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Supernatural – S14E16/17 – Don’t Go in the Woods/Game Night

No meio de tudo que tá acontecendo, surge um caso de monstro da semana. Supernatural tem dessas, de dar uma respirada no meio da história. Dessa vez, tem gente sumindo há décadas e ninguém nunca foi atrás pra descobrir o que tava rolando. Só que é muita gente, tipo pelo menos 54 pessoas. Sam e Dean vão nessa, mas decidem deixar o Jack de lado, já que todo o lance da alma afeta a confiança do Dean nele. E, pra não deixar ele sem ter o que fazer, os guris dão uma lista de compras pro Jack ir buscar na cidade.

Esse episódio vai se dividir em dois lados, basicamente. De um lado, Sam e Dean indo resolver o caso enquanto o Jack vai comprar mantimentos e acaba passando um tempo com aqueles jovens que descobriram toda a verdade sobre o mundo. Do lado dos Winchester, a maior dificuldade é lidar com o xerife da cidade, que diz que não precisa do FBI lá pra nada. Eventualmente, a gente descobre que o monstro era na verdade um humano que foi transformado em monstro por uma espécie de ritual da tribo que vivia lá, numa pegada bem parecida com Game of Thrones.

Do outro lado, teve o Jack fazendo, basicamente, merda. A gente até finge que não dá pra culpar ele, já que ele é uma criança com alguns meses de vida, super poderosa e sem alma. Ele foi fazer o que crianças fazem: se mostrar pra outros. Aquele trio que tava descobrindo o mundo dos monstros através dos Ghostfacers, veja só, então ter alguém que tinha contato direto com o mundo sobrenatural era tudo que eles queriam. Além disso, o Jack ainda mostrou livros pra eles, contando coisas que eles nunca iriam ficar sabendo de outra forma.

Mas se isso não fosse o suficiente, o Jack tava feliz porque tinha amigos da idade dele, pessoas próximas, pessoas normais, com quem ele pudesse ser relativamente normal. Porém, de novo, ele não tem alma mais, então as coisas soam um pouco diferente pra ele. Ele quis mostrar que era diferente, que tinha os poderes, o que é basicamente o que toda criança faz quando tem um brinquedo novo. Mas, as pessoas temem o que é diferente, e o Jack se tornou diferente, então os jovens não ficaram exatamente confortáveis com que ele tava fazendo. Até o ponto em que merda rola e, telecineticamente, o neto de Deus esfaqueia uma das gurias. O que já era ruim fica ainda pior quando ele cura a guria, o que faz com que os três fujam dele, bugando ainda mais a mente dele. E quando o Dean e o Sam voltam e perguntam se rolou algo durante a ausência deles, ele mente, sem remorso nenhum.

Basicamente, esse próximo episódio se divide em três blocos: o Sam e o Dean vendo o que tá rolando com o Donatello, o Castiel indo atrás de Deus através da Anael e o Jack cada vez mais perdido sem alma. Indo por partes, então.

Logo no começo, enquanto rolava a noite de jogos dos Winchester, o Donatello é atacado por alguém dentro de casa, alguém que tá atrás de algo muito absurdo. O Nick tá querendo trazer o ex, Lúcifer, de volta do limbo e esse rapto do Donatello faz parte do (ótimo) plano dele, que envolve, dentre outras coisas, sangue do filho dele. E ele sabia que o único jeito de conseguir isso era chegando perto do Jack, que tava lá dentro do bunker. Atrair a atenção dos Winchester, portanto, era o único caminho possível. Parabéns pro Nick, na verdade, que chegou bem perto de conseguir o que queria.

Enquanto isso, o Castiel consgue encontrar o Josué e manda uma mensagem pra Deus, na torcida de que ele volte de seja lá onde quer que esteja, pra restaurar a alma do Jack e deixar tudo certinho como era antes. Mas certas coisas não podem voltar a ser como eram, por mais que a gente queira.

Mas o Jack, ah o Jack. A Mary tá tentando ajudar ele de todas as formas que ela consegue, mas é um tanto quanto complicado ajudar alguém sem alma. E isso dificulta bastante quanto tu mata de um jeito bem absurdo e agressivo e sádico alguém, mesmo levando em conta o quão péssima ela foi em vida. O que o Jack fez com o Nick é um negócio inacreditável, beirando o inaceitável, e a Mary sabe que, quando o Dean e o Sam descobrirem o que rolou, as coisas não vão ficar muito bem.

E em seguida, tudo começa a dar errado. O neflim fica cada vez mais ansioso, mais nervoso com as possibilidades e, pra todos os fins, ele não faz ideia dos poderes que tem e do alcance que eles têm. E quando ele explode, meio que literalmente até, a gente sente que algo deu bastante errado.

 

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Rafael Augusto

Um hiperativo que não sabe viver sem ler, escrever, ouvir música, ver séries e filmes, geralmente tudo ao mesmo tempo. Fã de ficção científica, suspense, Stephen King e histórias em quadrinhos.

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