Posts Populares

The Voice US – Aquecimento Season 13: Performances Melhores Que As Originais

Pisa menos, gente, eu imploro!

Sabe quando tem aquela performance no programa, em faz você esquecer completamente a versão original, de tão marcante que foi no programa ou, pelo menos, na sua vida? Então, listamos alguns desses verdadeiros pisões para vocês ficarem animados e esperançosos para a próxima season que já está chegando. E já adianto que tem dois coachs passando vergonha por aqui. Dá vontade né, @?

Matt McAndrew – “Take Me To Church” by Hozier

Amém, Matt McAndrew, Amém.

Matt chegou nos lives com o pé na porta, com uma música quase desconhecida e inédita no programa, e fez uma performance sensacional, daquelas que todos ficam maravilhados e pensam: “esse cara vai ganhar, né?”. Pelo menos foi o que eu pensei durante os pouco mais de dois minutos de sua apresentação. E olha que nem é a minha performance preferida desse rei, (olá, The Blower’s Daughter), mas ele pisou demais. Abusou de tudo: cantou suavemente, usou falsete, grave, se jogou no chão, foi cantar com os músicos, ou seja, ele estava absurdamente confortável, os “amem” são coisas de outro mundo, fico arrepiada até hoje, mesmo vendo pela milésima vez. As reações do Adam são um caso a parte, porque ele parecia tão seguro de uma vitória quanto eu, pena que o tombo veio. Mas vamos seguir e enaltecer essa performance maravilhosa, mas há quem diga que fizeram versões melhores no programa, mas aqui em Paris não vimos não, viu?

Caroline Pennell – “As Long as You Love Me” by Justin Bieber

Aqui podemos ignorar o Anthony se quisermos, aliás, devemos agradecer por ter estúdios separados nessa estúdio, porque posso escutar a Caroline cantando essa maravilha para mim a vida toda. O arranjo e a voz suave transformaram a música do Bieber numa canção de amor belíssima e a timbre doce de Caroline me faz ficar com um sorriso bobo nos lábios durante toda a performance. É uma das minhas batalhas favoritas do programa, se não for a favorita. E sempre que alguém fala nessa música, a primeira versão que vem a minha cabeça é essa, até porque eu só fui ouvir a do Bieber muito tempo depois. Pennell matou com bondade.

Christina Grimmie – “Hold On, We’re Going Home” by Drake

Sem sombra de dúvidas essa foi a songchoice mais ousada da nossa pequena Grimmie, mas também foi a que melhor permitiu que ela mostrasse todo o seu talento e o motivo ser muito mais do que apenas uma youtuber que canta covers na internet.

Com sua versão da canção do Drake, Christina foi capaz de mostrar o porquê de ser uma verdadeira artista. Ela usou e abusou de sua criatividade, bolando um arranjo bem diferente pra música e colocando mais de si própria ali. Sendo assim, Christina não só fez sua melhor apresentação no programa, como acabou dando um upgrade e tanto em um dos maiores hits do Drake! Com todo respeito, Drake… Mas você foi muito pisado, migo! (Texto por Luana Medeiros)

Juliet Simms – “Roxanne” by The Police

Fazer uma versão melhor que a original quando a música ou a banda não são marcantes é uma coisa, mas pegar uma canção com a expressividade de Roxanne e dar uma nova identidade a ela, em menos de dois minutos, é algo para poucos e eu me arriscaria a dizer que, em doze edições do The Voice, pouquíssimos artistas conseguiram isso.
Essa não é a melhor apresentação da JuJu, mas depois que a assisti, nunca mais Roxanne foi a mesma. Não importa quem a cante, eu sempre me lembro de um tom rouco maravilhoso, apresentado com muita energia e interpretação. Além da própria Juliet, o arranjo foi perfeito do início ao fim e a pegada rocker da música evidenciou mais a batidinha do reggae. Enfim, uma música que inicialmente não tinha tão a ver com Juliet, mas que ficou perfeita em sua voz. (Texto por Tatiane Silva)

Kat Perkins – “Get Lucky” by Daft Punk ft. Pharrell Williams

Vamos tirar um minuto para enaltecer Kat Perkins, a musa dos Instants Saves, dona do Team Adam da Season 6?
Kat provavelmente dividia opiniões durante o programa, já que sempre acabava no bottom, mas também sempre era salva pelo público, porém, eles cometeram a injustiça de deixá-la no bottom depois dessa performance. Sim, Kat ficou entre os menos votados depois de entrar uma das melhores apresentações da temporada, pegando uma música que estava completamente estourada no mundo todo e fazendo uma versão totalmente diferente, colocando sua personalidade nela. E como a versão era 100% Kat Perkins, não tinha como ficar ruim, certo? Ela, literamente, colocou fogo no palco. No final da performance, eu tava só o Adam gritando “yes” no fundo. Você quer, Pharrell?

Kimberly Nichole – “House of The Rising Sun” by The Animals

Eu não sei nem o começar a falar sobre essa mulher e essa performance. Kim é como uma força de natureza, incontrolável, devastadora e absurdamente maravilhosa. Não há nada nessa performance que não seja excepcional, desde a forma como ela coloca sua voz ou diz cada palavra, segurando o começo da música, deixando para subir e estourar do meio pra o final, até a sua postura confiante, que transparece muito bem na forma em que ela caminha pelo palco, com força e convicção naquilo que estava fazendo. Kim sempre foi, e deve ser até hoje, muito segura de si, mesmo quando deixava sua vulnerabilidade falar mais alto, vide as performances What’s Up e Creep, e talvez seja por isso que não caiu nas graças do público americano. Porque as pessoas tem medo de mulheres autosuficientes, confiantes e seguras. Mas eu, não, Kim. Por isso você sempre será uma das participantes que eu mais amei e que colocou o pé nesse programa.

Tessanne Chin – “Underneath It All” by No Doubt

Tessanne teve, sem dúvidas, uma das melhores jornadas entre todos os acts que já pisaram neste programa. Ela sempre soube dosar muito bem todos os seus elementos e influências e parecia estar em ótima sintonia com seu mentor, o que ficava evidente nas seleções de músicas. E foi nessa atmosfera que fomos presenteados com a 8ª maravilha do mundo: a versão de Tess de “Underneath It All” do No Doubt.

Aqui a Tess teve a oportunidade de mostrar seus vocais, assim como todo o seu swag e molejo jamaicano, nesse mash-up sensacional de pop e reggae! A versão original é até legal, mas a desenvoltura de Tessanne com essa canção supera lindamente a da Gwen Stefani, principalmente se levarmos em consideração que a Tess não apenas cantou, como também encarou o rap da música sozinha e simplesmente LACROU! Pisa menos, Tess! (Texto por Luana Medeiros)

gostou da matéria? deixe um comentário!

Thais Pereira

Feminista, leonina com ascendente em gêmeos e lua em virgem, viciada em memes, em Friends e problematizar na internet. Formada em História da Arte, mas consciente que nunca vai trabalhar com isso na vida. Normalmente eu escrevo e falo mais do que deveria. Eu mesma, Thais Mello.


Tema por Gabriela Gomes Todos os direitos reservados ao Panela de Séries • Hosted by flaunt.nu