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Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – S05E16 – Inside Voices

Esse lance de ‘invencibilidade” faz o pessoal ter umas ideias estranhas

O gravitonium é um negócio estranho. Além das coisas mais óbvias, tipo ser um elemento que permite manipular a gravidade, ele é algo vivo, literalmente vivo. Aquela coisa de ter um cientista dentro do elemento é algo que a gente esqueceu, mas que voltou a ter relevância agora. A Hale, finalmente em roupas civis, decide que vai usar o Creel como experimento pra ver o que acontece quando alguém entra em contato com o gravitonium, já que a ideia é usar isso como arma pra derrotar a futura invasão. E quando o Homem Absorvente toca no elemento, algo dentro dele reage, tentando puxar o Creel pra dentro. Além disso, as memórias do cara lá dentro passam pro musculoso, principalmente toda a raiva e sentimentos ruins que ele nutre pelo Coulson. Ou seja, vai demorar um tempo pra Hale deixar a Ruby entrar em contato com o elemento e se tornar a Destruidora de Mundos (até porque é nisso que a Xena loira acredita).

Finalmente de pé e com braços metálicos pra chamar de seus, a Ioiô tá tentando recuperar o tempo perdido, tendo mostrar que já tá pronta pro que precisar. Mas o Mack ainda tá com um pé atrás, não só pela coisa física mas pela questão psicológica, de se sentir invencível. E falando nisso, o Deke tá as certezas que a Simmons precisava pra saber que a filha dela com o Fitz, e eles, sobreviveriam por tempo suficiente pra chegar no Farol, então eles também são invencíveis.

A Daisy no comando não é algo que tá agradando todo mundo. Apesar de ter sido treinada pra isso, o pessoal tá discordando de algumas escolhas dela. O Deke não tá gostando muito, a Simmons não tá muito a favor da pessoa que tá mantendo o marido dela preso e por aí vai. E ela tá firme na ideia de ir atrás da Robin, mesmo que isso signifique tirar a guria do esconderijo. Enquanto isso, a Simmons conta que concorda com a coisa de saber que não vai morrer da Ioiô e que elas duas e o Fitz vão chegar no futuro certamente, não importando o que aconteça. Dessa forma, eles não podem confiar só no plano da Daisy e resolvem que o Fitz é a melhor solução no momento, mesmo com todos os poréns.

Lá na base da Hidra, o Alex tá tentando refazer os planos do pai pra construir a máquina o mais rápido possível, mas a Ruby sente que não tá sendo rápido o suficiente, então tenta motivar o menino pra ele ir mais rápido, e ele naturalmente diz que vai trabalhar dobrado só pra fazer o que ela quer. Mas o Creel tá ainda meio confuso, perdido, por causa de tudo que absorveu, então ele acaba indo visitar a cela do Coulson, que tava totalmente vazia enquanto o diretor se negava a cooperar. O Phil resolve a situação contando a verdade, o que mexeu ainda mais com o Creel, já que a verdade inclui saber que o Talbot tá vivo e sendo torturado ali mesmo. E eles, juntos, vão atrás do General.

Dentro do avião, a Robin tá bem fechada, mais do que o habitual. Não se comunica nem com a mãe, já não desenha há algum tempo, inclusive. A Daisy tenta conversar com ela, mas não funciona muito bem. O último desenho que ela fez foi da morte dela, no futuro, nos braços da May, e é quando ela vê a May que finalmente se abre e a comunicação acontece. E não para por aí, já que ela chama a May de mãe.

Aí começa a loucura do episódio. Querendo testar a hipótese de que nada pode matar ela, a Simmons enche três copos de água e um com um produto químico corrosivo e diz pro Mack que a Ioiô vai embaralhar a ordem dos copos, sem que ela veja, e vai tomar três copos aleatórios e que vão ser os três de água. Isso tudo na frente da cela do Fitz, só pra convencer o Mack de que ele tem que soltar o prisioneiro. E agora que são duas pessoas com essa ideia louca de suposta invencibilidade, o Mack começa a ficar realmente preocupado. E a coisa começa a acontecer, com a Jemma bebendo copo por copo. E quando bebe o terceiro, ela começa a se contorcer de dor, indicando que o plano dela deu errado. O Mack tenta ajudar, mas não sabe onde buscar um reagente que salve a vida dela, então acaba soltando o Fitz, que saberia. Porém, tudo não passou de um plano, muito bem elaborado, pra que o Fitz saísse e  Ioiô usasse os poderes pra prender o Mack. O que mostra que na real não foi só o Dr. Leopold que tá dando o ar da graça, mas alguma Jemma muito mais pragmática, até mesmo menos sentimental, também apareceu.

Depois de falar com a May, a Robin se acalmou e voltou a fazer vários desenhos e um deles mostra o Coulson e mais alguém, que a gente sabe que é o Talbot, em um lugar desconhecido, com três montanhas no fundo. A Daisy começa a procurar lugares onde eles podem estar, mas num primeiro momento não há nenhum resultado. Enquanto isso, na base da Hidra, o Coulson, o Talbot e o Creel tão atrás de uma saída, mas eles só conseguem chegar na sala onde aquela máquina de transporte fica. O Creel fica pra trás, pra enfrentar a Ruby e os robôs, enquanto os outros dois acabam ativando a máquina e indo pra algum lugar desconhecido, mas provavelmente na Terra.

 

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.


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