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Supergirl – S03E03 – Far from the Tree

Como dois encontros podem ter diferentes sensações?

Eu particularmente não fui atraído por nenhuma das histórias da parceria DC/Cw nessa fall, com exceção de Legends Of Tomorrow, mas a história de Supergirl até então era a que menos enchia meus olhos de brilho, algo que muito me entristece, pois é uma série que adoro, mas sempre tenho uma esperança a mais com a série.

Logo no início do episódio vimos que a Alex e a Kara estavam preparando um chá de panela para a Alex e a Maggie, só que logo a Kara teve que interromper os preparativos e até mesmo sua presença no evento, porque o J’onn iria para Marte por causa do pedido nada confiável da M’gann e sua amiga quis ir também. Em uma conversa informal com a mãe da Kara juntamente com a Alex e a Maggie na qual pensei que seria bem chato, teve algo que me tocou, que foi a história da Maggie em relação a sua condição sexual e homofobia de seu pai, que a expulsou de casa aos 14 anos, por puro ódio, ainda dizendo que aquilo era uma vergonha para ele e sabemos que a vergonha era a atitude dele.

Já no plot principal da história, fomos surpreendidos com o meio em que os dois iram para marte, em uma nave bem moderna, mas o que importou foi quando o J’onn encontrou a M’gann, que logo em seguida lhe apresentou dois marcianos brancos, o Till’all e a N’keyy, que o surpreendeu mostrando outro marciano verde, no caso o seu pai, que precisaria ser salvo e a mente conectada para recuperarem o Cajado de Kolar, pois era uma arma poderosa psíquica e que traria sérios problemas a eles, sendo que nessa hora eu já estava bugando com tanto nome difícil, mas eles precisariam resolver esse problema para salvar marte.

A Alex ficou chateada por não saber da história da mulher que ela ama, mas o que mais curti foi que ela acabou influenciando a Maggie a convidar os seus pais para o chá de Panela, na qual essa dúvida de como seria a reação dos seus pais e se realmente iriam. O reencontro do J’onn com o seu pai foi um verdadeiro fracasso, porque seu pai não acreditou que seria ele, já que tinha muito tempo, aquilo chateou muito o até então último marciano verde vivo, pois ele foi tratado como um covarde, mas a Kara o aconselhou a mostrar quem é o verdadeiro J’onn, já que de covarde nãoo tinha nada e além do mais a corrida contra o tempo estava no fim, porque seus “amigos” estavam até mesmo querendo forçar o pai dele a dizer.

Achei o reencontro da Maggie com o seu pai extremamente tocante principalmente pela história dos dois e deu parar ver que o pai tinha um orgulho do que ela tinha se tornado, independente da sua condição sexual, onde em um mundo real seria lindo se isso sempre acontecesse, mas por mais que essa história secundária esteja bem interessante o foco do episódio estava no J’onn que tentou reconectar com o seu pai com ambos dizendo as verdades sobre os marcianos verdes e a história, mas logo foram interrompidos, pois começaram a ser atacados por quem eles achavam ser seus amigos e até mesmo a Kara, que estava apagadíssima no episódio teve que reagir e correr com seus amigos, sendo que o J’onn decidiu levar eles para sua antiga casa, deixando o seu pai possesso com a ousadia de fazer isso.

No chá, eu estava muito feliz como tudo estava ocorrendo de forma linda e harmônica, até mesmo quando o pai da Maggie chegou me pareceu que ele estava confortável na situação, mas quando as duas se beijaram ele sentiu um nojo nada disfarçável e ainda saiu da casa, obvio que como uma mulher forte, a Maggie foi atrás e ouviu coisas horrorosas de seu pai, que se resumia em apenas uma palavra: ódio, onde talvez tenha me dado uma tristeza profunda, ainda mais vindo de um mexicano que sofreu muito por xenofobia e não teve esse empatia. A Kara teve que intervir nessa relação de pais e filhos, pois estava dando tudo errado, então ela decidiu ir com o coração e conseguiu convencer pai e filho a se comunicar telepaticamente, então houve a bela ligação em que foi lembrado de quando os Marcianos verdes ainda existiam, que ícone e nisso, o pai do J’onn viu que era verdade e que seu filho estava vivo, achei bem lindo eles se abraçando.

Logo depois eles tiveram que ir com todos pegar o cajado e nesse momento veio algo icônico, que foi a Supergirl entrando de carro onde tinha marcianos brancos ao som de “Baby One More Time” da Britney Spears, onde foi lindo, mas mais lindo ainda foram todos eles lutando, até mesmo a Supergirl e que em um momento foi ela que pegou o cajado para destruir os inimigos em algo bem rápido e instantâneo, mas foi lindo o final com o cajado passando de mão em mão até chegar às mãos do J’onn para que mantenha seguro na terra.

Que hino aquele final em que a Maggie encontra novamente com o seu pai e acerta um verdadeiro pisão nele, achei incrível e maravilhoso, pois ela não precisa mais dele, porém logo em seguida eu broxei com ela continuando insistindo para a Alex que não quer ter filhos, mas não custa nada sonhar, fé no pai. No fim tive uma grande surpresa com o retorno da Kara e o J’onn, pois não esperava que o segundo marciano verde viria para a terra, digo surpreso porque pensei que ele ajudaria os outros marcianos em seu planeta.

Esse episódio foi extremamente bacana na parte que pensei que iria ser flopado, que foi a história da Maggie, porque sabemos como o mundo está cada vez mais tomado por ódio, infelizmente, e ás vezes até por condições sexuais, famílias são destruídas, mas ainda bem que ela superou, já na parte em marte foi um saco em maior parte e a Supergirl nem aprecia ser protagonista dessa série, totalmente apagada, sem fazer nada, que pena.

E respondendo a pergunta feita no topo da review, quando tem amor todo reencontro é inesquecível e não vi amor no pai da Maggie.

Então é isso, um forte beijo e até mais.

 

 

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Autor

Phelipe

Um cara Fitness, gosta de esportes e um escorpiano nato, apaixonado pela vida. Um "nerd" que curte balada e um baladeiro que curte coisas "nerds", porque a vida é muito curta para se apegar em coisas pequenas, logo pode observar que sou uma pessoa muito eclética em todos os sentidos da vida.

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