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Chilling Adventures of Sabrina – S01E11 – Chapter Eleven: A Midwinter’s Tale

Quais seriam as chances de Sabrina ter um Natal convencional, não é mesmo?

Confesso que quando eu comecei a assistir Sabrina, pelos trailers e toda a conversa ao redor, eu imaginei algo diferente. E pouco a pouco fui descobrindo que a série era muito mais leve do que imaginei.

Não foi necessariamente algo ruim, mas me levou um tempo para entrar na vibe. Eu não sou a maior fã de séries teen, e de fato, é nesta categoria que “Chilling Adventures of Sabrina” se encaixa.

Mesmo assim, os toques de terror e suspense são legais, ainda que bastante brandos. Todo o universo acerca da bruxinha é extremamente cativante e a mitologia geral da série é muito bem estruturada; ao ponto deles estarem sendo processados pelos satanistas pelo uso de alguns instrumentos específicos.

Durante toda a temporada nós vimos uma Sabrina tentando viver duas vidas e separar suas realidades. Apenas no último episódio a vimos abraçar sua dualidade e “come clean” sobre isso. Inclusive, se me lembro bem, um dos ganchos mais legais deixados no episódio 10 foi exatamente o “nascimento” dessa nova Sabrina, adepta do livro da besta.

E sobre isso, não muita coisa mudou, diferentemente do que o final do episódio 10 nos fez pensar. E sinceramente, isso é um baita problema para mim. Eu não gosto quando séries são desleais conosco, quando indicam coisas que não irão acontecer. Sabrina continua a mesma, nada mudou (além do cabelo e do batom escuro).

O que realmente vale destacar é a nova dinâmica entre os universos de Sabrina. Agora, a bruxinha não precisa esconder quem é de seus amigos humanos. Mais que isso, suas aventuras místicas envolvem-se diretamente com seu núcleo mortal. Como ficou claro no plot do sequestro da Susie pelo demônio Bartel.

E como sempre, toda aventura de Sabrina começa com uma ideia maluca, segue-se de um “é só uma ideia”, e depois uma execução que dá errado. Aqui não foi diferente, e honestamente, é algo que precisa ser revisto com melhor atenção, pois seguindo para uma segunda temporada, isso pode se tornar cansativo e bastante previsível.

Foi bem legal conhecer um pouco mais da mãe da Sabrina, mas o desenrolar desse plot foi MUITO fajuto. Como assim o “negócio inacabado”, que a mantinha presa no limbo, era simplesmente a “preocupação” com sua filha? Foi uma das resoluções de problema mais preguiçosas e desnecessárias que a série apresentou até aqui.

Porém, vale dizer que os altos e baixos de Zelda são sempre algo a parte. Todo o desenrolar que a leva a assumir que não pode manter Leticia sob sigilo foi muito bem trabalhado, e até, inusitado.

Sei que este foi apenas um conto de Natal, mas acho que no geral acabou deixando a desejar no desenvolvimento da história proposta. Tudo pareceu superficial demais, acontecimentos vazios e soltos.

No fim, pode-se dizer que valeu a pena ter mais luz sob o poder da Roz, e os verdadeiros sentimentos de Harvey. Além disso, o gancho final parece promissor! Será que esses três demônios que vimos sair das minas serão o fio condutor da segunda temporada? Acho que resta esperar pra ver, né!

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Luana Medeiros

Imagine só que um dia me foi perguntado quem eu era, e juro, até hoje não sei responder. Mas os fatos são: tenho 21 anos; sou de escorpião; amo meu cachorro e meu gato mais que tudo; estudo Rádio/TV/Internet, ouço Maroon 5; piro no Adam Levine; consigo colocar os pés atrás da cabeça; e - contraditoriamente - por fim, nasci de 7 meses.

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