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Rise – S01E03 – What Flowers May Bloom

Sobre o potencial que há de sobra nesta trama.

Acho legal essa ideia de pensar acerca dos aspectos de cada seriado e tentar deduzir o que pode vir a render em termos de trama e os desfechos que a produção prepara para nós espectadores, mas já pararam para refletir sobre Rise? Na minha opinião, se tem uma característica forte nessa série é o coração de cada personagem, é perceptível a vulnerabilidade de cada um deles e isso talvez seja o que mais me cativa. Outro ponto muito importante de Rise é a maneira como eles abordam simultaneamente vários assuntos recorrentes em nossa sociedade, a evolução pela qual a sociedade vem passando e a essência das gerações passadas. Sinto como se tudo isso estivesse misturado aqui e este episódio evidenciou bastante, mesmo com a ausência de Michael.

Queria admitir o quanto estou apaixonado por Lou e Tracey, sinto que ambos se complementam tanto em qualidades como em defeitos e, consequentemente, a junção deles torna a série mais interessante e envolvente. Talvez pareça muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, mas o resultado acaba sendo até positivo se levarmos em consideração que não parece ser confuso e bagunçado, os diálogos entre os personagens são ótimos e a veracidade da mensagem que tentam passar é nítida. Tudo isso me deixa mais triste, pois a audiência de Rise está relativamente baixa, mesmo se formos pensar que estamos beirando a summer season, época onde o público estadunidense entra de férias.

Por mais que haja um destaque para Lou, não consigo enxergar que há um personagem principal em Rise, todo o elenco acaba tendo seu momento, sei que os plots atuais estão evidenciando uns mais que outros, no entanto, todos acabam se destacando da sua maneira. E isso é mais uma das coisas pelas quais sigo assistindo essa maravilha.

Se me permitem dizer, Rise está longe de ser uma série essencialmente musical, e talvez isso tenha nos surpreendido, uma vez que esperava por covers em todos episódios, mas isso não empobrece o seriado, mas sim me dá uma nova perspectiva. O inegável potencial que vejo na trama é descrito em meio aos plots, seja Simon e o conservadorismo de sua família, Maashous e sua inserção na família de Lou, todo o drama em torno de Gordy, o romance de Robbie e Lillette, bem como entre o treinador e a mãe de Lillette. É simplesmente incrível, você consegue meio que interligar todos os personagens, sem um núcleo principal, todos ligados entre si. Gostaria inclusive de ressaltar que a cena entre a mãe de Simon e Lou me arrancou lágrimas!

 

No mais, convido-os para assistirem ao vídeo promocional do que está por vir, lembrem-se de ativarem as legendas, compartilharem suas opiniões sobre o episódio e/ou review e, se possível, darem dicas ou sugestões, pois tudo é bem vindo. Espero encontrá-los em breve, abração e até a próxima!

 

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Antonio Netto

Estudante de Engenharia Química. Pernambucano engraçado, dono de uma gargalhada única e de um sotaque marcante. Apaixonado por comida, séries, química e cálculos. Até gosta de estudar mas, sempre que pode, está pelo mundo curtindo e falando da vida alheia.

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