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The Voice Of Holland – S07E01-06 – The Blinds Auditions

Mais uma franquia do The Voice estreando no site.

Oi pessoal, venho aqui trazendo uma novidade no nosso site. Muito tempo eu pensava em fazer as reviews do The Voice of Holland, principalmente depois da temporada passada que teve vários candidatos fantásticos, então esse ano com a ajuda de Lucas, vamos cobrir essa sétima temporada. Antes de iniciarmos a review, irei fazer uma breve apresentação do programa, já que é a primeira vez que aparece aqui site.

A versão holandesa foi a pioneira no formato que acabou se popularizando depois da versão americana e sim espalhada por todo o mundo. Nessa sétima temporada, a bancada é formada por Sanne Hans, Ali B, Waylon e Guus Meeuwis, sendo os dois primeiros permanecentes da bancada da temporada passada. Sobre os jurados, não conheço nada da carreira deles, como coaches só acompanhei a Sanne e Ali, posso dizer que ambos fizeram um bom trabalho na temporada passada, apesar que o destaque mesmo da bancada era o Marco que depois de 5 temporadas seguidas deixou a bancada. O Ali está no programa desde a quarta temporada, a Sanne desde a temporada passada e os outros dois estreando nessa temporada.

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Já apresentação do programa fica por conta de Jamai Loman, no posto de apresentador desde a quinta temporada da franquia.

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Apresentação feita, vamos partir para a review que vai cobrir as já conhecidas Blinds Auditions. Por conta da fase já ter sido encerrada, vamos apenas conferir um breve resumo de como os times foram formados e os destaques que surgiram em cada time. Nessa primeira fase do reality holandês, ocorre quase da mesma forma que as demais franquias, onde o candidato canta com os jurados virados de costas com o objetivo de virar ao menos uma cadeira para prosseguir na competição, a diferença é que aqui é formado um top 50 e sendo assim um time pode ter mais candidatos que os demais, portanto não estranhem se nas battles surgirem três candidatos disputando por apenas uma vaga, aliás são essas as battles mais sofridas pra mim.

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O Waylon apesar de novo no reality, se mostrou um excelente coach nessa primeira rodada. Ele tem pra mim o melhor time até o momento, tem um time bem misto e cheio de acts com timbres e perfis peculiares. Além dele ter o melhor time pra mim, considerando o time em geral, também tem a candidata que mais amei nessa temporada e já torço fortemente, a Pleun. O time é formado por 13 participantes, sendo assim teremos aqui uma battle de trio. Dentre os participantes do time, eu gostei bastante da Pleun, Romy, Yerry e Oumnia, mas reconheço também a força de Dilana que apesar que eu não gostei muito de sua audição, teve uma apresentação muito bem aclamada por todos coaches.

Dilana Smith – Roxanne by The Police

 

Ela tem um estilo bem excêntrico e uma voz tão peculiar como seu estilo, o que conta muito a favor dela. Inicialmente, a capela eu amei muito a performance, mas quando o arranjo mais puxado pro reggae começou e depois o rap inserido no meio da música eu não curtir muito não, essa música é um clássico e mexer demais nela me incomodou bastante. Como disse, apesar de tudo isso, reconheço que ela é uma participante bem interessante e que pode chegar longe no reality, destaque pra fofura que é a filha dela.

Yerry Rellum – Crazy by Gnarls Barkley

A escolha da música é bem manjada, mas o arranjo e as escolhas vocais que ele fez para a música foram bem originais. Ele mostrou ser dono de uma voz potente e bastante agradável, amei a transição do agudo para o grave que ele fez num momento da performance, mostrando que tem vocais bem versáteis. A crítica que faço é que ele podia ter crescido mais na música, que manteve uma certa linearidade durante todo a performance, mas está aqui por conta de todo o poder e versatilidade que tem vocalmente, bem trabalhado ele vai dá um show nas próximas fases.

Pleun Bierbooms – Million Years Ago

Nossa, estou dias só no replay dessa performance, a melhor dessa temporada pra mim. Ela tem uma voz tão linda, suave e clara, a escolha da música foi maravilhosa e muito esperta, uma vez que ela apostou numa música da Adele, porém uma música que ao menos eu ainda não tinha visto um cover em algum reality, prova disso que só lembrei que a música era da Adele depois que olhei a descrição do vídeo. Amei a performance, foi uma excelente performance vocal, mostrou conexão e muita emoção enquanto cantava, amei forte essa candidata, minha favorita <3.

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Achei o time da Sanne bem fraquinho e sem nenhum nome que eu possa ver numa final, talvez isso tenha acontecido por conta da escolha dos participantes por outros times. Seu time acabou formado em doze participantes, dentre esses só gostei da Kirsten e Isabel, sendo que Isabel já tem experiência em reality, uma vez que ela participou da versão Kids em 2014, chegando até a final da temporada, aliás temporada vencida pelo maravilhoso Ayoub, que aliás já podia também dá as caras na versão adulta. Voltando para o time da Sanne, julgando pelas audições não vejo muitos favoritos em seu time, porém seus acts podem vir a nos surpreender nas fases futuras, aliás coisa muito comum no The Voice of Holland.

Isabel Provoost – Modern World by Anouk

Fuçando sua participação no The Voice Kids, ela tem muitas performances boas, aliás melhores que essa, que foi muito boa pra mim, porém me deixou aquele gostinho de quero mais. Acho que isso foi mais por conta da escolha da música que não permitiu que ela mostrasse muito do seu potencial vocal, mas num time tão fraco pós blinds auditions, ela se destaca fácil na frente da maioria.

Kirsten Berkx – Seven Nation Army by The White Stripes

Curti bastante o visual dela, essa vibe toda indie que ela tem, me lembrou bastante a Chloe Castro do The Voice UK 2016. Sua performance foi bem interessante, houve algumas partes que me empolgaram, outras nem tanto, mas no geral gostei muita da sua performance, poderia não ter deixado para subir na música só no fim, ter arriscados umas notas e melismas mais ousados no meio da música. Potencial a Kirsten tem bastante, resta saber se a Sanne vai saber trabalhar com ela.

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Aqui foi outro time que apostou na diversidade, o que acho a melhor estratégia. O Ali B é bastante divertido, o jeito dele como coach me lembra muito a forma do Cee Lo e Will.I.Am, bem excêntrico e preenchendo bem a cota diversão e criatividade da bancada. Minhas favoritas em seu time é Sidney por conta do seu timbre bem peculiar e a Roza por ter se mostrado uma cantora com muito potencial. Novamente, aqui vejo um outro nome que provavelmente seja um dos favoritos, apesar de não está na minha lista de favoritos, o Dwight é bem aquele estilo divo datado que costuma fazer muito sucesso nas franquias do The Voice, prato cheio para agradar as tiazinhas loucas pelos anos 80/90. Tem outros participantes que possam vir a surpreender como a Emma que tem um ótimo alcance vocal, a simpática Khadisha e o inovador Rudebeats que fez uma performance bem irreverente. Como aconteceu com o Waylon, seu time é formado por treze acts e assim também terá uma battle em trio, espero que seja uma battle totalmente masculina.

Dwight Dissels – End Of The Road by Boys II Men

Ele tem ótimos vocais, mas para mim sua performance não teve nenhum destaque ou alguma irreverência, foi tudo mais do mesmo. Pela babação dos coaches com ele, provavelmente ele vai durar bastante na competição, espero que ao menos tentem trabalhar com músicas mais contemporâneas e fujam do óbvio, que pra mim é chatíssimo.

Roza Lozica – How Come You Don’t Call Me by Alicia Keys

A Roza é linda, tem uma voz muito comercial e que muito combinou com essa batida R&B, eu gostei muito da sua performance e tô bem curioso para ver suas performances futuras. Já prevejo uma battle entre ela e Emma que apresentam um estilo bastante parecido.

Sydney van der Meij – Run by Rondé

Que timbre maravilhoso, nossa vocês não tem noção o quanto amo essas cantoras indies com esses timbres bem peculiares e intimista. As quebradas na voz dela são maravilhosas, já quero ela cantando Birdy, Coldplay, Florence, Lana, esses cantores de pegadas mais intimistas. A minha certeza que amo um act é quando gosto dele sem conhecer a música e aqui foi isso, amei a performance dela e apesar de não ter tido notas agudas ou um boom, seu timbre peculiar e sua conexão foram suficiente para eu babar. Amei forte, espero que o Ali não vacile com ela.

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Aqui foi mais um time formado com 12 acts, como no time da Sanne também achei fraquinho, porém ele consegue ser melhor que o time da Sanne por ter pra mim uma das grandes favoritas da temporada, a Annemarie. Com exceção dela, acho que o resto do time ainda não mostrou ao que veio e espero que não demorem muito para mostrar isso. Dentre os demais, eu destacaria a blind audition do trio CPG, que foi bastante divertida, relembro aqui que o trio O’G3NE acabou levando a quinta temporada, mas será que um raio cai no mesmo lugar mais de uma vez?

CPG – I’m So Excited by The Pointer Sisters

Eu achei a performance bem animadinha, porém morreu aí. Elas optaram por uma música que não mostrou nenhum diferencial delas, apenas mostrou o lado mais datado e até brega que duplas e trios costumam carregar. Como o time não tinha nenhum outra audição melhor, optei por essa por ser diferente, acredito que os jurados viraram mais por conta dessa surpresa de três vozes.

Annemarie Brohm – What’s Up by 4 Non Blondes

Outra act que amei forte foi Annemarie, ela tem personalidade, um potencial e alcance vocal maravilhoso e ainda conseguiu entregar uma excelente interpretação desse clássico maravilhoso. Gostei de tudo nessa performance, a presença de palco, a escolha da música, o visual da candidata e os vocais, tudo pra mim fluiu. Gostei da atitude dela e de como ela se arrisca vocalmente na música, já espero ver mais dela e que venha ainda melhor que essa performance.

Com os times formados, temos o top 50 que logo se reduzirá em um top 28, no qual avançam seis acts de cada time mais um act roubado de um outro time. Além disso, temos uma novidade na fase das battles, mas isso é uma história para a próxima review. No mais é isso, espero que vocês curtam, comentem e acompanhem com a gente o The Voice Of Holland 2016, eu gosto muito dessa franquia e espero que vocês também peguem apego por essa franquia que já mostrou acts maravilhosos em temporadas anteriores. Um abraço e até a próxima review das sempre tensas battles.

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  • Paulo Adriano Rocha

    Legal ter review dos “originais”. Vou acompanhar por vocês aqui!

    • Michel Araújo

      Obrigado pela confiança, Paulo. Em breve postaremos o episódio das battles. Fica ligado, um abraço!

Michel Araujo

Baiano perdido em Aracaju, fã de realities show musicais e séries. Uma personalidade misturada a humor, sarcasmo e uma leve ousadia.


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