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Panela Indica #3

Mais indicações quentinhas!

Todos os meses, nós do Panela de Séries, traremos uma série de indicações para vocês, desde séries e filmes, até livros, podcasts, músicas e jogos para celulares e video games, tentando ser o mais variado e abrangente possível.

Documentário: “Period. End of Sentence” (Netflix)

https://www.youtube.com/watch?v=QdlKervJ0-Y

“Absorvendo O Tabu” recebeu o Oscar de “Melhor Curta-Documentário” desse ano, e foi só ao assistir o discurso da equipe que eu criei consciência sobre a existência e importância do material. Por estar disponível na Netflix e ter apenas 26min de duração, eu consegui vê-lo rapidamente e entendi perfeitamente essa vitória.

O documentário – que é indiano, dirigido por uma mulher indiana – mostra a realidade de muitas mulheres indianas, e todos os tabus acerca da menstruação feminina. Mulheres que sequer já tinham ouvido falar em “absorventes”, e uma população que anula e invisibiliza completamente algo biologicamente comum aos seres humanos. São menos de 30min que você simplesmente não vai se arrepender de ter vivido e aprendido!

Clique AQUI para assistir na Netfix

Indicação por Luana Medeiros

Série: “Outlander” (Starz/Netflix)

Outlander é aquela série que, na minha opinião, o mundo todo deveria assistir e acho que a sinopse do que é a série não faz jus ao tanto que ela aborda. Tanto que eu só comecei a assistir por muita insistência de uma amiga porque a sinopse inicial não me interessou em nada, eterna gratidão a minha amiga que me apresentou esse hino de série. Ela é baseada nos livros da autora Diana Galbadon e atualmente, finalizou sua 4ª temporada, já tendo sua 5ª temporada confirmada. Os protagonistas são Claire e Jamie interpretados pelos atores Caitriona Balfe e Sam Heughan, que caíram nas graças do público desde o seu primeiro episódio que foi ao ar em agosto de 2014.

Resumidamente (beeem resumidamente), a série fala de Claire Randall, uma enfermeira britânica da Segunda Guerra, que viaja com o marido Frank Randall para a Escócia após muito tempo longe por conta da guerra. Lá, por causa de uma magia, ela acaba voltando 200 anos no tempo, estando no ano de 1743 e conhece o escocês Jamie Fraser e a partir daí, sua história e a história dos dois se desenrola. Pra saberem o resto, só assistindo mesmo (rs).

O que eu mais gosto na série é que por mais que ela tenha um fundo histórico e aborde vários momentos importantes da história mundial, não é uma série histórica e por mais que foque bastante no romance, passeia sobre diversos assuntos que estão em voga até hoje em dia como o machismo, racismo, xenofobia e muitos outros. Além disso, conta com o cenário lindo da Escócia e aborda dramas reais de uma forma muito delicada e ao mesmo tempo intensa. Ficou curioso? Aproveite o hiatus da série e corre pra assistir esse ícone.

Clique AQUI para assistir na Netflix

Indicação por Caroline Azevedo

Filme: “The Incredible Jessica James” (Netflix)

Esse delicioso clichêzão original Netflix, sem duvidas foi uma das maiores surpresas guardadas no serviço de stream. O filme não teve o hype de filmes como “Para Todos Os Garotos Que Já Amei” ou “Sierra Burgess Is A Loser” mas é tão bom e incrível quanto ambos, se não for melhor. O filme não tem a pegada jovem como os citados, mas é um romance como ambos. Porém é válido dizer que ele não é nada convencional e te surpreende a todo momento.

Eu não sabia nada sobre o filme é apenas me joguei nele, foi amor à primeira vista, afinal Jessica James é incrivelmente amável. Por isso, apenas vou dizer a vocês que Jessica é uma mulher real, extremamente sincera, não convencional e que está tentando superar o amor mais importante de sua vida de uma forma totalmente louca. Vale a pena demais, assistam!!!

Clique AQUI para assistir ao filme na Netflix

Indicação por Andy

Série: Rectify (Sundance TV)

Sabe aquela série maravilhosa que você conhece por um acaso e só você conhece? Então, essa é Rectify. Um drama super inteligente e bem montado que gira em torno da história de um homem acusado de estupro e preso ainda novo. Após anos se passarem ele consegue liberdade provisória, porém ele precisa reaprender a viver, em um mundo totalmente diferente de quando ele foi preso e em uma sociedade que está pronta para julgá-lo. Além disso, nem ele próprio sabe se ele realmente cometeu o crime ou foi julgado injustamente.

Apesar de ser uma série de pouco investimento, as atuações são excelentes e o roteiro excepcional, além de que ela consegue ter o tempo certo dos acontecimentos, não sendo uma série arrastada e nem precipitada. São apenas quatro temporadas que contam bem a história. Vale lembrar que Rectify é considerada, segundo o portal especializado Metacrit como a melhor série de todos os tempos, recebendo nota 99/100 dos críticos e 8.88/10 do público. Impossível não se emocionar e não se conectar tanto com os personagens, quanto pela história.

Clique AQUI para assistir ao trailer

Indicação por Lucas Prata

Banda: Lifehouse

Lifehouse é uma das minhas bandas favoritas e que traduz em músicas praticamente todos os momentos que já passei/estou passando de uma forma indescritível. Fora que a voz do Jason Wade (vocalista) me toca de uma forma que nenhum outro ou outra consegue.

A banda é americana e surgiu em 1999 com o nome Blyss, mas por questões de direitos autorais, tiveram que mudar o nome e foi aí que surgiu o nome Lifehouse. Em 2000, lançaram seu primeiro CD de nome “No Name Face”, que tem alguns hits. Porém, em 2001 foi quando o reconhecimento maior veio, quando a música “Everything” tocou na série “Smallville”, que foi justamente onde eu conheci a banda e me apaixonei pelas músicas. Várias músicas da banda fizeram parte da trilha, inclusive Lifehouse chegou a participar da 4ª temporada da série em um episódio que eles tocavam “You and Me”, outro grande hit deles. Além de “Smallville”, já tiveram suas músicas como trilha das séries “One Tree Hill” e “The Vampire Diaries”.

A banda já lançou 7 CDs e o último CD lançado foi em 2015. Atualmente, estão fazendo shows nos EUA, porém sem lançar nada novo. Lifehouse já passou por um grande troca troca de membros, os únicos que sempre permaneceram foi Jason Wade, Bryce Soderberg (baixista) e Ricky Woolstenhume (baterista). Atualmente, a banda também conta com Steve Stout.

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Indicação por Caroline Azevedo

Série Animada: “Young Justice” (DC Universe/Netflix)

Como eu estou sempre vendo coisas relacionadas à HQs/super heróis no meu Instagram, quase sempre meu “explorar” fica dominado por assuntos relacionados. E nisso, constantemente apareciam posts elogiando a animação “Young Justice” da DC, sendo inclusive bastante bem avaliada pelos críticos em todas suas 3 temporadas. Sendo assim, no começo do ano, no meu período de férias, decidi dar uma chance.

Apesar de ser um produto de classificação 10 anos, toda a trama é extremamente bem escrita e a série trata com muito primor de assuntos requintados, não deixando nada a desejar tanto em técnica quanto em roteiro. O desenvolvimento dos personagens é algo incrível também, e após 3 temporadas, você realmente percebe como todos os personagens (não só os principais) amadureceram durante as passagens de tempo. E se eu não tiver dado motivos suficientes, ainda posso afirmar com toda a certeza do planeta Terra que a melhor versão de Dick Grayson fora das HQs pertence à Young Justice!

Clique AQUI para assistir na Netflix

Indicação por Luana Medeiros

Álbum: Dirty Computer – Janelle Monáe

https://www.youtube.com/watch?v=tGRzz0oqgUE

O terceiro álbum de estúdio da cantora norte americana Janelle Monaé é perfeito não apenas por ela ser sagitariana, mas também por ser, sem duvidas, o melhor álbum de 2018. Infelizmente ele foi completamente injustiçado no Grammy Awards, não recebeu indicações suficientes e perdeu a categoria que mais merecia levar, a de ÁLBUM OF THE YEAR. Janelle trás um som não tão parecido com seus discos anteriores, com uma sonoridade mais pop, grande influência do eterno Prince, R&B, rap, eletro, entre outros.

Não parando pro aí, o álbum tem uma estética visual impecável, um filme super bem construído e com um roteiro perfeito, é coisa no nível LEMONADE by Queen B. E não cansada de ser perfeita, Janelle ainda trata de temas como pansexualidade, negritude, solidão da mulher negra, liberdade sexual, empoderamento feminino, negro e LGBT, governo Trump e alienação. Tudo isso com uma voz impecável e ao lado da maravilhosa Tessa Thompson. Se você não deu atenção ao Dirty Computer é a Janelle Monaé, você tá vivendo errado.

Clique AQUI para assistir ao filme / Clique AQUI para ouvir no Spotify

Indicação por Andy

Série: “Sorry For Your Loss” (Facebook Watch)

“Sorry For Your Loss” é uma série de drama de 10 episódios produzida pelo Facebook e estrelando Elizabeth Olsen. A trama em si não trás nada muito inovador, nem os quesitos técnicos são tão incríveis. Mas a simplicidade disso tudo é, para mim, o maior atributo possível. O enredo gira em torno de uma jovem que perde seu marido e tem que reaprender a viver sem tê-lo por perto.

A atuação de Elizabeth está impecável – tanto que lhe rendeu uma indicação ao Critics’ Choice Awards – e ela consegue transmitir perfeitamente as nuances excruciantes de se viver em perda. As coisas mais simples da vida se tornam barreiras diárias, eventos cotidianos continuam sendo constantes readequações. Quem já perdeu alguém vital para o seu balanço sabe como é impossível voltar a ser o que se era antes, mas é uma jornada que precisa ser seguida. É realmente como reaprender a não apenas viver, mas também reaprender a ser, enquanto incompleto.

Clique AQUI para assistir no Facebook Watch (grátis)

Indicação por Luana Medeiros


Fique atento, pois o Panela Indica vai ao ar todo segundo sábado do mês. E se você tiver alguma indicação bem bacana e quiser usar esse espaço aqui também, entre em contato com o site pelo email ou pelas nossas redes sociais: FacebookInstagram Twitter.

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Luana Medeiros

Imagine só que um dia me foi perguntado quem eu era, e juro, até hoje não sei responder. Mas os fatos são: tenho 21 anos; sou de escorpião; amo meu cachorro e meu gato mais que tudo; estudo Rádio/TV/Internet, ouço Maroon 5; piro no Adam Levine; consigo colocar os pés atrás da cabeça; e - contraditoriamente - por fim, nasci de 7 meses.

Tema por Gabriela Gomes Todos os direitos reservados ao Panela de Séries