Panela de Séries » Arquivos The Voice AU - S06E17 - The Live Finals 2 - Panela de Séries

Posts Populares

The Voice AU – S06E17 – The Live Finals 2

“There’s so much pain in your eyes”

Oi pessoal, estou de volta para comentar essa segunda semana de lives da minha franquia favorita do The Voice <3. Semana passada tivemos uma rodada bem morna, mas essa semana as coisas deram uma melhorada e nos trouxe performances mais interessantes. Essa temporada tem se mostrado menos previsível que as demais, cada semana os resultados tem me surpreendido e até sido justo até então, apesar que não gostei muito desse último resultado. Outra coisa que tenho gostado é ver os underdogs da competição se destacando nos lives e indo até melhor que os próprios favoritos, quem sabe não vemos um subestimado vencendo essa temporada?

O esquema de eliminações dessa rodada, segue o mesmo da semana passada, onde os dois acts menos votados disputarão entre si uma vaga de prosseguir na competição, aliás obrigado TVAU por deixar eu aproveitar mais dos meus faves no programa. Confesso que essa temporada está muito difícil de direcionar meu favoritismo a apenas um act, amo a Lucy, Sarah, Berni e Claire, porém a Fasika e Hoseah tem me surpreendido tanto, além de que não posso negar que Judah também tem se saído melhor e menos previsível do que eu esperava. Mas que bom né? Com tantos participantes maravilhosos, a gente acaba tomando ainda mais gosto de acompanhar essa temporada que até então tem sido muito maravilhosa.

Vem comigo, Deltinha chama vocês, para conferir mais um episódio do TVAU. Aliás, não posso esquecer de agradecer os comentários do meu parceiro de review e paneleiro Lindomar e a presença do Alisson que faz sua estréia aqui nas nossas reviews do TVAU.

Hoseah Partsch – “Everybody’s Free (To Feel Good)” by Rozalla

Michel: Olha aí eu pagando minha língua, eu sempre achei o Hoseah um embuste desnecessário no programa, mas diante das suas duas últimas performances, confesso que tenho que dizer que estava errado e ele tem se mostrado um artista bastante talentoso. Amei a escolha da música e a mudança do arranjo, aliás o mesmo arranjo usado para a versão dessa música usada no filme Romeu + Julieta, foi uma escolha mais que acertada de Boy George que tem compreendido bem o tipo de artista que ele é. Outro ponto positivo nessa performance foi o cenário que tava lindo e o coral que ajudou a dar um tom mais clássico e formal pra apresentação, combinando bem com o estilo do Hoseah.

Lindomar: Que pisão de song choice foi esse? Boy George tá sabendo jogar muito esse The Voice e fazendo escolha musicais foram do comum e arrasando. Hoseah que está longe de ser meu favorito fez mais uma bela apresentação, vocalmente correta, com emoção e vulnerabilidade e direito a coral e um palco lindíssimo. Hoseah abriu a noite em grande estilo e vem ganhando meu respeito.

Alisson: Começamos a noite com o garoto do Team George. Primeiramente, essa musica não acho muito adequada para um vocal masculino, sobretudo se esse vier com todos aqueles vícios de diva datada, fazendo caras e bocas enquanto canta, e ficar plantado no meio do palco. Não vou nem entrar no mérito do coral presente ali. Não acho que tenha sido uma boa maneira de iniciar a noite, além de tudo já citado, acho a música bem brega. Boy George, melhore. Semana que vem já perdeu um.

Claire Howell – “Symphony” by  Clean Bandit feat. Zara Larsson

Michel: Nossa, amo demais essa música! Eu gostei bastante da performance da Claire, os vocais estavam ótimos e ela estava bem conectada com a canção, porém ainda sentir que ficou faltando mais impacto em sua apresentação. Eu entendo que a Delta queira apostar na Claire como artista mais pop contemporânea, porém estou sentindo falta de uma música mais desafiadora que possibilite que Claire posso mostrar todo o seu potencial no palco. Como na semana passada, eu gostei novamente da performance da Claire, mas ainda assim sempre acho que ela pode mais e isso me frusta um pouco.

Lindomar: Olha não vi nenhum grande defeito nessa apresentação ou tenho uma grande crítica, mas claramente algo não estava correto e esse algo se chama song choice, na semana passada Delta acertou em muito mas nessa a música ficou meio sem sentido, não dava espaço para Claire crescer, ela ficava sempre em versos de tom semelhante, não tinha uma nota ou um BUMMMM.. então ficou chatinho! Uma pena porque vocalmente ela foi bem na maioria do tempo.

Alisson: Então agora é a vez da Claire. Semana passada, a performance de ‘Into You’ não me agradou, começando com a escolha equivocada da música (essa foi só uma entre várias outras na real) porém hoje, tivemos ‘Symphony’ e dessa vez, acho que foi uma escolha certeira. Como nem tudo são rosas, esse figurino aí … não deu, gata. O palco estava legal, embora uma produção ‘urban’ seja mais adequada, claro que o orçamento é limitado, então entendemos. No geral foi bom.

Rennie Adams – “Way Down We Go” by Kaleo

Michel: Esse episódio serviu para eu gostar dos que não gostava, porque até então eu achava Rennie tão qualquer coisa, mas sua performance desse segundo live foi muito boa, mas acredito que isso se deu mais por conta da escolha da música do que pelo desempenho em si do Rennie. Eu gostei muito da performance, vocalmente ele foi até muito bem, porém o que me incomoda é que parece que suas performances são bem lineares, ele até tenta, mas vocalmente a gente percebe que ele é bem limitado e isso acaba implicando que as suas apresentações não tenham muito “boom” ou destaque.

Lindomar: Mas gente to bem chocado, Rennie deixou de ser sem sal e sem graça para virar um homão da porra, o que uma song choice e uma visão do seu coach não fazem não é mesmo? Não que foi uma apresentação perfeita mas foi muito bom, Rennie tava confiante usou sua rouquidão e alguns melismas para destacar sua voz e até gritinhos ele soltouu! Sensacional ver ele saindo da zoninha de conforto sem graça e se destacando! Medo pelos meus favoritos.

Alisson: Em minha humilde opinião, Rennie é o mais apagado desse top 11. Aqui o grande destaque ficou por conta da song choice, gosto bastante de ‘Way Down We Go’ e acho que casou muito com a voz do Rennie. O solo de guitarra também foi bem maneiro, mas a performance acaba aí né? Vocalmente ele é bastante genérico. E a apresentação embora ok, foi bem esquecível.

Bojesse Pigram – “Waves” by Dean Lewis

Michel: Essa música é maravilhosa, porém quando a performance do Bojesse terminou eu fiquei achando que a música era grande demais para ele, acabou que ele não conseguiu entregar os melhores vocais, apesar que dessa vez achei ele bem conectado com a música. Como o caso do Rennie, o Bojesse tem um alcance vocal bem limitado, então quando ele vai cantar músicas que exigem um pouco mais dos vocais, ele dificilmente vai dá conta do recado. Kelly precisa apostar em músicas mais intimistas na qual valorize melhor seu timbre e sua conexão com a música.

Lindomar: Quando eu vi a música que Bojesse ia cantar eu fiquei todo choroso pq amo demais! A escolha de Kelly foi perfeita mas a execução vocal não foi tão uauuuu, ele realmente estava conectado e vulnerável mas deixou isso atingir seus vocais, a todo momento pareceu que existia algo que não estava ok e eu fiquei bem triste, Bojesse é um dos meus favoritos na competição mas no geral não foi ruim não, só teve algo que perdurou durante todo tempo que não estava legal.

Alisson: Aqui tivemos mais um caso de song choice interessante. Porém, de nada adianta uma música legal, cantada por alguém completamente desprovido de personalidade, identidade musical, e vocal EXTREMAMENTE MEDÍOCRE. Outra coisa que me incomodou, foi a falta de star quality desse menino. Nossa. Muito apagado no palco. Até o momento foi o pior da noite em minha avaliação.

Judah Kelly – “Chains” by Tina Arena

Michel: Delta tem trabalhado muito bem com um dos grandes favoritos da temporada, a escolha dessa música foi sensacional e mostrou que o Judah pode ser muito mais do que apenas um cantor datado. Vocalmente ele foi excepcional como sempre, mas dessa vez gostei de ver ele mais solto no palco, mostrou uma faceta que eu ainda não conhecia, até confesso que depois de hoje eu até mudei um pouco minha opinião sobre ele como artista. Quero que Judah venha assim toda semana, fugindo dos clichês previsíveis e apostando na versatilidade. Outro ponto positivo sobre ele é que ele não vem se segurando apenas nos seus vocais, até porque nessa semana ele estava mais controlado vocalmente, Delta claramente tem trabalhado nele a sua presença de palco que tem melhorado bastante a cada performance.

Lindomar: Eu fiz a mesma cara que Judah fez quando descobri que ele cantaria essa música, porque ela exigiria algo totalmente diferente do que já vimos de Judah na competição foi como tirar ele totalmente da zona de conforto e jogar ele em labaredas e essa altura do campeonato e com a popularidade dele ficaria fácil se manter mesmo que fosse um desastre. E gente que pisão que isso foi, Judah estava mais controlado e seguro de si do que nunca, ele segurou a marimba com os vocais mais controlados e poderosos do que de costume e arrasou de uma forma inesperada, amei forte e olha se continuar assim acharei justíssimo que entreguem a coroa a Judah.

Alisson: Chegou a vez do cotado. Evidentemente o ‘front runner’ da temporada é o Judah (doeu muito escrever isso) afinal de contas, ele não passa de um cantor ok, e linear para mim. A música eu gostei, embora essa não seja a melhor escolha. O vocal foi exagerado, e eu queria entender o porquê de tanto suor … Enfim. Esquecível.

Lucy Sugerman – “Candle in the Wind” by Elton John

Michel: Depois da performance decepcionante da semana passada, minha doce e intimista Lucy está de volta exalando personalidade em mais uma canção. Goste ou não, Lucy é essa artista mais intimista que precisa de músicas que explorem a suavidade de sua voz, numa performance acústica então? Aí a Lucy brilha totalmente. Essa é de longe uma de minhas performances favoritas dela, mas gostei bastante e fiquei feliz por ver que Seal está voltando a dá músicas que realmente condizem a personalidade da menina Lucy. Espero que nas próximas semanas o Seal aposte em músicas índies mais atuais e populares, aliás já imploro pra vê-la cantando Birdy.

Lindomar: Gente What Wappened with Seal? Porque essas songs tão fora do usual e que não se encaixam com a bixinha? Novamente não curti muito justamente por Lucy estar totalmente apoiado sobre o seu timbre e nuances que em certos momentos ela utiliza até em excesso fazendo com que seus vocais não fiquem legais de ouvir, acredito que o grande problema aqui é Seal não compreender a Lucy como artista, ao menos hoje ela estava cantando algo com que ela realmente se conectou, uma performance que veio com força do seu interior e com sua originalidade, mas ela precisa realmente de melhores escolhas musicais.

Alisson: Novamente Team Steal, agora com a fofinha Lucy. Gostei bastante dessa apresentação, essa menina tão jovem, transmite uma maturidade musical muito bacana quando canta. Vocal sólido, sem exageros, e aparentemente, ela está muito conectada com o público Australiano. Meu único ‘puxão de orelha’, seria em atentar as musicas, e de repente trazer algo mais indie e contemporâneo pra ela.

Spencer Jones – “Chain of Fools” by Aretha Franklin

Michel: Tá, não é novidade para ninguém que não gosto nem um pouco do Spencer, mas essa música dada por Kelly foi muita forçação de barra, a música não tinha nada a ver com o estilo dele e os vários gritinhos durante a execução da música, só me fizeram detestar ainda mais essa performance. Essa música exigia todo um poder vocal e soul, coisa que o Spencer não ofereceu. Ele até tentou trazer a música para o seu estilo musical, porém para mim não funcionou em nada, a ideia pode até ter sido boa e ousada, porém a execução foi bem esquecível.

Lindomar: Spencer iria cantar Sex On Fire do Kings Of Leon até que Kelly teve uma ideia ousada com Chains Of Fools.. eu fiquei bem pasmo e pensei vamos dar uma chance a essa mistura loucaa! hahaha Confesso que adorei Spencer menos gritado do que costume e achei ousado da parte dele vir com backing vocals e tudo mais, teve pequenos momentos que a voz dele sumia e voltava só pra dar uns gritos mas neh, até que não foi um desastre.

Alisson: Kelly, Kelly … o que você está fazendo com seu time mulher? Breguice, firulas, velharia, gritos, incoerência … foram tantas as coisas que me incomodaram nessa apresentação que até me faltam palavras. Spencer é um cantor ordinário, e que nem devia estar nesse top 11, isso por si só já é um baita problema. Errar a musica então, fode tudo. Pior apresentação da noite.

Tim Conlon – “Hold Back the River” by James Bay

 

Michel: Não é novidade pra ninguém que o Tim é um cantor bem genérico e limitado, porém nesse segundo episódio de lives achei que ele foi muito bem. A escolha da música, apesar de bem surrada em realities, foi a opção mais correta de música para ele. O Tim tem um timbre agradável, apresentou na apresentação bons vocais na maior parte da música e no mínimo fez uma apresentação suficiente para passar para a próxima rodada, uma vez que ele foi bem melhor que outros acts nessa semana.

Lindomar: Olha depois do combo desastroso da semana passada posso dizer que Tim melhorou 100% e com uma música que não exigia tanto vocalmente dele e permitia a ele ficar no basic ele mandou super bem na maioria do tempo e ainda tinha as backing de apoio, enfim claro que não foi UAUUUU ou perfeito ocorreram algumas falhas mas ele melhorou da semana passada para essa. Fiquei passado com Boy George atirada pra cima do boy magia!

Alisson: Semana passa tivemos esse rapaz no bottom. Poderia inclusive ter dado as mãos com o Robin e os dois irem embora. A música é ótima, porém, sem esforço algum consigo lembrar de umas 3 apresentações com essa música muito melhor do que a que o Tim fez hoje. Vamos ver até onde o plot da beleza consegue arrastar o pimpolho da Delta, porque já estamos carecas de saber que o vocal deixa MUITO a desejar.

Berni Harrison – “Only Love Can Hurt Like This” by Paloma Faith

Michel: Olha eu sou louco por essa música e sabe que uma das minhas favoritas ia cantá-la, me criou muita expectativa, que acabaram ficando um pouco abaixo. Uma das coisas que me incomodou, foi a falta do grave nas estrofes iniciais que acabou não dando a explosão do grave ao agudo como na música original, mas mesmo assim posso dizer que no final acabei até curtindo, achei que os refrões que era o que mais estava mais apreensivo pela Berni, ela deu muito bem do recado. Outra coisa que posso elogiar muito nessa apresentação é sua postura no palco, seus movimentos corporais e suas caras e bocas só incrementam ainda mais a sua conexão com a música, além de também ter que elogia toda a arte do cenário que amei.

Lindomar: Olha no papel achei lindo porque amo Paloma Faith demais e ela é pouco cantada nos realities, mas quando foi pra valer mais uma vez Seal errou a mão na song choice, Berni não estava confortável com a song e eu achei que seria um desastre pelos ensaios, mas no final após ver e rever algumas vezes para formar uma opinião eu curti bastante essa mistura, Berni não se apoiou no timbre e foi ousando entre notas mais suaves e outras mais fortes, ela tava conectada com a song e fez um bom trabalho no final da história, mas ainda acho que essa música passou longe de ser ideal para ela. P.S. Amei o cenáriooooo!

Alisson: Gente, cês conhecem a atriz Emilie de Ravin? … Acho ela e a Berni muito parecidas fisicamente. OLCHLT é ótima, e o arranjo mostrado aqui, eu gostei muito. Porém, acho que essa apresentação ficou aquém do que podemos ver da Berni, ela me parecia um tanto tensa no palco, talvez com o fato de estra cantando uma musica muito grande para o vocal dela. Passou longe de ser ruim, mas dadas as devidas circunstâncias, foi uma boa apresentação.

Sarah Stone – “Gravity” by Sara Bareilles 

Michel: Ainda nos ensaios eu já estava bem emocionado, foi muito lindo de se ver o papo entre ela e George e uma coisa que George falou é o mesmo que penso, que existe muita dor nos olhos dela e a forma tão vulnerável e emocional como ela sempre se apresentava era o grande diferencial dela como artista. Eu me arrepiei durante toda a performance e confesso que fiquei muito comovido com sua apresentação tão cheia de verdade e vulnerabilidade, prova disso é que todos que estavam ali ficaram bastante comovidos, principalmente seu coach que ficou com os olhos lacrimejados desde o primeiro verso da canção. Outra coisa que achei lindo é essa relação tão forte entre a Sarah e George, eles esbanjam tanta intimidade juntos e ao ver George correndo ao seu encontro no fim da performance, só reforça esse laço entre eles, com certeza a melhor relação coach/act da temporada. Essa música tem vários covers e até com vocais melhores do que Sarah apresentou, mas jamais apresentará maior emoção e verdade que ela apresentou aqui. Amei forte <3.

Lindomar: Eu vi cenas do ensaio durante a semana e fiquei ansioso pelo lacre de Sarah com Gravity, o seu desafio era segurar a emoção e conseguir entregar algo técnico no meio de tanta vulnerabilidade e fragilidade. Quando chegou o momento confesso que me arrepiei desde os primeiros segundos, amei aquele cenário mais high-tech e de certa forma sútil que se casou bem com todo momento de Sarah, ela estava imersa em tudo que cantava, cada palavra que saia de boca era como se fosse um pedaço de dor que ela expunha, enfim, foi lindo, vulnerável, emocional e de arrepiar, um momento necessário para todos que assistem esse programa.

Alisson: Confesso que essa choradeira semana após semana está me irritando. Ainda bem que Sarah é uma ótima vocalista, e consegue se conectar com basicamente tudo que canta. Gravity é uma musica ótima, originalmente cantada por uma cantora ótima. Sarah fez um bom trabalho, gostei do arranjo. Espero ver ela explorando outras dinâmicas musicais, cantando letras mais alegres futuramente.

Fasika Ayallew – “Freedom” by Beyonce

Michel: Que pisão foi esse da Fasika? Caramba, ela me surpreendeu muito e conseguiu ao lado da Sarah ser os maiores destaques desse segundo live, se Sarah nos ganhou pela emoção, a Fasika nos ganhou pela atitude. Os vocais dela estavam maravilhosos, esbanjou poder e sensualidade no palco, fez tudo que a música pedia, não tenho um “a” que seja para criticar, porque foi um verdadeiro pisão. Tenho amado Fasika nos lives, Kelly está sabendo trabalhar muito bem com ela, quem mesmo diria que um steal se tornaria a front runner absoluta de um time? Amo quando os underdogs se superaram e jogam na cara do público que ainda estão na disputa e estão pra vencer, aliás foi esse o recado que Fasika deixou nesse último episódio, ela veio pra brigar e muito bem! Amei, pisou muito!

Lindomar: Fasika veio com tudo para esse live, afinal ela é arretada e com um dos hinos de Queen B ela viria com tudo. E ela veio, o mais interessante a ressaltar e a elegância e a pose de Fasika a todo tempo, vocalmente ela é ótima e sempre arrasa, mas a pose, o carão e a forma como ela interpreta tudo dão um outro tom a suas apresentações. Foi uma ótima escolha de Kelly, amei desde o ensaio quando ela colocou Fasika de frente ao espelho, enfim, Fasika pra mim é o nome que mais cresceu na competição e segue crescendo!

Alisson: A única garota do Team Kelly fechou a noite de apresentações. E que ótima maneira de encerrar, hein? Fasika tem um ótima vocal, é bonita (me julguem), comercial, e veio com uma música ótima, enérgica, e super contemporânea. Apresentação ótima, e espero vê-la seguindo esse caminho nas próximas semanas.

CONVIDADOS ESPECIAS

Após as performances do candidatos, tivemos uma apresentação especial das irmãs que já são figurinha carimbada no The Voice Au, The Veronicas, cantando o seu mais novo single no programa.

The Veronicas – “The Only High”

RESULTADOS

Da mesma forma da semana passada, essa rodada teve apenas um eliminado e que seria um dos dois acts menos votados. Pelas performances e sendo justo, quem merecia ir pro bottom estaria entre Bojesse, Spencer e Tim, também poderíamos colocar a Berni que ficou abaixo dos demais concorrentes. Por gosto pessoal, eu preferia muito que o bottom two fosse Spencer e Tim, melhor ainda seria se o Spencer saísse, o Tim daria pra aturar mais uma semana na competição. Para surpresa de todo mundo e apreensão dos coaches, a apresentadora Sonia foi salvando os acts por time completo e deixando apenas um time no palco com todos seus acts e deixando claro que o bottom seria formado por dois acts do mesmo time.

BOTTOM 2

O time completo da Kelly ficaram por último no palco, para o desespero da coach, já que sabia que um de seus acts seria eliminado da competição.

BOJESSE VS SPENCER

Achei esse bottom muito justo, apesar que antes de ver as performances eu tinha ficado bem surpreso com a presença de Bojesse aqui, porém analisando as performances no geral, realmente ele ficou bem atrás da maioria dos acts. Como não é surpresa pra ninguém, queria que Spencer saísse porque não suporto ele e gosto muito do Bojesse.

Bojesse Pigram – “Sing” by Ed Sheeran

 

Michel: Particularmente eu não gosto muito dessa música do Ed, tem outras muito melhores dele e mais apelativas que essa. Sobre a performance do Bojesse, eu achei apenas correta, mas sem nenhum destaque. Uma pena ver um favorito meu numa só noite derrapando dessa forma, mas preciso confessar que não gostei muito de nenhuma das suas duas performances.

Lindomar: SING é tão acelarada e tão forte que fiquei incrédulo quando Bojesse afirmou que iria cantar ela, E olha não foi uma boa escolha, ele não tem a mesma capacidade de respirar e fazer a parte mais acelerada da música com qualidade, Bojesse pecou na song choice desse IS.

Alisson: Raramente um participante que cai no bottom, sabe escolher uma musica decente pra sing-off. Não foi o caso aqui né?! Apresentação fraca, apática, sem impacto, e apelos. Pode sair!

Spencer Jones – “Skyfall” by Adele

 

Michel: Esse cara é muito pretensioso, ele acha mesmo que é capaz  de cantar Adele? Eu simplesmente odiei, me lembrou o Christopher do X Factor BR, que acha que cantar é sair dando uns gritinhos roucos e só. Para não falar que é implicância minha, eu até gostei do início da música, mas o refrão ficou tão cagado, que odiei a performance toda.

Lindomar: Outro ousadoooo, cantando Adele, senti como se tivesse vendo aquele cara chato que ganhou o The X Factor BR nascendo de novo, porque gritar nas songs de Adele era especialidade dele, mas Spencer foi mais contido e usou a rouquidão e os vocais mais agressivos em apenas alguns momentos, no resultado final ficou diferente e não sei gostei ou não.

Alisson: Não foi muito diferente do amiguinho anterior, a vantagem aqui, foi que pelo menos ele se arriscou a cantar uma musica grandiosa, até demais, e o risco valeu!


 

Australia Instant Save: Spencer Jones

Sendo assim, Bojesse se despede surpreendentemente da competição ainda na segunda semana de lives, eu mesmo acreditava nele como o favorito do team Kelly e um dos grandes favoritos da competição. Eu gostava bastante do Bojesse, porém nos lives ele não estava conseguindo ser aquele artista mais intimista que se mostrou nas outras vezes, acho que o problema maior foi em querer transformá-lo num artista mais pop, mas dessa forma acabou deixando-o bem genérico e sem o diferencial que ele tinha antes.

Levando em conta todas as performances dessa rodada e o resultado, tivemos uma ótima semana de lives. Na próxima semana, teremos eliminação dupla e se justiça for feita, da próxima semana provavelmente o Spencer e o Tim não escapam. Restam apenas mais 3 programas para finalmente descobrirmos quem vencerá a sexta temporada do TVAU, por enquanto eu apostaria em Judah, porém acredito que tanto a Lucy quanto a Sarah tem chances também de conquistar  o título, além dos demais que tem se superado e revelado ótimos artistas como Fasika e Hoseah. Para vocês que querem conferir o episódio completo, segue abaixo o link para assistirem online ou baixar esse décimo sétimo episódio.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR/BAIXAR O EPISÓDIO COMPLETO

Bem pessoal, por hoje é só. Próxima semana estamos de volta com mais uma review e fiquem ligados sempre na nossa página com as novidades. Abraços a todos e até uma próxima!

gostou da matéria? deixe um comentário!

Michel Araujo

Meio baiano, meio sergipano, já passou dos 20 anos e um sofrido estudante de engenharia, com uma personalidade cheia de atitude e uma leve ousadia. Viciado em séries, realites e músicas, vai me encontrar sempre por aí escrevendo reviews, numa diversidade de gêneros de série e programas de TV.

Tema por Gabriela Gomes Todos os direitos reservados ao Panela de Séries • Hosted by flaunt.nu