Chega ao fim a primeira temporada de Jessica Jones, com ação de sobra e um leve crossover com Demolidor. Chega mais pra gente conversar sobre esse ótimo episódio.

O último episódio começa com Jessica tentando salvar Luke, após dar um tiro na sua cabeça. No hospital, ao tentarem aplicar injeções no homem, descobrem que ele tem poderes. Quem aparece pra ajudar os heróis é nada mais nada menos que Claire, a enfermeira que ajudou Matt Murdock, o nosso demolidor, na primeira temporada do outro sucesso da Netflix. Pelos diálogos de Claire com Jessica e Luke, é possível notar que Jessica Jones ocorre simultaneamente a Daredevil, ou seja, as séries acontecem no mesmo tempo cronológico (ou pelo menos similar).

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Com Claire cuidando de Luke, Jessica continua caçando o vilão. Ela sofre uma emboscada no hospital, uma vez que Kilgrave agora tem mais poder e é capaz de controlar mais pessoas por vez. Após escapar dele uma vez, Jessica sabe que ele está mais poderoso e é capaz dela morrer tentando matá-lo. Enquanto isso, Kilgrave ordena ao seu pai para injetar tudo o que ele produziu, mesmo correndo risco de morte. Aliás, descobrimos que o aumento do poder de Kilgrave vem a partir de uma solução feita do feto do filho de Hope, que Hogarth havia roubado na prisão. Não sei se acho isso nojento ou assustador.

Jessica e Trish vão atrás de Kilgrave, e encontram o pai do vilão sem braços, pronto pra morrer. Enquanto isso, Malcom aparece para ajudar Claire com Luke, no apartamento de Jessica. Jeri também dá o ar da graça, mas nada que valha a pena ser citado.

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Jessica e Trish continuam sua saga para acabar com o vilão, e armam um plano pra acabar com ele. Com as roupas de Jessica e de fone de ouvido, Trish aparece pra enganar Kilgrave, enquanto Jessica aparece de surpresa para caçá-lo. No entanto, Kilgrave hipnotizou alguns policiais para pegarem Jessica, que sofre um pouco para escapar. Após escapar, ela vai atrás do vilão, que está pronto pra fugir em um iate. Aqui, ele hipnotizou mais gente pra se bater até a morte, causando uma distração à Jessica, enquanto ele foge. Jessica põe seu plano em prática e vai em direção à Kilgrave. Ele grita para que todos parem onde estão e ela para. ME CAGUEI INTEIRO AQUI, ACHANDO QUE A PORRA TODA TAVA PERDIDA. Mas não. Após Kilgrave pegar Trish e usá-la como arma contra Jessica, a heroína continuou fingindo que estava afetada pela hipnose do vilão, mas na primeira oportunidade que teve agarrou ele e quebrou seu pescoço. Nessa cena só pensei:

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Luke acordou e foi embora (pra sua série, em 2016), enquanto Hogarth salva Jessica na delegacia (após ela matar Kilgrave na frente de um monte de gente). A mãe de Trish manda mais informações importantes pra ela, tentando alegrar e acalmar a filha, e ainda Jessica encontra Malcom arrumando sua casa, mostrando o quanto ela é importante pra ele.

Uma temporada bem regular, coroada pela afinidade do elenco. Krysten Ritter não é um primor de atuação como Charlie Cox, em Demolidor, mas ainda assim apresenta um ótimo trabalho. É impossível não comparar as duas séries Marvel na Netflix, e assim será com as próximas duas. No geral, ambas são de qualidade acima da média e apostam em heróis com mais potencial para serem anti-heróis. Sobre essa temporada de Jessica Jones, senti falta de uma apresentação melhor da heroína. As informações dadas muito rapidamente dificultaram a criação de afinidade pela protagonista. Uma veia cômica pra série, além das ironias de Jessica, também viria a calhar. Vamos esperar pra ver o que aparecerá na segunda temporada. Enquanto isso, confira esse teaser lançado pela Netflix.

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Gerson Elesbão
Gerson Elesbão

Nem tão complicado demais, mas nem tão simples assim: quebra-galho, colunista e seriador. Dificilmente atualiza o Banco de Séries, mas adora gongar as séries amadas pelo público. @gersonelesbao
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