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The Voice AU – S06E16 – The Live Finals 1

Coaches vamos melhorar na escolha da songs choices para ontem?

Olá Brasil e o resto do mundo que anda traduzindo nossas reviews para acompanhar! Após uma edição contraditória, onde Knockouts vieram antes das Batalhas, tivemos eliminações injustas (sdds Kelsie) e outros embustes avançando chegamos a fase de Lives! Dessa vez podemos comemorar a fase de Lives, TVAU abandonou seu antigo modelo e decidiu evoluir, temos agora um formato semelhante ao adotado no The Voice USA, com Instant Save e tudo mais!

Amém Live Shows Completos! AAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Nessa primeira semana os coaches tinham a difícil tarefa de desafiar e compreender seus acts, mas já adianto que o resultado disso me decepcionou um pouco, creio que as escolhas musicais foram bem precipitadas em vários casos e espero que melhorem para a próxima semana. Vamos conferir tudo que rolou com nossos amados Selos? Hoje minhas amigas mineiras Tati e Mari me acompanham!

P.S. Peço desculpas pelo atraso, já é quarta feira não é mesmo? Tive pequenos problemas logísticos e alguns compromissos inadiáveis que atrasaram o lançamento da review!

Lucy Sugerman – “Wrecking Ball” by Miley Cyrus

Lindomar: Olha que escolha precipitada foi essa de Seal para minha Lucy, não que ela foi mal, longe disso ela tirou leite de pedra e usou seu lindo timbre e tornou a música sua, mas confesso que em certo momento eu enjoei dos nuances que ela fazia repetidamente. No geral ela mostrou vocais sólidos e fez uma apresentação original e cheia de atitude, amei aquela bola de aros brilhantes onde ela estava suspensa! Fez um bom trabalho para abrir a noite, mas longe de ser espetacular ou próximo de sua audição.

Mari: A “Little Star” como Seal a chama, tão nova, tão talentosa. É incrível como Lucy coloca a marca dela em tudo que canta. Ainda que eu não tenha achado que essa era a musica ideal pra ela, é inegável que ela fez um bom trabalho, fazendo sua própria versão e se desvinculando de qualquer comparação. Fico feliz porque a vejo  caindo cada vez mais no gosto do público o que me dá esperanças de ver minha favorita na final.

Tati: Que escolha foi essa para essa menina, minha gente? Eu vi esperando 8 ou 80. Ou Lucy faria algo totalmente diferente, colocando seu estilo na apresentação ou ela viria com um arranjo e apresentação que não teriam nada a ver com ela. No entanto, tivemos um meio termo. O arranjo foi o mesmo, mas ela tentou alguns recursos vocais para deixar a apresentação diferente. Vocalmente falando, não tenho tanto o que reclamar, mas, pra mim, o problema dela essa noite está, exclusivamente, na song choice erradíssima.

   

Bojesse Pigram – “There’s Nothing Holding Me Back” by Shawn Mendes

Lindomar: Bojesse até aqui foi um dos artistas que mais evoluiu no show, ele sempre esteve dentro de performances mais contidas, acompanhado pelo seu violão e com músicas mais calminhas e ele precisava de um desafio. Kelly pegou uma das músicas mais aceleradas de Shawn Mendes e jogou pro boy, ele até segurou a marimba, mas senti que ele teve problemas com o ritmo acelerado, ele quase não conseguia respirar e por conta disso seus vocais foram longe do ideal, acredito que a intenção e a ideia foi ótima, mas a execução pecou um pouco.

Mari: A intenção de dar a Bojesse uma musica mais animada, era mostrar certa versatilidade e fazer com que ele se soltasse um pouco mais no palco. Mas acredito que a musica não ajudou muito. Em alguns momentos, eu sentia que ele não se mexia tanto com medo de se perder e ter problemas de respiração e por isso ficou o tempo todo agarrado ao pedestal. Foi legal, mas ficou uma sensação de podia ter sido melhor.

Tati: Kelly já vindo com “Chão Card” para o teen dela. Mas, ao meu ver, ela veio cedo demais ahahaha. Bojesse é um dos meus amorzinhos da temporada: tem uma voz e uma identidade mais popzinha bem legal. O problema dessa apresentação foi esse arranjo e essas palmas dessincronizadas e totalmente fora de ritmo. Sério gente, cadê um “liminha” da vida pra subir uma placa mandando esse povo parar de bater palma e estragar o ritmo da apresentação? Mas no geral eu achei uma apresentação legal, mas espero que tenhamos outras song choices melhores para ele na semana que vem.

 

 

Hoseah Partsch – “Sorry Seems to Be the Hardest World” by Elton John

Lindomar: Não que eu goste de Hoseah, longe disso mas que pisão de Song Choice de Boy George foi esse? Emocionado, conectado e com bons vocais, Hoseah deu um verdadeiro show nessa primeira noite de live e de longe superou Bojesse e Lucy que vieram antes dele. Hoseah é um verdadeiro Dark Horse na competição, corre por fora e com força, se ele seguir essa linha de songs mais emocionais passando essa verdade e vulnerabilidade não dúvido de ver ele indo longe.

Mari: Não sou a maior fã de Hoseah na competição, mas achei que ele fez um trabalho bem correto. Ele não tem grandes recursos, nem nenhum grande diferencial para se destacar na competição, mas foi bem fiel a musica e teve uma interpretação bastante crível, o que talvez seja suficiente enquanto ainda há 12 competidores.

Tati: Eu amei a blind de Hoseah e desde então ele virou um 0 à esquerda pra mim. Mas, confesso, que hoje eu senti novamente a emoção que senti com ele na blind e consegui me conectar ao que ele cantou. Achei que ele fez um bom trabalho vocal e passou a emoção exata da música. Mas ele continua chato para meu gosto pessoal ahaha.

 

 

Claire Howell – “Into You” by Ariana Grande

Lindomar: Bixa pra que a senhora tá fugindo das notas se sabe que alcança? Claire tem ainda pequenos problemas de confiança, ela precisa se arriscar e se entregar mais. Delta compreendeu Claire, vem variando as performances entre algo mais emocional, algo mais solto, algo mais sexy, mas ainda falta Claire se soltar completamente e mostrar aquela mesma garota da audição de Who You Are na season passada ou de seu KO nessa temporada, espero mesmo que minha Claire vingue e consiga crescer, estou na torcida, hoje ela foi na média, não se arriscou muito na extensão das notas e não estava confortável no palco, senti inclusive que ela estava muito melhor em seu ensaio.

Mari: Claire é uma vocalista excelente, mas achei Into You uma musica bem arriscada. No inicio da performance mal consegui ouvir a voz dela, a banda atrapalhou um pouco, não sentia ela 100% confortável e a nota alta no meio da apresentação foi o único momento que me despertou. Talvez uma versão mais acústica caísse bem melhor pra ela e lhe desse a oportunidade de destacar melhor seu timbre.

Tati: Achei uma song choice perfeita para menina Claire, mas algo aqui não permitiu que a apresentação fosse UAU. E eu ACHO que era o nervosismo dela, viu? Em algumas partes ela deu uma derrapadinha e não alcançou algumas notas. Mas Claire tem uma voz e domínio de palco excelentes e ainda assim consegui gostar da apresentação. Eu conseguiria ver um show dela inteirinho, pois ela sabe como nos prender enquanto está no palco. Mas Delta precisa ajudá-la a encontrar músicas que realmente a façam entregar tudo de si.

 

Rennie Adams – “Let It Go” by James Bay

Lindomar: Rennie é um dos acts mais WHO desses lives, aquele que passa despercebido e que você nunca lembra, mas hoje é o dia dos WHO irem bem e mostrarem que não estão aqui a toa, Rennie trouxe bons vocais e conseguiu com apenas o violão chamar atenção para si, usou alguns nuances e mostrou uma leve rouquidão que andava escondida, entretanto para mim ele pecou muito na conexão com a música, achei tudo meio morno, frio e sem vida, enfim, ele fez um bom trabalho vocal mas segue sendo um act bem contestado a essa altura do campeonato.

Mari: Acho Rennie bem água com salsicha e sinto nele o mesmo que sinto com Hoseah. Não vejo ele com possibilidades de surpreender, mas pelo menos não fez nada desastroso. Let It Go combinou com a voz dele e acredito que ele tenha feito sua performance mais interessante na competição.

Tati: (Rennie é tão apagado que Tati esqueceu de ver o vídeo dele e comentar, assim que ela fizer isso irei incluir na review kkkkkk).

 

 

Fasika Ayallew – “Young Hearts Run Free” by Candi Staton

Lindomar: Que arraso foi esse da Fasika! Eu geralmente desgosto muito de R&B e Disco nos realities, mas que show Fasika deu, toda confiante, confortável, linda e sexy ela arrasou dos primeiros versos até o final. Acredito que nesse top 12 os coaches estão arriscado dado o baixo risco do act sair, mas posso afirmar que Kelly foi muito feliz em colocar Fasika com uma música tão antiga, AMEI FORTE apesar de não ter sido marcante, até aqui a melhor performance da noite.

Mari: Que musica estranha. Fasika não parecia confiante nos ensaios, mas conseguiu superar no ao vivo. Ainda assim, achei que faltou aquele momento que marcasse a performance de alguma maneira. Fasika cantou e um minuto depois eu ja tinha me esquecido completamente de que ela havia subido ao palco.

Tati: Fasika é uma grata surpresa nesse programa. Eu adoro a elegância que ela canta. Me remete a um R&B bem clássico. Essa apresentação foi bem velhos tempos mesmo ahaha. Mas eu gostei muito! Deu pra ver que ela estava se divertindo no programa e fez tudo com muita facilidade e domínio. Nada espetacular, mas suficiente para ser uma das melhores apresentações em uma noite tão fraquinha como essa.

 

 

Robin Johson – “Red” by Daniel Merriweather

Lindomar: Que coisa mais cagada foi essa? Robin é limitadissimo e eu super achei que ele ao lado de Tim/Rennie são os embustes presentes nesses lives, enfim, a música era linda mas combinava zero com ele, sem conexão, sem emoção e com vocais péssimos ele fez o pior trabalho até aqui nessa primeira noite de lives!

Mari: Robin é pra mim o artista mais desinteressante de toda a competição. É genérico, não tem uma voz atraente, não tem carisma e só Boy George sabe por que ele está nos lives. Não gostei da musica escolhida e menos ainda da performance. Robin tenta, mas sua interpretação não tem brilho, ele parece não se envolver de verdade com a musica e tudo soa karaokê demais e nem da pra dizer que é um karaokê bem feito. Facilmente o que eu menos gostei até agora.

Tati: Robin é outro que eu consigo ver paixão enquanto ele canta e isso eu defendo bastante. Mas achei a escolha um pouco equivocada para ele nessa fase, tanto que o coitado foi pro Bottom. Sei lá, pelo o que ele fez antes, ficou na cara que a pegada dele é algo mais vivo. Não foi ruim, só foi absolutamente linear e boring.

 

 

Spencer Jones – “We Are The Champions” by Queen

Lindomar: Existe escolha mais clichê do que We Are The Champions para um roqueiro? Eles são raros em competições como The Voice, mas eles existem! Spencer abusou dos vocais, da rouquidão e fez uma boa apresentação, soube se conter quando deveria e explodir quando deveria. Entretanto apesar de equilibrar bem, senti muita falta da extensão vocal nas partes mais altas e de uma certa entrega, talvez interagir um pouco mais com o público e tal, mas dentre todos que já se apresentaram ele foi super bem.

Mari: Acho Spencer extremamente cansativo. Não sei se é o timbre, ou a falta de identidade, mas não gosto. Achei que ele pegou uma musica grande demais pra ele e dava pra notar um claro nervosismo. Ele foi se soltando, conforme a musica evoluía e o resultado final acabou não sendo dos piores.

Tati: Spencer é o tipo de cantor bastante esforçado, e dá pra perceber isso nos ensaios e na apresentação. Ele tem uma identidade muito bem definida e defende isso. Mas nessa apresentação, assim como nas outras, o timbre dele me incomoda muito. Apesar disso e de algumas desafinadas que ele deu, achei a apresentação legal em termos de performance e entrega, o que é muito importante para o estilo que ele representa no programa.

 

 

Tim Conlon – “Sign Of The Times” by Harry Styles

Lindomar: Delta minha filha eu te amo mas não faz isso não mlr, uma música desse tamanho e de tanta dificuldade para o seu cantor mais limitado? Confesso que curti o trechinho do ensaio mostrando o registro baixo e bem suave. Quando ele começou confesso que curti bastante (SHAME ON ME) mas foi chegar naquela parte estranha que só o Harry Styles no estúdio foi capaz de fazer hahaha que começou a cagar tudo, no refrão Tim mostrou toda aquela inexperiência e limitação que mostrou em sua audição, foi bem cagado dali pra frente! Espero que a Austrália mostre que não vota pelo corpo e sim pelo talento! Let’s see!

Mari: Deem um ctrl c + ctrl v no meu comentário sobre o Robin porque serve aqui também. Tim vem sendo arrastado, ganhando de acts melhores injustamente e por isso eu já tenho asco só de olhar. Ele pegou a musica da moda e fez uma performance completamente morna e esquecível, com uma interpretação bem forçada e a parte do refrão nos falsetes, apenas não. Até agora temos um saldo negativo de dois acts de The Voice estragando Sign of Times. Parabéns.

Tati: Que escolha, foi essa, Brasil? Música imensa para o que o Tim pode entregar. Principalmente nas partes mais altas, a gente percebe que a voz dele é limitada. Eu até gostei das tentativas de registro mais baixo, que dava pra ver a voz dele mais suave. Mas no geral, achei uma tentativa não tão bem sucedida de cantar uma música desse nível.

 

 

Sarah Stone – “Water Under the Bridge” by Adele

Lindomar: Que escolha peculiar, afinal Sarah e toda sua entrega e emoção teria todos pré-requisitos para cantar as músicas sobre corações partidos de Adele, entretanto são song choices batidas e cantandas mil vezes nos realities, a escolha foi peculiar e me deixou ansioso, afinal daria abertura para Sarah vir com um lado de si mesma um pouco diferente. Entretanto ela não parecia em sua melhor noite, não que tenha sido ruim, longe disso mas ela não se arriscou, ficou na zona do safe sem ousar nos vocais ou sem sair daquele palco enorme e lindo, enfim foi uma pena! Espero que minha Sarah mais emocional volte semana que vem.

Mari: Eu adoro a Sarah e amo esse hino da Adele, mas senti que não foi um casamento 100% feliz. Vocalmente ela foi bem, segurou bem a marimba de cantar uma musica como essa, mas achei que ela ficou um tanto limitada no palco (que a propósito me distraiu bastante) e se soltou pouco. Acredito que ela pode se arriscar ainda mais. Queria ver outro lado da Sarah sendo trabalhado, quem sabe uma musica mais upbeat na próxima?

Tati: Quando vi a escolha da Sarah, achei uma música perfeita para a voz dela! Mas o arranjo não ajudou muito, ao meu ver. Uma versão acústica ficaria perfeita. Mas de qualquer jeito foi uma apresentação gostosa de se ver e com muita energia. Sarah é uma das minhas favoritas e não é à toa. Pela   primeira vez, a vi derrapando na afinação no finalzinho, mas mesmo assim não acho que tenha sido algo que tirasse o brilho da apresentação.

 

 

Berni Harrison – “Diamonds” by Rihanna

Lindomar: Olha seria mais uma escolha precipitada de Seal para minhas meninas indies? Ao menos pensei assim até ouvir o primeiro verso no ensaio e perceber o quão singelo e único aqueles versos se tornaram na voz de Berni. Berni estava imersa e conectada, mostrou como se coloca um momento de destaque na performance e foi muito bem, só senti falta de ela subir mais o tom na segunda parte do refrão, mas no geral AMEI e achei uma das melhores apresentações desta noite.

Mari: Eu gostei muito do desempenho vocal da Bernie, que pra mim foi o melhor dela desde a sua linda audição. Porém, também achei Diamonds um tanto quanto óbvia e não era o tipo de musica que eu queria vê-la cantando. Acredito que ela pode render mais e esta na mão do coach certo, portanto espero que Seal consiga extrair o melhor dela, pois ela tem potencial demais, mas tem mostrado de menos.

Tati: Minha outra princesinha indie veio com uma música também um pouco inesperada. Também vi com as expectativas um pouco baixas, mas gostei, viu? Dessa vez Berni não se apoiou tanto no timbre, mas se conectou com a letra e cantou com mais força quando era necessário. No geral, eu gostei muito da apresentação e achei que ela se segurou bem dentro da proposta da performance.

   

 

Judah Kelly – “Purple Rain” by Prince

Lindomar: Uma voz é uma voz monamour! Judah veio com tudo e se entregou emocionalmente pela primeira vez, ele realmente sentia cada palavra que saia de sua boca e fez valer a pena assistir essa noite de lives. O começo apenas acompanhado do violão e de uma forma mais contida seguido da adição de camadas de profundidade e força executadas de maneira suave fizeram com que o lado mais emocional se destacasse! Enfim o melhor da noite? Sim o melhor da noite! Arrasou!

Mari: Judah é o queridinho dos australianos e grande favorito pra vencer a temporada, mas ainda não tinha me cativado. Em todas as suas performances eu não conseguia sentir a emoção nele como todos sentiam. Mas fui surpreendida pela performance de Purple Rain. Sim, pode ser que o fato de eu amar demais a musica tenha influenciado muito, mas foi a primeira vez que eu consegui sentir o Judah conectado de verdade e me peguei realmente gostando do que foi apresentado. Ele ainda não é um dos meus favoritos pra vencer, mas se repetir desempenhos assim, não vou ficar reclamando do que parece sua óbvia vitória.

Tati: Eu sei que muita gente tem raiva do Judah, pois eliminou a injustiçada Kelsie. Mas, gente, que voz esse menino tem? Sério, é muito boa! E o que mais me assusta é que ele tem um domínio invejável. Deu pra ver que ele não deu tudo de si nessa apresentação, mas foi suficiente para ser a melhor apresentação da noite, ao meu ver. Eu ainda acho que ele tem problemas com a conexão com a música, mas pelo menos ele está tentando melhorar.

 

 

BOTTOM 2

O formato do The Voice Austrália é sempre uma surpresa, mas foi anunciado uma ampliação dos lives, teremos 5 noites e provavelmente uma fase de massacres ou algo do tipo. As votações foram abertas desde o início do programa e duraram por algum tempo após a apresentação de Judah. Os resultados mais justos colocariam Robin e Tim nesse bottom 2, quem se salvaria? Não Sei, poderia estar eliminando ambos!

Visto as performances para mim Fasika, Berni e Judah foram os grandes destaques da noite! Hoseah, Bojesse, Claire e Sarah viriam em um segundo plano! Depois de uma certa demora foram anunciados os resultados mais justos dessa temporada.

ROBIN VS TIM

Isso mesmo Brasil, os dois acts mais fracos acabaram no bottom 2 e teriam mais uma chance de performar pela chance de permanecer no programa.

Robin Johnson – “Don’t Let Me Down” by The Chainsmokers

Robin porque passa tanta vergonha mlr? Apresentação sofrível, vocais péssimos, nada funcionou e ele provou que é limitado mesmo, ou seja, nada de novo sob o sol. Ao menos aqui ele cantou algo que cantaria em uma possível carreira pós show não é mesmo?

Tim Conlon – “Treat You Better” by Shawn Mendes

Olha novamente ele começou bem mas foi perdendo a regularidade conforme a performance deveria crescer, novamente Tim mostrou que é limitado assim como Robin. O que me deixou mais feliz aqui foi ver ele indo ao bottom logo de cara, acho que dado as performances de hoje ele merece vencer Robin, mas já pode estar saindo na próxima semana.

Australia Instant Save: Tim Conlon

Tim Conlon segue e se a Australia não surpreender ele deve sair na próxima semana, afinal ele não fará um milagre vocal até lá! kkkkk! Para a próxima semana os australianos seguem votando via app e por execuções da música de cada artista na apple music, aparentemente teremos um bottom 2 no início do programa e um no final. Mas nada confirmado pessoal!

O saldo dessa primeira noite de lives é razoavél, tivemos algumas boas apresentações, outras mornas, mas muito dos artistas saindo da zona de conforto e se arriscando e isso que importa a essa altura da competição! E vocês o que acharam? Qual a apresentação favorita de vocês? Para a semana que vem vou tentar trazer os SELOS atualizados com os coaches dessa temporada! Bye Guys!

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Lindomar Albuquerque

Amado por 30 milhões de Brasileiros! Paulista, Canceriano, 25 anos, Químico e atualmente faço Doutorado em Biotecnologia e Polímeros. Me achou nerd neh? Sou mesmo! Amo uma boa banda alternativa/indie, fã número 1 de Imagine Dragons e adoro perder um bom final de semana maratonando séries! P.S. Sou bêbado também gente, me chama para uma cerveja e para falar de série!


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