Claramente Roanoke a sucessora de Asylum.

Olho para o início desta temporada de American Horror Story e fazendo um balanço com o primeiro episódio só consigo ter a certeza do quão a série vem melhorando, principalmente devido ao fato da maioria das temporadas dentre 3-5 terem sido meio fracas em relação à segunda. A minha única crítica está atrelada ao fato da duração dos episódios ter sido reduzida.

Depois da reviravolta que aconteceu no sexto episódio, a angústia deixada pelo quinto e ansiedade que veio a dominar do que poderia render posteriormente foram os fatores que me deixaram pra lá de Bagdá. Outra coisa que me deixou perplexo foi a facilidade com que Ryan Murphy conseguiu fixar uma nova trama, até pra mim que assisti os dois últimos episódios juntos. Foi inegável o impacto do plot e da nova estória que estava sendo contada. Creio que eu não ter me surpreendido com esses eventos sobrenaturais vindo à tona em “De volta à Roanoke” deveu-se ao fato de já ter presenciado à construção fictícia desse evento, mas não vou negar, todos os aspectos que cooperaram para o andamento da nova etapa desta temporada de AHS foram altamente convincentes e demasiadamente assustadoras. Não só as cenas, mas até mesmo a atuação. Foi tudo feito de forma impecável.

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Frente às tantas novidades, se faz necessário comentar mais sobre elas. Tratando-se de atuação, as mulheres estão com TUDO! Kathy Bates tem se mostrado cada vez mais maravilhosa, nessa confusão entre Agnes e Açougueira, tornando-se a personagem mais tosca, insana e assassina. Sarah Paulson com esse sotaque tem sido simplesmente maravilhosa, Angela Bassett não fica muito atrás, mas outro ápice deste episódio foi Lily Rabe interpretando o colapso após ter vido à tona pra sua personagem, que tinha assassinado Matt, o qual voltou para Roanoke por conta do ser sobrenatural, antes interpretado Lady Gaga. Tenho que assumir estar tentando absorver o tanto de informação, sem contar das dúvidas que surgiram à minha mente. PRIMEIRAMENTE, quem danado foi o único sobrevivente desta matança? O que nos reserva a terceira etapa dessa temporada de AHS?

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Pois é amigos, uma review bem reduzida, assim como a duração dos episódios. Mas creiam, muitas surpresas, desfechos inesperados e um futuro incerto, fatores que me deixaram certamente sem ter muito o que falar. Ryan esteja ciente que eu captei a referência a Glee e amei, tá? A forma como gravaram esse episódio foi esplêndida, os sons usados e os aspectos intensamente convincentes. Resta esperar pelo próximo para saber quem realmente sobreviveu, confiram o promo:

No mais, não deixem de compartilhar conosco suas opiniões sobre o episódio, sintam-se à vontade para darem suas dicas e também comentários sobre a review. Até a próxima!

Antonio Netto
Antonio Netto

Estudante de Engenharia Química. Pernambucano engraçado, dono de uma gargalhada única e de um sotaque marcante. Apaixonado por comida, séries, química e cálculos. Até gosta de estudar mas, sempre que pode, está pelo mundo curtindo e falando da vida alheia.
Deixe-nos um comentário!
  • Bruno

    Espero que a sobrevivente seja Lee ou Monet

    • Antonio Netto

      Já eu quero que seja Audrey.

    • Antonio Ferreira Netto

      Já eu quero que seja Audrey.

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