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The Voice US – S15E05 – The Blind Auditions, Part 5

Reta final das Blind Auditions!

E aí galeris! Finalmente tô fazendo minha estreia nas reviews dessa temporada! Já havia aparecido como comentarista, mas é muito bom ter o comando hahahaha. Apesar de ter começado com a bola toda, a temporada voltou a ficar morna. Temos bons nomes, claro, mas ainda temos muitos nomes que não são muito animadores. Vai que de um desses mais fracos surge um novo Nick Hagelin né! Não duvido…

Pois bem, mesmo no conflito eleitoral que anda o Brasil, o Panelas segue trazendo as reviews de maneira divertida, empolgante e sem atrasos (na maioria das vezes hahahah). Pelo menos assim dá pra gente relaxar da tensão! Hoje quem me acompanha nos comentários é a Tati e o Paulo! São duas pessoas queridas, isentas e que têm comentários bem pertinentes. Então bora lá!

[#TeamKelly] OneUp – “Could It Be I’m Falling In Love” by The Spinners

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Gerson: Eu tinha visto essa apresentação já, porque tinha sido liberada né. No geral, achei muito fofa! Os passinhos, as vozes em harmonia, algo bem gostoso de se ouvir. A música não ajudou tanto, na minha opinião, porque não me empolgou. Mas aí a gente vê que eles são um casal, e é como Kelly bem disse mesmo: é muito bacana ver que ainda há esperança! Mesmo com todas as diferenças, eles se acharam, eles se amam, e as famílias respeitam e apoiam. Algo lindo de se ver! Quero mais deles na competição, por favor!!!

Tati: Falaram tanto dessa dupla nos spoilers que eu estava com as expectativas lá em cima. Eu não cheguei a ver um videozinho sequer deles, mas quando falaram deles, eu acabei esperando dois tipos de artistas e vieram outros totalmente diferentes, mais datados e sem graças. Olha, eu até entendi a proposta da blind, mas não curti. A minha vergonha alheia ainda apareceu nas dancinhas horríveis hahahahahha. Fora que, vocalmente falando, eles não combinam muito. De qualquer maneira, não foi horrível, apenas mediano.

Paulo: Pra quê a dancinha? Hahaha. Olha, o começo eu achei bem normalzinho, mas aí pro final eles soltaram aquelas coisas legais e mereceram cadeira. Mas acho que só um ficaria mais legal pra essa música, aliás, nem sei…

 

[#TeamAdam] Natalie Brady – “Barracuda” by Heart

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Gerson: AAAAA Eu nem curto muito rock, mas a gente precisa reconhecer um talento! Natalie tem uma voz bem pro rock, tem os trejeitos vocais que funcionam bem no rock, os agudos, a atitude, e assim por diante. Achei que a música ajudou, porque empolgou e fez Adam virar bem rapidinho! Foi super gostoso de assistir, e espero que tenhamos Adam fazendo um ótimo trabalho com ela.

Tati: Kota, que saudade de você! hahahahahahaha Olha, eu tenho um arrepio toda vez que alguém ousa cantar essa música depois de Kota, mas, felizmente, Natalie soube segurar muito bem a marimba. Eu amei a energia e a voz da moça. Ela abusou dos gritos, é verdade. O que é totalmente compreensível para esse tipo de música e parte final foi de uma energia maravilhosa! Felizmente uma boa roqueirinha no programa.

Paulo: Querendo saber por que os carinhas foram sneak peak e essa moça não. Porque ela é bem melhor. A música é difícil e ela botou energia e não perdeu no decorrer da performance. Tem muito futuro no time do Adam. Solta o rock pra ela, papai!

[#TeamJHud] Mike Parker – “So Sick” by Ne-Yo

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Gerson: Mike tem uma voz bem comum do R&B né. Acho que foi por isso que não consegui me conectar tanto com ele. Achei a apresentação bem mediana, achei que colocou alguns melismas desnecessários, não se entregou à música. Aliás, que musicão né! Eu amoooo! Enfim, Jennifer provavelmente o pegou como cordeirinho, pois não vejo muita coisa que ele pode fazer além disso. Me surpreenda, Mike.

Tati: Eu amo tanto essa música. ❤ Adorei a voz de Mike, mas muito mesmo. Se ele tivesse cantado essa música na versão original, eu teria amado muito mais. Mas ele exagerou, viu? Muito mesmo. E aquela história, né? Muitas vezes, menos é mais e, nesse caso, teria sido muito melhor se ele tivesse focado em se conectar com a música. De qualquer forma, vi potencial nele.

Paulo: O começo ficou meio embolado, mas conforme a música foi subindo, a voz do cara foi aparecendo. Claro que teve aquelas firulas todas do R&B, mas sem aquele nível de outros cantores que já passaram. Eu também não viraria… Agora, claro, a reação do cara foi a melhor até agora. Hahaha. Vamos ver o que JHud vai fazer com ele.

[#TeamBlake] Joey Green – “Baba O’Riley” by The Who

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Gerson: A música é muito boa, Joey nem tanto. Primeiro que eu não curti muito o estilo e o timbre dele. Ele tem uma boa técnica, mas esse combo roqueiro guitarrista não me atrai nem um pouco. Sobre a apresentação em si, achei que faltou crescimento. Apesar de sempre pra cima, ficou muito estagnado, sem saber pra onde ia. Dessa forma, não consegui curtir tanto quanto outras versões dessa música.

Tati: Esse timbre mais estridente fica numa linha tênue entre algo marcante e irritante pra mim. Em certos momentos eu gostei de Joey, mas em outros a voz dele me soou um pouco chata e acredito que tenha sido isso que deixou os coaches um pouco confusos. Eu ainda não sei se gostei ou desgostei, estou indecisa hahahahahhaa. Mas, ao menos, a energia dele foi muito boa, o que é essencial para essa música.

Paulo: Ah, eu curti a voz desde o começo, mas acho que ficou meio gritado. Podia ter baixado um tonzinho por ali pra ficar mais confortável e ele se conectar mais, ficou meio só nos high notes… Mas merecia cadeira.

[#TeamJHud] Zaxai – “Come and Get Your Love” by Redbone

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Gerson: Ai que coisa deliciosa! Eu adorei o timbre de Zaxai, achei que ele domina bem seus vocais, domina o palco, sabe o que faz! Ele dançou, escolheu uma boa música, alongou e encaixou boas notas… Foi uma apresentação super bacana! Achei o block da JHud meio aleatório aqui, tipo só usar por usar. Mas tudo bem né, o jogo tá aí pra ser jogado. Espero que Zaxai possa ser explorado muito bem por JHud e mostrar mais do seu talento.

Tati: O início me deu uma vibe Chris Blue tão grande, que eu cheguei a pensar que seria o próprio. Olha, eu gostei do falsete dele e o timbre dele é bonito, mas que audição mais chata e eterna, Jesus. Eu pensei que não fosse acabar nunca mais. Ainda estou tentando entender o bloqueio da Jhud! Totalmente desnecessário, mas tudo bem, né? Deve ser que ela só usou porque tinha de usar. hahaha

Paulo: Foi bonitinho. O block foi desnecessário. É isso. Do mesmo jeito que já vimos zilhares de cantores country, também vemos trocentos desses R& fazendo a mesma coisa.

 

[#TeamKelly] Erika Zade – “New Rules” by Dua Lipa

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Gerson: Eu aprecio muito quando alguém foge do óbvio e traz algo novo, diferente, arriscado e coerente. Não foi o caso de Erika. Eu acho essa música muito boa do jeito que é, e ela tentou fazer algumas coisas que não ficaram legais. Ficou tudo meio perdido no ritmo rápido da música. Ela tem um timbre bom, é inteligente nos vocais, mas precisa tomar cuidado com certas escolhas, como essa.

Tati: Gente, essa música deveria ser proibida de ser cantada em programas de música e das rádios também, trem chato demais -q. Acredito que essa escolha seja horrível para uma blind, pois é uma música muito rápida e que não permite que o artista explore muitos recursos. Eu não curti. Achei a audição bagunçada e ela me pareceu uma artista vocalmente limitada também.

Paulo: A menina começou como quem tinha tomado uma, mas depois foi melhorando… A voz me pareceu meio limitada, mas é gostosinha e vamos esperar trabalho da Kelly com ela. Espero que na battle ela mostre mais. Acho que uma cadeira foi suficiente. Ainda falta muito pra acabar esse episódio?

 

[#TeamAdam] Jarred Matthew – “Tired of Being Alone” by Al Green

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Gerson: Eu falei de Nick Hagelin no início da review sem saber que teríamos um exemplar da espécie HAHAHAHHA Jared é aquele candidato mediano, que tem um timbre bem comum, arrisca nos melismas, nos falsetes, faz umas peripécias, mas no fim das contas cai nos gostos do público por ter um rostinho bonito (nesse caso só branco #militei). Enfim, não vejo muito futuro, mas vai saber né!

Tati: Olha, a voz dele não é ruim e gostei bastante do último falsete. Deu pra perceber que ele sabe cantar, mas sabe quando você sente que tem algo fora do lugar? Então, nesse caso, acho que foi a escolha da música. Ficou informação demais e acabou que não consegui entender bem quem ele era como artista. Acredito que eu possa mudar essa impressão quando ele se apresentar com outra música.

Paulo: Tava até indo bem, mas aquela tentativa de falsete estragou a coisa… Ah, e até que enfim Adam e Blake brigando por alguém. Saudades disso. Agora… outra audição morna.

[COMEBACK STAGE] Sam Robbins – “Time In a Bottle” by Jim Croce

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Gerson: Eu não vi nada demais em Sam, mas preciso elogiar esse musicão que ele escolheu! Talvez tenha isso que tenha o prejudicado. A música foi muito grande, muito pesada pra ele interpretar. Acabou ficando bem linear e bem sem graça. Mas já que ele tem uma nova chance, vamos ver o que sai daí!

Tati: O tom que ele utilizou na audição me agrada bastante. Sabe aquela vozinha que consegue te dar paz? Então, ele conseguiu me passar isso de certa forma. Mas achei uma audição muito morninha e com uma construção fraca. Entendo os técnicos não terem virado, mas o timbre dele me agrada, apesar de não ter nada UAU.

Paulo: Esse negócio ficou meio perdido, não? Algumas notas ele não atingiu, sem contar que ficou bem linear, meio chato. Como também é chato eles dizendo que a pessoa é boa, mas não tendo virado a cadeira. Vamos ver como ele se sai no comeback, mas eu acho que a Hannah merecia mais.

[#TeamJHud] Colton Smith – “Alive” by Sia

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Gerson: JHud atrai as pocs né! hahahaha Adoro! Enfim, blind curtíssima, nem deu pra ver muito do que ele tem pra oferecer. O que eu vi eu achei bem ok, nada de muito espetacular. A música também é enorme, então é preciso ter cuidado nessas escolhas. Provavelmente mais um cordeirinho pra JHud jogar fora nas Battles!

Tati: Fica tão difícil avaliar 30 segundos de uma audição, né? Mas não vou reclamar, antes a produção fazer isso do que combar os pobres. Pelo pouco que vi de Colton, achei ele bem ok. Não vi erros, mas achei que faltou ele se jogar mais na parte do refrão, pois a música pede isso. Acho que ficou faltando aquele notão, sabe?

Paulo: Entendi nada. Deu um minuto de música? Eu gostei também não. O que tá acontecendo nesse programa, minha gente? Gostei de nada.

[#TeamBlake] Kayley Hill – “Gold Dust Woman” by Fletwood Mac

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Gerson: O que deu pra ver nesse pouco tempo foi uma Kayley levemente limitada, mas com um timbre bem profundo e belíssimo. Eu gostei da songchoice, e acho que ela pode oferecer muito na competição. Me lembrou alguém do The Voice UK, mas me faltou o nome agora. Espero que Blake consiga transitar com ela em alguns outros estilos, porque senão ficarei frustrado como fiquei com Lauren Duski na S12.

Tati: Ai, gente, queria muito ter visto essa audição completa, pois eu gostei bastante da presença da Kayley e a voz dela me agradou bastante. As notas mais alongadas foram muito bem executadas e o timbre dela também me agradou bastante. Uma pena ter sido tão curtinha e que eu não possa dar minha opinião com mais propriedade, mas Kay é uma das cantoras country que mais mais agradou até aqui.

Paulo: Que edição é essa? Um minuto de música também? É pra não combar? Sei não… Mas eu gostei da voz dela. Vai que com outra música ela mostra mais da voz. Pelo menos, ela mostrou que tem muito a oferecer no pouco da audição que passou.

[#TeamBlake] Kirk Jay – “God Bless The Broken Road” by Rascal Flatts

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Gerson: Eu até que gostei dessa audição. Achei bem linda, bem gostosa de assistir, e ter um negro cantando country não é algo comum no programa, então vamos valorizar. Achei que a música não exigiu muito dele, no geral. Então a performance vocal foi satisfatória. O pior problema pra mim aqui foi o timbre. Apesar de ter combinado com essa apresentação, prevejo eu sofrendo no futuro em ter que ver outras apresentações dele. Pra mim, apesar de não ter curtido muito, Kirk deve ir longe no Team Blake!

Tati: Que escolha inteligente de Kirk. Não somente pelo apelo da música, mas porque a música permite que ele explore ótimos recursos da sua voz. O timbre casou perfeitamente com a música e eu adorei as nuances que ele apresentou, principalmente no “you” na parte final. Eu só achei que ele ficou devendo um pouco na conexão com a música, mas acredito que isso se deva mais pela emoção do momento. De qualquer maneira, foi uma boa audição e acho que ele possa vir a ser um candidato muito forte na competição.

Paulo: O timbre é meio esquisito, né? É como Adam falou: uma mistura de Cee Lo (voz) com Blake (estilo). Não sei se merecia quatro cadeiras, não. Mesmo porque, com essa música, eu queria chorar, mas não foi assim. Bem, espero seriamente que ele tenha futuro no time do Blake.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

E assim terminamos um dos últimos programas de Blinds. Adam ainda tem 3 vagas, Blake tem 2 vagas, JHud tem 2 vagas e Kelly possui 3 vagas. Tudo pode acontecer! Vamos à análise dos times!

#TeamAdam: Anthony Arya, DeAndre Nico, Fousheé, Jarred Matthew*, Natalie Brady*, Radha, Reagan Strange, Steve Memmolo, Tyke James.

O Team Adam teve uma boa adição com Natalie. Vejo Adam trabalhando muito bem com as meninas do rock, apesar do pouco apreço do público. Acredito que uma parceria bacana vem aí. Jarred não me cativou, não o vejo indo muito longe!

#TeamBlake: Chris Kroeze, Dave Fenley, Joey Green*, Kameron Marlowe, Kayley Hill*, Keith Paluso, Kirk Jay*, Mercedes Ferreira-Dias, Michael Lee, Rachel Messer.

O Team Blake ganhou 3 nomes que podem surpreender. Kirk eu diria que é nome certo pros Live Shows, principalmente pelo hype da audição. Joey tem um estilo que Blake curte trabalhar e Kayley tem uma suavidade muito bacana. Os três devem ser mergulhados de cabeça no country, então veremos como se saem.

#TeamJHud: Audri Bartholomew, Colton Smith*, Franc West, Kennedy Holmes, Makenzie Thomas, Mike Parker*, Natasia Greycloud, Patrique Fortson, TyShawn Colquitt, Zaxai*.

No Team JHud pouca coisa pra falar. Colton e Mike devem servir de cordeirinho nas próximas fases, visto que são candidatos bem medianos. Zaxai acabou sendo a grande surpresa e boa adição, pois possui bastante carisma, uma boa técnica e boa presença de palco.

#TeamKelly: Chevel Shepherd, Claire DeJean, Delaney Silvernell, Erika Zade*, Kymberli Joye, Mikele Buck, OneUp*, Sandy Redd, Sarah Grace.

Por fim, o Team Kelly conseguiu as gracinhas do OneUp, que eu já estou torcendo, apesar de achar que a família tradicional americana devem tombá-los em breve. Erika tem potencial, mas não vejo Kelly escolhendo ela ao invés de outras teens do time.

*adições de hoje

Enfim, chegamos ao fim de mais um programa! Hoje, achei que começou bem bacana e foi esfriando. Espero que vocês estejam curtindo nossas reviews, que tenham abraçado as novidades (estrelinhas <3) e que comentem e votem na nossa enquete abaixo! Estamos esperando por vocês!!!

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Gerson Elesbão

Um @gerson incomoda muita gente, um @gersonrealoficial incomoda incomoda incomoda muito mais! É DC, é Marvel, é Netflix, é reality. Se a série for boa, chama no probleminha, bebê!

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