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Panelaço: As Melhores Estreias de 2018

Que dezembro traga…

Dezembro vai trazer nada porque não é carteiro. Mas fato é que dezembro chegou e o ano está prestes a acabar. Ano intenso, diga-se de passagem! Teve Copa do Mundo, teve Eleições, teve Guerra Infinita… Muita coisa pra gente lembrar! E esse Panelaço é justamente pra gente lembrar um pouco do que teve de bom nesse ano!

Em 2018 muita coisa nova estreou, muita coisa bacana e que ainda não teve o devido reconhecimento das premiações. Mas o que é o Emmy ou o Globo de Ouro perto do reconhecimento do Panela de Séries né mores HAHAHAHAHHA Enfim, vou aproveitar esse espaço pra falar das séries que vi esse ano e que considerei as melhores! Então se a sua preferida não estiver na lista, me conta qual é! E se você se interessou por alguma dessas, corre pra ver, todas valem muito a pena!

6º Lugar – Impulse

Essa realmente é uma das grandes séries de 2018 pra mim, e também uma das mais subestimadas, talvez pela falta de conhecimento na plataforma em que foi lançada, o YouTube Red. Essa plataforma do YouTube nada mais é que um serviço de streaming, como a Netflix, e começou a lançar séries originais, como Impulse. Impulse é uma série no mesmo universo do filme Jumper, aquele onde algumas pessoas tem o poder de se teletransportar. Apesar de soar fantasiosa, a série traz alguns debates muito importantes, como estupro, sexualidade, ao mesmo tempo em que Henry, personagem principal da trama, começa a descobrir seus poderes e tudo o que vem com ele. A série conta com apenas 10 episódios em sua primeira temporada e possui poucos rostos conhecidos (provavelmente você conhecerá apenas Missi Pyle, de Operação Cupido, e que interpreta a mãe de Henry na série). Apesar de ainda não ser conhecida do grande público, Impulse é uma série que me agradou pelo enredo, pela trilha sonora e pela direção. O primeiro episódio pode ser visto de graça no YouTube e é uma boa opção pra começar a acompanhar nas férias.

5º Lugar – Maniac

Com Jonah Hill, Emma Stone e Sally Field, qual a probabilidade dessa minissérie não ser um hino? Uma das apostas do ano da Netflix, Maniac trouxe a proposta de falar de tecnologia e relacionamentos de uma maneira diferente, saindo do lugar comum de relacionamento românticos e partindo para o lado de relacionamentos afetivos, principalmente relações com familiares e amigos. E olha, o resultado não podia agradar mais! Primeiramente, o roteiro consegue ser muito inteligente, alternando momentos de “Que Porra é Essa?” para momentos de “Caiu um Cisco no Meu Olho”, e momentos de “KKKKKKKK”, todos muito bem dosados. Inconscientemente, Maniac é capaz de abordar temas corriqueiros, de falar da importância de enfrentar traumas, enfrentar medos, para conseguir se tornar uma pessoa mais forte. Com 10 episódios (alguns curtinhos até), a série entrega um trabalho muito bacana, com foco principal nas atuações do trio que citei no começo, que conseguem dar vida à elfos, robôs e até mesmo águias. Se você quiser saber mais da série, nossas reviews completas podem ser conferidas clicando AQUI.

4º Lugar – Good Girls

Quando eu vi o trailer de Good Girls pela primeira vez eu sabia que vinha coisa boa! Uma comédia em forma de série que mais parece um filme. É assim que podemos traduzir Good Girls. Apesar de possuir um elenco pouco expressivo (no máximo você vai lembrar de Matthew Lillard como o Salsicha de Scooby-Doo), a série consegue nos cativar muito com o trio de anti-heroínas improvável: mães e donas de casa, com suas vidas à beira do abismo. Beth, Annie e Ruby têm problemas e precisam de dinheiro pra resolvê-los, e é numa oportunidade de assalto que veem a possibilidade de mudar suas vidas. Só que não para aí, e quando elas veem, estão com água no pescoço. Como uma comédia muito bem construída, Good Girls ainda traz momentos de tensão e drama com as nossas personagens, e nos faz torcer pra um improvável casal (se você viu sabe bem de quem eu tô falando!!!!). No Brasil, a série foi distribuída pela Netflix, então se você ainda não viu, corre lá pra ver os 10 episódios! A gente ainda fez uma análise da primeira temporada, e você pode conferir clicando AQUI. Estamos muito ansiosos pra próxima já!

3º Lugar – YOU

Meus amigos do Panela de Séries estão de saco cheio comigo indicando YOU já HAHAHAHAHAH Fato é que YOU é o tipo de série que você não dá nada! Parece mais uma série de drama romântico, com personagens teens e que vai cair no lugar comum. Aí quando você vê o piloto você é sugado e preso pela narrativa envolvente que Joe e Becky te trazem! Sim, Joe e Becky são os personagens principais da série e a história gira praticamente em torno deles. Joe é um vendedor de livros, culto, fofo, aparentemente um pisciano, bem trouxa, mas que numa segunda olhada se torna um stalker, um perseguidor de Becky. E ele não consegue parar até tê-la do seu lado completamente, até que ele seja o motivo de ela querer acordar. Achou pesado? Então corre pra ver porque é muito mais que isso! HAHAHAHAH Com rostos conhecidos como o de Penn Badgley (de Gossip Girl) e Shay Mitchell (de Pretty Little Liars), YOU é capaz de te prender de uma maneira surreal e de te fazer olhar para as pessoas ao redor com outros olhos. A série tem 10 episódios também e é do canal americano Lifetime. Mas olha a boa notícia: no próximo dia 26 de dezembro, a série chega ao Brasil distribuída pela Netflix! Então vocês poderão acompanhar tudo e me dizer se tenho razão ou não!

2º Lugar – Sharp Objects

Desde que vi Big Little Lies e amei a presença de atores e atrizes de cinema na TV, já sabia que vinha coisa boa quando anunciaram Sharp Objects com Amy Adams. Não bastasse a atriz maravilhosa no papel principal, a série era baseada no livro homônimo da mesma autora do livro que inspirou o filme Garota Exemplar, e os diretores eram os mesmos de Big Little Lies. De fato, não tinha como dar errado. E não deu. A série se passar em uma cidadezinha do interior, onde alguns assassinatos a garotas aconteceram. Camille, personagem de Amy, é uma repórter que volta à sua cidade natal para fazer uma reportagem sobre esses crimes. Mas ela se vê inserida num caos com sua família, especialmente sua mãe (interpretada por Patricia Clarkson), e em dramas do seu passado e do passado da cidade. Eu trataria Sharp Objects como uma série de drama psicológico, onde a gente está dentro da mente de Camille, tentando junto com ela desvendar os mistérios dos assassinatos. Não bastasse as atuações e direção brilhantes, a série também tem uma fotografia bem legal e no último episódio entrega um plot que é de deixar os pelos da nuca de pé! A série é da HBO e por isso não está na Netflix, infelizmente. A gente acompanhou a série e todas as análises você pode conferir clicando AQUI.

1º Lugar – Kidding

E não tinha jeito. A melhor série do ano também veio de uma combinação de atores de cinema inseridos na TV. Kidding é do canal americano Showtime e contém apenas 10 episódios de 30 minutos cada. Kidding foi uma grata surpresa esse ano, pois num primeiro momento vemos uma série de 30 minutos com Jim Carrey no papel principal como uma série de comédia. Porém, ledo engano. Kidding é um drama profundo que trata da vida de Jeff Pickles, um animador de TV infantil que se vê em meio a conflitos internos enquanto segue sendo um ícone infantil de diversas gerações. Se você conhece Jim Carrey de O Máscara ou Ace Ventura, você vai se surpreender quando ver a atuação dele na série. Se você está familiarizado com Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças e O Show de Truman, vai ver mais do que ele é capaz. A verdade é que Jim consegue dar vida a um Jeff Pickles cheio de camadas, com mágoas, ressentimento, empatia, desejos e arrependimentos. Uma pessoa real, inserida numa realidade que não a pertence mais. Além da brilhante atuação de Jim, a série ainda tem outras tramas paralelas que tratam sobre temas muito fortes, mas de maneira sutil. De fato, Kidding é um sopro de esperança, um carinho na alma (roubei sua expressão Thaís), para nós telespectadores no momento atual que vivemos. Se você não viu ainda, corre! Se você já viu, tem nossas análises AQUI no site, não deixe de ver.

Menção Honrosa – The Four – Battle For Stardom

Pra encerrar meu Panelaço, vou falar de mais uma estreia, mas agora de um reality show! The Four chegou no início do ano com a proposta de substituir American Idol na FOX. Apesar da proposta ser muito bacana, a primeira temporada teve alguns percalços, o que resultou em uma vencedora um pouco contestável. A segunda temporada não demorou a chegar, e alguns dos erros foram corrigidos, nos levando a uma final mais justa e um vencedor mais digno. The Four consiste basicamente num sistema de desafios e batalhas, onde os competidores lutam entre si para ficar entre os 4 melhores da temporada. Quem decide são os jurados e a plateia do programa, o que nos leva a algumas injustiças. Dores de cotovelo à parte, como somos fãs de realities, obviamente cobrimos tudo e você pode conferir clicando AQUI. A próxima temporada do The Four vem em breve e estamos ansiosos pra ver novos talentos neste novo formato!

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Deu pra ver que 2018 foi recheado de coisa boa né! E 2019 promete muito mais! Se você já viu alguma das séries que eu citei, me conta o que achou! Se não viu, vai ver logo e me diz se tinha ou não tinha que estar aqui. São estreias muito gostosas, muito bacanas e, em alguns casos, estamos contando as horas pra próxima temporada!

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Gerson Elesbão

Um @gerson incomoda muita gente, um @gersonrealoficial incomoda incomoda incomoda muito mais! É DC, é Marvel, é Netflix, é reality. Se a série for boa, chama no probleminha, bebê!

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