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The Voice US – S13E18 – Live Top 12 Performances

O primeiro Live Show da temporada está vivíssimo!

Olha, dizer pra vocês… Essa 13ª temporada do The Voice segue pisando fortíssimo nas duas últimas! Pela primeira vez em MUITO TEMPO eu tenho mais de um favorito pra torcer e ainda me importo com pelo menos cinco pessoas a ponto de me mobilizar e votar! A parte ruim é que quase toda eliminação vai acabar sendo uma dor, né gente.

Mas enfim, vamos logo analisar o que o nosso amado Top 12 aprontou hoje! Vale lembrar que o “tema” da semana (X Factor feelings) foi dedicações, ou seja, todos os acts escolheram suas próprias canções e dedicaram para alguém especial de sua escolha. Os coaches sentaram e ajudaram na medida do possível, né. E hoje eu conto com os comentários do mais novo cientista europeu (tá meio off da temporada, mas a gente segue dando atualizações pra não perder o hábito), Lindomar; e o gongador formado e letrado em shades (mas que nessa temporada tá do mesmo lado que eu, glória), Nye!

Sim’bora, cambada!

(#TeamMiley) Brooke Simpson – “Praying” by Kesha 

Luana: Desde o início da temporada eu vinha dizendo que essa era a canção da temporada, porque ela não somente é ENORME, mas ela é super carregada de significado e emoção. E vou dizer pra vocês, eu esperava ela cair nas mãos da Keisha e fiquei até triste quando vi que estava com a Brooke. Mas preciso tirar meu chapéu hoje. Brooke, pela primeira vez, me agradou demais. Ela não sorriu, ela não bambeou, ela foi firme e fez o que tinha que fazer. Claro que essa música sem a whistle note acaba ficando menos, mas se nem a própria Kesha segura a nota ao vivo, não sou eu que vou cobrar isso da Brooke, né non? Enfim, hoje ela realmente conseguiu me convencer e me fez perceber que talvez sua presença numa possível finale não seja assim tão má ideia, né gente? Aplausos.

Nye: Olha, a Brooke canta muito e tem muita dinâmica no palco, apesar de ser um pouco teatral por vezes, mas eu não sei o que acontece que eu não consigo MESMO me conectar com ela. Falta algo e se alguém descobrir o que é envia pra ela e depois me conta, pois queria mesmo que um dia ela me surpreendesse.

Lindo: Que pisão no Death Spot amigos! Eu to bem chocado com esse arraso da Brooke! Ela se conectou com a song choice e transmitiu tanta verdade, tanta sinceridade em uma performance, fiquei igual a Miley todo orgulhosooo! Não dava nada pela Brooke até então, mas vejamos amigos, ela tem vocais.. vc quer vocais @? 

  

(#TeamBlake) Red Marlow – “The Church On Cumberland Road” by Shenandoah

Luana: Bom, dois artistas que eu tenho dúvidas um depois do outro, mas com uma diferença GRITANTE. Enquanto Brooke realmente me fez ajoelhar e rezar, Red me fez querer correr daqui e só voltar na hora de ver a Shi’Ann. Gente, sinceramente… Como que os mentores conseguem continuar dizendo “você é tão original” pro Red? Porque ele é, possivelmente, o artista country mais BÁSICO que o Blake já teve desde Jake W, que loucura. Enfim, hoje Red veio de bluegrass, mas como ele não é Emily Ann, foi tudo bem chato e mais do mesmo, como sempre. Quem gostou bate palma, quem não gostou, novamente, paciência. SOS.

Nye:  Não adianta, eu nunca vou entender o motivo dos estadunidenses gostarem disso. Não tem clímax, não tem graça e principalmente não tem diferença algumas dos outros 500 artistas idênticos que passaram pelo time Blake nas outras temporadas. Canta mal? Não! Mas impressiona em algo? Também não. Apenas façam parar!

Lindo: Que surpresa neh amigos? Primeiro live e o cara country clássico cantando algo sobre igreja… não poderia ser mais apelãooo! Red Marlow está no nível Jake Worthigton do jogo, um dos piores countries que chegou aos lives e tá aí pra ser arrastado. Sobre a performance foi básica, vocais básicos, violão, algo aparentemente divertido e foi isso, UMA BOSTA! NEXT amores!

  

(#TeamJHud) Shi’Ann Jones – “Vision of Love” by Mariah Carey

Luana: Miga, por que você não me ajuda a te ajudar? Teu estúdio tava tão lindo e composto, menina. Mas ao vivo ela se danou a correr louca com os melismas, COMO SEMPRE. Assim fica difícil, ShiShi. Eu queria muito que a JHud pedisse pra ela controlar essas runs e não usar os cracks da voz no fim de toda nota, acaba deixando toda música cansativa pra quem está ouvindo e tira o brilho dos momentos que deveriam ser especiais. Mas olha, a primeira whistle note foi muito bonita e bem executada, quase como se não fosse esforço nenhum. O que acaba deixando evidente que Shi’Ann tem MUITO talento, mas ainda falta experiência e o coaching da JHud não parece estar surtindo efeito, por enquanto. E não sei se elas terão muito mais tempo para tentar melhorar agora.

Nye: Olha, confesso que antes de tudo coloquei a bonita como a eliminada no meu bolão, tanto por gosto pessoal, quanto por achar que ela é a que menos cativou o público. Hoje eu até gostei da performance dela, ponto positivo para os gritinhos agudos que ela deu, mas que poderiam ser melhores se ela segurasse mais tempo. Ponto negativo: me lembra a Koryn!

Lindo: Shi’ann é uma garota em evolução e as song choices para ela tem que ser muito bem pensadas por conta do seu timbre rouco tão forte e sujo, é difícil imaginar ela com músicas que exijam notas altas e claras, e Vision Of Love foi uma terrível escolha. Shi’ann foi até bem nas notas mais baixas, mas quando subiu foi um show de horrores amigos! Não deu! Tive que parar para ouvir a dona e proprietária dessa song Amanda Brown em uma batalha contra o Trevin. Para quem quiser uma amostra desse hino clique aqui.

  

(#TeamAdam) Jon Mero – “Why I Love You” by Major

Luana: Se eu tivesse que definir essa apresentação em uma palavra: lindíssima. Definitivamente, essa foi minha apresentação preferida do Jon até aqui. Semana passada eu lembro de não ter curtido tanto a performance, porque apesar dele estar altamente conectado com a letra, senti que ele poderia ter apresentando mais dinâmicas. Mas hoje, assistir a forma como ele flutua com as notas em falsete foi tão reconfortante. Eu sou muito putinha de falsete e ver alguém conseguir transmitir emoção enquanto simplesmente faz parecer que cantar é fácil… Eu preciso levantar e jogar meu sapato, LOL. Como andei prevendo durante a semana, Jon está em alto risco de bottom, mas mesmo que assim seja… Pelo menos ele me deixou essa apresentação brilhante e que claramente irei comprar o estúdio e guardar dentro do meu coração!

Nye: Quanto falsete, gente, socorro! Se ele não perdeu a voz hoje, não perde mais nunca. Como aguenta? Eu sei que é difícil de fazer e é um diferencial, mas queria que ele escorasse menos nisso. Dito isso, queria parabenizar Jon, pois mandou muito bem tanto em conexão quanto em vocais.

Lindo: Você quer LACRE? Vc quer FALSETE? Meu Jon está vivíssimo e mostrando que um KO combado não vai atrapalhar ele! Ele voltou para o jogo com uma das song choices mais desconhecidas da rodada e apostando tudo em uma surra de falsetes, com muita emoção e conexão Jon mandou ver e foi um dos destaques da noite. A única coisa que eu alteraria seria esse excesso de falsetes, em alguns momentos foi too much para mim e eu gostei tanto dos momentos que ele cantou sem falsete que sei lá, fiquei realmente intrigado para ver algo mais cru de sua voz em uma próxima semana.

  

(#TeamMiley) Ashland Craft – “Delta Dawn” by Tanya Tucker

Luana: Meu Deus do céu, porque a Ashland apresenta a mesma coisa toda semana? Eu não comprei essa lebre na blind e agora eu me sinto ainda mais incomodada. Ashland não aparenta ter absolutamente NADA de especial. O timbre dela é comum, o alcance dela é extremamente na média e até o rasgado da voz dela soa forçado por muitas vezes. Ela ainda vem e me escolhe essa música que só me lembra Barrett Baber e aquela apresentação assombrosa dele. Pior que nem posso dizer que Ashland fez muito melhor que isso. Fico até triste, porque sei que amanhã nem ela, nem Red (os mais básicos da competição) estarão no bottom e nós acabaremos perdendo alguém muito mais interessante que qualquer um desses dois. Mas é aquela coisa, né… Choices.

Nye: Semana passada eu comparei a Ashland com as outras milhões de loiras countries que já passaram por esse programa, mas hoje me arrependo amargamente de tal comentário. Pra ela chegar a ser comparada com essas meninas, ela vai ter que crescer muito ainda. Tragam a minha Karli de volta!

Lindo: O troféu arrastada do show vai pra que essa aqui neh mores? Ashland devia ter rodada a 8127182781271 anos atrás e ainda tá ai. Hoje ela mostrou que não tem nada demais mais uma vez, uma performance sem sal, sem graça e sem nada. Em vários momentos as vozes das backings vocals quase superam a dela e foi isso gente, jogo básico afinal ela é country não precisa se esforçar.

  

(#TeamAdam) Adam Cunningham – “Against All Odds” by Phill Collins

Luana: Hoje eu tô super multi task, enquanto escrevo essa review, tô ouvindo o episódio e ainda votando no celular na outra mão, HAHAHA. Mas o fato é que eu não sabia que algo tinha dado errado com o inicio da performance do Adam, só soube quando o Blake falou, e eu fiquei “mas gente, o que houve?” e pensei real que ele tinha caído ou algo do tipo e acabei dando 10 votos de pena pra ele, LOL. Mas agora meus friends acabam de me informar que ele só entrou adiantado na música, e migo, se isso te acalma… Eu faço isso todos os dias da minha vida, hahaha. Eu não gostei da performance e não me sinto na obrigação de fingir por pena. Então assim, não podia me importar menos e você fiquei é agradecido que ganhou 10 votos de pena por eu ter pensado que tu tinha caído no chão.

Nye:  Eu não sei nem por onde começar a descrever essa cagada MASTER. Migo, me ajuda a te defender. Começou errando a letra e perdendo o tempo, daí quando eu achei que tava melhorando ele inventa de forçar uma interação com a platéia e deixar tudo mais brega do que já era só pela songchoice. Se fosse do Blake certamente seria arrastado para longe do bottom, mas sendo do Adam vamos ver até que ponto as tias vão defender.

Lindo: Que coisa mais cagada foi essa Adam C? Amigo apenas PAREEEE você entrou fora do tempo em alguns momentos, todo desafinado, um dos vocais mais cagados que vimos em performances do lives, enfim, senti zero conexão e zero emoção! Amigo volte pro country/rock que hoje não rolou! #Shame

  

(#TeamBlake) Chloe Kohanski – “Thank You” by Dido

Luana: Mas olha ela com a música original de Andi & Alex, lol. Gente, eu AMO Dido e sou apaixonada nessa música. Mas confesso que desde que assisti aquela blind MARAVILHOSA e MÁGICA das gêmeas eu não consigo mais me desvincular da versão delas. Enquanto Chloe cantava, a todo momento eu estava cantando junto… Mas só que do jeito de A&A, haha. O timbre da Chloe é maravilhoso e ela PRECISA cantar Lady Gaga em algum momento, mas hoje ela acabou sendo bem apagadinha, na minha opinião. A música não levou ela a canto nenhum, nem vocalmente, nem emocionalmente e fiquei um pouco triste. Mas olha, avanços! Chloe abriu os olhos várias vezes, já tá no caminho certo pra lacrar de novo assim que encontrar a música certa!

Nye: AAAAAH que cenário lindo!!! Falando em Chloe, mandou bem e tal, mas a gente fica sim comparando com a versão das gêmeas e sente falta de algo mais. Vamos elogiar o fato de que finalmente ela abriu os olhos e até se movimentou pelo palco (plus para a parte que ela deu uma agachada na escada e parecia que tava fazendo o número 2 alí mesmo).

Lindo: Quando ela abriu os olhos no começo da performance eu já vi que FINALMENTE ela faria algo diferente! Amém! Mas a performance em si foi uma decepção para mim, eu esperava muito mais baseado em suas performances anteriores e foi um balde de água fria ver essa coisa tão linear e sem graça que Chloe apresentou. Faltou dinâmica, faltou dar uma variada e uma alterada no arranjo não faria mal e esse palco tudo preto e branco, me deu agonia de ver ela camuflada ali, péssima escolha amiga, aposte no contraste na próxima!

  

(#TeamJHud) Davon Fleming – “Love On Top” by Beyoncé

Luana: Eu ADOREI o início do Davon, porque meu sonho sempre foi assistir uma versão stripped down de “Love On Top”, porque se você prestar atenção na letra, ela dá muita margem para criar um arranjo mais obscuro e intimista. Mas foi uma perfect illusion, não demorou muito para Davon entrar na fase animada da canção e eu ficar “tá né”. Hoje ele entregou sua pior performance, porque foi inventar de dançar e acabou perdendo o fôlego várias vezes e o notão que ficamos esperando… Ficamos só esperando mesmo. Porém, segue no meu Top 4 e sei que semana que vem ele vai vir PISANDO com uma balada do amor que vai me fazer reler esse comentário aqui e bater em minha própria boca.

Nye: Quando vi a songchoice achei que ia ser uma cagada, mas Davon me surpreendeu. Jamais imaginaria que ele entregaria o show completo no palco. Um comecinho mais suave para nos mostrar sua voz, depois trouxe toda a agitação da música e inclusive colocando uns passinhos maravilhoso na performance. Amei sua presença e me contagiou aqui, mas espero que na próxima fase ele foque mais na sua voz!

Lindo: Depois da semana passada acredito que todos esperavam um novo lacre de Davon e esse acaba sendo o mal de você arrasar demais nos Playoffs e depois ter que manter o nível (sdds Amanda Brown). Davon não fez uma performance ruim, longe disso, ele foi bem, mas em alguns momentos senti que ele fugiu de ir mais além, subir as notas e preferiu ficar no básico com garantias que não iria errar e foi isso, algo básico e bom, mas okay.

  

(#TeamAdam) Addison Agen – “She Used To Be Mine” by Sara Barailles

Luana: Eu fiquei TÃO feliz quando vi o Adam pedir pra música começar mais stripped down, algo mais Ed Sheeran no ensaio, porque sinceramente acho que essa é a melhor forma pra Addison performar. Essa música é um hinão e eu sei bem que muita gente vinha MORRENDO pra ver alguém cantá-la no The Voice. E mais uma vez, Addison conseguiu brilhar apenas com sua capacidade LINDA de te contar uma história e te fazer acreditar nela, como se realmente fosse algo que ela já viveu. Eu sou suspeitíssima pra falar dessa menina, afinal ela é minha preferida (junto com o Noah). Mas eu não posso evitar de ficar hipnotizada por tudo que ela faz e a dor natural que ela carrega na voz. Um anjo, de verdade.

Nye:  Menina, por qual motivo você me arrasa tanto? Ja é #1 em Serra Talhada. Podem dar atirei o pau no gato pra ela cantar que será hino com certeza! Que voz, que presença, que personalidade! Vamos falar também do cenário lindo. Hoje os produtores resolveram caprichar na interação cenário + look.

Lindo: Vc quer conceito @Chloe? Aprende como é um contraste entre roupa e cenário! Addison me pareceu uma senhorita de 20 e poucos anos, tanta maturidade e tanta conexão transbordando dela que jamais me soaria como uma garotinha de 16 anos cantando Sara Bareilles. EU AMEIII DEMAIS ESSE HINO DE APRESENTAÇÂO e já quero esse estúdio pra ontem, @Clarice providencia pra gente!

  

(#TeamBlake) Keisha Renee – “Midnight Train to Georgia” by Gladys Knight & The Pips

Luana: Meu Deus, vamos lá. Isso aqui foi tão criativo que nem parece coisa vinda do Team Blake, vamo ser sinceros. Eu adorei a ousadia e a audácia de pegar um clássico do soul e transformar numa balada country, até porque isso chega a ser o próprio desenho da artista que a Keisha quer ser, né. Como sempre, ela não falha nos vocais e sempre arrasa todas as notas. Mas será que se a gente fechar os olhos e só ouvir a performance, saberíamos que é uma cantora country? Muito provavelmente não. Embora ela esteja se esforçando de verdade pra dar uma virada de mesa em sua carreira musical, Keisha ainda está muito presa as dinâmicas de canto do R&B, ela ainda carrega as notas de melismas e fast runs. Enfim, essa performance me deixou meio dividida. Na mesma proporção que ADOREI o desafio, me senti um pouco “por que?” na apresentação.

Nye: Oh, gente, o que precisa para ela perceber que o local da voz dela não é no country? Sério mesmo, ela canta muito, mas claramente tem uma vibe soul/r&b/diva e enquanto não perceber isso vou achar flop. Ah, antes que eu esqueça, que look horrendo foi esse?

Lindo: Gente que coisa mais genérica… Odiei uns gritos que ela deu ali do meio pro fim e achei tudo tão cafona e ok.. Keisha não foi ruim, mas sabemos que ela pode muito mais com esses vocais que Deus lhe deu e simplesmente odiei ela nesse jogo básico do #TeamBlake, sempre com song choices batidas e básicas e apostando em uma gritaria, já to torcendo pra ser eliminada logo!

  

(#TeamJHud) Noah Mac – “Speed of Sound” by Coldplay

Luana: QUE HINO, QUE CAMPEÃO! MINHA GENTE, EU TÔ EM ÊXTASE, QUE GAROTO GENIAL! DESDE MATT MCANDREW QUE EU NÃO TINHA UM MOZÃO DESSES! VEM NOAH, VEM JHUD, VENHAM BUSCAR SUAS COROAS! QUE SAMBA, QUE PISÃO, QUE LAPADA NA CARA DA CONCORRÊNCIA, MEU DEUS! EU ESTOU FORA DE MIM E NÃO TEM NEM CONDIÇÕES DE COMENTAR ISSO AQUI RACIONALMENTE. QUEM QUISER LER CRÍTICAS CONSTRUTIVAS, OU SEQUER OBJETIVAS PROCUREM NOS OUTROS COMENTARISTAS, PORQUE EU ESTOU APENAS MORTA E ENTERRADA. R.I.P. ME. *desliga caps lock*

Nye: Não entendi o alvoroço em cima da apresentação. Foi ruim? Jamais, ele mandou muito bem, mas ainda procurando o lacre. Acho que ele teve performances melhores e não é seu rostinho bonito que vai me convencer que foi maravilhindo, quando foi apenas OK. O jogo de luz e o palco fizeram mais do que ele hoje, sorry!

Lindo: Apreensivo eu fiquei quando vi que Noah ia cantar Coldplay! Mas posso ficar tranquilo daqui em diante porque esse garoto é INCRIVEL, um dos artistas mais criativos que já pisou nesse palco, e além disso é um uma estrela preparada para o sucesso! Noah Mac quero ir na sua turnê mundial! Eu, Ricardo, Thaís e Luana estamos em êxtase com esse HINO! Gente eu to no REPEAT com isso aqui, foi tudo tão delicado e cheio de momentos, Noah é a prova que não precisa de notas altas e gritos para arrasar! To in love com isso aqui <3

P.S.: Eu nem deveria permitir o Nye chegar aqui para não ENALTECER o Noah na minha review. Mas democracia está aí, né mores -q.

  

(#TeamMiley) Janice Freeman – “The Story” by Brandi Carlile

Luana: Mana, a senhora é um pisão, né não?! Eu adorei essa música pra Janice, porque como havia comentado com as meninas, essa letra é praticamente a história de vida da Janice escrita por outra pessoa. Ela já passou por MUITOS baixos na vida e teve que lutar contra a maré por tantas vezes, e mesmo depois de tudo, ela ainda tem forças pra seguir sendo independente, forte e tendo a ousadia de sonhar! O começo da apresentação foi simplesmente divino, eu estava aqui de pé aplaudindo. Mais pro fim da canção a Janice das blinds decidiu fazer uma aparição e daí surgiram uns berros meio loucos e uns descontroles desembestados. Mas mesmo com os exageros o saldo final dessa apresentação foi bastante positivo e Janice se mantém forte subindo e subindo no meu ranking da temporada.

Nye: Mulher, eu te venero. Como você conseguiu sair do limbo pra se tornar esse poder? Eu não dava nada por ela e agora ela só segue calando minha boquinha semana após semana. Entrega, força, vocais, presença, personalidade presentes. Eu confesso que me preocupei em não curtir por conta da apresentação da Sarah Simmons ficar na minha cabeça, mas foram leituras tão distintas que nem comparei no fim.

Lindo: Janice eu sei o quão essa música deve ter significado para você, mas quando descobri que você cantaria eu fiquei com medo. Tenho uma versão ideal dessa música em minha mente e seria difícil alguém superar. E ela não superou, e pra mim o pior de tudo isso foi sentir zero emoção durante todo o tempo, não senti a vulnerabilidade ou a conexão dela que seriam os pontos altos para isso funcionar, mas creio que para o público em geral isso vai funcionar! (A versão ideal desse hino é da rainha Sarah Simmons, clique aqui).

  

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Então é isso, pessoal! Esse foi um episódio em que começamos, encerramos a primeira metade e terminamos o programa com o #TeamMiley, e confesso que eu estava esperando bem mais do que foi, viu? Mas vamos em frente, porque temos muitos amores ainda restantes na competição e há sempre uma nova semana!

E pra não perder o costume, não deixe de votar na sua apresentação favorita da noite na nossa enquete, hein! Amanhã estamos juntos novamente pra sofrer com a primeira eliminação dos lives shows da season 13! Em lágrimas desde já! :'(

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Luana Medeiros

Imagine só que um dia me foi perguntado quem eu era, e juro, até hoje não sei responder. Mas os fatos são: tenho 21 anos; sou de escorpião; amo meu cachorro e meu gato mais que tudo; estudo Rádio/TV/Internet, ouço Maroon 5; piro no Adam Levine; consigo colocar os pés atrás da cabeça; e - contraditoriamente - por fim, nasci de 7 meses.


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