24 de fevereiro de 2016
Panela Velha: Prison Break

Vamos relembrar esse grande sucesso!

O nosso blog virou um site, e com isso trouxemos várias novidades para todos os nossos leitores, uma delas é a Panela Velha, onde iremos relembrar um pouco das nossas séries que marcaram nossa vida de seriador que infelizmente foram finalizadas ou cancelas, por algum motivo. Para a estreia vamos falar de um dos maiores sucessos da FOX e também daqui do Brasil.

Eu sou uma pessoa muito suspeita para falar de Prison Break, porque simplesmente é uma das minhas séries favoritas de toda a história, não só pela a história, mas sim pelo que tudo que fiz para assistir essa série, sou um jovem de 22 anos e quando iniciou PrBr em 2005, eu só tinha 11 anos, eu não a conhecia, e não sabia assistir online na internet discada, piorou baixar algo, então tive que assistir ela, só na globo anos depois, acho que entre 2008/2010, mas aquilo não foi suficiente, pois emissora aberta no Brasil corta muita coisa e não foi exibida na integra, onde muita coisa foi cortada, mas ali vi, que era uma obra prima e merecia ser vista na integra. Então, logo depois de finalizar a série na globo, baixei ela, nessa época eu já sabia mexer nessas coisas, graças a Deus, e aí tive certeza ainda mais da obra prima que se tratava Prison Break, pelo menos em suas primeiras temporadas, a frente entenderam, porque as primeiras temporadas.

Muita gente gosta de rotular PrBr de Drama/Crime/Ação, mas eu gosto de falar que ela é simplesmente uma história de amor, com esses elementos de fundo, por isso é uma obra prima, onde uma série com essa carga pesada poderia ter amor, simples, pois a história de PrBr é a história dos irmãos Scofield e Burrows, que irei falar um pouco mais a frente, e entenderão tudo isso que quis dizer mais à frente.

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A Primeira temporada de Prison Break é a melhor temporada de série que já vi na vida, talvez pode ser comparada a SeasonPremiere de HowToGetAwayWithMurder, mas ainda é algo que não decidi ainda, e talvez será a minha dúvida de vida, como “o que veio primeiro, o ovo ou a galinha? ”. A Primeira temporada nos apresenta o personagem mais inteligente que já vi na minha vida o Michael Scofield, que tinha como objetivo de vida salvar o seu irmão Lincoln Burrows do corredor da morte, onde ele acreditava que era inocente, ambos interpretados brilhantemente pelo Wentworth Miller e Dominic Purcell respectivamente, mas a grande pergunta seria como ele salvaria seu irmão de um presidio de segurança máxima? A resposta: Elaborar um plano perfeito para fugir com seu irmão, desde utilização de parafusos da construção e até mesmo alguns presos, minuciosamente estudados por ele, e como ele saberia dos detalhes da prisão? Ele era simplesmente um dos engenheiros que elaborou a reforma do local. Todos os detalhes do plano não caberiam em uma cabeça normal e o Michael sabia disso, e decidiu tatuar o seu corpo inteiro com toda a planta da prisão e também de alguns dados importantes para ele, para a fuga completa.

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Na Fox River conhecemos os presos que ajudaram com a fuga como o Fernando Sucre (Amaury Nolasco), companheiro de cela de Scofield; Theodore ‘T-Bag’ Bagwell (Robert Knepper); John Abruzzi (Peter Stormare); Benjamin Miles “C-Note” Franklin (RockmondDunbar); e Charles Westmoreland (Muse Watson), e durante toda a primeira temporada foi o decorrer do plano para a fuga de todos esses seres da Fox River. Na Fox River também conhecemos a Sara Tancredi, que se tornou o Amor do Michael, onde muitos falam que foi o erro do plano dele, mesmo ele tendo ajudado de forma direta na fuga deles.

Quem não se lembra da SeasonFinale da primeira temporada, onde foi o dia da elaboração do plano da fuga, e acaba dando errado e os agentes penitenciários viram e aquilo nos deixou muito apreensivos, pois ali sabíamos que algo tinha dado errado e que eles teriam que fugir muito do lado de fora da prisão e aí que foi o grande plot para a segunda temporada.

A Segunda temporada é algo meio montanha russa na vida de PrBr, pois para muitos a série começa a se perder ali, mas não creio que foi nesse momento que a série se perdeu por total. A série depois de uma primeira temporada impecável, veio para uma segunda temporada super bem vista pela crítica e tinha por obrigação fazer bonito, mas dessa vez não teria Fox River como fundo de plano para sua história, mas sim o país dos EUA, pois todos os presidiários começaram a fugir, tentando se esconder, fugir do país, tentar “recomeçar” uma vida, e tudo mais, porém com um país inteiro atrás dele, com aquela cede de vingança que americano tem.

Durante a segunda temporada conhecemos um dos personagens mais emblemáticos da série, o agente corrupto do FBI Alexander Mahone, que tinha uma inteligência nível Scofield, e nessa temporada conhecemos melhor o ex-carcerário Bred Bellick, que estava perseguindo os fugitivos por causa da recompensa milionária que estavam pagando pela captura desses fugitivos. A segunda temporada foi quando começou a prender e até mesmo morrer vários dos foragidos e por causa dessa perseguição e ao mesmo tempo separação de todos, a série estava caminhando para outra segunda temporada muito boa, mas infelizmente foi introduzida, o que posso dizer que foi uma das piores ideias da série, a Companhia.

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A entidade foi a grande responsável por todo o plano em que incriminou o Lincoln, e graças a isso ela foi responsável pelos maiores erros de roteiro, porque não foi deixado muito claro o que os autores queriam dizer com isso, mas felizmente veio o final da temporada e acabou inocentando o Lincoln e Sarah (por ter ajudado os presidiários fugirem) , e essa coleta de provas para inocentar dois dos nossos heróis foram dadas pelas mãos do agente do FBI que até então eu odiava o Paul Kellerman, sim eu o odiava e creio que muitos de vocês também. O Sucre nessa altura era um dos fiéis escudeiros do Michael e o Lincoln, mas ele sai um pouco de cena para cuidar de sua esposa e sua filha, mas a companhia consegue armar um plano em que conseguiram prender o Mahone e Bellick, e também prendeu o Michael dentro de uma prisão panamenha chamada Sona, e dentro dessa prisão ainda tínhamos a presença do T-Bag (por pior que seja, ele era o melhor personagem secundário da série, pois era aquele “amo, odiar”), esse foi o grande plot para a terceira temporada, a que a nesse momento para quem assistiu simultaneamente, já estava querendo que fosse a última.

Quando veio a terceira temporada, eu particularmente, sabendo que já tinha a quarta acreditava que estava vindo outra obra prima, do nível da primeira temporada, mas veio a greve dos roteiristas (fui saber disso depois ao pesquisar mais sobre esse mundo das séries), e a série foi menor em número de episódios e também foi a menor em nível de qualidade.  A Sona era uma cadeia de país de terceiro mundo e creio que se não formos longe de casa, terá uma Sona para ver a realidade, pois a realidade era algo de outro mundo e praticamente escasso o direito de qualquer ser vivo. Essa temporada foi bem broxante, pois consistia em um Michael repetir o mesmo plano da primeira temporada, mas dessa vez, não por amor, e sim por chantagem, pois a companhia queria que ele tirasse o James Whistle da prisão, caso contrário mataria o seu sobrinho L.J. e ainda mataria a Sarah (que depois acabou sendo dada como morta e só aparecia ela sendo decapitada). Nos seus últimos episódios os nossos anti-heróis conseguiram fugir, mas o Bellick e T-bag (um dos personagens mais destruídos nessa temporada) continuaram presos, e com isso fomos para a quarta temporada, para que encerrasse com um pouco de dignidade.

Sona, a grande cagada de Prison Break.

Sona: a grande cagada de Prison Break.

A quarta temporada veio com a expectativa de corrigir os erros anteriores da série, para finalizar de forma mais digna, algo tão perfeito no seu início, mas que veio se desgastando no final, por causa daquela mania de TV, “se dar audiência, não pode ser cancelado/finalizado”. A quarta temporada novamente víamos o Michael com toda a pose de galã, para salvar alguém novamente, e dessa vez o seu irmão Lincoln que havido sido preso pelo por alguém importante da Companhia, mas dessa vez ele teria que descobrir mais sobre o Scylla que nada mais é do que um dispositivo que continha várias informações da organização, e para isso o Michael contou com a ajuda de alguns escudeiros, como: Lincoln, Mahone, Sara (que voltou dos mortos, afinal,nunca tinha sido mostrada a cabeça decapitada e de quem a pertencia), Roland Glenn (um hacker asiático), Sucre e Bellick (que saíram de Sona pela porta da frente, logo após T-Bag meter fogo na penitenciária). A temporada em si foi uma temporada com muita ação, muitas emoções, mas para quem já estava cansado de assistir aquela história com uma barriga foi bem cansativa. O Bellick teve um dos finais mais memoráveis, pois morreu como herói depois de tudo que fez contra nossos “anti-heróis” de tudo que sofreu na Sona, e tudo mais. O T-bag teve um final bem justo, até certo ponto, voltando para a cadeia, mas dessa vez, ele continuava como o rei do pedaço. No final tivemos uma surpresa, com o Michael morto, e dessa vez só víamos o filho dele que tinha o mesmo nome indo para um tumulo, algo de homenagem ao seu pai, mesmo depois de tudo que eles passaram e até mesmo conseguiram um perdão judicial e sim não me conformo com esse final.

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Essa quarta temporada tinha tudo para finalizar a série com maestria, mas tudo ficou muito vago, e creio que Prison Break pode ser considerada aquela série de duas primeiras temporadas muito boas, mas que depois caiu bastante o nível, então é isso e espero que tenham gostado de matar a saudade de uma série, que mesmo só considero duas temporadas boas e perfeitas. GENTE, eu me recuso a comentar aquele filme, que sim, eu o ODEIO.

PS: Caso alguém questione Prision Break está aqui, por ter confirmado uma nova temporada, só lamento, pois para mim isso que irá iniciar será um novo ciclo.

Com isso finalizamos o nosso primeiro especial relembrando séries marcantes, se quiserem deixar alguma sugestão de série, e se alguém da nossa equipe ter assistido e tiver marcado ele, providenciaremos na nossa programação um especial sobre.

Phelipe
Phelipe

Estudante de Direito, Cruzeirense, polêmico quando deve ser, mas bem passivo às vezes, além de confuso, autêntico. Começou o seu amor por série com Prision Break e depois disso virou vício.
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