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Solar Opposites – S01E07/08 – Terry and Korvo Steal a Bear/Retrace-Your-Step-Alizer (Season Finale)

O melhor ficou para o final.

Torço fortemente para que os leitores das reviews e espectadores da animação, especialmente após esses dois episódios, tenha se certificado da maravilha que tem sido acompanhar a jornada dessa família durante sua temporada de estreia. Apesar das inevitáveis comparações feitas com Rick & Morty, a princípio, Solar Opposites mostrou sua ousadia em trabalhar, de diversas formas, com todo o elenco e ainda dar destaque a um universo derivado de sua realidade central, resta saber se essa estratégia em, potencialmente, lançar uma animação derivada será atendida ou se a produção pretende trabalhar tudo que faz parte somente nesta que já foi lançada.

Enquanto assistia ao sétimo episódio, pensei bastante a respeito de dividir essa review em duas, uma vez que este havia deixado o foco da família shorlpiana totalmente de lado, para dar vida ao povo da parede/muralha (lembrando-nos, inclusive, de Game of Thrones), e deixando também ganchos para a próxima temporada. No entanto, à medida que fui assistindo ao último, me dei conta que seria melhor abordar ambos de forma conjunta, como havia fazendo anteriormente.

Como geminiano devo admitir para vocês que foi maravilhoso ver esse rolê da parede/muralha ganhando um episódio, no qual acompanhamos um momento revolucionário, pois já que os produtores possuem esse interesse em trabalhar com o potencial desse universo derivado, como espectador tenho a chance de ver uma sequência de episódios mais versátil, ainda mais depois de não ter apreciado tanto os dois anteriores. Além disso, o bom de a animação possuir o povo da parede/muralha, é que eles podem se aventurar de diversas formas e ainda, quem sabe, investir em uma interação direta entre esse exército de pessoas e os shorlpianos, mesmo que estes últimos tenham inúmeros recursos para combatê-los se isso acontecer. É também interessante ver como os roteiristas trabalham a sua perspectiva das necessidades humanas em sociedade, como questões de liderança, sede de poder, patriotismo, religião e desigualdade social, e ainda mostrarem reviravoltas, consideravelmente, chocantes.

Por outro lado, o oitavo e último episódio desta temporada nos trouxe de volta à realidade central da animação, optando por situações diretamente ligadas à convivências e questões alienígenas, como a mudança de cor de Pupa, deixando de lado um pouco suas relações com a humanidade. O resultado foi extremamente positivo, o este foi, sem sombra de dúvidas, o melhor episódio da animação até então. Houve uma sequência temporal em relação ao anterior, uma vez que Jesse estava limpando a parede e dentre os rejeitos estava a finada Molly, e a tecnologia shorlpiana esteve relacionada dessa vez ao simulador de realidade, manipulação de espaço-tempo e sua consequência e a mistura de ambos, sendo esta última a solução para todos os problemas que aparentavam assombrar e mudar radicalmente o rumo da animação por ora.

Dentre as novidades, a melhor coisa foi conhecer melhor Pupa, seu potencial de controle mental e sua voz, a qual me deu uma vibe bem subconsciência. Não podemos esquecer também da leve aparição dos Simpsons e outras memórias revividas que podem ter sido um esquenta para a próxima temporada. Sobretudo, torço para que expliquem melhor a questão, mencionada na abertura, da sobrevivência de cem shorlpianos e suas réplicas, até porque, após a breve apresentação de Shorlp antes da destruição, fiquei ainda mais instigado a conhecer sobre a vida deles naquela época e torço para mais flashbacks na próxima temporada. No mais, aproveito para convidar-lhes a compartilharem suas opiniões ou até mesmo dicas, sejam sobre a série, review ou do site. Agradeço por nos acompanharem e nos vemos na segunda temporada!

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Antonio Netto

Estudante de Engenharia Química. Pernambucano engraçado, dono de uma gargalhada única e de um sotaque marcante. Apaixonado por comida, séries, química e cálculos. Até gosta de estudar mas, sempre que pode, está pelo mundo curtindo e falando da vida alheia.

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