28 de abril de 2016
Arrow – S04E19 – Canary Cry

Aquele episódio que te deixa com o coração partido em mil pedaços.

Eu terminei de assistir esse episódio extremamente deprimida, angustiada e sem saber de quem eu sentia mais pena e por quem eu chorava mais: se pela Laurel que morreu, se pelo Lance que está sofrendo igual a um condenado, se é pelo Diggle  que só sabe se sentir culpado e por isso sofre mais ainda, se é pela equipe Arrow que estão numa tristeza sem fim ou se é pelo Oliver que além de estar sofrendo, ainda carrega com ele a responsabilidade de dar um fim em Damien Darhk. As pessoas que eu tanto amo nesse seriado estão sofrendo tudo que não deviam sofrer e tenho certeza que não sou só eu que estou me sentindo assim :'(

Começamos o episódio já sentindo a dor de Lance ao ter que encarar a filha morta, mas como uma forma de negação, ele começa a acreditar que a nova Canário Negro que está assombrando a cidade é Laurel que não está morta, mas por mais que quiséssemos acreditar nisso, vimos que desde o primeiro ataque da moça não era Laurel e o estilo do ataque muito menos. Mas, para isso, Oliver leva Lance ao necrotério para que os dois vissem que Laurel continua lá mortinha da silva e então, o time se une para descobrir que está por trás da máscara que pertence à Laurel e fazendo com que a sua memória fique manchada, já que os ataques às pessoas não são de uma heroína como ela sempre fez. Pra completar, Diggle em seu momento de raiva e desespero, vai atrás de Ruvé Darhk e a ameaça para que assim ele descubra onde está Andy e vingue-se de Damien ao mesmo tempo, a tragédia só não é pior porque Oliver impede ele e conversa com o amigo sobre não esquecer quem ele é. Aquela cena acabou comigo, pobre Diggle o sofrimento dele, meu Deus, ele não merece isso :'(
Como essa Ruvé Darhk consegue ser pior que o marido, ela espalha um mandato de prisão aos vigilantes pelo que a nova Canário Negro tá fazendo e pelo ataque de Diggle. Olha, sei que Damien não vale nada, mas essa mulher, aqueles sorrisinhos dela… argghhh, que ódio!

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Pra completar o sofrimento, o episódio foi mesclado com o tempo presente e flashbacks do funeral de Tommy e um pouco depois, mostrando que Oliver não conseguiu ir ao funeral discursar, a culpa que ele sentia pela morte de Tommy, mas principalmente a relação dele e de Laurel após o incidente, a cena final que ele deixa uma carta pra ela junto com a foto dela que ele carregava na ilha foi pra desestruturar mesmo. Assim descobrimos como ela tinha a foto com ela e como o relacionamento amoroso dos dois terminou de vez por conta da morte de Tommy. Quando ele diz “Você é o melhor de mim”, eu fiquei bem com uma dorzinha no coração, apesar de não shippar Lauriver, o mais bonito nesses flashbacks foi ver o quanto a relação deles sobreviveu a tudo e como evoluiu, apesar de tudo que passaram. Isso é amor, mesmo que não seja romântico. Esse episódio foi o que mais gostei da inserção dos flashbacks, fez muito sentido e acrescentou muito ao plot do mesmo.
Uma coisa que esse episódio foi mestre além de fazer os outros sofrerem foi em fazer os outros se sentirem culpados, foi Oliver, Diggle e até Felicity que achou que se ela não tivesse abandonado a equipe, Laurel ainda estaria lá. E como Oliver disse, essa culpa que ele sempre se dava é pra tentar achar um motivo pra uma situação absurda como essa acontecer.

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Voltando à história da “nova” Canário Negro, a equipe descobre que se trata de uma adolescente cujos pais foram mortos por Damien naquela câmara de gás onde ele dizia trazer voluntários para experimentos, ela culpa o Arqueiro Verde e sua equipe por não terem salvado todos e, claro, que Oliver se culpou também. Mas o “fim” dela foi bem bonito porque o discurso do Arqueiro pra ela quando ela entra no salão pra tentar matar Ruvé foi bem tocante, fez a menina se dar conta do que a Canário Negro representava e o que ela sempre buscou como heroína da cidade, chorei de novo, pra variar. O mais interessante foi quando ela aparece escondida já sem o traje no funeral de Laurel e o Oliver está discursando falando da importância de Laurel para a cidade e revela a todos que ela era a Canário Negro e ela ouve. A mãe de Laurel se choca com essa notícia, mas a forma que Oliver arrumou para dar brilho à Canário Negro e não manchar sua marca foi realmente bem bonita. Depois, temos aquela velha conhecida cena de Barry chegando atrasado, Oliver falando que é sua responsabilidade acabar com Darhk e quando ele chega no carro a conversa que ele tem com Felicity que o encoraja ferozmente a seguir em frente com o “plano” e revela que uma das coisas que a fez se apaixonar por ele foi o fato dele sempre achar um caminho pra tudo. Fiquei com uma certa pena do Oliver pelo peso da responsabilidade, mas achei interessante a cena dos dois porque acho que ele precisava desse tipo de apoio.

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Na verdade, não teve como sofrer mais por alguém do que por Quentin Lance nesse episódio. Primeiro, quero ressaltar a excelente atuação de Paul Blackthorne nos dois últimos episódios que foram realmente de cortar o coração. A busca incansável para tentar achar alternativas de trazer sua filha de volta, a negação de não acreditar que estava perdendo novamente uma filha (por mais que Sara tenha voltado, já morreu 2 vezes) foi de arrebatar. Mas, sem dúvida alguma, a cena mais destruidora do episódio foi a entre Oliver e ele que Oliver o faz encarar que Laurel está morta de vez, ele dizendo que ela foi o porto seguro dele em todos os momentos difíceis que passou, não conseguindo lidar com a dor que é perder sua filha foi realmente de não conseguir conter as lágrimas que desciam sem parar. Eu espero nunca sentir a dor de perder um filho, porque com certeza é a pior do mundo. No funeral também quanto mais Oliver falava, mais ele chorava, coitado… em todos os momentos eu sofri com e por ele.
Se tem alguma coisa de bom nisso, foi a relação dele com Oliver que está cada vez mais estreita e acho que essa situação pode aproximá-los de uma forma que será muito importante pros dois, eu sempre adorei a interação deles e gosto cada vez mais.

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Faltam apenas 3 episódios pro final da temporada e a série promete mais ação, suspense e sim, tristezas, podem aguardar porque tenho certeza que não parou por aí.
Ah! Queria comentar que a forma como Felicity voltou pra equipe achei bem bonitinha, quando ela diz pro Oliver que ele chamou a equipe e por isso ela tava lá. Que bom que a temos de volta, a única coisa boa no episódio 🙂

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Caroline Azevedo
Caroline Azevedo

Complicada e perfeitinha. Me tira tudo, mas não me tira minhas séries e a música. Já que não tenho o meu mozão, shippo os mozões do mundo seriador: Delena, Captain Swan, Olicity e Zade são os principais. Entre os meus vícios, estão The Vampire Diaries, Once Upon A Time, The Originals, Arrow e Supernatural.
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