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Doom Patrol – S01E05 – Paw Patrol

“But now the world is small and I am the monster”.

E eis que Niles Caulder finalmente reaparece e com um propósito grandioso, diga-se de passagem. No episódio anterior, nós vimos os planos do Mr. Nobody serem colocados de lado devido à uma inesperada ameaça eminente, que se não fosse combatida, seus objetivos jamais poderiam ser alcançados… Bem, era o fim do fundo. De cara, pode até parecer algo bastante clichê para uma série de herois, porém nada é convencional ou previsível quando se trata de “Doom Patrol”.

O culto do livro não escrito conseguiu evocar o “Decriador”, e a profecia de “descriação” do mundo seguia seu turno. Parecia que não haveria nada que os “esquisitos” do Chief pudessem fazer, e bem… Não havia mesmo não. Para combater uma “pedra no sapato” de ambos, Niles e Mr. Nobody se viram obrigados a trabalhar juntos. No maior estilo Dr. Estranho: esta era a ÚNICA saída possível.

Seguindo uma lógica bastante filosófica e, no mínimo, inusitada, Niles explicou que o “Decriador” é fruto da fé cega e inabalável das pessoas por anos e anos, se ele existe é porque pessoas acreditam. A única forma de combater algo assim, seria da mesma maneira. Afinal, fé se combate com fé? LOL.

Trazendo mais referência de “Endgame” (rs), nós voltamos ao passado de Jane e conhecemos mais uma de suas personalidades. E pra ser sincera, Dr. Harison já é uma das minhas personalidades preferida dela! Ao que parece, Dr. Harison tem um poder incrível de persuasão, conseguindo manipular pessoas à seu bel prazer.

Exatamente por ter esse poder tão peculiar, ela foi a escolhida para liderar o “culto do livro reescrito” e recrutar sua seita no passado, para então, no futuro (ou seria presente?) combater o “Decriador” com o “Recriador”! Confuso pra caramba, mas não seria “Doom Patrol” se não fosse, não é mesmo, haha.

Vale dizer que todas as falhas e fracassos vem afetando todos da equipe constantemente. Talvez, essas “provações” sejam apenas parte do conhecido “desenvolvimento de herói”, no entanto, elas são também importantes para mostrar o quão humanos eles são. Como poderiam salvar o mundo, sem antes conseguir salvar a si próprios?

E embora todos os membros do Doom Patrol ainda sejam projetos em desenvolvimento, já começa a ficar claro como eles estão crescendo. Um momento que deixou isso bem marcado, na minha opinião, foi quando Rita explica ao Larry porquê ela precisa ir atrás do Elliot, dizendo “eu não fui uma cuzona pela primeira vez”. É um pequeno passo, mas é um passo na direção correta. E mesmo totalmente perdidos no que realmente está acontecendo, eles estão tentando evoluir, ou melhor, estão sendo OBRIGADOS a evoluir e assumir responsabilidades.

Contudo, não é só o drama que dá corpo a “Doom Patrol”, como já sabemos. Mais uma vez as partes cômicas do episódio foram perfeitas! A forma como eles lidaram com a nova “seita” foi sensacional, foi 100% “Doom Patrol”. Uma das coisas que mais me impressiona nessa série é como ela nunca cansa de se “auto zoar”, de criar situações e arcos absurdos, onde os próprios personagens ficam chocados com o surrealismo. É perfeito, gente.

Mas bem, nem tudo são flores, também. Após a resolução do “pequeno” obstáculo do fim do mundo, Niles voltou ao domínio do Mr. Nobody e não tivemos muitas dúvidas respondidas… Na verdade, surgiram foram muitos mais questionamentos! O maior deles sendo: “what the fuck is the doom patrol?”.

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Luana Medeiros

Imagine só que um dia me foi perguntado quem eu era, e juro, até hoje não sei responder. Mas os fatos são: tenho 21 anos; sou de escorpião; amo meu cachorro e meu gato mais que tudo; estudo Rádio/TV/Internet, ouço Maroon 5; piro no Adam Levine; consigo colocar os pés atrás da cabeça; e - contraditoriamente - por fim, nasci de 7 meses.

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