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Dear white people – S03E04 – Chapter IV

Vem atores secundários salvar essa bomba de temporada!!

A chacota da vez foi o Troy. Depois de vermos quase todos os protagonistas sendo mais sem sal que chuchu cozido Troy apareceu para ter um pouco de destaque. Ver ele todo imerso e a vontade naquele universo branco foi de revirar o estômago, não me entendam mal, o contexto inserido naquele meio e como ele estava confortável naquele racismo velado foi muito péssimo. Talvez ele realmente tenha se enganado e se sentido um deles, mas quando sua matéria foi publicada na revista branca de uma forma totalmente distorcida ele entendeu que nunca fez parte do grupo e agora ele mexeu e decepcionou todo um público que esperava uma postura dele, e agora Troy era só um brinquedo de manobra na mão da supremacia branca que aceita ele no seu meio pra passar uma falsa imagem de inclusão

A série tem deixado de lado todas as questões sociais normalmente levantadas no decorrer das temporadas e tem dado um espaço muito bacana para as questões de gênero e a aceitação da sua própria condição como individuo. Lionel é o exemplo claro do gay que graças a nossa sociedade opressora e totalmente autoritária, aprendeu a reprimir seu sentimentos e emoções sem poder trabalhar e entender cada um deles. Quando ele encontra Gabe que é quase um guru da autoaceitação Lionel começa a descobrir o que ele realmente é como lidar com isso e como viver bem com isso. Graças ao Gabe, Lionel tem descoberto quem ele é de verdade e isso é muito bacana de ver.

Por falar em Gabe, meus amigos, se existe outro protagonista nessa série eu desconheço. O que foi aquele discurso dele com o reitor questionando sobre o trabalho excessivo e o pouco pagamento. Ele foi simplesmente maravilhoso mostrando como se luta de verdade pelos seus ideias, enquanto Sam finge que nada acontece, Gabe está pelo campus espalhando uma consciência empática saudável, distribuindo educação sexual e mostrando que alguns ainda não dormem.

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Dam Souza

Baiano que tem caruru e vatapá no sangue, aquele que é o canto da cidade e só discute com quem entende de Inês Brasil.

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