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The Voice Australia – S06E18 – The Live Shows 03

Como é bom ver um underdog evoluir no programa!

E aí, minha gente! Como que cês estão?

Depois de duas semanas off, nas quais meus coleguinhas comentaram os primeiros lives shows, cá estou eu,  pronta para resenhar como foi a terceira semana das fases ao vivo e, claro, como de costume, chorar todas as minhas pitangas pelas eliminações e decepções com alguns candidatos.

Confesso que fiquei um pouquinho desanimada com a eliminação de artistas como Kelsie a Sally e, realmente, fiquei sem um favorito que tomasse todo meu amor e torcida. Tudo bem que eu gostava bastante de muitos nomes que chegaram até os lives, como Lucy, Berni e Sarah, mas preciso falar que as duas primeiras estão deixando a desejar em suas trajetórias até aqui. Falarei sobre isso mais à frente, mas o fato é que: pra MIM, nenhuma das minhas meninas alternativas fizeram um trabalho consoante ao que prometeram nas fases pré-gravadas.

Existem outros artistas que ainda não fizeram tudo o que seus respectivos potenciais prometem, mas não quero me estender falando deles, já que tem uma candidata que, episódio após episódio, vem surpreendendo e mostrando uma solidez inquestionável em termos de talento e preparo. Sabem de quem estou falando?  Sim, ela mesmo! A dona da capa, da temporada (até o momento) e  que também está se tornando dona do meu coração:  Fasika <3.

E como é BOM ver artistas como ela nos surpreendendo dessa forma, viu? É pra isso que eu estou desde 2013 gastando horas das minhas semanas acompanhando reality musicais por todo o mundo. Não tem nada melhor acompanhar a evolução de um artista como Fasika, isso traz emoção e mostra que o programa ainda é importante para ajudar artistas a se descobrirem e a evoluírem.

Bom, já falei demaaaaaaaaaaais! Então vamos aos comentários das apresentações ahaha. Hoje Chel e Lulu vem comigo e usaremos os famosos selinhos para avaliar as performances. 🙂

 

Judah Kelly – “I’m Not the Only One”  by Sam Smith #TeamDelta

Tati: É impressão minha ou Judah estava com um timbre mais áspero essa semana? Talvez seja mais um dos diversos recursos vocais que esse moço tenha. Mais uma vez, Judah foi muito bem vocalmente. Realmente, ele tem um talento nato em termos vocais e eu não posso deixar de elogiar. A escolha musical foi acertadíssima, já que o menino não é lá grandes coisas para dominar o palco, mas quando ele está ali, em sua zona de conforto, consegue facilmente levar a apresentação sem maiores problemas. Achei uma apresentação sólida e consegui senti-lo conectado ao que estava cantando. Boa song choice e apresentação.

Michel: Uma coisa preciso elogiar, a Delta está tentando transformar um Judah em algo mais pop contemporâneo, o que me agrada muito. Sobre essa performance, eu gostei, achei que ele conseguiu dá a música aquilo que pedia, vocais mais controlados e estava bem conectado no palco, além de novamente não está preso a nenhum instrumento musical. Assim, eu não amei, esperando ver o Judah com algo ainda mais imprevisível, talvez uma performance mais animada e que ele possa soltar mais a voz, porém essa foi uma daquelas ótimas performances que não lembrarei por muito tempo.  

Luana: .Alguém aqui tinha alguma pontinha de dúvida de que cedo ou tarde Judah cantaria Sam Smith?! Haha. Se tinha uma coisa que eu tinha certeza nesse TVAU era que isso iria acontecer, e cá estamos né mores! Apesar de nem curtir a música, o Judah é muito bom, né gente?! Até tento achar o que criticar nele, mas ele pouco deixa brechas pra críticas, ele é cruel mesmo. Semana passada eu achei bem errada a songchoice, porque quem canta aquela música, que demanda tanta atitude e carão, parado no meio do palco feito estátua? Pelamor, né. Mas dessa vez não, hoje Judah recebeu uma música que dava pra trabalhar ali em sua zona de conforto e voltou a encaixar tudo perfeitamente em sua apresentação. Parabéns pra ele, né.

 

 

Lucy Sugerman “Don’t Kill My Vibe” by Sigrid #TeamSeal

Tati: Minha menina, semana após semana, parece perder a magia das blinds </3. É triste dizer isso, mas acredito que grande parte da culpa disso acontecer seja do coach. Acho que as escolhas musicais não tem sido corretas e fiquei meio sem entender a dessa semana. Basta comparar com a música da blind, gente! O jeito que Lucy se apresentou e levou a canção e ver que essa Lucy se perdeu um pouco. De qualquer forma, Lucy tentou fazer o que podia com a música. Inteligentemente, se apoio no timbre e tentou apostar na presença de palco. Eu gostei, não vou negar, mas ela pode muito mais que isso e parece que Seal não percebeu ainda.

Michel: O que fizeram com princesinha indie? Não que eu não tenha gostado da sua performance, mas sinto muita falta daquela Lucy mais dark, intimista. A performance de hoje foi fofinha, podemos dizer assim, desde a música ao seu figurino, além de que gostei que ela estava soltinha no palco e numa vibe mais pop. Apesar de ter curtido essa vibe mais pop pra Lucy, acho um caminho arriscado para ela, Seal precisa trabalhar melhor com ela, valorizando mais o seu lado mais intimista e simplista, apostando em músicas que valorizem mais o seu timbre peculiar.

Luana: Sinto que aqui Seal e Lucy tentaram recriar a atmosfera da batalha com “Issues”, e simplesmente não rolou. Pra começo de conversa, ao contrário dos meus migos, eu detestei a songchoice daquela batalha pra Lucy, e agora ainda mais. Não acho que esse seja o tipo de música que a Lucy deveria estar cantando, apesar dela segurar a marimba super bem na atitude. Eu a imagino cantando “Day Before We Want to War” da Dido, “Heartlines” da Florence e se fosse pra explorar esse lado mais “pop” da Lucy, por que não “Blue” da Marina & The Diamonds? Não sei, acho que é nesse “mundo” que a Lucy pertence, mas vai saber, né. No mais, mais uma performance instável da menina, o que é preocupante.

 

 

Spencer Jones “Working Class Man” by Jimmy Barnes #TeamKelly

Tati: Juro que tentei entender tudo que ele cantou, mas acho que algumas palavras não foram muito bem pronunciadas até aqui, né? Não sei se era a banda que estava alta ou algo do tipo, mas não consegui prestar atenção na letra por completo de uma música que, até então,  não conhecia. Apesar de eu gostar muito da atitude de Spencer, eu não estou gostando muito da sua voz. Eu entendo que combine com o estilo que defende, mas  tem me parecido muito afetada e, dessa vez, foi o que me agradou menos. Fora que nem sempre ele consegue atingir as notas às quais ele se propõe e, tudo que temos, são gritos que me fazem preferir a morte. Não, gente, hoje não deu mesmo!

Michel: Até quando vou ter que aceitar esse embuste? Vamos deixar minha implicância de lado e falar da performance dele. A música escolhida era ótima para ele, além de ter uma vibe mais animada que podia explorar melhor seu lado roqueiro, porém primeiro que achei que por diversas vezes a banda estava muito mais alta que ele, segundo que quando ele começou a gritar que nem um bode rouco, não consigo entender quase nada do que ele cantava. Não gostei não, achei uma tentativa arriscada de impressionar e acabou falhando. PS: Para que essa apelação de levar o filho para cadeira, Kelly? Sério que vai apelar assim e logo para esse embuste?

Luana: Acima de tudo, aqui precisamos parabenizar a sacada de gênio da coach Kelly de apelar e trazer o filho do Spencer pro palco, não é mesmo?! Spencer deu uma recuperada do desastre da semana passada? Definitivamente sim, mas ainda assim eu não consigo me apesar à ele. Até reconheço que a voz do cara tem uma textura bem legal e que realmente encaixa com o estilo de música que ele canta. Talvez até seja uma questão de incompatibilidade estilística/musical, mas eu não consigo me empolgar com o Spencer, sorry.

 

 

Sarah Stone “Scared to be Lonely” by Martin Garrix  #TeamGeorge

Tati: Quando vi a song choice eu fiquei assim: Quê???? Definitivamente, isso não tem nada a ver com Sarah. Mas pelo que George disse nos ensaios, era essa a proposta. Fazer que sua pupila saísse um pouco da zona de conforto e entregasse algo mais dinâmico. Isso é de praxe quando um artista tem um estilo BEM definido, né, gente? Nem sempre dá pra ficar fazendo toda semana a mesma coisa e, convenhamos, Sarah “só” nos entregou performances carregadas de muitas emoções até aqui. Lógico que isso não é ruim, pois já ficou claro que ela é da turma do chororô (amo), mas é bom variar às vezes e eu achei que ela segurou bem a marimba. Estava à vontade, vocalmente ok. Uma apresentação na medida.

Michel: Estava com muito medo dessa música para Sarinha, mas não é que acabou funcionando? Eu gostei que George tem variado nas escolhas para ele, variando entre performances mais animadinhas e lentas, lógico que quando ela canta uma música mais lenta e emocional, ela arrasa demais, porém acho válido que o act seja mais versátil e cante de tudo um pouco. Amei o figurino dela, também gostei de ver ela mais solta no palco, saindo assim mais de sua zona de conforto. Vocalmente, ele teve um pequeno deslize no refrão, mas tirando isso, achei sua performance maravilhosa e confesso que cada rodada me apaixono mais por essa mulher <3.

Luana: Sim, não foi a melhor apresentação da Sarah. Mas também não dava pra viver semana após semana se encostando nas lágrimas e apostando na emoção, né? Ela precisava sair da zona de conforto e tentar algo mais agitado. Não foi excepcional, mas foi na média e pelo menos, deu para vermos um outro lado da Sarah além da sofrência. No mínimo, foi legal e interessante.

 

 

Berni Harrison “Tears Dry on Their Own” by Amy Winehouse  #TeamSeal

Tati: Uma música maravilhosa, mas bem difícil de cantar. Tears Dry on Their Own tem uma dinâmica incrível, com muitas palavras transmitidas num ritmo que vai nos empolgando e envolvendo à medida que a música vai rolando. É preciso ter muito fôlego e controle pra segurar bem a melodia e não se descuidar dos vocais. Senti que Berni não estava preparada para isso, infelizmente. Ela não foi ruim, mas faltou fôlego em alguns momentos e, talvez por isso, ela tenha se desconcentrado em alguns momentos. Outra falha notável de Seal, já que esse tipo de música não é mais indicado para a menina. Talvez ela precise de algo mais intimista e que destaque mais se timbre.

Michel: Outro erro que o Seal tem cometido é querer vender a Berni com uma power singer, sendo que ela conquistou a todos pelo seu lado mais intimista mostrado nas blinds que foi um dos maiores destaques. Como na semana passada, eu até gostei da performance, mas novamente fiquei esperando mais dela, eu queria que Berni pudesse repetir seu feito na blind e fazer uma performance intimista e cheia de originalidade. Enfim, sobre hoje, achei uma performance mediana apenas.

Luana: AAAAAAAAA essa música é só amor! Mas apesar da songchoice maravilhosa, mais uma vez Berni não foi capaz de me transmitir muita coisa. Eu nunca fui muito fã da Berni, mas tá bem claro que ela não consegue inovar mais em nada na competição e a cada semana ela mais e mais se perde no meio da multidão. Lembro de ter visto a versão da Lilli Passero dessa música na edição passada do TVUS e apesar de não ter amado, me senti BEM mais empolgada lá do que vendo a Berni aqui. Inclusive, até me fez ter mais respeito pela apresentação da Lilli agora. Mais uma vez, Berni extremamente ok e sem impacto..

 

 

Tim Conlon “Wonderwall” by Oasis #TeamDelta

Tati: NÃO ACREDITO QUE DELTA DEU MINHA MÚSICA DA VIDA PARA ESSE MENINO ESTRAGAR! Ai gente, sério, o que a gente fez de ruim para nos realities passados para sofrer com esse moço agora? Se ele fosse MUITO ruim e estivesse ali passando vergonha, menos mal, daria para rir um pouco. Mas, ele é o famoso rodízio de chuchu com água, aquele trem insosso que não dá pra elogiar muito, pois sempre faz mais do mesmo. Ele não entregou uma performance desastrosa, mas longe do que a grandeza dessa música pede. Foi algo linear, sem nenhum destaque vocal. Cancela a audição desse menino, por favor.

Michel: Nossa, muita ousadia ele escolher essa música. Ela é um clássico dos anos 90 e não é a melhor opção para valorizar os vocais, acontece que essa música pede um timbre peculiar, já que ela se mantém linear durante toda a canção. Eu não gostei de nada na performance, a escolha da música foi erradíssima e a execução deixou muito a desejar, ficou tudo muito linear e 0 destaque.

Luana: Olha, cansada do Ryan Sill da Austrália. Ele teve a ousadia de mexer no arranjo de WONDERWALL, minha gente. E olha, se fosse uma decisão estilistica eu até ficaria calada, mas não gente… Essas mudanças de arranjos que fazem nas músicas do Tim acontecem por um único motivo: adaptar as músicas para a capacidade vocal dele, que é pateticamente inferior ao resto dos outros artistas ainda na competição, inclusive até alguns que já foram (sdds Kelsie, Bojesse). Olha, fico até sem palavras pra descrever o quão triste isso vem sendo… Delta, não só de belezinha vive o homem, por favor entenda.

  

 

Fasika Ayallew “Love the Way You Lie” by Rihanna #TeamKelly

Tati: Eu já falei de Fasika no início da resenha, não vou me alongar por aqui. Só quero dizer que essa moça, semana após semana, está mostrando o quanto ela é maravilhosa. Nessa performance, ela foi bastante comedida, mas interpretou MUITO bem a canção e eu pude sentir cada palavra cantada por ela.  Talvez o registro baixo dela não tenha sido tão bom no início da canção, mas, para mim, isso é um mero detalhe mediante uma performance muito emocional e vocalmente muito boa no geral. Pisa menos, Fasika.

Michel: Fasika pisa menos nos cotadinhos! Que performance mais linda, seus vocais estavam maravilhosos, claramente conectada com a canção e ainda estava mais linda que o costume. Claramente, até aqui, a Fasika foi a melhor e olha que escolheu uma música que nem tenha tanto apelo, mas com o pouco ela fez tanto que fica impossível não gostar dessa performance. Amei tudo e numa noite tão fraca, ela acabou se destacando ainda mais que os colegas que se apresentaram antes dela. PS: tenho amado que minha underdog está superando todas as expectativas que coloquei nela <3..

Luana: QUE RAINHA! VOCÊ QUER UMA TRAJETÓRIA CRESCENTE DESSAS?! Fasika, ao contrário da maioria dos outros acts, só vem crescendo e crescendo a cada semana. Quando você acha que já viu de tudo dela, ela surge com algo diferente e te faz entender o quão cheia de camadas e complexa ela pode ser! Fasika pode não ter a melhor voz da temporada, mas facilmente é a artista mais interessante e que mais busca se inovar e crescer! Kelly tá arrasando demais com essa menina! Digitando com os pés, pois com as mãos estou batendo palmas!

 

 

Claire Howell “Stay” by Zara Larsson  #TeamDelta

Tati: Mais uma escolha musical que estou até agora sem entender. Por falar nisso, estou cada vez mais convencida que Jessie J estava certa ao não ter confiado em Claire na season passada. Me dói falar isso, pois eu gosto da garota. Mas é nítido que ela não está tão preparada para o programa, como outros artistas, gente. Eu esperava muito que Delta a ajudasse nisso… mas como ajudar com uma song choice tão questionável como essa? Música difícil, com muitas palavras e que requer muito fôlego. Para cantar Stay é necessário muita confiança e todos nós sabemos que é o que vem faltando para Claire. Realmente, eu não gostei MESMO.

Michel: Outra que tem vacilado é a Delta com a Claire, entendo que ela vem apostando numa vibe pop contemporânea pra Claire, mas poxa por que então não apostar em músicas que valorizem o seu alcance vocal, que aliás são ótimos se lembrarmos de todo poder que ela mostrou na temporada passada cantando ‘Who You Are’. A escolha da música foi erradíssima para Claire, não valorizou em nada seus vocais e não empolgou nem um pouco, uma pena porque ela é uma das minhas favoritas na temporada.

Luana: Ousada, viu? Zara tem um dos melhores vocais dessa nova geração de cantoras teen, então claramente Claire não tinha uma missão fácil para frente. E mais uma vez ela se saiu abaixo das expectativas, pelo menos para mim. Se tem uma coisa que a Zara arrasa é manter o ritmo da música sem perder o tempo e principalmente, sem perder o fôlego. E fôlego foi exatamente o maior inimigo da Claire aqui. Achei uma songchoice BEM equivocada, exatamente por já ter percebido que a Claire não domina bem essa técnica de respiração nas canções. Não acho que a Delta tentou sabotar a menina, mas ela foi bem inocente nessa songchoice sim e isso pode custar caro.

 

 

Rennie Adams “True Colors” by Cyndi Lauper  #TeamSeal

Tati: Confesso que eu tinha uma certa resistência com Rennie, mas não sou injusta em não reconhecer que o moço tem ficado cada vez melhor. Está certo que essa apresentação não é a melhor que já vi para essa música icônica. Mas ele fez um “arroz com feijão” MUITO bem feito, viu? Algo básico, mas conectado, emocional e vocalmente bem executado. A escolha da música combinou com ele e o que Seal disse sobre a parte mais alta da música fez muito sentido na apresentação de Rennie. Apesar dele ser inferior à Fasika, é outro artista que podemos destacar um crescimento visível durante a competição.

Michel: Se o Seal tem vacilado com as meninas, ele tem acertado muito com Rennie que fez uma performance intimista e com ótimos vocais. Rennie veio para os lives bem apagadinho, mas nas últimas semanas tem se destacado bastante e nesse terceiro live não foi diferente. A escolha da música foi maravilhosa, valorizou bem seus vocais e de quebra ele ainda pode mostrar melhor o artista que ele é ao tocar piano, eu não sou muito fã dele, mas confesso que gostei muita da apresentação e foi um destaque no meio de tantas performances medianas.

Luana: Não vou mentir, Rennie era extremamente insosso e sem o menor brilho… Mas nessas duas últimas semanas ele vem mostrando uma força de vontade incrível e eu preciso reconhece-lo por isso. Ele continua limitado, até porque não tem muito o que fazer sobre isso, limites são limites, mas ele está se esforçando demais para crescer e isso tá sendo muito legal! Mais uma vez Rennie mandou bem, saiu da zona de conforto, mostrou algo novo e se reinventou. De um jeito modesto, um leve samba.

 

 

Hoseah Partsch “I Wish”  by Stevie Wonder  #TeamGeorge

Tati: Eu não tenho muito o que criticar Hoseah em termos vocais, pois ele sempre me soa muito seguro, afinado e consegue atingir a maioria das notas que propõe. Mas essa vibe mais datada que George que levar o menino não é o caminho que me agrada. Talvez possa dar certo para o público australiano, mas eu acho chato para o tipo de artista que geralmente me chama atenção. Nada a reclamar da performance, mas foi chatíssimo assisti-la até o fim.

Michel: A performance em si foi boa, gostei que ele não ficou preso ao piano, até porque a música é mais animadinha e exigia uma presença de palco mais animadinha. Apesar da performance ter sido boa, eu acho que foi a mais fraca que ele apresentou nos lives, uma vez que achei tão previsível que por isso não me empolgou tanto.

Luana: Eu AMEI Hoseah nas blinds, não apenas por sua qualidade vocal, mas porque achei a songchoice muito interessante e pensei “nossa, talvez ele venha ser sempre ousado assim, ainda mais com o Boy George”. Mas infelizmente, não é nada disso que tá acontecendo. Obviamente, Hoseah arrasa demais nos vocais e NUNCA decepciona, sempre muito consistente e refinado, mas essas songchoices tão extremamente boring, minha gente! Quero ser impactada pelo Hoseah como fui nas blinds! Mas mesmo com toda a previsibilidade, ele arrasa, né migos. Vamo fazer o que, lmao.

  

 

Bom, finalizadas as apresentações do Top10 tivemos um bottom entre os três artistas a seguir, cada um teve a chance de cantar mais uma música e tentar permanecer no programa:

Claire Howell “Secret Love Song”  by Little Mix  #TeamDelta

Tati: Eu achei que a escolha da música muito acertada para o estilo de Claire. Eu estava gostando muito até a parte do refrão, mas não sei o que aconteceu e Claire passou a entregar vocais trêmulos e um pouco nervosos. Imagino que seja pelo momento. Enfim, não achei uma apresentação ruim, mas lamentei por ela não ter cantado essa música como principal da noite.

Michel: Essa música sim é ótima pra Claire, tem apelo emocional e permitiu que ela mostrasse mais do seu potencial vocal. Muito melhor que sua primeira performance, amei a escolha da música e acho que foi muito bem acertada para esse momento, já estou triste em se despedir de umas de minhas faves, mas ao menos a Claire fez uma performance digna no bottom.

Luana: Meu Deus…Tava achando até legal e diferente, mas daí a Claire chegou nas partes altas e conseguiu nos entregar sua pior apresentação até aqui e numa jornada que vem apenas decrescendo, não é mesmo. Primeiramente, Claire jamais aprendou como respirar sem dar essas baforadas no microfone, socorro. Mas tenho algo positivo a dizer sim, a songchoice foi diferente, inusitada e bem pensada para um save. Uma pena que a execução não tenho sido à altura.

    

 

Berni Harrison “Never Tear Us Apart”  by INXS  #TeamSeal

Tati: Mais uma música que achei melhor do que a escolhida como principal da noite. Vai entender, né? Ahahaha Apesar de não ter sido nada “uau”, eu achei que combinou mais com o estilo dela e achei que estaria mais nervosa, considerando o momento tenso que é um IS. No geral, eu gostei bastante e achei que ela foi melhor que Claire.

Michel: É sério que elas realmente estavam guardando o melhor para depois? Essa música é maravilhosa e pelo que percebi a Berni se inspirou muito na versão da Paloma Faith, minha favorita aliás, amei sua performance, apesar de achar que faltou um pouco mais de força no refrão.

Luana: Mas que coisinha mais morninha, hein? Novamente, Berni vem na linha Paloma Faith, já que ela utilizou a versão da Paloma dessa música. Até que dessa vez ela conseguiu entregar vocais mais consistentes do que em “OLCHLT”, mas ainda assim, nada novo ou empolgante sob o sol. Não adianta tentar ser a Paloma Faith da Austrália se você não segura a marimba, né monamour.

 

 

Tim Conlon – Ex’s and Oh’s  by Elle King  #TeamDeltal

Tati: Ai gente, queria falar mais, mas serei repetitiva: mais uma vez, mais do mesmo. Nada demais, nada de menos.  Só queria dar uma premiação ao Tim nessa temporada, antes dele sair.

Michel: O Tim veio pronto para ser eliminado mesmo né? Não sei responder nem qual das músicas foi mais errada para ele. Eu amo essa música e o grande charme é o timbre lindo da cantora, aqui o Tim fez uma performance corretinha e até foi melhor do que eu pensava, porém o mesmo problema de sempre, ele nunca consegue se destacar.

Luana: Vocês nem sabem o quão feliz estou de FINALMENTE estar comentando essa apresentação… APRESENTAÇÃO DO BOTTOM! Amém, igreja! Nem vou me estender muito, porque nem preciso de muitas palavras, apenas: BÁSICO. Tim, só vá na paz do senhor, colega! Muita luz na sua vida, mas você não combina em cima desse palco vermelhinho do THE VOICE não.

 

Fiquei bem em choque com esse bottom, com dois #TeamDelta ameaçados. Mas, no geral, achei um bottom bem justo. E depois de uma rápida votação, tivemos esse resultado:

Saved: Berni Harisson #TeamSeal

Bom, considerando as performances, achei o resultado justo e, ao meu ver, Berni fez a melhor apresentação entre os três. No geral, achei uma noite apenas “ok” de apresentações e eu destacaria apenas Fasika e Rennie com apresentações realmente muito boas. Considerando os oito artistas que sobraram, torço muito por Fasika ou Sarah. Mas não ficaria triste se Judah vencesse. Estou realmente surpresa, pois, geralmente, eu torço para artistas mais alternativos ou que destacam muito em suas blinds, mas essa edição vem me surpreendendo nesse sentido. Vamos ver o que nos aguarda nessas duas últimas semanas de lives. 🙂

Bom, gente! É só isso tudo! Quem quiser ver o, basta clicar no link abaixo. E na semana que vem eu volto, com o massacre. Já vão preparando os lencinhos, ahaha. 😀

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Tatiane Silva

Sou uma Social Media e Community Manager que ama tanto o que faz, que acaba fazendo isso quase que o tempo todo. Eu moro na internet, por isso acrescento doses diárias de cultura inútil e memes que é pra eu não me entendiar. Amo realities musicais, gasto horas em grupos de discussão e sou viciada em coisas que me fazem dar boas risadas e esquecer da minha conta bancária negativada.

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