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The Voice AU – S07E16 – The Live Finals 01

Team Underdog (Delta) sendo o grande destaque!

Chegamos finalmente aos nossos lives dessa franquia maravilhosa do The Voice. Depois de algumas decisões duvidosas e alguns favoritos avançando lindamente, temos um bom top 12 definido. A novidade nessa temporada ficou por conta do wildcard que iria trazer um dos quatro eliminados nas battles, escolhidos pelos coaches para disputar a última vaga para os lives. Minha torcida com certeza vai para Mika, porém não ficaria triste vendo o trio Homegrown passando, mas o público australiano já começou mostrando o dedo ruim que tem para votações e escolheram o mais inexpressivo AP.

Bem, mas vida que segue, até porque ele não é de todo pior, só os outros três que eram muito melhores que ele. Dando seguimento ao meu trabalho, vamos conferir tudo o que rolou nesse top 13, para o primeiro live trouxe meu esquadrão de peso Tati e Lindomar, que tem dividido comigo o prazer de fazer as reviews do TVAU e as dores de ver nossos favoritos eliminados. Amigos estamos juntos, na alegria e nas tristezas <3. Sem mais, vamos conferir tudo o que rolou no primeiro episódio de live.

[TEAM JOE] Sally Skelton – “Spectrum” by Florence and the Machine

Michel: Joe já começa os lives enaltecendo a rainha maior do índie, espero que ele continue seguindo nessa linda para a Sally. A escolha da música me deixou um pouco preocupado, já que pede vocais altíssimos e potentes, mas achei que juntos eles foram inteligentes ao mudar um pouco o arranjo e achar uma forma de evitar as notas mais altas. Amei o visual dela, toda numa vibe dark e uma capa, gostei também de ver que Sally tem criado uma trajetória muito cheia de personalidade tanto nas versões da música, quanto mesmo na sua presença de palco. Gostei da performance, apesar de ter achado por enquanto a mais fraca dela nessa temporada, porém mesmo assim me agradou bastante. PS: Joe inspira-se no trabalho do Adam com Addison e arrase muito com a nossa doce Sally! <3

Tati: Essa música é tão difícil e eu nunca consigo imaginá-la sendo cantada, a não ser pela própria Florence, por motivos óbvios. Eu abri o vídeo com certo receio, porém Sally, como sempre, me ganhou na sua capacidade em se conectar a música, o que já é um ponto bastante positivo pra mim. A voz dela já me agradou muito mais, mas eu também curti, mas sabe quando a performance fica devendo algo? Tipo te deixa querendo mais? Foi assim que fiquei. Talvez com outra música da Florence, ela conseguiria brilhar mais. Mas foi uma boa performance e o saldo foi positivo ao final de tudo.

Lindomar: Sempre pensei na fada Sally como uma deusa indie, mas Florence é uma das poucas cantoras indies que não tem tantas songs adequadas para Sally, Florence tem uma voz cheia e poderosa, já Sally segue mais a linha das cantoras indies mais folk, calmas como Birdy por exemplo. Quando vi a song choice fiquei REALMENTE preocupado apesar de querer negar, porque AMOOO Spectrum e AMOOO Sally! Mas felizmente a fada Sally veio deslumbrante com um arranjo um tico mais lento e o palco mais lindo que já vi na vida. O arranjo jogou a favor dela, mas achei que ela acabou cantando em um tom que não valorizou a voz dela, foi uma jogada arriscada e foi uma boa performance, talvez uma das melhores de Spectrum em realities, mas ainda assim passou longe de mostrar o melhor de Sally. Esperando a deusa cantar Birdy, Cranberries ou até mesmo um repeat de Fletwood Mac.

[TEAM GEORGE] Chang Po Ching – “Happy” by Pharrell Williams

Michel: Elogiei tanto o Chang na rodada passada, mas vim cantar Happy em qualquer reality é o fim da picada, não suporto mais e de quebra vamos combinar que vocalmente não valoriza nada o act. Achei o Chang e Boy bem preguiçosos ao não terem se dado o trabalho de nem ao menos mudarem o arranjo, sendo assim tudo soou muito karaokê e com zero destaque, uma performance bem sem graça e esquecível. Chang tem muito potencial vocal para oferecer no programa, mas essas escolhas questionáveis só deixam ele com cara de ‘joke act‘, ele passa longe dos meus favoritos nessa rodada, porém que ao menos o George possa mostrar o melhor dele nos lives, dando músicas que como na rodada passada mostrem os vocais maravilhosos que ele tem, aliás até cantando essa bomba, ele me lembrou muito o maravilhoso John Legend.

Tati: Quem em pleno 2018 canta Happy, gente? Coragem, poderia ser o sobrenome do Chang. Escolha mais genérica e irrelevante impossível e o limitou de uma tal maneira que eu nem sei explicar. E ele tentando dançar? Kkkkkkkkkkkkk Mas aquela história, né? O importante é ser feliz e se ele estava eu fico ok com isso. Mas eu não fiquei feliz com a apresentação, não. Achei sem graça a voz dele me soou um pouco irritante em alguns momentos.

Lindomar: ODEIO HAPPY! STOP HAPPY EM 2018! Boy George que song choice mais cagada foi essa? Mas não é que acabou funcionou para o limitado Chang? Afinal é difícil para ele se conectar com algo mais emocional e dar conta do recado apesar do vozeirão dele, em Happy ele ainda fugiu de se arriscar e fez aquele karaokê do tiozão no churrasco no final de semana, achei bem pobre, bem just ok! Saudades Aunty.

[TEAM KELLY] AP D’Antonio – “I’m On Fire” by Bruce Springsteen

Michel: Essa música tinha tudo para ser perfeita para o AP, porém por conta do evidente nervosismo dele, a performance ficou bem abaixo das minhas expectativas. A voz dele estava bem trêmula, sentir que ele errou também no tempo da música, algumas partes saíram bem fora de sincronia e os falsetes soaram bem desafinados, uns gritinhos nada agradáveis de se ouvir. Primeiro que ele tomou a vaga de muita gente boa no IS, segundo que logo de cara no primeiro live ele entrega uma performance dessa? Assim, eu até simpatizo por ele, porém vocalmente hoje foi bem ruinzinho e continuo batendo na tecla que ele parece muito apático no palco, aliás não sei como ele conseguiu tanto votos, porque vejo zero popularidade e carisma nele.

Tati: Ai, gente, a Luana disse uma coisa que é bem verdade: ainda não inventaram uma palavra correta pra descrever AP. Pois esquisito é pequeno demais pra ele e quero deixar bem claro, que uso a palavra “esquisito” muito mais descrever o mix de sensações que esse moço é capaz de causar em mim, pois eu gosto da voz dele, mas a postura dele no palco e o jeito que ele interpreta as canções me causam uma estranheza demasiada, que eu não sou capaz de explicar. Eu gostei muito da escolha da música, mas achei a apresentação, mais uma vez, monótona e sem sal.

Lindomar: Olha AP você eliminou meu Nathan e minha Mikayla para entregar isso? Achei ele bem desconcentrado e com vocais bem pífios, achei que aqueles gritinhos foram vergonha alheia e ainda teve um momento que ele deu uma risada e acabou saindo do ritmo do refrão por alguns segundos, olha Austrália parabéns pelo close errado! P.S. Alguém ajusta a postura desse moçoo que tá me dando agonia, vai precisar ir pro RPG urgentemente.

[TEAM DELTA] Jacinta Gulisano – “End of Time” by Beyoncé

Michel: QUE PISÃO DE PERFORMANCE, MEU POVO! Jacinta ela respira o pop, seja por seu visual, quanto por sua voz, acho que dessa temporada ela é a mais comercial para o estilo pop. Amei a escolha da música, muito legal ver que a Delta depois de escolher algo mais emocional na battle para ela, dessa vez apostou em algo mais dançante e coreografado, mostrando toda a versatilidade da Jacinta. Na performance de palco, preciso nem dizer que ela arrasou muito, a impressão que tive era que a Jacinta era um artista convidado, porque foi tudo tão bem coreografado e ao mesmo tempo ela estava tão confortável no palco, que ficou tudo muito profissional. Vocalmente, eu só não gostei muito nas partes mais graves que sua voz ficou muito baixa e ficou um pouco ofuscada com a banda e backings mais altos, mas nos agudos ela conseguiu se destacar muito. PS: Quem já conhecia a Jacinta ainda do XFAU do grupo Third D3green, sabíamos bem a princesinha do pop que ela é!

Tati: Esperava nada dessa apresentação, pois acho uma songchoice muito ruim para essa etapa da competição. Beyoncé tem muitas músicas melhores para Jacinta. Apesar disso, achei que ela soube preencher bem o palco – que estava ótimo, por sinal –, pois a bichinha se divertiu e mostrou que sabe cantar nesse estilo. Mas convenhamos que ela mesmo já entregou vocais melhores nesse programa, né? Ficou devendo nesse sentido. Mas não a culpo, acho que a songchoice a atrapalhou um pouco nesse sentido.

Lindomar: Que HINO de songchoice! Jacinta está cada vez mais a popstar que pensei que ela se tornaria e essa performance me lembrou muito uma que Lyndall do TeamDelta fez na Season 4 quando cantou “Candyman”. Jacinta mostrou que tem o rebolado, a energia e os vocais necessários para brilhar e se destacar na competição, amei os grunhidos que ela fez apesar de ela ter pecado um pouco nos vocais devido a toda dinâmica, mas o mais importante aqui é que ela conseguiu mostrar que pode dar conta de tudo.

[TEAM KELLY] Brock Ashby – “Too Good At Goodbyes” by Sam Smith

Michel: Kelly quer fazer o barro acontecer, mas não acontece mesmo. A escolha da música só não foi mais errada que sua decisão de arrastar o Brock até aqui, porque cantar Sam Smith não é pra qualquer um e claramente Brock passa longe de ser um cantor competente pra isso. Kelly bem que trabalhou a questão da respiração dele, ok que até deu uma melhorada, entretanto faltou ensaiar com ela a questão de tom, porque na maior parte da música ele semitonou bastante, os falsetes saíram bem falhados e apesar de ter mostrado bem conectado com a música, essa sua performance não me cativou em nada e só fiquei toda performance lamentando que ele está aí justamente depois de ter eliminado a maravilhosa Lacey.

Tati: Ótima escolha pra Brock. Uma música que não exige muito e que ele poderia se apresentar no “safe”, sem sair da sua zona de conforto. Porém, odiei que ele cantou a música inteira num tom diferente do que ele está habituado e não se preocupou em se conectar com o que estava cantando. Olha, eu até acho Brock um carinha esforçado e tal, mas hoje não deu e foi bem sofrível.

Lindomar: Olha que song emblemática, espero ver você dizer adeus mesmo amigo kkk! Saudades Jackson kkk. Brock é aquele cantou que para mim tem a mesma emoção de um chuchu e hoje parece que ele esqueceu a única coisa que ele sabia fazer direito: os vocais. Vocais fraquejando e fugindo de várias notas, uma performance bem fraca e talvez a mais fraca da noite junto com o AP.

[TEAM JOE] Aydan Calafiore – “Can’t Feel My Face” by The Weeknd

Michel: Gente, hoje é o dia do pop no programa, mas uma performance maravilhosa! Amei a introdução dele mais contido e naquele chuveiro, depois veio aquela breve pausa para ele já surgir no palco todo molhado, uma performance que podia facilmente fazer parte de uma apresentação digna de premiações. Vocalmente, preciso dizer que gostei bastante também e até achei sua performance vocal interessante, achei que ele podia não se sair bem com essa música, mas me surpreendeu e fez um excelente trabalho. Ótimo trabalho do Joe com Aydan, fizeram uma performance que me agradaram muito tanto no visual quanto nos vocais. Aliás preciso elogiar também a produção que foi muito primorosa com os cenários das performances, em especial essa, só podiam ter colocado bailarinos no palco principal com Aydan.

Tati: Gente, eu estou muito choquita com essa ideia da produção do programa de colocar o menino debaixo d´água pra cantar! Sério, que coisa mais sem noção. Se isso existe, eu nunca vi e foi uma novidade pra mim. Achei bem estranho o menino sair molhado da apresentação HAHAHA. Parece eu na cozinha querendo inovar nos pratos, com todo mundo sempre fazendo aquela carinha: que que tá conte seno? Enfim, isso o deixou claramente desconfortável e tudo que a gente teve foi uma performance vocalmente fraca e uma tentativa de compensar tudo com carisma e domínio do palco, quesitos que ele manda MUITO bem, mas não foram tão suficientes pra mim hoje. Triste pelo menino, pois ele arrasa!

Lindomar: Me desculpem mas não entendi o porque dele cantar na chuva até agora… to rindo horrores disso! Kkkk! No geral Aydan como sempre apostou na performance, interação com o público e em uma tentativa de sensualizar de leve. Aydan não tem os vocais mais potentes e poderosos da competição, mas consegue fazer um trabalho agradável quase sempre, entretanto hoje acho que ele pecou um pouquinho e se saiu abaixo das fases anteriores.

[TEAM DELTA] Trent Bell – “The Horses” by Daryl Braithwaite

Michel: Diferente da forçação da Kelly com Brock, Delta está fazendo o Trent acontecer no programa. Desde da performance passada, tenho notado que o Trent não é tão limitado quanto eu imaginava, na verdade acho que faltava para ele um desafio e uma boa coach que pudesse explorar o melhor dos seus vocais. Não conhecia a música, mas simplesmente amei e achei que vocalmente o Trent fez sua performance no programa, soube ter controle nos momentos certos e ter seu momento de destaque com as notas mais altas e alongada, um trabalho vocal que me surpreendeu muito e que me agradou muito. Fico muito feliz de está vendo ele evoluir no programa a cada fase, mesmo tendo um ranço por ele ter eliminado Oskar, preciso dizer que ele e Delta brilharam muito nesse primeiro live, de longe uma das melhores performances desse episódio.

Tati: Trent possui o mesmo problema do Brock: é esforçado e afinado, mas todo mundo sabia que, em determinado momento da competição, ele não renderia mais nada, pois chegaria no máximo do que pode entregar. Acho que esse momento já chegou, pois não vi nada novo aqui. Apenas uma apresentação em que ele deu tudo de si, tentou se conectar, mas ficou devendo em muitos outros quesitos, uma vez que ele é limitado pra entregar uma apresentação completa, no nível de seus outros concorrentes.

Lindomar: Trent segue sendo o boy magia dono da evolução! Percebo que ele é extremamente esforçado e profissional como a Delta destacou mesmo na fase das Battles, até demais e isso o impedia de ser mais espontâneo, as dicas dela foram todas nesse sentido e isso acabou funcionando muito bem. Trent veio com uma baladinha clássica australiana e se entregou, mostrou vocais, conexão e que não é apenas um corpo bonito kkkk! P.S. Que cenário LINDOOO! Casou perfeitamente com quem estava cantando.

[TEAM JOE] Ben Sekali – “Say Something” by Justin Timberlake featuring Chris Stapleton

Michel: O Ben fez sua melhor performance nesse episódio, porém passou longe de ser uma performance que eu tenha gostado muito, o que mostra minha insatisfação com ele. Eu gostei muito do visual do palco, foi muito inteligente colocar os telões nas laterais com o Ben tocando guitarra, cantando e ele ali no meio real cantando e tocando piano, foi uma boa forma de mostrar a versatilidade dele, porém vocalmente para mim deixou muito a desejar, como sempre. O Ben é agraciado com um belo timbre rouco, porém ele precisa trabalhar bem sua extensão vocal, toda performance soa muito linear por conta da falta de notas mais dinâmicas, algo que pudesse mostrar um crescimento na música e sair da mesmice. Bem, no geral foi uma boa performance, mas nada que mereça muitos replays.

Tati: Ai, gente, o que foi isso? Eu quero muito que esse hino seja enaltecido em todos os lugares possíveis, mas está difícil eu realmente gostar de uma versão até agora. Justo esse básico do Ben pra cantar? Achei uma performance dinâmica por ele vir com o teclado e, ao mesmo tempo, bem linear e sem graça. Aquele básico que te prende um pouco a atenção enquanto você assiste, mas depois de cinco minutos você não consegue nem se lembrar mais.

Lindomar: Olha Ben Sekali era um daqueles acts que para mim estava no time dos dispensáveis e poderia estar indo para casa, mas ele me mostrou que tem seu valor e conseguiu colocar seu soul nesse hino do Justin Timberlake, achei a performance bem consistente e ele mostrou um vozeirão grosso e potente. No geral foi legal e mostrou o soul dele, não que isso seja um grande diferencial, mas já que está nos lives que entregue algo decente e isso ele fez.

[TEAM GEORGE] Sheldon Riley – “Creep” by Radiohead

Michel: A melhor coisa em torcer pelo Sheldon é que toda semana esse garoto arrasa e torna nosso trabalho de fã muito fácil <3. O George arrasou na escolha da música, porque ao mesmo tempo que tem uma letra mais emocional e dramática, tem uma letra muito forte e que vocalmente mostra o melhor do artista, o que aconteceu muito bem aqui. Eu simplesmente já comecei amando a performance no momento em que eu percebi que mudaram o arranjo da música, algo que contribui muito para que a performance tenha a personalidade na canção, o início mais no piano e o ar meio sombrio foi perfeito, mas quando finalmente sutilmente foi entrado os violinos e criando um certo clímax na música que me arrepiou. Vocalmente o Sheldon sempre é impecável, emocionalmente ele é um dos grandes interpretes e visualmente tem seu estilo próprio, três pontos que só mostram o seu potencial de vencer a temporada. <3

Tati: Meu bebê escolheu uma música que já me permitiu ter tantas versões maravilhosas em realities e eu já fiquei esperando ganhar mais uma no meu acervo de quatro ou cinco excelentes performances dessa música. Está certo que Sheldon não conseguiu me entregar a melhor delas, mesmo assim foi algo muito digno do que ele pode entregar em termos de conexão com a letra e transmissão do quanto a canção tem algo a ver com sua trajetória de vida. E convenhamos que tem e MUITO né? Excelente escolha pra ele. Sheldon sabe fazer isso como ninguém e ficou claro mais uma vez. Um rei da emoção, que sempre me toca com sua capacidade de interpretação.

Lindomar: Você quer alguém mais “Creep” que Sheldon para cantar esse HINO? Primeiro que já amei aquela maquiagem dele e a forma como ele entrou na canção foi aquele caralho e conforme foi passando foi só aumentando a sensação de olha lá… olha lá… ele tá lacrando e arrasando demais! Sheldon é aquele cantou que precisa se conectar com o que está cantando e uma vez feito isso ele vai transbordar e vai cativar a todos ao seu redor, que voz amigos! Amém Sheldon! Você é nosso weirdo <3.

[TEAM GEORGE] Luke Antony – “Livin’ la Vida Loca” by Ricky Martin

Michel: Pensava que pela escolha da música seria um desastre, mas até que o Luke fez uma ótima performance, eu mesmo até dei alguns replays de leve. Foi uma performance bem animada, com todo um estilo diva com direito a trompetes, backings dançarinas, fogos e muita nuvem de fumaça, aquele farofão perfeito que amamos. Gostei da intro mais contida e depois a banda ter entrado e deixando a performance mais animada, criando um clima todo dinâmico na apresentação. Vocalmente achei o Luke apenas aceitável, não teve nenhum deslize grande nos vocais, porém também não houve nada muito surpreendente nos vocais que apresentou, mas no quesito entretenimento ele mandou muito bem.

Tati: Ah, não, gente! É sabotagem que chama, né? Cadê meu Luke dos K.o’s? Eu estou até agora sem entender que diabos de escolha foi essa. O pior que Luke conseguiu ir muito bem e entregar o que a música pedia. Foi enérgico e divertido e os vocais deles estavam legais. Mas essa música não possui apelo nenhum e eu fiquei bem triste com essa apresentação, mesmo ele tendo dado conta do recado.

Lindomar: Boy George amigo, STOP de tentar Luke estrela POP acontecer! Ainda estou muito amargurado de Boy George ter eliminado minha Maddison para cagar com o coitado do Luke ainda. Antes de ver a performance só pensava que escolha ERRADÍSSIMA para o Luke. Ele deu tudo de si e entregou algo agradável, cheio de energia mas muito abaixo do que esperamos para uma música alegre e poderosa como La Vida Loka.

[TEAM KELLY] Bella Paige – “Never Enough” by Loren Allred

Michel: Depois de dois closes errados nesse programa com AP e Brock, até que fim a Kelly acertou. A escolha da música foi inteligentíssima para a Bella, uma vez que a música é muito querida e explorar muito bem todo o potencial vocal da Bella. Amei ver nos ensaios que Kelly tentou extrair de Bella seu lado mais emocional, até porque sabemos bem que a Bella tem uma puta voz, porém gostei de voltar a vê-la cantando novamente uma baladinha com aquela conexão que me relembrou sua impecável audição. Vocalmente achei que tiveram alguns problemas de respiração, em especial no início, porém emocionalmente me conectei muito com o que ela cantava e me sentir muito cativado com sua performance.

Tati: Primeiramente que hino de song choice. Digna de final, só não ver quem não quer. Em segundo lugar, nunca imaginei essa música pra Bella e foi uma grata surpresa. Achei Bella super conectada e estava entregando uma performance muito bem-feita, até a última nota, que, ao meu ver, elevou sua apresentação a outro patamar e me deixou bem orgulhosa, pois a minha bebê das blinds, com toda aquela potência vocal, está vivíssima e retornou em grande estilo.

Lindomar: Olha mais uma vez a song da lindíssima Loren Allred sendo performada! Bella focou no emocional, na entrega e conseguiu ser vulnerável como a letra pediu, foi um dos melhores momentos de Bella no show, AMEI FORTE! Achei que apenas no início ela acabou dando umas baforadas de leve no microfone e era possível ouvir sua respiração, mas isso foi mínimo perto da grandeza do que ela apresentou.

[TEAM DELTA] Ben Clark – “The Prayer” by Andrea Bocelli

Michel: Deltinha arrasou e muito nas songchoices desse primeiro live, lindas músicas que valorizaram e muito seus acts. O Ben tem sido um participante que tem ganhado minha torcida aos poucos, sendo assim não esperava nada menos da bela performance que ele entregou aqui. O Ben tem uma formação mais lírica, sendo assim, vocalmente ele nunca decepciona, também no quesito interpretação acho que ele deve ter algum pezinho nos musicais, porque acho ele sempre tão expressivo e ao mesmo tempo bem confiante em todas suas apresentações. Eu gostei muito da performance, aliás amo essa música desde que a conheci no dueto de Xtina e Chris (TVUS, season 2), a única coisa que sentir falta foi realmente de uma voz feminina, essa música pra mim só funciona de verdade num dueto entre homem e mulher, até porque a maioria das versões que existem são em duetos, até do próprio Andrea Bocelli a versão mais conhecida é do seu dueto com Celine Dion. Bem, mas tirando isso, achei que Ben fez jus a belíssima e poderosa música que lhe foi dada.

Tati: Eu amo esse tom mais baixo de Ben, por mim ele cantaria assim em todas as apresentações. Não que ele vá mal quando sobe e puxa mais seus vocais, mas, pelo contrário, ele ARRASA em seu estilo. Eu gostei muito da apresentação, foi consistente e vocalmente muito boa. Eu achei que não supero o K.o, que eu acho ótimo, mas foi uma boa apresentação, bastante emocional e vocalmente sem erros.

Lindomar: Olha nosso Opera Guy vindo sambar nos novinhos mais uma semana! Ben veio com uma clássica opera e mais uma vez nos encantou com sua voz aveludada e poderosa, mas confesso que não to assistindo The Voice para ver opera e que gostei muito mais do Ben usando os vocais apurados e grandiosos em clássicos como o da Battle, mas no geral uma GRANDE PERFORMANCE, principalmente falando sobre vocais e técnica.

[TEAM KELLY] Sam Perry – “Smells Like Teen Spirit” by Nirvana

Michel: Até que fim o dj finalmente cantou, a Kelly finalmente percebeu que ele precisa mostra mais dos seus dotes vocais num programa que se chama ‘The Voice‘. A introdução eu acho que está um pouco manjada demais, toda performance dele a introdução me soa igual, então já está na hora de fazer uma mudança aí, o arranjo de DJ apesar de não ser muito especialista, para mim está deixando todas suas performances muito parecidas umas com as outras. Vocalmente foi bem, apesar que ainda tenho o pé atrás por conta dos efeitos em seus vocais, mas no geral preciso dizer que foi uma boa performance, ainda não me convenceu o ‘pimp’ que o programa dar nele, mas ao menos fez bonito hoje e cantou.

Tati: Preciso dizer que estou viciadíssima na batalha do Sam e vim pra essa apresentação com o coração aberto pra curtir a performance. E, apesar de eu ter encontrado muitas similaridades com sua blind, eu achei uma ótima apresentação, com uma ótima songchoice, principalmente, pois pude revê-lo explorando mais os seus vocais e apresentando mais qualidades. Acho que Sam está caminhando a passos largos para ser campeão, pois, além de uma boa voz, esse perfil controverso entretém por si só e é capaz de dar a ele um público muito fiel. Mas ele também está caminhando a passos largos para ser pra mim um daqueles artistas favoritos que eu super compreendo o hype, mas não poderia me importar menos.

Lindomar: Olhem aqui o provável vencedor da temporada! Sam trouxe na última performance um pouco mais de sua voz e isso me agradou DEMAIS, acho real que ele deveria seguir essa linha e estava atento para ver se teríamos o Sam dos KOs ou o Sam das Battles aqui. Felizmente o Sam das Battles resolveu aparecer e entregou uma performance raivosa e obscura até certo ponto! AMEI FORTE e dançaria na balada e continuo achando a voz dele uma das mais dinâmicas e singulares do show.

RESULTS – BOTTOM 2

Julgando pelo desempenho nas performances da noite, eu apostaria um bottom 2 com o Brock, AP e/ou Chang, mas depois do wildcard, não duvido de mais nada. A apresentadora Sonia primeiro anunciou que os teams Delta e Joe estavam todos salvos, sendo assim ficaram no palco os teams George e Kelly para anunciar entre eles quem foram os menos votados.

Luke Antony (Team George)

Brock Ashby (Team Kelly)

Menos votados anunciados, chegou a hora do Instant Save onde ambos terão uma segunda chance para se apresentar e garantir sua vaga no programa, logo após as votações são iniciadas para que o público possam salvar um dos dois menos votados.

[TEAM GEORGE] Luke Antony – “Impossible” by Shontelle

Michel: Luke venho pronto pra essa rodada, soube escolher muito bem a música e entregou ótimos vocais para essa apresentação, apesar de todo seu nervosismo. Achei que essa performance em termos vocais, foi muito melhor do que a sua primeira, achei que a escolha da música valorizou muito dos seus vocais e mostrou muita emoção na performance, sendo assim achei uma ótimas escolha dele para esse momento decisivo.

Tati: Era essa a música que Luke deveria ter cantado nos lives, honestamente. Muito melhor e mais propícia para o estilo dele e ele poderia preparar algo mais elaborado. Mas confesso que ele ficou devendo nos vocais também, como ele ainda não tinha feito até aqui. Mas eu gostei e não preciso nem assistir a performance de Brock, pra saber que Luke será melhor.

Lindomar: Olha Luke pode ter mandado bem na primeira song, mas o ritmo latino não tinha relação nenhuma com o artista que ele quer ser, já “Impossible” soou tão mais poderoso e tão mais Luke, mas acabou que ele estava nervoso e soou um pouco afetado, não conseguiu atingir as notas ou fazer com que elas soassem limpas.

[TEAM KELLY] Brock Ashby – “Sex on Fire” by Kings of Leon

Michel: Brock não tem uma voz muito potente, mas sempre tem escolhido músicas que exigem muito dos vocais. Pela segunda vez ele canta os ícones do Kings Of Leon, aliás umas de minhas músicas favoritas. A execução da música, como sempre deixou muito a desejar por conta da limitação vocal que ele tem e que fica evidente por conta das escolhas de músicas que ele faz, mas ao menos preferir essa performance do que a primeira, que ali sim achei um verdadeiro desastre.

Tati: Primeiramente que hino que o público australiano não tenha comprado Brock, foi justo sua presença nesse singing off. Eu estou rindo um pouco que ele tentou apostar no mesmo tipo de música da sua blind, mas acho que não deu certo, né? Pois foi, mais uma vez, bem sofrível e sem emoção alguma. Eu fico tristíssima, pois perdi minha Lacey pra essa criatura.

Lindomar: Você quer uma song que case mais com Brock do que Sex On Fire? Brock conseguiu ser MUITO SUPERIOR a sua performance, mostrou que a dinâmica da música jogou a seu favor, ele fez as notas que deveria fazer e entregou algo sólido apesar de chato e com zero conexão. Se fosse para dizer quem deveria ir pra casa diria que os dois, mas pelas performances do IS diria que Brock deve ficar.

Eliminado: Luke Antony (Team George)

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

A eliminação do Luke eu achei um pouco injusta, uma vez que ele não foi um dos destaques negativos nas primeiras apresentações e no IS ele foi de longe melhor que o Brock, mas ao menos vimos o Brock ir para o bottom e pelo jeito só sua beleza não vai garantir a permanência no programa. Sobre as performances no geral, o grande destaque ficou para todo o team Delta que fizeram lindas performances e ficaram entre as melhores do episódio, já o destaque negativo achei que ficou para o team Kelly, tirando Bella e Sam que fizeram ótimas apresentações, apesar de controversas, não tem como defender as performances horríveis do AP e Brock. No individual, podemos dizer que a grande performance foi novamente do Sheldon, que apostou novamente na emoção. Então, no final levando em conta os destaques positivos e negativos, tivemos um excelente primeiro episódio de lives, o que só aumenta minha empolgação nessa temporada. Outra coisa que preciso elogiar é quanto a produção que tem feito uma linda edição com momentos de emoção e de muita animação também, além também da carismática Sonia que faz um excelente trabalho interagindo com os acts e coaches.

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Pessoal encerro aqui a review, espero vocês numa próxima. Até breve!

 

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Michel Araujo

Meio baiano, meio sergipano, já passou dos 20 anos e um sofrido estudante de engenharia, com uma personalidade cheia de atitude e uma leve ousadia. Viciado em séries, realites e músicas, vai me encontrar sempre por aí escrevendo reviews, numa diversidade de gêneros de série e programas de TV.

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