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His Dark Materials – S01E05 – The Lost Boy

Quando eu estiver assustada, eu dominarei meu medo

O ritmo que a série está tomando está me agradando muito, de inicio fiquei meio confuso com a introdução do Will tão cedo, um personagem que só é introduzido no segundo livro e que possui uma grande importância para a trama, mas no decorrer do episódio fiquei cada vez mais envolvido e curioso para quais caminhos a série tomará.

O início do episódio nos trouxe uma cena que, apesar de parecer banal, é muito interessante. Vemos um aprofundamento da relação entre Lee e Lyra, essa relação que foi pouco explorada no filme, o que é compreensível dado o tempo de duração, vai ganhando contornos, a química de Dafne e Lin é incrível.

Conforme os Gípicios avançam para Bolvangar, Lyra consulta o Aletiômetro e sente que precisa explorar a estranha cabana em que está um fantasma, como esperado todos os adultos tentam dissuadi-la da ideia, uma vez que não podem fazer um desvio apenas baseados nos instintos de Lyra.

Ao mesmo tempo Lorde Boreal observa Will e conhecemos um pouco mais dele. Will vive com a sua mãe, uma mulher atormentada pela morte do marido e que por isso tem que ser cuidada constantemente. Apesar de estar claro que o interesse de Boreal por Will se deve ao pai do Garoto, morto em uma expedição no Alaska há muitos anos, não está claro qual a relação do pai de Will com os interesses de Boreal. Teria ele atravessado para o mundo de Boreal?

De volta ao mundo de Lyra, a menina mais uma vez usa sua mágica e convence Lorde Faa e Fardem Coram que ela deve ir investigar a cabana, para isso iria com Iorek, desse modo a caravana gípcia poderia seguir e os dois os alcançariam em breve.

Antes de acompanharmos Lyra em sua jornada à cabana, temos um reencontro emocionante de Farder Coram e Serafina Pekkala, a feiticeira ainda parece amar o homem, no entanto ainda guarda ressentimentos pela perda do filho, aguardaremos ansiosos por mais aparições de Serafina.

No caminho para a cabana, Iorek conta sua história para Lyra e ficamos sabendo sobre como o urso tornou-se um exilado após matar outro urso. Quando finalmente chegamos a cabana, Lyra fica muito hesitante de entrar dado que o que quer que estivesse lá dentro causava-lhe um sentimento ruim.

Dentro da Cabana estava uma das crianças capturada pelos Gobblers, essa criança teve seu daemon arrancado, ou seja, teve sua alma arrancada, o sentimento ruim de Lyra é totalmente justificado. Como se isso só não fosse cruel demais, vemos que a criança era ninguém menos que Billy Costa.

Aqui a série fez a mesma escolha do filme em colocar Billy como o fantasma da cabana, apesar da pequena mudança de Billy não estar agarrado a um peixe podre para suprir a falta de seu daemon, o que seria uma ótima ilustração do que um daemon significa naquele universo, a representação que a série fez foi muito emotiva e melhor que a que o filme fez, quando Ma Costa se despede do filho dizendo que eles ficariam bem e que ele poderia ir encontrar Ratter (seu deamon) meu coração parou.

Após o funeral de Billy alguns esraelingues se infiltram no acampamento gípcio e capturam Lyra e a levam para um lugar misterioso, ao se dar conta onde estava Lyra se assusta, ela finalmente está em Bolvangar, mas como prisioneira.

E então, ansiosos para o que vem por ai? Tivemos uma pequena inversão nos fatos do livro e Lyra não foi para Svalbard e sim diretamente para Bolvangar, Será que ainda teremos nessa temporada um confronto entre Iofur e Iorek? Até a próxima!

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Felipe Tanabe

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