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Vikings – S05E07 – Full Moon

Um título representativo para um episódio com ar introdutório, demonstrando a chegada da lua cheia.

Com o fim do episódio anterior, ficou pra mim uma incerteza sobre o que viria a ser este, mas ao ver o vídeo promocional e perceber que há muitos núcleos a serem trabalhados, sendo assim, o ritmo deste acabaria por sendo lento, focando nos preparativos para a grande batalha e um pouco mais de desenvolvimento para cada plot vinculado à trama atualmente.

É muito perceptível a preocupação de Lagertha em perder esta batalha, principalmente pelo fato de a produção estar, ao meu ver, tentando passar a imagem de que ela está em desvantagem, mostrando-nos a personagem que solidificou-se como a grande guerreira da série, que hoje me parece mais uma líder em fim de carreira, vulnerável e muito mais atenta à possibilidade de perda do que ao espírito viking de ir à luta destemidamente.

Diante da situação atual e do que virá a acontecer nos próximos episódios, torna-se mais excitante e deixando-nos ansiosos a variedade de desfechos para um mesmo plot, e até mesmo reviravoltas, e isso talvez não nos pegasse de forma tão sagaz se Ragnar ainda tivesse vivo em carne e osso na série, pois os roteiristas fazem questão de trazê-lo inúmeras vezes como sendo pauta de conversas em alguma cena, com destaque para o diálogo visto entre Bjorn, com seu discurso motivacional para sua mãe, de repente me vi bem nostálgico pensando no início da série.

Quem acompanha sabe, ou eu mesmo tenho de admitir, que nunca imaginei que houvesse sequer a possibilidade de ele estar morto, mas acaba me deixando feliz saber que o interesse pela trama continua altíssimo, uma vez que não sei realmente o que acontecerá e nem possuo preferências quanto ao desfecho para a batalha.

Assim como há a preocupação de manter a alma de Ragnar viva, o mesmo é feito por Athelstan. Uma vez que sabem do impacto positivo que ele sempre possuiu na trama, consequentemente, o enfoque dado sobre Alfred torna-se uma grata surpresa para mim, ainda mais que o ator tem desempenhado um ótimo trabalho, preferencialmente fora do campo de batalha, até porque achei ótima sua ousadia ao sugerir modificações na maneira do mosteiro em executar seus trabalhos religiosos. A cena das vozes rezando juntas foi linda, inclusive fiz questão de repeti-la.

Não sei se ficou perceptível pra vocês, mas sinto um clima enorme entre Ivar e o bispo Heahmund. Os diálogos entre eles é de caráter muito reflexivo e, pelo que vi, esse episódio serviu para dar uma trabalhada melhor nisso. Me parece às vezes que Ivar só deseja que alguém o ame como seus pais fizeram, mas não entendo o porquê desse lance de querer ter uma pessoa nobre por perto, me soou bem romântico.

O que talvez não tenha sido agradável para todos foi a gravidez de Astrid. Posso estar louco, mas não foi exibida uma cena sequer de sexo entre ela e Harald. O semblante de felicidade do rei ao saber da possibilidade de ser realmente pai me deu um pouco de pena, se já não bastasse a que tenho de Astrid por estar passando por tanta coisa sozinha mais uma vez. Me pego pensando em qual será a reação do pesqueiro quando souber dessa gravidez, se é que ele aparecerá novamente, bem como a de Harald em saber que Lagertha estará ciente do seu ataque, o mesmo acabará deduzindo que Astrid foi quem vazou a informação?

Se há um núcleo que não consigo me interessar mais, este é o de Floki e seus seguidores. Ficou evidente que a erupção do vulcão acabou com grande parte da vegetação do local, cachoeira mandou lembranças. No entanto, ainda considero uma locação muito diferente das demais, só que tudo me soa bem vago, exceto pelo geiser. Mas a produção está fazendo o que pode para esse plot acontecer, com o destaque que estão dando a outros personagens, esse lance de “primeira criança do novo mundo”. Só acho essa proposta um pouco repetitiva, uma vez que sempre há esses embates entre os que estão mais e os menos dispostos. Neste caso, são os crentes e os duvidosos, principalmente porque os roteiristas estão sempre muito preocupados em trazer cenas de caráter religioso, seja pelas estórias dos deuses, bem como a distinção entre ambas, deixando sempre em evidência.

E tratando-se de novos personagens inseridos no decorrer do episódios, temos de tratar dos Sami, também conhecidos mundialmente como “lapões”. Se já não bastasse todas as culturas que foram-nos sendo apresentadas, trazer mais um povo que, historicamente, possuem aliança com os vikings, achei demais! Com destaque para a característica deles de serem eficientes em ataques dentro de florestas, como a cena em que prestigiamos a capacidade e a audácia de Snaufried na cama com Bjorn.

Por fim, queria só elencar o fato de detestar Ubbe e ODIAR Margreth, não vejo a hora de Lagertha matá-la e dizer o quanto fui feliz com a última cena sequencial do episódio, achei uma lindeza muito bem produzida. Sem esquecer também da cena em que o #TeamKattegat estava discutindo sobre como se preparariam para o ataque.

No mais, convido-os para assistirem ao vídeo promocional do que está por vir, compartilharem suas opiniões sobre o episódio e/ou review e, se possível, darem dicas ou sugestões, pois tudo é bem vindo. Espero encontrá-los em breve, abração e até a próxima!

 

 

[PRÓXIMOS EPISÓDIOS]

Há spoiler que diz assim: “Irmão matará irmão e amante matará amante.” Quais suas apostas para os nomes que estão relacionados a isto? E aí, são #TeamLagertha&Bjorn&Ubbe ou #TeamHarald&Ivar. Ponham suas respostas aí nos comentários.

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Antonio Netto

Estudante de Engenharia Química. Pernambucano engraçado, dono de uma gargalhada única e de um sotaque marcante. Apaixonado por comida, séries, química e cálculos. Até gosta de estudar mas, sempre que pode, está pelo mundo curtindo e falando da vida alheia.


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