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#NowPlaying: Injustiças do Oscar

Uma análise diferente!

No último domingo, dia 25, tivemos mais uma edição do Oscar. Dessa vez, a premiação foi marcada pelas consequências da pandemia, o que afetou o mercado cinematográfico e até a preparação da cerimônia.

Como toda grande premiação que se preze, o Oscar está sempre cercado de polêmicas. Atitudes racistas, machistas e homofóbicas da academia, injustiças, erros durante a premiação, e por aí vai. Pensando nisso, hoje o nosso #NowPlaying vai falar sobre as maiores injustiças na categoria de Canção Original do Oscar. Vem com a gente e diz se você concorda ou não.

The Bare Necessities – The Jungle Book – Oscar de 1968

(Somente o Necessário – Mogli: O Menino Lobo)

É impossível pensar hoje em dia que essa música tão marcante da Disney foi esnobada pelo Oscar em 1968 né? Infelizmente, Balu e Mogli, nesse ato tão importante e leve do filme, não levaram a estatueta pra casa, e perderam para “Talk to the Animals”, da trilha sonora do primeiro Doutor Dolittle. Sinceramente, uma injustiça clara, pois a história mostra qual das duas é mais marcante.

Eye of the Tiger – Rocky III – Oscar de 1983

Olha, aqui a injustiça foi bem grande também. Um dos hinos dos anos 80, que deu vida ao famoso boxeador do cinema, “Eye of the Tiger” era uma grande aposta de 1983, mas acabou perdendo pra melosa “Up Where We Belong”, do filme A Força do Destino. A segunda música da nossa lista entrou pra história como uma das grandes injustiças da categoria no Oscar.

I Have Nothing – The Bodyguard (O Guarda-Costas) – Oscar de 1993

Aqui eu não vou chamar de grande injustiça, porque o vencedor de 1993 foi “A Whole New World” (Um Mundo Ideal), do filme Aladdin, que também é uma música super memorável dos anos 90. Mas o barulho que a trilha sonora de The Bodyguard fez merecia ao menos uma estatueta, de preferência em “I Have Nothing” que até hoje segue bombando nos realities musicais e 9 de cada 10 nascidos nos anos 80 e 90 sabem cantar hahaha Enfim, a famosa “I Will Always Love You” não poderia ter concorrido na época, pois é na verdade um cover da música de Dolly Parton, então por isso “I Have Nothing” merecia a lembrança.

You’ve Got a Friend in Me – Toy Story – Oscar de 1996

Acredite se quiser! O hino mais famoso da Pixar, perdeu o Oscar de Melhor Canção Original para “Colors of the Wind”, do filme Pocahontas. Primeiro, que esse filme já não tem nada demais. Segundo muita gente nem lembra da música. É um absurdo a música que traz toda a mensagem do filme Toy Story tenha perdido em 1995, mas cabe lembrar que a Disney tem muita tradição nessa categoria.

I Don’t Wanna Miss a Thing – Armaggedon – Oscar de 1999

Em 1999 foi a vez de um filme de ação ser o injustiçado. “I Don’t Wanna Miss a Thing”, do filme Armaggedon, acabou perdendo na época pra música “When You Believe”, do filme O Príncipe do Egito. Essa aqui também não foi uma graaaaande injustiça, até porque a música vencedora é super bonita e importante pro filme que pertence, mas em termos de legado e lembrança, não dá pra dizer que “I Don’t Wanna Miss a Thing” não merecia né.

Listen – Dreamgirls – Oscar de 2007

Eis o motivo de eu ter feito esse post hahaha Essa música é um hino, um marco na própria carreira da Beyoncé, e é um absurdo que ela tenha perdido o prêmio em 2007. O vencedor na época foi o filme Uma Verdade Inconveniente, com a música “I Need To Wake Up”, que ninguém nem lembra mais. “Listen” ter perdido é sem dúvida uma das grandes injustiças da premiação.

Real In Rio (Favo de Mel) – Rio – Oscar de 2012

O maravilhoso filme sobre as araras-azuis no Rio de Janeiro foi um dos dois indicados pra Melhor Canção Original na 84ª edição do Oscar. Não dá pra analisar aqui sem puxar um pouco a sardinha pro nosso lado, mas o que Sergio Mendes e Carlinhos Brown fizeram aqui foi algo muito bom e bacana, trazendo toda a brasilidade do samba para o filme, num ato que merecia ser reconhecido pela academia, mas injustamente não foi.

‘Til it Happens To You – The Hunting Ground – Oscar 2016

Essa é uma música muito pesada, muito forte e profunda, que foi tema do documentário sobre abuso sexual nas universidades americanas. Interpretada por Lady Gaga, “’Til it Happens To You” acabou derrotada por “Writing’s On The Wall”, do filme 007 – Contra Spectre, perpetuando o legado das trilhas sonoras do filme do agente secreto nessa categoria. Fato é que a música de Sam Smith não era tão forte e necessária quanto a de Gaga, e por isso a injustiça aqui.

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Mas a gente quer mesmo saber, você concorda ou discorda? Exageramos? Esquecemos alguém? O que você achou do vencedor deste ano? As nossas colunas do #NowPlaying aparecem aqui no site sempre no fim de todo mês, então se você gosta de música, gruda aqui com a gente!

Até a próxima!

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Autor

Gerson

Um @gerson incomoda muita gente, um @gersonrealoficial incomoda incomoda incomoda muito mais! É DC, é Marvel, é Netflix, é reality. Se a série for boa, chama no probleminha, bebê!

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