Um mix de antigas e novas sensações.

Para um bom Gleek que estava desde de maio de 2014 sem ver algum vestígio de Glee, algo novo, sabe como a saudade estava grande. Mas é possível notar o quanto a espera foi crucial, e que esse tempo todo foi saudável para a série, penso que isso devia ter sido feito após a notícia da morte de Cory/Finn (Eternas saudades), devia-se ter dado um tempo maior para que a série tomasse um ar e voltasse com tudo como foi feito agora. Eu fico imaginando se Cory não tivesse morrido, qual seriam os planos para a série? Será que Nova Iorque teria sido tão centrada? (Penso que não, nunca fui muito fã). E com esse retorno é comprovado que a alma de Glee está em Ohio, no Mckinley High, no New Directions, mas foi necessário que eles vissem como o núcleo Nova Iorque não deu certo e fico muito feliz que Glee tenha voltado às suas raízes.

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Para início, um seriado com 0 de Audiência? Só podia ser em Glee mesmo (risos), parece o mundo conspirando para que Rachel voltasse para Ohio (e que bom que os ventos sopraram a favor), o que foi ótimo para mostrarmos uma nova (e até melhorada) Rachel, mais humilde. “Uninvited”, como primeira música da temporada e já um solo da Mrs. Berry, música e performance agradáveis, nada exagerado. O mesmo pode-se dizer de “Suddenly Seymour”, “Sing” e “Let It Go”. Sobre Klaine, estava enjoado já daquele vai e vem, mas é certo que eles são “end game” (Ou seja, no fim ficarão juntos), mas Karofsky e Blaine pareceu tão fofo, que me fez preferir Kurt sozinho mesmo (e teve um momento que eu torci que Kurt saísse com o loirinho do sorriso colgate), eu pelo menos acho que Klaine tem que permanecer do jeito que está por mais alguns episódios até que bata uma saudade de vê-los juntos, pois da maneira que estava em Nova Iorque não dava mais. Os Warblers estão bons como sempre, mas já o Vocal Adrenaline está tão sem vida que não aguentei ver “Dance the Night Away” mais que uma vez (o que me lembra o quanto “Rehab” no primeiro episódio da temporada foi arrasador) e ver Mr. Schue falando sobre os três corais se enfrentarem nas seletivas me fez pensar que isso acontecerá no series finale (ou não), mas gente e o filho dele? Que fofura, cada bochecha e ainda ruivinho (In love). Sue surtando após ver que o Clube do coral estava reestabelecido fez qualquer um sentir antigas sensações (saudade 1ª temporada) e o humor feito com tudo isso é ótimo, realmente precisávamos disso. Mr. Schue dizendo a Rachel que acha que ela irá gostar de ser treinadora do New Directions e então “Let It Go” (e dentro de mim uma vontade de que Shelby aparecesse, e espero que ela volte em algum momento para ajudar Rachel) e a estrela? Claro, a estrela, lindo, foi lindo mesmo, atendendo totalmente às minhas expectativas.

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E não para por aí, falando do segundo episódio, começaram os desafios para recrutar novos membros para o novo New Directions e nada melhor do que trazer todos do antigo New Directions (exceto Mike e Finn, ai que saudade) e logo depois deles se cumprimentarem vem “Take On Me” que foi uma performance tão nostálgica, me fez pensar tanto em Glee antigamente, e Sue entrando no meio e depois acabando com a magia da cena? Muito bom (risos), sem contar com Rachel e Kurt brigando pela organização das partituras (mais sensações nostálgicas). Quanto ao dilema na Dalton de aceitação ou não de Jane (“We’re all have a girlfriend“), que não vou mentir pois depois de vê-la performando “Tightrope”, eu realmente torci que ela não fosse aceita e viesse pro ND, acho que o fato dela não ter sido aceita não foi nem pelo dilema mas sim o medo dela ganhar todos os solos pois a nega é diva viu (já estou apaixonado e aquelas carinhas que ela faz de felicidade? A-M-O), e ver Rachel ajudando-a nos fez perceber o quanto ela pode comandar o coral (aí vieram tantas novas sensações). E aquela risada de Quinn após Sam dizer ao clube do chá que ela já fez sexo com uma latina? (Cuspindo mil arco-íris). G-E-N-T-E, “Problem” foi um lacre daqueles (“Sexy sales”) e sem contar que é a Trindade Divina, era algo de se prever.

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Kitty is back bitch! E por falar em bitch, ela voltou com a atitude que ela tinha no começo da 4ª temporada. Becky também está de volta, mais uma coisa positiva, mais sensações nostálgicas e a raspadinha em Rachel? Risos. Sue escrevendo em seu diário (mais sensações nostálgicas) e as interações de Spencer ao longo dos dois episódios? Ele é realmente algo diferente e por falar em diferente: Jane, Roderick, Spencer, Mason e Madison, eu fico feliz que titia Murphy tenha visto que usar versões 2.0 dos antigos não funcionou, nós Gleeks precisávamos mesmo de new blood, algo nada visto até então e, pelo menos pra mim, funcionou e falando em novatos – saudade de Marley, Jake, Ryder e Unique, espero com muita fé que eles voltem -. “Mustang Sally” foi a prova de quão talentoso Roderick é, e não dá pra deixar de mencionar a participação de Santana, Quinn e Brittany (alguém estava com saudade dos comentários engraçados dela com tudo? E “Fondue For Two”? Será que veremos mais uma vez?). Sobre aquele surto de Blaine com Rachel (ainda bem que aconteceu), o ND precisa de muitos inimigos mesmo pois é aí onde eles encontram força para pisar na cara das inimigas no fim de tudo. Mas gente, não poderiam achar uma música melhor do que “Home” para finalizar o começo da última temporada, é como eu disse, um mix de antigas e novas sensações, os antigos voltando para se encontrar, o começo de um novo New Directions e aquelas interações dos novatos (exceto Spencer)? Foi lindo, foi um começo espetacular, espero que a temporada continue no nível, será lindo.

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You think this is hard? Try having sex with Michael Bolton and not fall in love. That’s hard!

– SYLVESTER, Sue.

Quais serão os outros desafios que Rachel e Kurt terão com o New Directions? O que acontecerá com todos os outros? E Klaine? Será que Rachel continuará sozinha? E Schue continuará feliz com Vocal Adrenaline? Essas e muitas dúvidas que espero que sejam respondidas ao longo da temporada e que seja tudo lindo, para que possamos nos despedir decentemente dessa série tão amada. Até a próxima review!

Antonio Netto
Antonio Netto

Estudante de Engenharia Química. Pernambucano engraçado, dono de uma gargalhada única e de um sotaque marcante. Apaixonado por comida, séries, química e cálculos. Até gosta de estudar mas, sempre que pode, está pelo mundo curtindo e falando da vida alheia.
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