Casos de família…

Nesse episódio de SPN, tivemos Dean aprendendo a lidar com a nova ausência de sua mãe e Sam tentando fazê-lo se abrir para conseguir ajudá-lo, coisa que só foi possível lá no finalzinho do episódio que foi quando Dean teve uma nova perspectiva dos fatos causado em especial pelo caso (familiar) em que ele e Sam estavam trabalhando durante todo o episódio. Não vou negar que Mary fez falta nesse episódio e não só ela, mas como Castiel e Crolwey também, mas foi um bom episódio filler, que apesar de ter sido basicamente fora do plot principal, continuou abordando de leve os temas que giram em torno dessa temporada.

Assim que começou o episódio e vi uma mulher entrando na igreja com os estigmas de Jesus na cruz e sendo surrada com um chicote invisível, aquilo já me agoniou bastante porque essas imagens pra mim sempre são fortes e não tem nada a ver com religiosidade, é só que quanto mais reais mais me atingem e imediatamente me lembrei daquele filme de terror “Stigmata” que é sobre uma mulher que sofre todos as dores que Jesus sofreu na cruz, é bem bizarro… Bom, a mulher do episódio que depois descobrimos ser Olivia uma assistente social para crianças, morre e depois morre um rapaz que entregava verduras na cidade da mesma forma. Dean e Sam descobrem um link entre os dois casos que é uma família extremamente religiosa que mora isolada de tudo e todos e quando eles conhecem a família… que bizarrice, principalmente da mulher e mãe da família que, aparentemente, deixou a filha morrer de pneumonia sem tratamento porque achou que era a vontade de Deus que ela morresse assim. Mas, nós ainda não sabíamos da missa a metade (metáfora bem apropriada btw srrsrsrs) e quando Sam vai escondido espionar a fazenda, ele descobre um pouco depois de nós, que na verdade a filha morta não está morta e é mantida em cativeiro pela própria mãe que julga que ela seja o Diabo pois tem poderes psíquicos, coisa que descobrimos depois que o irmão e o pai dela deixam Sam desacordado e o levam pro porão e ele conversa com Magda, fazendo com que ela entendam que ela não pratica o mal, que a única coisa a ser feita é ter controle do seu próprio poder. Magda confessa que matou Olivia e o rapaz da entrega pois pensou demais neles e quando foi se auto-flagelar (sob as ordens da mãe), acabou fazendo com que eles vivenciassem o mesmo. Pobre menina, morri de pena, que família louca, meu Deus! :/
Umas observações engraçadas são a hora em que o Dean conta pro Sam onde Lúcifer estava “hospedado” e Sam revela gostar do vocalista Vince Vincente levando Dean à loucura, pois odeia o cara hahahah. E também quando os dois estão conversando com a família no início e a mulher pergunta se eles conhecem Deus…. ahhhh minha filha, você quer ensinar o padre a rezar missa não é? 😛

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Uma coisa que novamente me chamou a atenção nesse episódio foi o fato de criticarem de leve o que a tecnologia tem causado nos seres humanos, uma distância pessoal cada vez maior, coisa que no episódio anterior tinha sido retratado através de Mary. Acho interessante inserir esse assunto porque realmente muitos de nós, às vezes, vivemos inundados no mundo virtual e “esquecemos” de viver o mundo real. Esse assunto foi tocado na hora em que o Abraham, pai da família, conversa com Dean o porquê de levarem uma vida tão simples. Eu adoro assistir as séries prestando atenção nos detalhes do roteiro e isso é uma das coisas que me faz gostar muito de Supernatural, sempre tem fatos que fazem refletir mesmo que de leve e em um episódio aparentemente sem importância.
Então… antes de Sam descobrir tudo isso, ele e Dean divergem quanto a quem matou as vítimas daquela forma. Enquanto Sam jurava ser o fantasma de Magda (antes de descobrir que ela estava viva), Dean apostava que era Beth, a outra assistente social que ocupou o lugar de Olivia após sua morte. Mas, os dois acabam errados e Dean descobre que Beth, na verdade, nem gosta do trabalho que faz pela carga emocional que tem, inclusive no final dá até o telefone dela pra ele, porque afinal né, quem não daria? 😛
Durante todo o episódio, Sam tenta conversar com Dean e ele acaba falando que acha que a mãe nunca mais vai voltar e que, por mais que eles também tenham precisado de vários momentos separados, eles sempre voltaram um pro outro. Dean chega a mandar uma mensagem para a mãe perguntando se ainda pode chamá-la de mãe e ela, inicialmente, não responde o que o deixa mais magoado e revoltado ainda. Mas, depois de vivenciar esse caso de família em que a mãe aprisionou a própria filha e, por fim, ia matar a família toda envenenada porque achava que deveriam morrer juntos e sei lá o quê (louca de pedra!), mas apesar do pai ter morrido envenenado, Magda usa seus poderes para fazer o irmão não comer a comida envenenada e sua mãe voa pra cima da menina com uma faca, fazendo com que o irmão se coloque na frente da irmã e morra, Magda resiste e não mata a mãe após ouvir Sam. A mãe acaba presa e Magda vai ao encontro de uma tia que mora em um rancho longe dali. Sam foi super fofinho com ela e diz que qualquer coisa, ele está ali para ajudá-la, awwn ♥
Após toda essa confusão, Dean se dá conta que realmente o afastamento às vezes faz bem para a família e entende o quanto a família dele é “normal”, conversa com Sam e logo depois Mary responde sua mensagem dizendo que ela sempre será mãe para os dois e que os ama fazendo com que Dean abra um sorrisinho, coisa mais cute, minha gente xD
No final do episódio, vemos um motoqueiro todo coberto indo atrás de Magda e a matando na tiros em um banheiro público (pobre garota :/) e descobrimos ser o tal do Dr.Ketch, o tal “psicopata” inglês do Homens das Letras, não vimos o rosto mas vemos ele ligando para alguém e dizendo que consertou a bagunça dos Winchester. Affffff *revirando os olhos*

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O episódio não foi focado no plot principal como eu disse lá em cima, mas foi um bom episódio e mesmo sendo filler não deixou de tocar nos assuntos abordados: Lúcifer, Mary e os tais ingleses chatos e psicopatas. Vamos ver o que nos reserva os próximos!
E aí, o que acharam do episódio? Comentem aí  😉

Caroline Azevedo
Caroline Azevedo

Complicada e perfeitinha. Me tira tudo, mas não me tira minhas séries e a música. Já que não tenho o meu mozão, shippo os mozões do mundo seriador: Delena, Captain Swan, Olicity e Zade são os principais. Entre os meus vícios, estão The Vampire Diaries, Once Upon A Time, The Originals, Arrow e Supernatural.
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