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The Voice US – S14E25 – Live Semifinals Performances

É noite de massacre garotas!

E chegamos ao grande e temido massacre! Em uma temporada incerta onde qualquer um corre perigo menos Britton e Bryn, o massacre é um grande mar de incertezas sem margem para erro, quem for mediano ou ruim hoje, pode dar adeus ao programa e a sua vaga na final.

Bom, como hoje teve estreia de novela homenageando minha terrinha, nada melhor do que ter uma review toda baiana em?  Para comentar comigo hoje veio minha musa carioca Valber e nosso querido e amado Mizael que ta sempre por aqui comentando nossas tão amadas e odiadas analises.

Como eu disse, hoje nós seremos donos do axé, então se joga e vai descendo na boquinha da garrafa!

PS: Só passando para lembrar que a nossa review é uma análise que parte do principio da nossa opinião. Discordar é valido, desde que seja com educação e respeito. 

[TEAM KELLY] Brynn Cartelli – “What The World Needs Now Is Love” by Dionne Warwick

Dam Abre a rodinha: Que diferença em? Brynn veio como uma chuva da primavera para mim nessa noite. Quando vi a song que ela iria cantar achei muito peculiar e não sabia muito o que esperar, mas o que tivemos aqui foi uma preciosidade de performance com delicadeza, sentimento e muito amor. Mesmo quando a música cresceu, não desmereceu a delicadeza proposta pela Brynn. Fiquei muito feliz ao ver Brynn brilhando novamente e trazendo aquele frescor que tem tempo que eu não vejo nela. Amei!

Válber Do Curuzu: Eu estou bem surpreso com o trabalho bem feito e entregue aqui. Brynn conseguiu me fazer ficar vidrado nela desde as primeiras notas. Tudo foi executado com maestria, bem afinada e entregue a música. A escolha da música muito bem feita, mas para um massacre era pra ter apelado num gospel card ou um country bem raíz que aí já dava uma ajuda, é uma performance boa ainda assim e se for considerado que ela tem uma das fanbase mais fortes da temporada, ela não precisou apelar, arrasou e trouxe algo de qualidade nos lives.

Mizael Segura o tchan: O começo foi tão bonito. Os registros baixo e médio dela são lindos. Brynn vinha deixando a desejar bastante nas notas altas, soando um pouco estridente, desafinando constantemente e o vibrato não era
lá essas coisas. Mas hoje foi diferente. Ela detonou do início ao fim e fez de longe sua melhor apresentação nos lives (talvez a melhor dela, na temporada inteira). Teve ate um grow que foi de arrepiar. Também passeou pela melodia de uma forma muito bonita. Achei tarde, mas finalmente Brynn justificou sua vaga final.

Kaleb LeePryor Baird – Hillbilly Bone/Hillbilly Deluxe” by Blake Shelton ft Trace Adkins/Brooks & Dunn’s

Dam Abre a rodinha: Que overdose de country minha gente, mas te falar? Até que não ficou ruim? Achei bem descolado e vintage. Tanto Kaleb quanto Pryor tem vozes semelhantes que se casaram muito bem juntos, em alguns momentos eu não sabia diferenciar um do outro kkkkk, só quando Pryor usava o rasgado da voz que vinha uma diferença maior. O final da canção que fica cada um cantando uma parte me incomodou um pouco porque não deu para entender muito o que estava sendo cantado, porém, de resto acho que foi uma performance boa de assistir.

Válber Do Curuzu: Ambos do estilo country, que já foram do team blake e que ainda por cima batalharam. Uma coisa era certa, as tias do sofá muito provavelmente iam amar rever um dueto deles juntos, inclusive funcionam muito bem. Uma mudança nesses duetos que não gostei nada foi um canta uma música e o outro canta mais uma música por cima e permanece até o fim. Acho que aqui foi o único caso em que ambas as músicas. Sobre o que dizer no dueto, novamente a voz do Kaleb me agradou mais, sendo que Pryor n precisa fazer muito com aquele rasgado na voz.

Mizael Segura o tchan: Acho que o Pryor é extremamente forçado e o Kaleb extremamente genérico. Mas vamos a apresentação de hoje: os caras  fizeram um country consistente e de qualidade. As vozes deles são bem diferentes, mas fizeram um bom trabalho juntos… Desculpa, eu não consigo. ODIEI!!!

[TEAM ALICIA] Jackie Foster – “Here I Go Again” by Whitesnake

Dam Abre a rodinha: Vocalmente falando a Jackie é talvez a mais correta da competição e isso não há quem discorde, mas sabem qual o maior defeito dela? Ela não cativa, não consegue vender sua mensagem, no inicio da competição até os Playoffs eu digo para vocês que ela era uma de minhas favoritas e eu esperava muito mais assim como a Brynn, porém, ele deixou muito a desejar. Achei a performance com muito potencial, mas ficou só na promessa mesmo, por muitas vezes faltou fôlego para Jackie que deixou muitas notas pela metade, e o final da canção foi muito confuso com uma high note bem executada, mas que me incomodou muito. No mais, é aquela coisa… Mais uma candidata que tinha tudo para marcar e ficou por debaixo da ponte.

Válber Do Curuzu: Muito se foi comentado dessa performance, imaginando o que ela faria com essa música. Na minha opinião foi uma performance bem linear, simples, tinha visto nada novo naquela performance, até que mais pro final da apresentação ela solta um agudo que no final de contas não foi muito bom, me fez perder aquele brilho como escutava em fases anteriores.

Mizael Segura o tchan: Eu amo essa musica, mas quando vi que a Jackie iria cantá-la imaginei que não faria um bom trabalho com ela. A parte inicial ficou muito muito bonita, mas depois parece que ela perdia o fôlego, me dando a impressão de que a música era grande demais para ela. E eu achei que aquela nota no final não saiu como ela queria. Não é fácil dizer isso (ela fez  minha batalha favorita da temporada, acho que audição também e torço por ela), mas não vai ter selo Amanda Brown não.

Kyla Jade Spensha Baker – “Rise Up/What’s Going On” by Andra Day/Marvin Gaye

Dam Abre a rodinha: Que coisa linda meu Deus!! Só assim para a Spensha descer em minha garganta, com a deusa Kyla do lado intercedendo por ela. Achei a ideia maravilhosa e combinou muito com as duas, foi o equilibrio perfeito, até porque Spensha não tem o alcance da Kyla, mas pôde focar mais na emoção e encontro entre duas músicas totalmente emocionais foi o que deu o destaque a performance, Kyla não deixou seu lado Diva soul e ainda o deixou atual de uma forma bem doce. Amei!

Válber Do Curuzu: E vem mais uma bomba. Não vou fingir não gente, não gostei da performance, vocalmente ambas estavam lindas demais, sendo que isso não é tudo. O dueto aqui ficou muito disperso, não sabia a quem eu dava mais atenção. Se as performances fossem individuais cada uma brilharia pelo o que sabem fazer de melhor.

Mizael Segura o tchan: Kelsea pisou nas duas, mas a apresentação foi tão bonita, tão singela, tão despretensiosa… O ponto alto aqui foi a linda amizade que as duas têm, foi um verdadeiro dueto. Até quis guarda-las para mim.

[TEAM ADAM] Rayshun LaMarr – “Imagine” by John Lennon

Dam Abre a rodinha: Chega a ser triste ver como o Ray não soube ser bem trabalhado. Gente, pegar um powerhouse como ele e dar uma música como Imagine, é a mesma coisa de colocar a Joelma para cantar ópera. Não vai ornar e vai ser feio. Imagine não é uma música para se gritar, não existe espaço para exagero com essa canção e por mais que eu ame demais o Ray e toda a sua energia, nunca perdoarei o The Voice por não deixar ele cantar Man’s, Man’s, Man’s World. Vocalmente o Ray é muito bom e alcança umas notas filha de uma mãe que só, mas não é o certo para essa música, bb.

Válber Do Curuzu: Parece que Adam quer ir para a final também. Apelou legal para Rayshun e fez muito bem. Um bom trabalho, desde o início da apresentação até a parte da dança, mais animado e um pouquinho gritado, mas o cara mandou bem na performance, terei que admitir.

Mizael Segura o tchan: Essa música tem uma das mensagens mais lindas que já vi. Ela não poderia combinar menos com o timbre de voz dele. Ray transformou uma música atemporal em um jazz brega, mas na parte grave (apesar da inconsistência) senti o grande esforço dele se conter e o elogio por isso. Depois que a música subiu, ele mandou bem, sem exagerar (sem exagerar demais, porque Ray, sem exagero não é Ray kkk). Vocalmente foi até bom, mas não consegui entender o conceito dessa versão, que não quero ouvir nunca mais. América, elimina o Ray direto, por favor.

[TEAM BLAKE] Spensha Baker – “My Church” by Maren Morris

Dam Abre a rodinha: Tem que apelar com as irmãs de rodeio também, tutupom? Não adianta meninas que iiiiiiiiiiinfelizmente eu não consigo aturar a Spensha. Ô bicha sem sal, eu até tentei ser simpático mas não desce, eu não consigo gostar de nada que ela faz, tudo parece ser chato, monótono e sem vida. Na verdade eu nem queria ela aqui no massacre, devia nem ter passado para os lives.

Válber Do Curuzu: Amoooooooooo, muito apelativa também. Não bastou vir com uma música que fala de igreja e também veio com country. Muito esperta, se era song pra semifinal? Não, mas fez um bom trabalho e quem sabe não forçando uma pouco ela vá para o IS , mesmo não curtindo muito, acho que é uma performance que pode tirar ela da eliminação direta.

Mizael Segura o tchan: Porque tão linda Spensha? Pode entrar a artista mais consistente da temporada. Saiu totalmente da sua zona de conforto, mas apelou um pouco! Ao meu ver fez sua pior apresentação, no pior momento possível. Prefiro o que ela vinha fazendo, dava para ver várias facetas da voz dela em uma apresentação mais dinâmica. Se for para chegar na final, ok, mas deveria ter apelado com um gospel card mais lento. Notei algumas falhas que não tinha ouvido antes e essa música não me agradou, mas conseguiu tira leite de pedra. Se quiser roubar a vaga do Pryor, pode.

[TEAM BLAKE] Kyla Jade – “Let It Be” by The Beatles

Dam Abre a rodinha: Ta ai a maior surpresa da temporada. Quem achou que Kyla não chegava nem no top10 atira uma pedra aqui por favor. É de se admirar o caminho que essa mulher percorreu ao chegar até aqui. Kyla veio simplesmente do nada e vem dando as melhores performances da temporada. Se tem alguém que merece essa final, esse alguém cantou Let It be e apenas emocionou e arrepiou a todos. O que foram aquelas high notes minha gente? Eu levantei da cadeira e apenas dei glória a Deus pela herdeira da Aretha.

Válber Do Curuzu: Essa aí viu a temporada passada toda e com certeza desceu na terra pra ser protagonista. Kyla pega um clássico, com direito a couro e tudo mais. É obvio que essa performance leva ela para a final e, enquanto estava assistindo eu vi que que sua performance no itunes era #11, pra chegar em 10 não é difícil não né. Já podem chamar ela de finalista e ainda arrisco a dizer que será a primeira anunciada.

Mizael Segura o tchan: Outra dos Beatles? Outro Hino! É assim que se faz, Raishun. Kyla mudou tudo, mas foi super consistente e comovente e consegui entender desde o início qual era sua proposta. As notas graves do início foram tão lindas e ela nos levou ao ápice como que justificando os motivos (teve um “let it be”no meio, bem estranho, mas foi só). Ela fez um arranjo diferente? Fez. Mas não pareceu que mudou por mudar, só para o sapato caber no pé dela. Kyla me fez pensar que essa música também poderia ter sido feita assim, pois passou a mesma mensagem da versão original e de tantas outras, só que de uma forma completamente distante, porém igualmente convincente. Isso foi incrível, gente, e não vai ser surpresa para ninguém se ela passar direto amanhã.

Britton Buchanan Brynn Cartelli – “FourFiveSeconds/You Can’t Always Get What You Want” by Rihanna ft Kanye West and Paul McCartney/Rolling Stones

Dam Abre a rodinha: Gente, isso aqui não funcionou não em? Não consegui curtir muito não. FourFiveSeconds virou um country meio brega sem atrativos e a outra música cumpriu o seu papel de deixar tudo ainda mais sem sal. Realmente não deu e a voz da Brynn não tava muito legal aqui não. O Britton estava ali e fez muito bem o que tinha que fazer e carregou a performance nas costas. Brynn começar a música em um tom mais baixo que a original me incomodou também. No geral achei o dueto mais fraco até então.

Válber Do Curuzu: Achei bem fofinhos, Brynn como sempre dando aqueles deslizes básicos e Britton não fez mais do mesmo. Ambos confortáveis com a música que cantaram. Esperava uma entrega dos dois, com mais harmonias e arriscando uma longa nota. Diferente de Pryor e Kaleb esse dueto não deve implicar com muita coisa não, vejo o desempenho dessa dupla no top 10 dobrando os votos, mas eles já são favoritos, não precisa de tanto.

Mizael Segura o tchan: Com tantas músicas boas da Rihanna, porque cantar essa? E que cenário é esse? Ou a falta dele?! Tinha um sofá no palco! É isso mesmo produção? Mas sobre o dueto: Britton estava na sua zona de conforto e não me surpreendeu em nenhum momento ( foi bom, mas nada demais). Já a Brynn me soou estridente o tempo todo. Achei tudo meio pombo aqui.

[TEAM KELLY] Kaleb Lee – “It Is Well With My Soul” by Sandy Patty

Dam Abre a rodinha: E começamos como? Começamos já adorando a Jesus não é mesmo? Kaleb veio de Gospel Card, que novidade em? A música em si é um clássico mas o Kaleb deixou ela totalmente sem vida, sem graça e sem cor. Que coisa mais chata essa performance meu Deus, juro, não dava nem para ver até o final. Migo, quando tu vai ali cantar uma música para GOD, você tem que por pelo menos emoção no que faz, não simplesmente cantar e achar que será o suficiente. ME POUPA VIADO!

Válber Do Curuzu: Acredito que depois do knockouts essa tenha sido a melhor performance dele no programa, o cara mandou muito bem. Uma pena que só tenha investido num estilo que ele já domina em vez de explorar outros. Esse é o tipo de música que escutaria em casa, bem tranquilo, ou num momento mais zen. O cara imprimiu uma performance muito bem executada e emocionante. Parabéns.

Mizael Segura o tchan: Apela mais, que tá pouco. Meu pior pesadelo seria o Kaleb conseguir a vaga do Instant Save. Não consigo ver nada nele que o diferencie dos outros cantores country. O mais esquecível do top 8, sem dúvidas. Mas o cara fez sua melhor performance no programa, socorro. Não consegui notar nenhum erro, a música é bonita e ele conseguiu interpretá-la lindamente. Essa não era era a hora de você detonar. Vai vender rios. 😭😭😭

Jackie FosterRayshun LaMarr – “Believer/Radioactive” by Imagine Dragon

Dam Abre a rodinha: Gente, quem ta escolhendo esses duetos? Como você me pega Jackie e Ray e ao invés de dar uma balada daquelas destruidoras você me faz isso? Não me entendam mal, dos duetos foi uma dos meus favoritos, mas vocês tem noção como isso aqui poderia ser um lacre de Júpiter ainda maior? Eu amei a interação dos dois e ficou muito interessante a junção das duas músicas, mas mesmo assim não foi isso que eu imaginei para os dois.

Válber Do Curuzu: Gente, o que fizeram com os duetos? Esse ficou horrível não tenho nem como defender. Os arranjos ficaram ótimos, as vozes também, mas um dueto com a batida em comum e cada um cantando uma música diferente pra mim foi o cúmulo. Até me chateia porque era uma coisa que tinha como dar certo, mas essa mania de inovar em algo que já dá certo sempre tem é desnecessário.

Mizael Segura o tchan: Gente, minha vontade foi de fugir para as montanhas, socorro!!! De quem foi essa ideia? Misturar as músicas em um momento é controverso mas tudo aceitável. Agora isso que fizeram foi uma palhaçada. Pareceu até que eu tinha deixado dois vídeos tocando ao mesmo tempo, um erro. Vocalmente falando foi até legal, ainda mais considerando a dificuldade dobrada que deve ser fazer essa presepada. Jackie pisou no Ray e teria sido um boa performance se tivessem escolhido apenas uma música. E seria uma ótima performance se a Jackie tivesse cantado qualquer umas das duas, ALONE!!!!!!!!!!!!!!

[TEAM BLAKE] Pryor Baird – “Change The World” by Eric Clapton

Dam Abre a rodinha: Curti muito a song do Pryor e acho que ela é uma das minhas vozes favoritas na competição, eu amo o seu timbre mais rasgado e bem country e olha que eu não sou muito fã de country viu? A música possuía um apelo sexual muito interessante e que poderia ter sido melhor aproveitado com ele sem aquele violão, acho que seria a oportunidade maravilhosa para ela prender o público nele e não nele e seu violão como se os dois fossem uma dupla sertaneja. Por falta de novidade, eu digo que foi uma performance boa, porém, morna e sem muito atrativo.

Válber Do Curuzu: Ai que saudade da propaganda do Itaú com essa música. Pryor bem que tentou emular algo no estilo Kaleb, só que numa música mais conhecida e arriscada. Do meio para o final, a música aumentar o ritmo. Não curti muito, mas achei satisfatório

Mizael Segura o tchan: Musicão viu. Pryor se conteve um pouco e mostrou um pouco de dinâmica, até tentou um falsete (rs). Foi ok, mas a forçação de barra no final me incomodou bastante e não ficou bom não. Achei isso aqui bem esquecível. Isso aqui o quê? Eu estava falando de quem? Me desculpem, eu esqueci!

[TEAM ALICIA] Britton Buchanan – “The Rising” by Bruce Springsteen

Dam Abre a rodinha: Eu não gosto do Britton e detesto todo esse hype em cima dele, porém, tenho que admitir que o menino é intuitivo e com o passar da temporada ele só foi aguçando ainda mais isso. Ele sabe muito bem como e por onde conduzir a sua voz e como vender a sua história, não é atoa que ele é um dos grandes faves da temporada. Mesmo com tudo isso, eu sinto que ainda falta para o Britton, eu o vejo ainda muito imaturo e não acho que sua voz tenha chegado em seu potencial completo.

Válber Do Curuzu: Não é que o menino mandou bem. Escolheram bem a música pra ele, o cara soube executar. Queria ter entendido a parte que tudo mundo dança, mas no resultado final ficou um trabalho tão bom, mas tão bom que só n superou Trouble, vulgo a blind dele que amo demais.

Mizael Segura o tchan: Outra música linda. Eu esperava bem mais, depois do show que ele deu na semana passada. Mas isso aqui foi bom de verdade, só não surpreendeu. Vocais sólidos, boa dinâmica e esse coral passou a energia que tinha ficado faltando. Batam palmas para um finalista.

Olha… Apesar dos altos e baixos dessa temporada, chegamos ao massacre com boas performances e já percebendo quem vai ou não para final. É claro que a sensação que poderia ter sido melhor, nunca sai da gente, mas eu destaco aqui lindas performances como Brynn e Kyla que foram a maior surpresa da noite, o dueto da Kyla com a Spensha também foi muito legal. Aos poucos estamos começando a definir essa final e eu vejo Kyla brilhando lindamente nela. É isso mores, estamos chegando ao final de mais uma temporada e logo, logo saberemos quem será o grande vencedor dessa temporada conturbada e controversa. Beijinhos e até a próxima!

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Dam Souza

Baiano que tem caruru e vatapá no sangue, aquele que é o canto da cidade e só discute com quem entende de Inês Brasil.

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