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The Voice US – S13E20 – Live Top 11 Performances

Um programa só com escolhas da produção público, acredita?

Vocês acham que um programa com escolhas de músicas feitas “pelo público” tem chances de dar certo? Bem, sabia que não iria funcionar assim que ouvi a ideia. Porque as chances de sabotagem são gigantescas, já que a produção poderia escolher a música que quisesse e apenas falar que foi escolha popular. E depois de um top 12 com músicas TÃO maravilhosas, tivemos uma queda significativa nesse top, tô até triste que eles sempre fazem isso nos meus eps. Porém, sem mais delongas, reclamações ou teorias de conspiração, vamos a review. Quem me acompanha hoje são dois paneleiros maravilhosos, um bem normal, o Michel, e um com um gosto bem peculiar, o Lucas.

 

(#TeamMiley) Janice Freeman – “Shine” by Collective Soul

Thaís: MORTA COM A SABOTAGEM. Gente, podem falar o que quiserem sobre o público escolher as músicas, mas quem escolheria ESSA para a Janice? Não combina nada com ela, com o estilo que ela faz no programa ou com qualquer outra coisa que cantou. Ela se sai tão bem em canções que que exigem do seu lado mais emocional, porque ela consegue se conectar e passar isso para o público. Mas nessa performance a bixa SÓ GRITOU. Decepcionada demais! Por que não deram um Mary J. Bridge pra essa mulher cantar, um No More Drama. Eu sei porque, né, pra não ofuscar a já ofuscada ex-frontrunner, porém ainda amada pela produção, Brooke Simpson. Janice perderá espaço por causa dessa forçada de barra em cima da Brooke, anotem isso.

Lucas: Aow Janice roqueira! Olha, de inicio não gostei muito da música pra ela, mas confesso que mudei de ideia. Os vocais dela estavam bons como sempre, sem tentar fazer coisas que não consegue. Ela conhece muito a voz dela e sabe até onde pode ir. A performance da Janice foi extremamente forte, eletrizante e bastante empolgante. O crescimento no final da performance com ela sem perder o fôlego também é algo bem notável.

Michel: Coitada, do pimp ao death, produção malvada e logo na sua pior performance até aqui? Apesar de não curtir muito esse estilo mais divo e datado, a Janice vinha me conquistado por apresentar músicas que fogem do que seria previsível para ela, porém dessa vez a música era muito fora do estilo dela, achei que a songchoice a limitou muito e o fato dela berrar na segunda parte da música só aumentou ainda mais meu descontentamento com sua performance. De longe foi a sua pior performance até aqui, mas para sua sorte o top 11 foi bem ruim e talvez isso possa salvá-la dessa vez.

(#TeamBlake) Red Marlow – The Dance” by Garth Brooks

Thaís: Deus me defenda, que voz chata desse homi. SENHOR! Nem é um timbre agradável, é chato mesmo. A música parece ser muito bonita, mas na voz dele ficou um entojo, só vi porque fui obrigada. E aposto que enquanto vocês leram esse pequeno parágrafo, cerca de 5 mil americanos compraram a versão dele no iTunes. Top 10 é real! ps.: Luana soube resumir toda a apresentação em pouca palavras: “A única boa foi a parte quando acabou“.  ps. Luana, obrigada pelo selo, linda! (enquanto eu estava escrevendo essa review, Red já estava em #13 do iTunes e o programa ainda não acabou)

Lucas: Temos aqui a minha performance favorita do Red. Os vocais foram extremamente básicos novamente, já que ele não arriscou uma nota, um falsete, nem mandou um grave, como sempre. Além disso, mesmo parado e sem se arriscar vocalmente, ele conseguiu começar a perder o fôlego e dar umas escorregadas vocais. Por que então foi minha performance favorita dele? Simplesmente por causa da música, que foi uma baladinha muito mais agradável do que as outras. Após essa performance, continua um candidato ok, que não evolui e que não empolga.

Michel: Primeiro, saudades da Lauren, segundo sério que vou ter que aguentar esse cara por muito tempo? Então, a música é uma ótima canção, tem um arranjo lindíssimo e tem um lado emocional mais apelativo, o tipo de música certa para conquistar o público. O Red fez uma boa performance no geral, porém teve uns deslizes na afinação e essa linearidade na música eu não curtir muito, preferia muito mais a sutileza e conexão que a Lauren passou com essa música. No geral, o Red fez uma performance aceitável, mas nada que surpreendesse ou ao menos fizesse jus a versão original.

(#TeamJHud) Shi’Ann Jones – “Listen” by Beyoncé

Thaís: Ai, gente. Que coisa terrível! Eu sei que ela tem 16 anos e blá blá blá, mas voltem até a season 10 e vejam a Shalyah do Team Adam cantando essa mesma música nos Playoffs, como ela segurou muito mais fácil essa barra. Parece que ela tem uma batata quente na boca e a voz sai estranha, como se não estivesse totalmente desprendida, eu nãos sei explicar. É por isso que ela me lembra a Koryn da season 8, porque ela tinha o mesmo problema e me irritava da mesma forma. Fora que depois do refrão, a música deveria subir horrores e ser um arraso, mas ela não conseguiu, ficou tudo uma bagunça, meio desafinado, meio em todos os lugares. Ela consegue a proeza de piorar a cada semana ao invés de evoluir. E tivemos que ver Jon Mero saindo da competição semana passada. DIFÍCIL!

Lucas: Shi’Ann é tão nova, tão crua, mas é boa. O começo da performance foi muito bom, com ela se mantendo bem nos graves. Quando chegou no refrão, não achei que ela executou bem as notas como era necessário, comprometendo a mágica da música que é a subida para o refrão. O final da performance quando ela subiu mais na música, foi muito bom, mas como sempre, ela não consegue executar bem as notas a performance inteira, então no final a última nota não saiu como era esperado. Uma crítica que tenho a fazer é a respeito da emoção que ela não passa e da presença de palco dela que não me agrada. Obs: o cenário estava lindo.

Michel: O grande problema da Shi’Ann são essas músicas datadas que cobram dela uma certa maturidade vocal que ainda não possui, o que ficou ainda mais claro nessa última performance. No início da canção ela estava muito bem e controlada, mas a medida que a música foi crescendo, as falhas nas afinações, controle vocal e respiração ficaram muito evidentes. Outro ponto que me incomodou aqui, foi que não conseguir sentir ela conectada com o que cantava, sua movimentação e gestual no palco me soaram um pouco forçados, além do final da música que achei que ela iria se reerguer e terminar com tudo, mas acabou ficando só na vontade mesmo.

(#TeamAdam) Adam Cunningham – “American Girl” by Tom Petty

Thaís: Peço que vocês marquem esse momento na mente de vocês, porque eu vou falar bem de um cowboy. ADAM, QUE PISÃO! A música foi uma escolha perfeita, ele se jogou sem medo, porque no fundo ele sabe que corre muitos riscos, então pra que jogar no safe, né? Então ele só foi, pro now or never. E olha, eu espero que tenha funcionado, porque eu AMEI a apresentação, muito dinâmica, com muita energia, indo do início mais suave, para um final mais explosivo, com ele indo interagir com a platéia. Arrasou, cowboy.

Lucas: Mais na sua zona de conforto, Adam hoje não começou errando como semana passada e já fiquei aliviado com isso. Ele se manteve firme nos vocais, começou bem e se mostrou bem seguro em cima do palco. Desenvoltura maravilhosa com a plateia, sem perder o fôlego, com muita força vocal. Mas nessa performance, quero destacar principalmente a força de vontade do Adam. Ele simplesmente fez o que pôde pra entregar uma ótimo performance, como se fosse uma redenção da semana passada. Deu muito certo, pois hoje ele fez uma performance digna de passá-lo para o top 10.

Michel: Eu não dava nada pelo Adam e por essa performance, mas o cara até que me surpreendeu positivamente. A performance dele foi super animada, toda dinâmica, se movimento e interagiu muito bem com o público, me empolgou bastante. Comparado aos amiguinhos que se apresentaram antes, ele conseguiu fazer uma ótima performance, com bons vocais e energia no palco incrível. Não é o tipo de performance que verei várias vezes ou que me lembrarei muito depois, mas foi bastante agradável de assistir.

(#TeamMiley) Brooke Simpson – “What About Us” by Pink

Thaís: Brooke, acho que você precisa tomar um Rivotril antes de suas performances, porque sempre parece que você tá fazendo too much. É muito gestual, muitas caras e bocas, muitas jogadas de cabelo. Fora as passadas pesadas de um lado para o outro do palco o tempo todo, parecendo que está marchando. Junta tudo isso e fica uma apresentação cansativa demais, porque tem mil coisas acontecendo além dela cantando. Fora que nessa as backing vocals não ajudaram nadinha, né? Cantando alto e estridente no fundo, um horror. Continuamos não nos entendendo, mas você continua seguindo em frente, porque a produção te ama né, linda?

Lucas: Veja bem, se você vai cantar Pink, que é perfeita ao vivo, cante muito bem. Se for pra passar essa vergonha, nem pense em cantar. Vocalmente foi mal, porque primeiro que ela já começou com uma nota desnecessária, sendo que o começo deveria ser mais contido pra criar o momento do refrão. Segundo que ela foi engolida pela banda e pelos backing vocals, e terceiro que ela perdeu o fôlego diversas vezes. Além disso, desnecessário parecer uma desesperada em cima do palco. Shame!

Michel: Olha, no começo não entendia o boom que a produção fazia pra Brooke, mas nas suas últimas apresentações comecei a ver ela com bons olhos, mas hoje meu pé atrás com ela voltou. Tenho gostado que ela venha cantando músicas mais atuais, mas hoje a song não rolou para ela, pelo simples motivo que ela pecou no exagero, tanto nos vocais quanto na sua presença de palco. Os vocais, achei alguns “gritinhos desnecessários” e foi engolida pela banda e os backings na segunda parte. Outra coisa que notei é que se deixar no mudo, sua postura e gestual parecia mais que cantava algum hino gospel do que uma música pop contemporânea. Menos é mais, aprendendo isso talvez ela se saia melhor.

(#TeamJHud) Davon Fleming – I Have Nothing” by Whitney Houston

Thaís: Davon, eu realmente esperava mais de você, porque acabou seguindo um caminho de divas overdone que não tinha necessidade. Beyoncé e Whitney Houston seguidas? Sério? Ainda mais tendo a chance de cantar uma música super atual, é que o lead single do cd novo do Sam Smith. É difícil comentar, porque ele acaba deixando de fazer o que é capaz, porque essa versão de I Have Nothing não foi boa, foi cortada e montada de forma estranha. Não funcionou e fico muito triste com isso, porque Davon é alguém que vejo em muito risco e uma escolha dessas pode colocá-lo na reta da eliminação. E eu só consegui lembrar da minha rainha Tessanne Chin, choices, né?

Lucas: Davon tem uma voz ótima, um bom controle vocal, mas precisa tomar cuidado na hora de escolher as músicas pra acabar não se tornando chato. Hoje ele começou bem, porém poderia explorar mais o seu grave ao invés de ficar abusando dos falsetes. Além disso, no meio da performance estava tudo muito chatinho e ainda bem que melhorou muito no final, onde ele cresceu e se arriscou mais. A performance terminou de forma perfeita e espero que esse bom final tenha sido suficiente pra agradar o público.

Michel: Davon você não se ajuda né, colega? Tendo 4 opções, com a maravilhosa Too Good Say at Goodbyes inclusa, aí você inventa de escolher I Have Nothing, deixando sua imagem ainda mais datada do que já está. A performance dele foi até legalzinha, os vocais estavam impecáveis como sempre, apesar de não ter curtido os falsetes que ele colocou na música, ele conseguiu fazer uma versão digna. O problema maior é que a música é tão batida e já teve tantas versões maravilhosas, que a do Davon acaba se tornando esquecível das que já existem.

(#TeamMiley) Ashland Craft  – “Chicken Fried” by Zac Brown Band

Thaís: Eu poderia copiar tudo o que disse sobre a Ashland na última vez que tive que fazer review, porque ela não muda, é sempre a mesma performance chata e arrastada. Outra que eu olho e penso como foi injusta a eliminação do Jon no top 12. Mas vamos comentar sobre o Adam reclamando das palmas do público, porque isso foi mais divertido e interessante que a apresentação da Ashland todinha.

Lucas: Ashland é o Red versão mulher. Ela não faz absolutamente nada pra nos surpreender, pra criar momentos na sua performance e pra se destacar. Aqui ela foi linear a maior parte da música, sem erros vocais e bem okzinha. No final tentou forçar uma rouquidão na sua voz, mas nem isso ficou bacana. Esse visual dela, essa linearidade, essa forçada de barra da Miley em cima da Ashland… Tudo isso me faz ter mais ranço da candidata. Espero que flop.

Michel: Caramba que performance mais chata e com zero diferencial, com uma batida bem característica no country e uma linearidade que torna tudo ainda mais chato. Ashland prometia ser um bom nome country para a temporada, mas ela consegue ser para mim a pior no estilo nessa temporada. Foi duro ter que assistir essa performance toda sem dormir ou ao menos prestar atenção, não gostei de nada, além do tédio, conseguir sentir zero emoções por essa performance. PS: JÁ ACABOU MILEY?!

(#TeamAdam) Addison Agen  – “A Case Of You” by Joni Mitchell

Thaís: Ai, Addison, você é tão princesinha, é tão novinha e já é tão carregada de emoção. Acho incrível como ela consegue se conectar com as músicas de uma forma que faz você acreditar. Eu tava aqui completamente vidrada, encantada, como se ela não estivesse cantando uma música da Joni Mitchell, mas sim entoando um cântico antigo, que fosse capaz de me tirar do meu corpo. Eu não sei quais são as chances da Addison no programa, mas eu realmente espero que ela tenha uma chance na música na vida, porque o que ela faz, o que ela é capaz, não é normal, não é comum. Eu entendo muito a forma que o Adam a olha, completamente encantado, porque comigo não seria diferente. A escolha me deixou com um pé atrás, o estúdio não me agradou muito, mas ela me arrasou completamente ao vivo, estou sem estruturas. Bom trabalho refazendo a música que James Wolpert enterrou no programa. Não sei se é possível alguém fazer um trabalho melhor que o dele. (ATENÇÃO QUE ANTES DESSA REVIEW IR AO AR, MINHA MENINA JÁ ESTAVA EM #05 NO ITUNES, VOCÊ QUER @?)

Lucas: A voz da Addison é tão gostosa, tão deliciada e ao mesmo tempo forte o suficiente pra preencher todo o palco. Nessa performance ela esteve conectada com o que estava cantando como eu nunca havia visto. Ela cantou de maneira tão sincera, que essa performance simples, sem grandes momentos vocais foi capaz de me deixar vidrado e maravilhado.

Michel: Que princesinha mais linda, quanta sutileza e verdade no que canta. Eu não conseguia para de tirar o olho dela enquanto cantava, encantado com sua conexão e toda a verdade que ela passa enquanto canta, mergulhada totalmente na letra da canção, trazendo aquele ar de melancolia e tristeza que a música pede. Apesar dela ter performances muito melhores que essa, mesmo assim conseguiu ser um dos grandes destaques da noite. PS: Se não existisse a versão do James, com certeza eu iria amar ainda mais, porque foi tão fofinha a princesinha toda emocionada ali no palco que é impossível não se apaixonar. <3

(#TeamBlake) Keisha Renee – It Matters to Me” by Faith Hill

Thaís: Keisha é uma cantora country porque ela diz que é, né? Vejo um tom country na Addison, mas não vejo nela. Ela tenta, ela se esforça, mas eu só consigo ver alguém fora do seu lugar de origem e onde está acostumada. Não a vejo confortável, sempre parece que está tentando demais. Não consigo comprar a veia country da Keisha, não consigo enxergar verdade no que ela canta e por isso não consigo gostar verdadeiramente das suas performances.

Lucas: Ahhh, que música perfeita pra voz da Keisha. Pela primeira vez sua voz não ficou perdida no estilo da música. Além disso, não houve excessos de melismas e nenhum tipo de exagero. Também gostei bastante da forma com que ela se comportou no palco e os momentos que criou na música. Mandou bem demais, fazendo uma das suas melhores performances na competição.

Michel: Que surpresa mais linda essa performance da Keisha, ela ficava bem longe dos acts que gosto dessa temporada, mas depois dessa performance ela ganhou meu respeito. Os vocais dela soaram lindamente, bem controlados e claros, conseguiu crescer na música de forma sútil, fez uma das melhores performances da noite sem sombras de dúvidas. Amei a performance, com certeza é de longe a melhor artista country, só resta apenas a América reconhecer isso!

 

(#TeamJHud) Noah Mac – Eletric Love” by BØRNS

Thaís: PRECISO DE UM TEMPO PARA ME ACALMAR, DEPOIS EU VOLTO. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

ME RECUPEREI E VOU ESCREVER ISSO TUDO EM CAPS, SIM. GENTE, PELO AMOR DE DEUS, ESSE MENINO É EXTREMAMENTE TALENTOSO! EU ACHO QUE ELE NÃO TEM MUITAS CHANCES NO PROGRAMA, MAS ELE PRECISA TER CHANCES NA VIDA, ELE PRECISA SER COMO MELANIE MARTINEZ E CONQUISTAR SEU ESPAÇO NA MÚSICA. ELE TEM A VOZ, TEM A PRESENÇA E TEM O ESSENCIAL: O TALENTO! PELA SEGUNDA VEZ, ELE FEZ TODO O ARRANJO DA MÚSICA, MODIFICANDO ELA TODA, FAZENDO UMA NOVA VERSÃO PARA SI. ELE TEM ESSA PREOCUPAÇÃO, ESSE CUIDADO DE FAZER UMA VERSÃO, UMA LEITURA SUA, E ISSO MOSTRA O TIPO E ARTISTA QUE ELE É. NOAH, EU TE AMO MUITO, VAMOS JUNTOS ATÉ ONDE FOR E DEPOIS PELA VIDA TODA.

Lucas: Adoro Noah se apoiando no seu grave, porque é muito lindo!! A performance começou perfeita e adorei todas as vezes que subia. Confesso que houve momentos que esperei uma melhor execução do seu grave, como no final, e também esperei ele crescer mais no fim da performance. Porém, de qualquer forma, ele arrasou. Foi bem demais com uma música que não lembro de ter ouvido em reality. NOAH REI. CAMPEÃO, POR FAVOR.

Michel: QUEEEEEEE REI! Noah já começou pisando na escolha da música, quando descartou a batida Dancing On My Own e apostou nessa música que foi um verdadeiro lacre em suas mãos. O instrumental dessa música é sensacional, o Noah tem um timbre lindo e seus vocais estavam ainda mais impecáveis hoje, amei sua performance e acredito ser um dos seus destaques na competição. Noah foi com certeza o reizinho da noite, com a melhor performance e tem se superado com suas performances cheia de personalidade e originalidade. PS: América abraça logo esse reizinho, pfv?!

(#TeamBlake) Chloe Kohanski – “Total Eclipse Of The Heart” by Bonnie Tyler

Thaís: UM BREGA MARAVILHOSO DESSES! O destaque todo da canção para o moço fazendo sua parte no dueto, porque ele roubou todo o destaque da Chloe no começo, eu não sabia se prestava atenção nela, nele ou se cantava. Na primeira vez que vi, eu cantei, depois prestei atenção. Porque com brega bom é assim: primeiro você grita “que hinooooooo”, depois canta e por último vai prestar atenção na pessoa. Bem, Chloe foi melhor que na duas últimas semanas, o que não é difícil, já tinha sido bem ruim. Eu acho que ela tem grandes chances de ganhar o programa, já que conquistou o público no Playoff e ainda foi para o Team Blake, fora que chartou bem horrores com a apresentação furreca do top 12. Se chartar bem hoje já sabemos, né? Na final já tem duas vagas certas do Team Blake. (sobre chartar, quando estava terminando essa review, ela já estava em #1 no iTunes. Era pra ser diferente?)

Lucas: MEU DEUS, PRA QUE ESSE HOMEM CANTANDO NO COMEÇO? Fora a bosta que foi terem colocado esse homem no começo, o que deixou a performance menos coesa, a apresentação da Chloe foi ótima. A voz dela esteve maravilhosa, afinada, se dando bem com a base da guitarra e com o apoio da banda. O final foi maravilhoso, com ela crescendo, impondo força e mostrando aquele pequeno rasgado que possui na voz. Chloe manda bem demais e hoje não foi diferente.

Michel: Alguém por favor devolve a Chloe antes dos lives? Eu amo a Chloe, acho uma artista com uma puta voz e bastante personalidade, mas essas músicas dos lives tem sido bem ruinzinhas, fazendo performance bem aquém do seu potencial. A música escolhida para ela essa semana já era de se esperar um desastre, mas confesso que conseguiu ser bem melhor do que eu imaginava. O início com o cara cantando foi um verdadeiro micão, na segunda parte ela foi um pouco engolida pela banda, mas o resto da performance foi até legal, achei que ela ainda conseguiu fazer o melhor que podia com esse arranjo e conseguiu imprimir um pouco de sua personalidade na música. PS: Podia ser mais criativa e mudar o arranjo da música né? Choices, né!

 

Então é isso, gente. O episódio foi um pouco inferior ao top 12, já que as músicas também estavam piores, mas tivemos alguns alguns acts que se sobressaíram mais. Da minha parte, eu posso destacar: Addison Agen, Noah Mac e Keisha Renee como pontos positivos, e Shi’Ann Jones, Red Marlow e Ashland Craft como pontos negativos do top 11. E vocês, o que acharam das performances? Votem no seu favorito da noite na enquete abaixo e deixe suas opiniões nos comentários. Amanhã estaremos juntos para mais uma eliminação injusta, ou não, do The Voice Us.

 

 

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  • Renan Lima

    A produção tenta fazer fazer a Brooke acontecer e os paneleiros tentam fazer o Noah acontecer. Ele tem pinta de superstar e um grave maravilhoso, mas não sei, sempre acho que fica faltando algo nas performances dele.
    Eu vou tentar fazer a Chloe acontecer. Virei fã desde a audição e com exceção da semana passada eu fico cada vez mais apaixonado por ele. Adoro o tom de voz, essa vibe 80s e a entrega que ela tem nas canções. Espero que Blake continue sabendo trabalhar com ela porque ela tem potencial pra chegar à final e até mesmo pensando em um pós the voice.

  • Denise

    “Keisha é uma cantora country porque ela diz que é, né?”
    Não entendo, o que é necessário pra ser um cantor country? O fato de ela ter suas raízes em R&B faz com que ela só possa cantar neste estilo? Ela não pode se identificar com algo diferente? Mais: se ela tentasse qualquer outro gênero que não o country haveria essa perseguição toda?

    Vejo sempre nesse blog comentários sobre “mais do mesmo” em cantores country, e quando uma cantora aparece querendo associar outras influências a esse estilo, é chamada de “forçada” semana após semana. Tá chato.

  • Tatiana

    Só tenho a agradecer a Adam e Blake por terem salvo Addison e Chloe… The Voice não é pra qualquer um não, por isso que Adam e Blake são os melhores como coaches. Miley só resta rir… Teve as duas melhores no seu time e as dispensou. Jennifer quis apostar na gritaria e vai se dar mal, pode chegar um pouquinho mais longe com o Noah, e mesmo assim acho que ela não vai levar nenhum para a final, o melhor do time dela é o Noah e, para mim, ele está em um nível abaixo das meninas, fraquinho. Enfim, acho que essa temporada vai dar Adam ou Blake… Para minha alegria, pois adoro os dois.

  • Tatiana

    Adorei a Chloe… Adoro essa música. Enfim, para mim, ela foi ótima.

  • Meu ranking desse top 11:

    — NÍVEL “MEUS TÍMPANOS SANGRARAM” —

    11 – Shi’Ann Jones: Não há absolutamente nada de bom que eu possa falar dessa performance. Nada mesmo. Um desastre completo do início ao fim.
    10 – Davon Fleming: O cara transformou uma música que é pura alma em execução de notas. Isso. Não. Está. Certo. Davon depois dos playoffs só veio decepcionando e é a segunda semana seguida (aliterei todo) no meu bottom 2. Difícil.

    — NÍVEL “ADOREI A SONECA” —
    9 – Red Marlow: Foi ok. O problema é que Red não tem identidade nenhuma. Pra um karaokê, isso está bom. Para uma competição de reality musical, isto está a milhas de distância de ser algo no nível de live show. O playoff continua sendo a única performance boa real dele.
    8 – Noah Mac: Team JHud morreu essa semana? Noah foi tão genérico e esquecível quanto Red essa semana, com a única diferença de ele ter sido vocalmente melhor. Realmente não compreendi a exaltação do trabalho que ele fez essa semana por vocês. Você pode mais, Noah. Muito mais!

    — NÍVEL “PODERIA TER SIDO MELHOR” —
    7 – Janice Freeman: Primeiro que a única coisa errada dessa performance é o repertório. Segundo que a escolha é muita, muito, mas muito errada e matou Janice com maldade. Ela teve toda a atitude que a música pedia, mas a ausência de dinâmicas fez falta nessa performance, que foi muito 330 o tempo todo.
    6 – Adam Cunningham: O início foi meio difícil e ficou tão apático quanto o Red, porém, quando a performance avançou, Adam cresceu junto com ela e isso foi lindo de se ver. Nada extraordinário, mas muito bom sim.
    5 – Brooke Simpson: Tipo o Adam, mas em um nível ligeiramente melhor. Interessante ver o cenário dessa vez, digasse de passage.

    — NÍVEL “GOOD JOB” —
    4 – Ashland Craft: Acho que Ashland está num nível acima dos outros três pelo simples fato de que essa foi sua melhor performance em todo o programa. Ela realmente estava entregue aqui e entregou um trabalho cativante e gostosinho de ouvir e ver. Recebeu um passe verde essa semana.
    3 – Keisha Renee: Introspectiva, perfeitamente executada e genuinamente bonita de se ver. Keisha estava tão imersa e segura na canção acho que em momento algum eu sequer lembrei que estava vendo uma competição. Ainda que não tenha sido arrebatadora, foi uma performance linda de ser e uma adição ótima ao histórico irretocável dela. E absolutamente nada aqui flerta com R&B ou outro estilo de música, foi puro country do início ao fim, abs.

    — NÍVEL “VOU LEMBRAR DESSAS SEMANA QUE VEM” —
    2 – Addison Agen: Acho que deve ter sido a pior performance dessa música no TVUS (felizmente, Rebekah Samarin ainda dona e proprietária, vamos combinar), no entanto é facilmente uma das melhores da noite, a segunda melhor de Addison e uma evidente melhora da semana passada pra cá. Aprovada.
    1 – Chloe Kohanski: Sou um hater assumido dessa mulher. Ela não traz inflexão nenhuma pras músicas e todas as suas performances até agora foram tão lineares que me assusta ver que ela tem uma legião de fãs por fazer… nada de diferente. Mesmo assim, aqui ela mostrou toda a interpretação que deixou de lado em todas as sua performances até então e realmente mostrou algo que vale a pena ser aplaudido. Não acho ela digna de vitória e muito menos que ela justifica o hype a seu redor, mas que essa performance foi a melhor da noite, eu não tenho a menor dúvida.

    Mal posso esperar pelo Team JHud no bottom mais tarde. Só vem!

Thais Pereira

Feminista, leonina com ascendente em gêmeos e lua em virgem, viciada em memes, em Friends e problematizar na internet. Formada em História da Arte, mas consciente que nunca vai trabalhar com isso na vida. Normalmente eu escrevo e falo mais do que deveria. Eu mesma, Thais Mello.


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