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Brooklyn Nine-Nine – S06E15 – Return of the King  

Gina Linetti is back, bitches! Pelo menos por esse episódio.

Quem aí estava com saudades da rainha dos memes e do Twitter aka Gina Linetti? O episódio, que teve a direção de Melissa Fumero, intérprete da Amy, trouxe a ex-secretária de Holt e atual sensação da internet de volta a vida de Jake e Terry. Eu achei que ela daria pelo menos uma passada na 99ª e iria interagir com todos os personagens, não só com Peralta e o sargento Jeffords, mas nem tudo é perfeito, não é?

Apesar do motivo de seu retorno, foi bom ver Gina de volta. Jake se iludiu achando que colocaria o papo em dia com a amiga, mas na verdade ela os contatou, porque alguém a estava ameaçando de morte. Já tendo passado por algo parecido e guardando mágoa de uma amigo de faculdade por ter dado preferência ao trabalho e não à amizade, Terry alerta Jake algumas vezes sobre Gina estar fazendo o mesmo.

Após a prisão de seu suposto algoz, a agora youtuber vai atrás de Jake para se desculpar por seu comportamento, mas é esfaqueada por um homem, que foge. Apesar de o episódio não focar no caso dessa vez e sim nas relações interpessoais, eu curti quem foi o culpado. O rapaz do parkour apenas tinha sido citado em um momento do enredo, mas não foi por acaso. Eu gosto bastante quando são feitos esses links.

Agora, vou te contar, essa mulher tem um imã para tragédia hein. É esfaqueamento, atropelamento por ônibus, quase ser esmagada por uma bola gigante pendurada no teto. Ainda bem que a série é de comédia e é tudo levado para a parte engraçada, porque se fosse outro gênero seria um drama só rs. Ao menos, no final das contas Gina e Peralta se acertaram, como não podia ser diferente. O ponto alto foi a cena no hospital, onde eles criaram uma narrativa toda própria bem louca e no estilo deles.

Na delegacia, Holt e Boyle acreditam que o filho do detetive é um pequeno gênio. O Nikolaj continua uma graça, mas o Holt, por mais que ele seja ótimo, tem de parar de ver tudo pelo olhar mais analítico e objetivo. O plot foi um pouco cansativo e frustrante, já que o capitão não via o menino apenas como uma criança em fase de crescimento e desenvolvimento e sim como um prodígio que não deveria ter um lazer normal como desenhar, por exemplo. No entanto, a resolução foi fofa já que Holt se deu conta de que o garoto é muito inteligente sim e está agindo conforme a sua idade. E a referência a Susan Boyle quando Charles fala de sua prima que só descobriu que cantava bem aos 40 anos? Essa parte foi 10/10. 

Já a narrativa de Rosa e Amy eu achei ótima. Foi engraçado e no final a sargenta dando forças para a própria detetive ser independente e dar o seu jeito para abrir ela mesma a porta foi legal.

O saldo do episódio foi positivo e valeu por rever a amizade de Gina e Jake que é ótima, além do momento da Amy com a Rosa que é sempre uma das minhas coisas preferidas da série, mas, sinceramente, como já disse acima, eu esperava mais desse retorno da Gina. Queria vê-la de volta na delegacia ou pelo menos com os outros personagens, mais zoação entre eles, uma interação dela com Charles que também sempre foi tão próximo. Quem sabe até o final da temporada ou na próxima não vemos mais dela por B99?! Seria bom!

É isso por hoje, espero que tenham curtido a review e até a próxima!

 

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Luiza Pinheiro

Carioca da gema e jornalista de corpo e alma. A primeira série que viu mesmo, aquela que a deixou viciada, foi One Tree Hill. Depois disso nunca mais parou e engatou uma depois da outra. Também ligada em cinema, não perde uma cerimônia do Oscar.

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