Posts Populares

The Voice Australia – S06E19 – The Semi-Finals

Que programa foi esse, Brasil? 

Passou rápido, não é, gente? Parece que foi ontem que a gente estava aqui falando das expectativas sobre a competição e, hoje, cá estou novamente para comentar sobre as semi-finais e sobre o que eu espero para a final.  Bom, já posso adiantar que essa edição não é, nem de longe, minha preferida. Tivemos até aqui alguns erros da produção (como cometer aquele massacre desordenado antes das batalhas) e um trabalho mediano dos técnicos, de uma forma geral.

Mas mesmo com todos os esses problemas, o programa manteve um bom nível nas fases gravadas e tivemos artistas que conseguiram apresentar trajetórias minimamente sólidas, como Hoseah e Judah (apesar de achá-los bem boring, tanto que poderiam formar lindamente uma dupla chamada Soneca & Sonequinha) e, claro, nossa deusa underdog, Fasika.

E foi esperando muito desses artistas, que abri o link para assistir a semi-final e devo conversar que fui surpreendida em alguns momentos, seja com as escolhas das músicas ou mesmo com o desempenho dos artistas. Vou contar tudo para vocês logo mais, mas, antes, gostaria de explicar como foi o formato do programa para aqueles que assistem apenas aos vídeos: pois bem, os oito artistas se apresentaram, cada um com uma música. Depois disso, tivemos a eliminação de dois participantes, partindo, assim, para um Top6 que se apresentou novamente com uma nova música. Finalmente, tivemos a eliminação de mais dois artistas para a formação de um Top4 que fará a final na semana que vem.

Tudo entendido? =) Então, bora comentar esse penúltimo programa. Hoje, trago comigo Lindomar e Rick, rodadíssimos aqui nas reviews ahahaha e manteremos o mesmo sisteminha de selos. Bora começar?

 

Fasika Ayallew “One Night Only”   by Jhud #TeamKelly

Tati: Que palco e figurinos maravilhosos são esses, Brasil? Para tudo! No ensaio, quando Jhud deu algumas dicas para ela sobre como se entregar nas partes mais altas eu já senti que teríamos, no mínimo, uma performance com muita personalidade.  E foi que isso que tivemos. Adorei Fasika com caras e bocas e andando toda diva pelo palco. A mistura do coral e da voz dela me incomodou em alguns momentos, mas, no geral, a performance me agradou bastante e a senti bem à vontade no palco. Engraçado que ela havia falado da dificuldade de cantar essa música, mas como Kelly disse, não pareceu que ela estava tensa ou tivesse achado a música demais para ela. Sinal de que Fasika realmente está evoluindo como artista.

Lindo: Começamos a noite com a dona desta temporada com uma performance cheia de responsabilidade, afinal ela iria cantar uma das músicas de Jennifer Hudson. Logo nos ensaios percebi que Kelly e JHud optaram por jogar Fasika em uma versão mais acelerada e empoderada da música, ela perderia por um lado na questão de mostrar um lado vulnerável que ela tem, mas ganharia em outros. Em primeiro lugar amei que ela veio com o cabelo solto, bem natural e focada nos vocais e na emoção, algo que nem a própria JHud consegue me passar, Fasika me mostra que cada verso que ela canta realmente é real, é intenso, é verdadeiro e pode ser que ir pro lado vulnerável fosse legal, mas gente amei ela toda jogada, sexy de certa maneira, toda desbocada e cheia de energia, eu amei, amei e amei! Torcendo pela vitória de Fasika.

Rick: Eu amooooo muito essa música, é uma das minhas favoritas ever, então tenho que ser bem criterioso com quem canta. Ela foi muito bem na primeira parte da música, e eu preferiria muito mais que eles tivessem mantido a versão lenta da música. Daí entrou a versão disco e eu torci um pouco a boca, mas ainda assim foi muito bom. Ela ficou um pouco abafada pela banda, mas olha… Segurou muito bem a voz nas notas, manteve fôlego e presença e a voz dela soou muito parecida com a da JHud. Arrasou mulher!

 

Lucy Sugerman “Skinny Love” by Bon Iver  #TeamSeal

Tati: Seal já começou o ensaio mentindo para a menina falando que a bichinha foi bem na semana passada e todos sabem que não foi, né, mores? Mas, enfim, Lucy PRECISAVA se recuperar da péssima escolha musical da semana passada e, talvez, retomar a promessa que nos foi feita em sua blind. Skinny Love foi uma escolha muito acertada, pois é uma canção que exige muita conexão com a música e explora bastante o timbre do artista, duas coisas que Lucy já provou que tem. Eu adorei o arranjo mais lento e queria muito que a performance tivesse sido um pouco maior, pois, eu realmente amei cada segundo. Ela disse ao final que a música tem um significado para ela e acredito que realmente tenha, pois ela me pareceu absolutamente conectada com a música. Minha Lucy está vivíssima. Mas PS: Seal EXAGERADÍSSIMO nos comentários, ahahaha.

Lindo: Finalmente uma song choice decente para minha Lucy, desde a batalha com Issues vimos Lucy em uma caminhada sem identidade e sem músicas coerentes com o caminho que ela deveria trilhar, mas Seal como um coach winner de duas temporadas finalmente acordou pra vida! Skinny Love era uma escolha óbvia para Lucy, a versão de Birdy é vulnerável, simplista e impecável e os timbres e a forma de cantar de Lucy se assemelham demais a da cantora original, restava a Lucy me passar tanta emoção e tanta verdade quanto. E ela conseguiu, amei que ela veio mais intimista no piano e conseguiu passar por cada notinha com esse arranjo mais lento que valorizou ainda mais o seu timbre, um pisão desses nas semi, Lucy estava quase fora do jogo mas deu a volta por cima e está vivíssima!

Rick: Minha Lucy esta vivaaaaaaa!!! Eu amei muito, a música encaixou perfeitamente para ela. Lucy interpretou muito bem, cantou lindamente e seguiu a risca o conselho da Jhud, porque mulher… Eu senti o impacto daqui. Amei muito mesmo.

 

 

Rennie Adams “Lonely Boy” by The Black Keys #TeamSeal

Tati: Achei uma escolha bem acertada para Rennie, parece que o bom Seal está de volta, não é mesmo? Mas nos ensaios eu tive a impressão de que ele estava um pouco desconfortável. Me surpreendi no ao vivo, pois o moço tocou, cantou, dançou! Achei a apresentação muito boa e convincente. Mas, gente? Que droga o Seal usou para se exaltar daquele jeito? Foi bem desconfortável toda exaltação para uma performance apenas “boa”. Parece que o cara incorporou a barraqueira e acha que pode mandar na opinião da austrália. Totalmente desnecessário e acho que isso, talvez, tenha atrapalhado os resultados para Rennie.

Lindo: AAAAAH The Black Keys! Amo demais esse hino indie e gostei da escolha ousada para Rennie. Rennie é aquele act que vc não dava nada e que evoluiu, ele se mostrou um artista interessante nas últimas semanas e se chegasse a final não seria exatamente um incomodo. Esse ano tivemos Max no TVUK nos presenteado com um live digno desse hino para ver clique aqui e fiquei esperando para ver como Rennie faria sua versão, foi mais lenta e focada em destacar seu timbre e não foi nada uauu. Eu até gostei bastante do início mas ele foi se perdendo tentando ser algo que ele não era, porque quem nasceu para ser Rennie Adams jamais será Andrews Loadsman dono das performances energéticas e de Rock da versão australiana, ele gritou em alguns momentos e mal conseguia segurar o refrão para ficar de forma impactante, enfim, foi bem just ok!

Rick: Aí, matou minha música SOS. Adoro Lonely Boy, e odeio Rennie, logo seria muito difícil de ele me conquistar, e não conseguiu. Preferiria que ele fizesse uma versão mais intimista da música, talvez assim eu gostasse. Admiro a star quality dele, mas não passou disso para mim.

 

 Sarah Stone – ‘Green Light’” by Lorde #TeamGeorge

Tati: Boy está bem ousado com Sarinha, hein? Realmente parece que não quer ver mais a moça nos arrancar lágrimas. Mais uma escolha fora de sua zona de conforto e eu novamente acho que Sarah foi muito bem! Realmente, eu gosto de uma Sarah mais deprê, mas eu gostei muito da entrega com uma música que não é tão fácil de cantar assim. Até sensualizar a moça tentou fazer,  minha gente! ahahaha Embora eu preferia a performance da semana passada, gostei bastante do início mais lento e da quebra para uma entrega com mais energia. Mas devo confessar que temo pelo futuro da moça na competição, já que Boy resolveu apostar em escolhas diferentes por duas semanas consecutivas.

Lindo: Olar Boy Goerge que porra de song choice para uma semi final foi essa? Errou Rude Boy George! Essa semi era para Sarah vir com um hino daqueles para chorar, um clássico um Adele Card, mas não ele é ousadooo e deu uma música da Lorde e para piorar tudo uma recentemente lançada, eu fiquei bem chocado e não sabia o que esperar, já que mesmo que Sarah fosse muito bem talvez essa ousadia lhe custasse uma vaga na final. E Sarah me surpreendeu com uma versão mais pop e provou que é talvez uma das artistas mais completas ao lado de Fasika, ela se jogou totalmente teve o início mais lento e encarou todas as notas da parte mais agitada, Sarah brilhou mas de maneira simples e talvez uma música mais forte e que combinasse mais com ela fosse melhor, mas ninguém pode negar que ela fez um ótimo trabalho. Sei que to me alongando demais mas que deselegante essa briguinha Seal vs Boy George, STOP!

Rick: Não sei se esse foi o primeiro cover reality de Green Light, mas foi o primeiro que eu vi, e tenho que dizer que estou muito contente. Eu amei a vibe dela, foi muito Lorde na dança, na voz, até mesmo na roupa. Achei que ela teria dificuldade em alcançar as notas graves, mas ela executou muito bem. Então, ótima apresentação, felizmente começamos com um bom cover, e não com um desastre igual foi quando saiu Hello da Adele e o povo tudo cagando nos realitys.

 

Spencer Jones “One” by U2 #TeamKelly

Tati: Minha música, ninguém mexe nela, por favor. Quando vi a escolha fiquei com um medinho, afinal, Spencer não é o tipo de cantor que eu mais gosto.  Mas não foi ruim, viu? Eu achei uma apresentação “just ok”, nada de exageros ou gritarias como nas outras semanas, mas Spencer parece sempre se divertir enquanto canta e isso é legal de se ver em um artista, muito melhor de quando temos um artista com uma voz maravilhosa e a energia de uma porta.

Lindo: Ahhh não essa criatura estragando minha música favorita do U2, nãooooooooooo! Eu tava pronto para odiar mas nem odiei, foi ok, Spencer é um tiozão que tá se divertindo no palco do The Voice, cantando as músicas que gosta, ousando quando da e faz o seu melhor, ele não desrespeitou a música, cantou no seu limite sem se exceder evitando gritar o que ficaria feio, ficaria rude. Spencer fez uma performance ok e espero que tenha sido sua última no programa, porque ele tá fazendo hora extra.

Rick: Achei bem boring e bem forçada de barra. Cantar U2 em reality não tem jeito mesmo, só com os caras mesmo que funciona, porque o que era pra ter sido bonito ficou muuuito chato!

Hoseah Partsch “I Wanna Dance with Somebody (Who Loves Me)” by Whitney Houston #TeamGeorge

Tati: Vocalmente uma performance muito boa, mas existe algo em Hoseah que me faz achá-lo totalmente datado e um pouco sonolento. Mas esse é o estilo que Boy e o garoto vem construindo na competição e, dentro dessa proposta, Hoseah arrasa. Mas queria falar sobre a atitude ridícula de Seal de não saber como criticar o menino. Gente, esse cara está bem desnecessário, viu? E não estou falando sobre o que ele criticou, pois eu concordo em partes. Mas sobre como ele criticou. Super prepotente e eu gostei que Kellyzinha entrou para contestar e pisar nos argumentos.

Lindo: AAAAH EU AMEI ISSO AQUI, SOCORRO! Que arranjo inteligente e que jogada de mestre foi essa de Boy George, ele fez o oposto do que fez com Sarah, pegou uma música com tanta história, criou um arranjo diferente e deu espaços para Hoseah destacar sua voz, sair da linearidade e se destacar. A única alteração que eu faria era tirar aquele coral, achei que ficaria ainda mais impactante se fosse sem, eu amei, foi brega, foi diva e foi datado e foi brilhante! 

Rick: Foi muito esparto cantar nessa versão da música, até porque Hoseah não faz outra coisa, então não chega a ser surpresa. Mas ele cantou bem e fez um bom trabalho.

 

Berni Harrison – ‘You Don’t Own Me’ by Lesley Gore #TeamSeal

Tati: Adorei essa escolha da música para Berni com uma vibe mais vintage. Acho que ela tem algo que permite cantar algo assim e eu fico bem feliz ao vê-la totalmente à vontade no palco, como ela esta hoje. Eu gostei que ela deixou ser levada pela música, tanto nos movimentos corporais quanto na forma como ela cantou. O final com as variações na parte alta me agradou bastante também. Enfim, uma das performances da Berni que mais gostei, o que não quer dizer muita coisa, já que ela me decepcionou nesses lives. Mas fico feliz que ela tenha conseguido entregar uma apresentação digna.

Lindo: AAAH JHUD que pisão a senhora nos ensaios hein? Amei você focando na atitude e Berni compreendeu a mensagem e entregou algo autêntico e original no palco. Berni brincou com as notas, passou por cada momento da música com sutileza e atitude, arrasou nas partes altas e nas partes baixas, sua melhor performance no programa! Ela finalmente saiu da vibe de copiar a Paloma Faith e mostrou quem é a Berni! Adorei!

Rick: Eita gente, amei muuuito!!! Que poderosa, amei a atitude, os vocais dela foram ótimos e senti o impacto da letra. Essa música é um hino empoderador, e Berni entrou no personagem, e representou muito bem. Mulher, pisa menos! <3 Obs: A pose no final, que DIVAAA.

 

 

Judah Kelly “Iris” by Goo Goo Dolls  #TeamDelta

Tati: Mais um hino cantado no programa de hoje, Brasil. Eu simplesmente não dou conta ahaha. Eu já esperava algo minimamente bom de Judah, já que ele nunca entregou algo medíocre nesse programa. Mas gente, esse moço vai ganhar o programa fazendo sempre a MESMA coisa? A impressão que tenho que Judah vai sempre cantar tocando algum instrumento, paradinho no palco enquanto explora excelentes vocais e só. Existem artistas que fazem isso, mas encontram outras maneiras de se sobressair. Judah sempre se sobressai com sua ótima voz, mas tem hora que isso realmente cansa se você se torna um pouco previsível. Enfim, apresentação vocalmente muito boa, mas para a música que ele cantou e por o frontrunner que é, eu esperava um pouco mais.

Lindo: Judah tava quase sem voz o pobre, e olha que Judah é apenas a voz, imagina que desastre seria? Quando Lilli Passero passou por momentos semelhantes ela usou a presença de palco e se salvou, agora Judah iria usar o que? Enfim ele fez o possível e diria que fez um trabalho bacana, entregou o melhor dos vocais e a preocupação por falhar limita em muito a questão emocional, então acredito que a opção por ele em violão e dele em fugir de algumas notas que poderiam ter sido alongadas foram mais para preservar sua voz dentro de um todo. No geral gostei e fez o suficiente dado suas condições.

Rick: Acho essa song chata, e Judah está cada vez ficando mais boring pra mim. Parece sempre que ele está cantando a mesma coisa, não fez nada de diferente desde o inicio do programa, e a voz dele nem ta lá essas coisas, Hoseah ta pisando nele nesse quesito. Enfim, performance chata, sem emoção e sem nada de novo.

 

Bom, antes dos resultados do Top8. tivemos a apresentação do boy magia campeão da última edição, Alfie Ascuri.

Depois disso, fomos aos resultados de uma rápida votação e só sobrou Sarah, Rennie e Spencer no palco, sendo dois últimos foram eliminados.

Sinceramente, considerando o histórico no programa, achei injusta a eliminação de Rennie e tenho quase certeza de que ele só eliminado pelos comentários desnecessários de Seal. Mas enfim, vamos ao Top6, já que esses já foram e não voltam mais ahaha.

 

Hoseah Partsch – ‘Is This Love’ by Bob Marley  #TeamGeorge

Tati: Não sei se essa era a música que eu estava esperando para ver Hoseah sair da sua zona de conforto, mas confesso que foi positivamente surpreendida, pois eu achei uma apresentação bem gostosa de se assistir. E fiquei feliz que ele tenha se entregado à apresentação, mesmo depois do desconforto que teve com o Seal.  Pois ele estava SIM bem conectado com a música e se divertiu muito enquanto cantava. Achei uma apresentação em consistente.

Lindo: Eu to bem chocado com Hoseah fã n1 de Reggae Music! huahauuhahua! Hoseah mostrou versatilidade e deixou a seguinte mensagem: independendo do que aconteça estou aqui para me divertir e me entregar, ele cantou uma das songs de um dos seus ídolos e foi com tanta vontade, tanta vida, talvez tenha sido a performance que mais gostei de Hoseah no show. Judah já pode ter aulas de versatilidade e presença de palco com King Hoseah, porque se tem alguém que foi King entre as vozes masculinas da competição foi ele. #ChupaSeal

Rick: Você quer variedade @Judah? Tá vendo, é disso que estou falando, a pessoa tem que mostrar que sabe fazer mais do que só cantar umas músicas datadas. Hoseah subiu no meu conceito com essa apresentação, apesar de não ter explorado todo o seu vocal, ele foi bem seguindo a levada dela, e fez algo de diferente poxa vida, é isso que a gente quer! Palmas pra ele.

 

 

Berni Harrison – ‘Turning Tables’ by Adele  #TeamSeal

Tati: Sou muito exigente quando alguém canta essa música, é simplesmente uma das minhas favoritas da Adele. Já comecei a ver o ensaio da Berni esperando algo não tão bom, pois acho uma música difícil de ser executada, principalmente porque a versão original é impecável e inesquecível. Mas não sei se estou de bom humor hoje, mas eu gostei, viu? Achei a parte final um pouco morna e ela precisa resolver urgentemente seus problemas de respiração. Mas senti Berni muito mais à vontade e entregue às performances nessa noite.

Lindo: Olha Berni saindo de algo que era a cara dela para um desafio vocal e emocional enorme, foi um passo enorme e não sei se Berni já tinha marimba para segurar isso. E ela teve, ao contrário da primeira performance onde ela mostrou força, atitude e uma certa ousadia, ela se segurou aqui, foi vulnerável, se conectou com a song e se entregou de forma delicada, gostei bastante.

Rick: A performance foi bonita, mas faltou um pouco de emoção. Foi muito karaokê para mim, e me doí dizer isso porque amo Berni. Os vocais foram ótimos, mas não basta só isso para essa música.

 

Sarah Stone – ‘If I Were a Boy’ by Beyonce  #TeamGeorge

Tati: Ai gente, o que o Boy arrumou com minha Sarah nessa apresentação? Essa música não tem muito nada a ver com a menina. Claro que ela não entregou nada péssimo, pois Sarah tem qualidade e sabe executar bem uma apresentação. Mas eu me senti deslocada por ela, enquanto ela cantava e talvez, por isso, eu não tenha sido “impactada”. Achei que George errou feio nessa escolha.

Lindo: Olhaaa George WHY? Sarah não é uma artista difícil de se trabalhar e ela sempre faz o melhor que pode com o que lhe é dado, mas as vezes fica difícil, aqui foi um caso, If I Were a Boy sem mudanças de arranjo acabou sendo uma jogada burra e estúpida, ficou tudo em cima dos vocais, extensão e algo acelerado, sem momentos para emoção, para vulnerabilidade, Sarah dando o seu máximo para segurar, enfim, ficou bem meia boca, uma pena viu, Sarah era uma das minhas favoritas na competição.

Rick: Essa música? Para Sarah? Aí Boy, pelo amor né… Tinha tanta música linda que ela poderia cantar e mostrar aquela Sarah das blinds. Pra mim foi igual a performance da Berni, sem vida e emoção, apenas bons vocais parecendo mais um karaokê. Esperava beeem mais e triste estou

 

Lucy Sugerman – ‘It’s Oh So Quiet’ by Bjork #TeamSeal

Tati: Eu não sou estou sabendo definir tudo o que eu achei dessa apresentação. Minha gente, foi tudo tão diferente, inesperado em alguns momentos, esquisito em outros, mas sempre divertido. Lucy realmente se entregou à proposta da apresentação e eu teria odiado o tanto de “Shiii”, senão fosse a carinha de alegria dela em cada momento que ela fazia isso ao intercalar com o restante da letra. Eu sei que esse tipo de apresentação pode causar certa estranheza em alguns momentos, mas é um tipo de performance que nem todo artista consegue apresentar, já que exige muito mais do que talento vocal, é preciso estar confortável e muito envolvido com a canção. Foi um show que me deixou entretida e com a certeza que essa menina vai arrasar muito.

Lindo: AAAAAHHHHHHHHH BJORK! Gente que performance maravilhosa e cheia de orinalidade foi essa? Amei a escolha inusitada que foi feita, Lucy estava brilhando ao seu máximo, aqueles soprinhos de XIIIII no meio foram sensacionais, a parte teatral e dramática foi UAUUUU e digno de uma semi final, digno de uma final na verdade. Lucy vinha de semanas sofrendo mas veio lacrando em outro nível nessas semi e está pronta para ser apresentado ao mundo! Que destruição foi essa!

Rick: Viadooo, que ahazo!!! Amei muito, foi divertido, contagiante e com bons vocais. Lucy é muito nova, mas sua alma de artista a permite fazer essas coisas que para mim vão além da sua idade. Arrasou muito em tudo, principalmente na interpretação. Você quer @SaaraAlto?

 

 

Judah Kelly – ‘Hallelujah’ by Leonard Cohen  #TeamDelta

Tati: Depois de ouvir 3 milhões de versões dessa música em reality musicais é óbvio que eu não estava esperando algo espetacular e inovador do Judah, né? Mas o mínimo que eu exijo ao ver alguém conectando essa canção é emoção, já que a própria letra da música pede isso. Foi uma apresentação muito gostosa de se assistir. Eu fechava meus olhos e me sentia na igreja e isso é bom, já que traz ao programa a vibe que a música propõe. Enfim, uma apresentação de Judah, mais uma vez, na medida certa.

Lindo: Judah estava visivilmente emocionado nos ensaios e ficou claro que aqui ele teria tudo para se entregar emocionalmente falando e ele fez o que se propunha. Judah chega até aqui talvez como um dos Winner mais sólidos do TVAU desde Karise Eden e ele não fez muitas performances memoráveis no show, mas essa eu achei linda, teve vocais bons (apesar de ele estar doente), teve emoção e teve um arranjo todo acústico meio acapella, ele tocando o violão, tudo colocado de forma simples com a ideia de passar uma serenidade, uma sensação de paz, eu amei bastante!

Rick: E de novo está Judah parado ali no meio do palco, com seu violão e cantando essas músicas batidas que ninguém aguenta mais. Vocalmente foi ótimo, mas viado, já entendemos que você sabe cantar, agora mostra que você sabe ser dinâmico.

 

 

Fasika Ayallew “I Have Nothing” by Whitney Houston  #TeamKelly

Tati: Apesar da música ser gigante e uma das melhores já feitas ever, eu abro qualquer apresentação dessa música com as expectativas lá embaixo, pois, ao meu ver, nunca ninguém conseguirá chegar aos pés da original. Mas em competições musicais, de vez em quando uma Tess da vida me faz gosta muito de um cover e com Fasika não foi diferente. Se teve algo espetacular? Ao meu ver, não. Mas foi tudo tão equilibrado: os vocais, as notas altas, a postura no palco, a Kelly acompanhando como se fosse um maestro ahaha. Enfim, algo bem executado e que, para mim, foi uma performance que só mostrou que Fasika que representa MUITO BEM o seu estilo.

Lindo: Quem mais poderia fechar as semi finais? Ela mesma a garota que abriu o programa, dona da temporada é assim monamour, abre e fecha o show! Fasika estava linda naquele vestido vermelho e com uma postura de Winner, chegou toda controlada e ousando na medida certa, percebam como nenhuma nota dela sai gritada ou sooa gritada (ouviram @ gritadeiras), tudo sai perfeitamente colocado, limpo e alongado da maneira correta. Fasika entregou uma performance completa, com vocais grandiosos e muita emoção! ARRASOU.

Rick: Jogou o Whitney Card pra ficar safe, mas Fasika nem precisava disso né? Pela trajetória, ela já merecia estar na final desde o live 1, mas já que é pra provar que ela sabe ser uma artista, que tem voz e outras coisas que fazem um (@caradoviolão) ela só foi lá e arrasou cantando esse hino. Como ela é linda, olha essa postura compactuando com essa voz. Muito diva! Mandou bem.

…………………………………

Gostei bastante desse Top6, viu? Todas as apresentações foram minimamente decentes e tivemos dois arrasos de Lucy e Fasika.  Por fim, tivemos Berni e Sarah eliminadas e o Top4 para semana que vem ficou assim:

 

Sinceramente? Achei um Top4 justo pelo que vimos até aqui, principalmente considerando apenas o programa de hoje. Apesar de achar Hoseah e Judah um pouco sonolentos, considero que eles foram consistentes dentro daquilo que eles propõem enquanto artistas. Lucy e Fasika foram as donas da noite, sendo que Fasika desde o início tem se mostrado uma participante com um preparo e trajetória bastante sólidos. Acredito que teremos uma boa final e já aproveito para declarar aqui que sou #TeamFasika até o fim.

Antes de ir em bora, pessoal. Gostaria de deixar meu total descontamento com o Seal nessa noite e dizer que esse moço está totalmente descompensado. Eu tenho uma birra muito grande de treinador arrogante e por mim ele não voltava mais. Ele quase fez o Hoseah chorar depois de ter ido bem em uma performance. Eu sou muito #TeamKelly na hora que ela virou o olho para os comentários dele sobre Hoseah! E quando ele falava, eu só queria fazer isso ó:

Mas preciso destacar que George e Kelly foram muito bem e acabou que, no fim das contas, Kelly fez um trabalho maravilhoso com Fasika sempre escolhendo songs muito bem coerentes para que a menina mostrasse todo seu talento. Acabou que minha alegria pelo programa se resumiu, basicamente, a isso.

Espero que na semana que vem tenhamos um ótimo programa e que todos entreguem apresentações à altura dessa franquia maravilhosa. Eu não volto na semana que vem, logo, essa é minha última review dessa temporada. Mas como sou muito #TeamTheVoice, voltarei para comentar com vocês em outras franquias. 🙂 É isso aí! Muito obrigada por lerem e até a próxima.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR E/OU BAIXAR O EPISÓDIO

 

 

 

 

 

gostou da matéria? deixe um comentário!

Tatiane Silva

Sou uma Social Media e Community Manager que ama tanto o que faz, que acaba fazendo isso quase que o tempo todo. Eu moro na internet, por isso acrescento doses diárias de cultura inútil e memes que é pra eu não me entendiar. Amo realities musicais, gasto horas em grupos de discussão e sou viciada em coisas que me fazem dar boas risadas e esquecer da minha conta bancária negativada.


Tema por Gabriela Gomes Todos os direitos reservados ao Panela de Séries • Hosted by flaunt.nu