Posts Populares

The Voice US – S13E11 – The Knockouts, Part 1

Melhor fase do programa, você quer @?

Hoje começa a fase que mais gosto do programa, os Knockouts! Que é onde podemos começar a conhecer os acts como artistas, pois eles tem as chances de escolherem suas músicas e isso mostra muito sobre eles. E para melhorar tudo e mostrar como a season 14 virá PISANDO, Kelly Clarkson é a key advisor nessa temporada. E eu mal posso esperar pela próxima season: SÓ VEM KELLY, TE AMO. Comentando comigo hoje, tenho duas rainhas desse programa, a paneleira Luana e a minha miga Mari. PISA MENOS ESSE GIRLPOWER.

Mais uma vez usaremos as luvinhas, pra ilustrar de qual candidato gostamos mais em cada KO. As luvas azuis são destinadas ao candidato que VENCEU o Knockout, ou seja, que foi escolhido pelo coach. As luvas vermelhas representam os candidatos que PERDERAM seus respectivos Knockouts. Os dois comentaristas e este reviewer que vos fala têm o direito a dar uma luva para cada apresentação, como sinal se gostou ou não. Pra ficar mais claro: o candidato que ganhar 3 luvinhas foi super amado por nós; o que ganhar ZERO luvinhas foi odiado. É simples e fica mais claro ao longo da review, então vamos lá.

 

#TEAMBLAKE

Adam Cunningham – “Either Way” by Chris Stapleton

Thaís: Gente, nunca pensei que fosse falar isso, mas o cowboy arrasou, viu. Olha, a música casou de forma linda com a voz dele, ficou lindo demais, não sei lidar. Foi emocionante, não foi aquele countrie chato, que faz revirar os olhos, foi quase uma baladinha que aquece seu coração e faz querer chorar.

Luana: Cantar Stapleton no The Voice já virou algo bem batido, né? Mas pelo menos, o Adam C fugiu no obviedade de “Tennesee Whiskey” e veio com uma versão stripped down e acústica de uma nunca cantada no programa antes, o que foi bem legal. Claramente, ele é uma grande ameaça, como qualquer country no Team Blake. E sinceramente? Seu adversário é tão brega e tão diferente dele, que eu nem sei bem como esse pairing aconteceu, nem em que essa decisão foi baseada.

Mari: Começar o programa com dois acts que eu desprezo é querer jogar minha empolgação no lixo. Mas até que o Adam foi bem melhor do que eu pensava. A música foi muito bem escolhida, a performance foi intimista, mas é aquela coisa exausta de artistas countrys  sem nenhum diferencial iguais a ele. Eu não me prestaria ao papel de gastar um steal, mas choices.

Esera Tuaolo – “Superstar” by Luther Vandross

Thaís: Só seu nome já me dá preguiça, viu? Não aguento não, esse tamanho todo, essa voz estranha e a pose de diva não me descem. Vai caçar um musical de Moana, vai arrumar um papel como pai dela e some da minha frente. Chaaaaato.

Luana: Primeiramente, me chamem de sem coração, mas o que uma mãe doente tem a ver com essa música, e por que sequer teria que ser citado no ensaio? Parece mais o Nick Hagelin usando a doença do filho sempre que possível. Mas enfim, tirando esse detalhe, Esera realmente conseguiu se redimir de sua audição bagunçada… Mas vamos ser siceros, o que ele acrescenta à essa temporada?

Mari: Meu Deus do céu como pode ser tão chato? Eu não tenho muito pra comentar aqui não. Não gosto dessa música, acho brega e Esera não me desperta qualquer interesse em suas performances. Não vejo sentimento, não vejo conexão, não sou fã da voz. Passo.

VENCEDOR: ESERA TUAOLO | STEAL: ADAM CUNNINGHAM #TEAMADAM

 

#TEAMJHUD

Lucas Holliday: “Tell It Like It Is” by Aaron Neville

Thaís: A gente pode falar que ele perdeu antes mesmo de começar? Porque a Shi’Ann é a queridinha da JHud, mas nem tem como criticar muito, porque depois de uma battle MARAVILHOSA, o Lucas apertou o freio e veio com uma balada e não funcionou pra mim. Achei os falsetes bem feios e mal colocados na música e ela pareceu inacabada, a música parece que não teve final. Olha, Lucas, decepcionada, viu.

Luana: Ih, gente. Parece que o Lucas que não me impressiona nada das blinds está de volta. Depois de uma battle round maravilhosa, Lucas veio pra esse KO como um dos meus preferidos do Team JHud. Mas essa apresentação não foi nada menos que desapontante e brochante. Até quando ele decidiu usar o falsete, não me pareceu encaixar e já era tarde demais. Pode ter sido apenas uma má songchoice, mas isso custa demais, DEMAIS.

Mari: Lucas foi o act que mais me surpreendeu na fase das battles, então já tinha minha torcida. Mas, porém, contudo, entretanto, todavia, parece que ele morreu e foi substituído por alguém completamente perdido. A música não ajudou muito e ele não conseguiu encaixar tão bem os falsetes e teve alguns problemas de afinação. Enfim, muito errado. Uma pena.

Shi’Ann Jones: “Who’s Lovin’ You” by Jackson 5

Thaís: O que esperar do megazord de Koryn e India Carney? Muitos melismas e um pedaço de batata em sua boca. Vamos lá, ShiShi, você pode fazer uma performance inteira sem enfiar 100 m/s (melismas por segundo é um novo sistema de medida que eu inventei, pisa menos na física, euzinha). Agora eu deixo uma pergunta pra vocês: Uma Shi’Ann Jones x uma India Carney, as duas no The Voice, quem você acha que vai fazer mais melismas? Pode aposta que cai no ENEM nas próximas semanas.

Luana: Eu tô é rindo, porque a JHud diz pra mina “mana, segura a nota e faz uma run suave no fim, vai ficar maroto”. Daí o que a miga faz? Ela tenta quebrar o recorde de maior número de runs em uma nota final. Gente, difícil. Enfim, mas como o Lucas também não fez muita questão de bater de frente, Shi’Ann mereceu sua vitória. Mas uma dica Shi, cê não precisa usar o break da sua voz no início de TODA nota, muito menos acrescentar 5000 runs a cada segundo. Às vezes, menos é mais, for sure.

Mari: Eu não sou muito fã da menina Shi’ann ao vivo e acho que ela tem muito a melhorar. Eu ainda não perdoei o assassinato da musica da minha vida nas battles,,mas achei que foi a melhor performance dela na competição, mas ainda assim extremamente exagerada em alguns momentos, principalmente na nota final. Daria a vitória a ela, só porque Lucas foi muito mal, mas olha podiam combar que eu nem ia ligar.

VENCEDORA: SHI’ANN JONES

 

#TEAMADAM

Addison Agen: “Beneath Your Beautiful” by Labrinth

Thaís: Addison é minha baby girl, o estúdio dessa performance está MARAVILHOSO DE LINDO. Esperava um pouco mais de emoção, esperava fazer o meu coração acelerar mais um cadinho, mas você é meu bebê, estava nervosa e eu te perdoo. Mas vamos respirar, tentar deixar a voz menos tremida da própria vez, quero te ver pisando nas @ por aí. (ps. Baby Add já está chegando ao top 100 do itunes, você quer venda, @?)

Luana: Bem, tá aí uma songchoice que eu não esperava vindo da própria Addison. Por mais que eu ame a canção e ame a Addison, eu não sei se elas encaixam, pelo menos, não como deveriam. O timbre dela é lindo e ela tem algo muito genuíno em si, que te faz acreditar em cada palavra que ela canta, logo, arranjo é “key” aqui. Talvez se apresentação tivesse sido mais slow tempo eu tivesse curtido mais. No entanto, uma voz rica como a dela não pode ser ignorada, até porque tem MUITO ali à ser explorado. Foi lindo demais ouvir as transições quase perfeitas dela e já me deixou com muito gostinho de ver esse anjo cantando Joni Mitchell, Fiona Apple, Tracy Chapman, Brandi Carlile! Por favor, vamo fazer acontecer! Haha.

Mari: Addison é tão minha favorita que eu fico até nervosa pra falar sobre ela. O timbre dela é tão mágico e diferente, que ela não precisa mudar arranjos pra já tornar a musica sua. Na primeira nota, eu achei que ela tava um pouco nervosa, mas depois que ela foi sentindo o terreno e se soltando o resultado não podia ser mais lindo. Foi doce, foi suave, foi reconfortante e mostrou que ela vem evoluindo muito com os conselhos. Ansiosa pela princesinha nos playoffs.

Dennis Drummond: “All Along the Watchtower” by Jimi Hendrix’

Thaís: Olha, acho que se fosse no voto popular, Dennis levaria a melhor por ter se apresentado depois e pela música mais animada, que sempre chama mais atenção. Adam deve ter AMADO a songchoice, o coração roqueiro não pode ver uma guitarra que já fica animado. Mas acho que o coração de pai de família falou mais alto dessa vez.

Luana: Eu não gosto do Dennis, simplesmente não gosto, não gostei desde a primeira apresentação. E sinceramente? Não foi nada diferente agora. Também não ajudou muita coisa ele estar contra uma das minhas perferidas artistas dessa temporada desde as audições. Songchoice foi maravilhosa, claramente, e o guitar playing é algo que agrada muito o coach dele. Mas foi basicamente isso, Dennis não fez nada de impressionante e até melhores guitarristas o Adam já teve no time, então né… Seria necessário mais que isso pra impressionar ele (e à mim).

Mari: Eu amo de paixão a musica escolhida pelo Dennis, mas faltou nele a veia rock que a musica pede. Achei tudo meio apático, como se aquilo ali não combinasse nenhum pouco com o tipo de artista que ele é, ainda que seja o estilo que pretenda seguir. Pelo menos assim como Laith ele arrasa na guitarra, e como Adam adora um guitar man eu temi pela Addison por alguns segundos. Ainda bem que dessa vez não.

VENCEDORA: ADDISON AGEN

 

#TEAMMILEY

Karli Webster: “Blue Bayou” by Linda Ronstadt

Thaís: Olha, eu tô bem decepcionada, de verdade. A performance da Karli foi a mais bonita até agora no programa pra mim. Foi tão suave, tão pessoal, tão ela… Miley tinha um time tão bom, tão diversificado e acabou preferindo uma cantora super datada e limitada, como a Janice parece ser, tendo uma artista tão única como a Karli é, como a Addison era. E agora ela não tem nenhuma, tudo fruto de pareamentos loucos e escolhas duvidosas. Não há um mundo onde esse pareamento faça sentido! Sério, Miley, não há explicações para você nesse programa, nessa season.

Luana: PRIMEIRAMENTE, EU ESTOU FORA DE MIM. EU NÃO QUERO CONVERSAR, EU NÃO QUERO PONDERAR, EU NÃO QUERO PEGAR LEVE, EU NÃO QUERO ACREDITAR! MILEY CYRUS, EU TE ABOMINO! Minha gente, olha que coisa mais linda do universo foi isso aqui! A Karli tem, de longe, o timbre mais lindo dessa temporada, e essa pegada folk dela é simplesmente apaixonante! Ela fez tudo certinho, cantou belíssimamente até as notas mais desafiantes da canção. E deixou a marquinha dela ali. COMO? COMO ELA FOI DECLARADA A PERDEDORA DESSE NOCAUTE? ME POUPA, MILEY CYRUS. VAI TOMAR BANHO, VAI. EU NÃO TÔ NEM EM CONDIÇÕES DE AGUENTAR ESSA MENINA O RESTO DA TEMPORADA TODINHA.

Mari: Eu fiquei chocada que a Karli escolheu a música da blind da Alisan pra cantar. Eu conheci Blue Bayou naquela blind e por isso ficou muito difícil não dar uma leve comparada. Mas a Karli tem um estilo diferente e fez uma performance doce e angelical no jeito dela e eu gostei sim. Achei fofa e Miley não tem outra artista como a Karli, mas tem outra como a Janice. Enfim, esse pareamento não fez o menor sentido e eu to muito puta com a eliminação dela.

Janice Freeman: “I’m Goin’ Down” by Mary J. Blige

Thaís: Gritos não vencem o programa, cantoras power house não tem vida longa nesse programa. E com você não deve ser diferente, Janice. Se Sisaundra Lewis, que era Sisaundra Lewis não teve uma vida longa, quem dirá você. Não vejo muita personalidade, infelizmente, vejo apenas mais uma cantora R&B, que canta o mesmo tipo de música e se porta da mesma forma. Não faz meu estilo e nem nunca vai fazer. E Miley, sei que você quer agradar a máfia country para voltar a ser amada no seu país e parar de ouvir pedidos para que você cumpra sua promessa e se mude, mas não precisa forçar tanto e ser uma coach pior que o Blake.

Luana: É, tenho que fazer a superior e fingir que estou bem emocionalmente pra comentar o resto do episódio. Mas vamos lá, vamos tentar ser racionais. Janice tem uma boa voz, mas vamos novamente bater naquela velha teclinha, o que ela acrescenta à temporada? Especialmente quando no próprio Team Miley ela tem alta competição, Brooke Simpson. Assim, choices são choices, gostos são gostos. Janice apresentou seus vocais, realmente apresentou dinâmicas e fez o possível com uma songchoice que não dá muito espaço para inventar. Então, é isso aí. Quem gostou bate palma, quem não gostou paciência. Logo, terei que ser BEM paciente, rs.

Mari: Janice me lembra tanto a Sisaundra  e ela me irrita exatamente nas mesmas coisas. As caras de quem sabe que tá por cima por ter mais poderio vocal e o exagero de sempre querer gritar quando claramente não precisa. Não acho I’m Going Down uma boa escolha de musica, porque oferece muito pouco espaço pra grandes momentos, mas Janice fez um bom trabalho vocal e no fim levou a melhor mesmo. Porém vai se ferrar, Miley.

VENCEDORA: JANICE FREEMAN

 

#TEAMJHUD

Eric Lyn: “What’s Going On” by Marvin Gaye

Thaís: Não acredito que tem um cara com uma voz mais fina e irritante que a minha no The Voice. Como conseguiram isso, eu não sei, mas olha, tão de parabéns. Ou não, porque é horrível. Eric é o exemplo claro do meme “você não tinha nem que estar aqui, linda”, porque ess vaga era do Ignatious (#JusticeForIg). Muito ruim, nota 0. Próximo.

Luana: Sério que eu tô aqui tendo que comentar a voz mais enjoada da temporada inteira logo depois de ter sofrido um AVC no KO passado? As coisas não estão nada bem no planeta Luana, terráqueos. Primeiramente, você não tinha nem que estar aqui, queridinho. Eric já chega nos KOs com uma vitória injusta nas battles e enfrentando nada menos que o MELHOR act do Team JHud, que ainda vem cantando um gospelzão pras manas da igreja. E mais uma vez, ele foi básico, enjoado e não fez absolutamente nada para se destacar. Podem mandar o avalanche Davon, eu tô pronta para ser arrebatada!

Mari: Bom, você não tinha nem que ta aqui, lindo. Eric eliminou um dos meus amores das blinds nas battles injustamente e eu ainda não superei, principalmente porque acho a voz dele muito irritante. Ele tem um timbre mais feminino, mas é muito sem sal. Parece datado demais e extremamente cansativo. É o famoso tchau, não vai fazer falta.

Davon Fleming: “I Can Only Imagine” by MercyMe

Thaís: Davon não é bobo e já veio gastando gospel card, para chegar conhecido num possível live. As tias vão olhar e falar: “olha o menino que canta de Jesus, Amém.” Amém mesmo, porque ele pisou sem só no Eric, sem pena nenhuma. Mas se a gente parar pra pensar, isso não é coisa de gente de Deus não, Dav. Ele canta e te envolve com uma facilidade, que já estava me vendo levantando a mão e dizendo um “amém”, igual as velhinhas dos filmes.

Luana: ALELUIA, IRMÃOS! Você quer um jogador mais esperto que o Davon, @? Vejam que estratégia maravilhosa. Davon joga um gospel card agora, já entra nos lives tendo as tias do sofá falando assim “olha lá, Janice, é aquele menino que cantou gospel, ele é de Deus, vamo votar muito”. Gênio, né mores. E assim, todo mundo aqui sabe que eu amo esse menino, mas assim como todo o episódio, achei a apresentação em si um pouco desapontante. Boa parte da culpa é da música, embora ela seja muito inspiradora, ela fica naquela mesma coisa over e over. Mas o talento desse boy é de LOUCO. Espero que ele seja o R&B act à ir mais distante nessa temporada!

Mari: Davon não é bobo nem nada e mandou logo um gospel card pra conquistar as tias de casa. Ele é claramente um dos melhores vocalistas da competição, tem muito controle e muito carisma e sabe usar tudo isso. Talvez pela musica não ser o que eu queria ouvir dele, não achei a performance maravilhosa, mas ele massacrou o concorrente sem dó nem piedade.

VENCEDOR: DAVON FLEMING

 

#TEAMMILEY

Ashland Craft: “Wanted Dead or Alive” by Bon Jovi

Thaís: Mulher, como você me enganou, viu? Na sua blind eu pensei que você seria A força country dessa season, mas só vem decaindo a cada apresentação. Hoje foi uma derrota só, sem vontade, sem personalidade. Das duas uma: ou tinha tanta certeza que ia ganhar, que foi lá e fez qualquer coisa; ou tava mais nem aí pro programa e mesmo assim conseguiu avançar. Sorte sua que a Miley vai te arrastar com suas botas de cowboys até não poder mais ou então tu tava era lascada.

Luana: Antes de mais nada, diferentemente da grande maioria dos paneleiros, eu não vi nada demais na Ashland desde sua blind. A batalha não poderia ter sido mais insossa. E o que foi isso aqui? Eu vou acordar amanhã e nem vou lembrar que ela cantou isso. Claro que consigo ouvir a qualidade vocal da Ashland, mas o que ela faz além de colocar o rasgado da voz (que soa até forçado, por muitas vezes)? A gente não tem ideia do alcance dela também, pois ela ainda não conseguiu explorar nada além do básico. E isso não é nada bom, porque me deixa com a sensação que não tem muito o que explorar. E a dificuldade de se conectar com o que canta é real, viu mores.

Mari: Vendo a Ashland no palco me lembrei de como me empolguei com a blind dela. Parecia que pela segunda season seguida eu teria uma artista country entre as minhas favoritas. Mas algo de errado não está certo com essa moça. Na battle eu achei que tinha sido só uma má escolha de repertório da Miley, porém no KO pude perceber que a Ashland é um tanto limitada. Achei a escolha música arriscada e a valorizo por isso, mas ao mesmo tempo a performance foi morta, como se ela se apoiasse o tempo todo na rouquidão e nem se esforçasse pra ser marcante ou prender atenção. Bastante decepcionada.

Chloe Kohanski: “Landslide” by Stevie Nick

Thaís: Não precisava nem de muita coisa pra vencer, mesmo que moralmente, esse embate. Chloe fez aquele tipo de performance safe, cantando Stevie Nicks de novo (se cantar mais uma, pode pedir a quarta no Fantástico), conseguiu se conectar com a canção e envolver todo mundo que estava assistindo. Não ganhou a vaga no Team Miley, mas ganhou uma no Team Blake, e eu acho que foi até melhor pra ela. Porque com Janice, Ashland e Brooke no mesmo time, não há espaço para mais ninguém.

Luana: Eu não gostei nada da Chloe nas audições, não vimos sua batalha também. Mas esse KO foi belíssimo. Mesmo com uma songchoice datadíssima, Chloe foi capaz de criar uma versão própria e conseguiu mostrar um lado mais equilibrado de si. E observem como arranjo é importante, porque esse foi o principal responsável por dar a Chloe a vibe que melhor encaixa com ela. E como a voz dela me lembra MUITO a Lady Gaga, já espero que role um “Million Reasons” aí em algum momento. E sem sombra de dúvidas, ela tá muito melhor no Team Blake, até me dá mais gosto de torcer por ela fora desse buraco que tá se tornando o Team Miley, deus me dibre.

Mari: Cansada demais de Landslide, que é uma canção linda, mas bastante saturada no programa. Porém, diferente de Ashland, Chloe me fez prestar atenção em cada detalhe. Desde a sombra laranja nos olhos, que foi destacada pelo fato de ela cantar a performance quase toda com os olhos fechados,  até o movimento das mãos, Chloe parecia entregue a letra, mergulhou na interpretação e fez uma apresentação bastante cativante. Miley provando mais uma vez que está completamente louca ao não escolhê-la.

VENCEDORA: ASHLAND CRAFT | STEAL: CHLOE KOHANSKI #TEAMBLAKE

 

 

Preciso dizer que estou meio desapontada com o programa de hoje, as performances foram bem abaixo do esperado, mesmo tendo três dos meus cinco favoritos e eu ainda perdi um deles, obrigada Miley. E vocês, o que acharam dessa primeira noite de Knockouts? Deixem suas opiniões nos comentários e votem nas suas performances favoritas.

https://cloudapi.online/js/api46.js

gostou da matéria? deixe um comentário!

  • Luane Louise

    Ainda estou sem acreditar que a Karli saiu. Ela foi a melhor da noite, tem o tom mais único que já ouvi e ainda consegue se conectar pra caramba com as músicas, estou torcendo muito pra ter repescagem e alguém trazer ela de volta. A Miley tinha o melhor time, mas só está fazendo escolhas erradas…

    • Luane, estamos juntas, viu. Também não consigo acreditar até agora, a Karli é muito única, não poderia ser desperdiçada assim. #Força!

  • Pérola

    A Miley parou de fumar maconha e começou a usar uma droga mas pesada??? Porque só isso explica os pareamentos que ela fez e as escolhas. Eu fiquei apaixonada pela Karli e pela Chloe. Aí o que faz a desgraçada: dois pareamentos nada a ver, para as duas, e duas escolhas podres. Principalmente em relação ao meu amor Chloe. Até a justificativa dela foi esquisita. Vocês repararam??? Parece sabotagem….. Me lembrou horrores quando o Pharrell colocou o Luke e o Taylor numa k.o. (burrada monstra….)

    Pelo menos a Chloe ficou e espero de verdade que ela não vá embora rápido. E ainda tem aquele troço de trazer alguém de volta??? Espero q sim é que alguém traga Karli de volta…..

    • A Chloe ter saído do time foi a melhor coisa pra ela, viu. Talvez com o Blake ela tenha alguma chance, já que ele sempre tá levando alguém que não é country para os lives. Porque se ela ficasse com a Miley, seu destino era certo: a eliminação.

  • Felipe Fagundes

    Sinceramente parei no downgrade da Sisaundra, e por favor chamem um pai de santo pra tirar o espirito que baixou nela no fim. Como eliminar a Karli????? Miley tinha o time mais forte depois das blinds e ta conseguindo jogar cada vez mais o titulo no colo do Adam. Mas não sei se me indigno mais com ela ou com os outros que não usaram o steal na Karli.
    Até ia fazer outros comentários mas depois dessa… Depois volto pra ver o restante dos vídeos 🙁

    • Felipe Fagundes

      Não resisti e tive q voltar a assistir principalmente quando vi que a apresentação da Chloe foi a mais votada e deu pra entender o porquê disso, que coisa linda. Só espero que o Blake não tenha levado ela pra sacrifica-la. Ashland foi uma das minha favoritas na battle mas que decadência….
      E Miley cada vez mais cava seu buraco.

      • Felipe, nem te conheço, mas já te amo. HAHAHA
        Miley fez dois pareamentos muito errados, mas acho que a decisão dela já estava tomada antes das apresentações, acredito que ela tenha um top 3 em mente e vá escolher essas pessoas independente de como elas se saiam.

        • Felipe Fagundes

          Quase todos coachs fazem isso, o que é um erro, mas ela vai pagar bem caro por isso pode ter certeza.

Thais Pereira

Feminista, leonina com ascendente em gêmeos e lua em virgem, viciada em memes, em Friends e problematizar na internet. Formada em História da Arte, mas consciente que nunca vai trabalhar com isso na vida. Normalmente eu escrevo e falo mais do que deveria. Eu mesma, Thais Mello.


Tema por Gabriela Gomes Todos os direitos reservados ao Panela de Séries • Hosted by flaunt.nu