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Penny Dreadful: City of Angels – S01E01 – Santa Muerte (Series Premiere)

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Quis ser conceito, algo bem metido a english speaker meets ariana grande’s new concept for song titles. O que acharam? Devo continuar?

Sinceramente, acredito que muitos podem ter experimentado a mesma sensação ao pensar que esta série derivada iria nos fazer sentir em Penny Dreadful novamente, talvez nos levando a pensar que viríamos antigos personagens subitamente voltando. Só entendam que Miss Ives não fará a Lázaro e ressuscitará ok? Inclusive, não me levem a mal, o ser humano às vezes impõe a si mesmo expectativas relacionadas a outros sentimentos, muitos destes atrelados à saudade, ao quanto uma série marcou sua vida e como personagens foram capazes de te fazer chorar e até mesmo, inspirar autoconhecimento. Sim, Penny Dreadful refinou o conceito de possessão e autodeteoriração na minha existência.

No entanto, tenham certeza de uma coisa, um episódio é pouco para tirarmos conclusões de uma série, é preciso confiar em John Logan neste momento e acredito que a mensagem que ele quis passar é que o universo Penny Dreadful está crescendo e agora, em City of Angels, iremos provar do sabor do horror que o sobrenatural pode proporcionar em uma nova atmosfera, inclusive com diversas questões sociais em evidência.

Não vou mentir só para agradar e dizer que amei o piloto, deixou um pouco a desejar talvez por ter criado a expectativa de que seria explosivo, porém, assim que parei para analisar a peça como um todo, percebi um primeiro episódio bem construído, ao menos pouco da storyline de cada personagem foi apresentada, as possibilidades de grandes plots e a representatividade racial em alta. Logan consegue ser bem poético em utilizar Magda como instigadora de tragédias e chegou a ser impactante, e também previsível, o desfecho do episódio. O que me incomoda é pensar que teremos simplesmente Magda e Santa Muerte como entidades, sendo assim, por mais que veremos diversas variações de Magda, gostaria de ver outros participantes. Outros pontos que temos de aplaudir são: figurino, fotografia, cenário e trilha sonora, em especial os edifícios da época, até porque em efeitos especiais não dá pra defender tanto assim né?

Por ter visto o piloto de uma série que evidencia questões nazistas, foi mais interessante ainda perceber o papel de Rory Kinnear nesta narrativa, que é datada na mesma década da ascensão do nazismo na Alemanha. É triste ver brancos privilegiados, e também imigrantes, falando sobre questões sociopolíticas e sendo aplaudidos por todos, quando o que os latinos só não queriam perder suas casas.

Com tudo isso sendo exposto, Logan quer nos informar que City of Angels também nos dará boas aulas de história. Por mais que os personagens não tenham sido muito cativantes, com exceção de Tiago Vega. Sendo assim, creio que todos vocês devem dar a chance à série, pareceu ser refinada, e traz a mesma carga poética da série original.

Como de costume, aproveito para convidar-lhes a compartilharem suas opiniões ou até mesmo dicas, sejam sobre a série, review ou do site. A seguir temos vídeos promocionais desta temporada, agradeço por nos acompanharem e até a próxima!!!

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Antonio Netto

Estudante de Engenharia Química. Pernambucano engraçado, dono de uma gargalhada única e de um sotaque marcante. Apaixonado por comida, séries, química e cálculos. Até gosta de estudar mas, sempre que pode, está pelo mundo curtindo e falando da vida alheia.

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