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Arrow – S08E07 – Purgatory

A missão de Oliver o leva a Lian Yu, onde ele tenta ignorar as repercussões da Crise até receber ajuda de um velho amigo. Enquanto isso, o Team Arrow enfrenta um vilão conhecido.

Arrow se encaminha para sua conclusão e ao mesmo tempo para o mais esperado #Crossover de todos os tempos, e quando falo em fim e porque talvez esse tenha sido o último episódio de Arrow (fora do evento da Crise) com Oliver Queen vivo. Teremos no retorno da série em janeiro, o esperado episódio do Crossover e após isso um episódio que servira de piloto para a série das Canários e um último chamado #Fadeout que deve encerrar a jornada do herói que iniciou o Arrowverso.

Para isso o terreno escolhido foi Lian Yu, lugar onde tivemos o melhor episódio de toda série (o final da 5º temporada com o confronto contra Adrian Chase) e que podemos recorrer a diversas memórias de flash backs durante as temporadas iniciais. O episódio pode chamar “Purgatory” mas de certa forma foi uma Nostalgia, principalmente por revermos personagens icônicos como Yao Fei, o primeiro Deathstroke e até Edward Fyers (que não me importei lol). A ausência fica por conta de Shado e Slade Wilson.

Entretanto “Purgatory” vai além, ele da espaço para quase todos os personagens em tela lidarem com conflitos internos que vão desde culpa, ressentimentos, falta de confiança e o medo. Parecia que Oliver Queen estava pronto para seguir com seu destino, mas será que seus filhos e seus amigos estão prontos para aceitar esse destino?

Mia parece ser a mais relutante em aceitar isso, seu gênio forte e inquieto colabora para dar ainda mais força a sua personagem, a conversa entre ela e William sobre tudo aquilo foi extremamente necessária, seu irmão lhe mostrou o caminho no qual ela deveria focar daqui pra frente. Mais tarde, vemos ela tendo um cenão com Oliver, talvez a melhor atuação da vida de Katherine McNamara porque ela me convenceu (que assistiu Shadowhunters sabe do que estou falando kk). Ela parece finalmente ter compreendido tudo que vai acontecer.

Outro personagem que penou no episódio foi Diggle, desde o arrependimento por ter ido atrás de Roy Harper (que agora perdeu um braço), a falta de confiança em Lyla que mais uma vez lhe omitiu algo até a não aceitação em perder seu amigo que lhe acompanha a mais de oito anos. Queria dizer que não está sendo fácil ser o Diggle, mas parece que no final ele entendeu seu lugar, ele tem uma missão que é informar a Felicity que Oliver quer que Mia e William cresçam juntos e talvez ele tenha uma mais dura missão em tentar mudar o futuro dos próprios filhos.

Se Oliver parece preparado e penou um pouco para compreender seu papel, Lyla não teve tempo para esses problemas, sempre pragmática e sempre pesando o que seria um bem maior, ela não poupou tempo e teve sua despedida de John em apenas um olhar (carregado de dor). Lyla agora se tornou Harbinger e parece ter um grande papel a cumprir nos planos de Mar Novu.

Os roteiristas souberam dosar com inteligência a busca de Oliver para exercer seu papel na Crise com momentos de nostalgia e retorno de personagens queridos como fantasmas e preparou os nosso heróis para o maior crossover já visto. A cena final foi a mesma mostrada em outras produções da CW/DC com o nascimento de Pariah.

#easteregg: O fato de Roy ter perdido um braço, curiosamente isso tem ligação com o Roy Harper da HQ (Red Arrow) que após perder um braço na batalha com Prometheus, ele recebeu um braço cybernético de seu amigo Cyborg e passou a integrar o time dos Titans. Seria um sonho ver Roy Harper nos Titans? Eu acho que foi apenas um sonho mesmo.

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Lindomar Albuquerque

A indie/gótica do @PanelaDeSéries! Paulista, canceriano, 27 anos de dores na coluna, faço Doutorado em Biotecnologia e vivendo pelo mundo. Me chama para beber @ e vamos falar de série, falar de Imagine Dragons e Lana Del Rey, falar de signos, falar de ciência e xingar os fascistas.

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