e Boy George, pois ambos são formados por nomes sem peso e que, se fosse no formato do The Voice US, teriam seus times eliminados antes do top 6. Coloco o time de Boy George na frente única e exclusivamente por Sarah Stone, que é uma senhora artista.

Antes de encerrar a review, vou colocar aqui os pareamentos já confirmado das battles, que já dá uma dor no coração quando olhamos os dos times de Seal e Delta. Quem não gostar de ver esse tipo spoilers, pode pular e comentar logo lá embaixo.

Estes são os pareamentos, com meus coments sobre quem eu acho que deve vencer:

 

TEAM SEAL:

Annalisse Walker  vs. Berni Harrison

Camryn Jordans vs. Lucy Sugerman

Rennie Adams vs. Ruva Ngwenya

Acho que aqui as vitórias devem ir para Annalisse, Lucy e Rennie, embora eu prefira a Ruva que ele.

 

TEAM DELTA:

Claire Howell vs. James Banks

Ellis Hall vs. Tim Conlon

Judah Kelly vs. Kelsie Rimmer

A única vitória clara pra mim é a de Claire aqui, de resto, aposto em Ellis e Judah, embora prefira mil vezes Kelsie que Judah. Já odeio Delta por isso.

 

TEAM KELLY:

Bojesse Pigram vs. Sally Skelton

Fasika Ayallew vs. Gemma Lyon

Russ Walker vs. Spencer Jones

Levando em conta o padrão de Kelly em escolher o pior, aposto em Sally, Gemma e Russ aqui, embora claramente achasse que as escolhas opostas seriam o melhor.

 

TEAM BOY GEORGE:

Hoseah Partsch vs. Nathan Kneen

Lyn Bowtell vs. Sarah Stone

Robin Johnson vs. Russel Francis

Aposto que George vai se manter fiel aos originais de seu time, então fico com Hoseah, Sarah e Robin. Espero que Russell e Nathan tombem os outros dois, mesmo assim.

 

Por ora é isso. Próxima semana o Panela traz a review das battles, onde não há mais saves e já estou triste com o massacre que rolará. Até a próxima!

P.S. Quem quiser ver esse reality maravilhoso de forma completa pode conferir o episódio logo abaixo!

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Autor

Ícaro

Cinéfilo de carteirinha e atual professor de Herbologia em Hogwarts, tem a escrita como uma de suas paixões e acha que o mundo seria um lugar melhor se as pessoas não ligassem tanto para a opinião dos outros.

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