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Lucifer – S04E10 – Who’s da New King of Hell? [Season Finale]

Eu estou destruída depois desse episódio!

O ponto principal aqui foi a volta dos demônios do inferno, que possuíram o corpo de humanos que eles mesmos mataram. Então, Dromos, aparentemente o chefe, tentou levar Lucifer de volta, mas obviamente não obteve nenhum sucesso.

Assim, o baby Charlie virou alvo dos seres submundanos, que precisavam de um líder. Segundo Lucifer e Dromos, não poderia ser qualquer um, mas sim um celestial. Por ser meio anjo, o filho de Linda foi quem os demônios visaram capturar. Amenadiel acabou não fazendo a burrada de levar o bebê embora, pois conversou com a psicóloga e não teve coragem de tirar seu filho de perto dela, mas foi enganado e deixou a criança com a babá errada. Aí todo mundo se juntou para salvar o menino e que squad foi esse, hein? Maravilhosos!

Depois de não conseguir o que queria e levar um tapão no rosto, Eva percebeu o quão errada estava em fazer tudo o que fez para reconquistar Lucifer e resolveu ir atrás dele e de Chloe para contar toda a verdade e ajudá-los. Antes tarde do que mais tarde. Pelo menos ela se redimiu e conseguiu ajudar a salvar o pequeno Charlie. 

Eu gosto que mesmo sem nenhum poder e sem nenhuma técnica de luta, a ex-mulher de Adão já matou duas pessoas a sangue frio: o padre com a faca no pescoço e a outra com um salto bem no olho. Imagina o que essa mulher faria se fosse um ser celestial ou com muito treino de luta?! Falando nisso, eu não tinha certeza do que achava de Maze e Eva como casal até a última cena das duas juntas em que a humana admite que há sim uma química entre elas, mas que ela, Eva, foi cega em não perceber isso antes. O beijo na bochecha e o afago que ela deu me ganharam e já a quero voltando para os braços de Maze. Afinal, nossa demônia preferida merece finalmente ser feliz no amor, não é?!

Gente, pausa tudo agora, porque esse episódio, se não me engano, foi o melhor até hoje para Deckestar. Já que ainda não tivemos nenhuma cena mais quente do casal, as declarações e os beijos animaram qualquer fã do shipp. Quando Chloe admitiu tudo o que sentia por ele foram muitos sentimentos guardados entre os dois que vieram à tona, mas também uma sensação de proibido, pois sempre tem algo que os impede de ficar juntos. A cena em que se declararam um para o outro e depois deram aquele beijo totalmente apaixonado foi tudo para mim. Mas como o que é bom dura pouquíssimo para eles, Luci tomou a decisão difícil de voltar para o inferno e governá-lo novamente, assim, evitando que os seres sombrios voltassem à Terra para rondá-la.

A trilha sonora foi muito boa e “My love will never die”, que tocou no final, casou perfeitamente com o clima sombrio e triste que a cena pedia. Inclusive, algo a se comentar é que tenho amado a importância que a série tem dado à música, que em vários casos foi utilizada como parte da narrativa. Isso costuma ser recorrente em “Lucifer” e diversos episódios tiveram números assim como no início desse e no anterior, por exemplo. 

A temporada terminou da melhor forma possível. Nesse episódio, tudo funcionou e foi muito interessante não terem esquecido a questão da profecia que o padre Kinley tanto falou. É capaz de vermos mais desdobramentos dela na próxima (e última) temporada, já que Luci confirmou que é sobre o inferno vindo para a Terra. O que vocês acharam do episódio e o que esperam da 5ª temporada? As filmagens já começaram e em 2020 teremos nosso elenco e história de volta na Netflix. Nos vemos lá!

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Luiza Pinheiro

Carioca da gema e jornalista de corpo e alma. A primeira série que viu mesmo, aquela que a deixou viciada, foi One Tree Hill. Depois disso nunca mais parou e engatou uma depois da outra. Também ligada em cinema, não perde uma cerimônia do Oscar.

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